O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
sábado, 29 de outubro de 2011
Opinião cotidiano conexão de tempo.
Predicativo ao engano.
Um grande ornato envolto, pela personalidade
Presente, quanto ao passo adiante da visão,
Como o tempo não para, fica coberta à blandícia?
Pelos dias conseguintes em discórdia intra,
Capaz da invisibilidade na alternância, condução
Predicadas nas astucias, subterfúgios permeiam
Como parte, planilhas pré-sentidas? Outros sim?
Partindo assim bradado? chegarás afim? Todo dia
Caminhando sobre os lombos estão distantes, pela
Propriedade razão estará aquém à bem, como vem?
Alcançando também adiante do tempo não parando,
Um em outro dia não voltara, sem preço encoberto.
Márcio palafi. 25/10/2011.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Beneficio da improbidade.
Visíveis perceptíveis longos anos de vida ao espaço destemido e aprofundado, pelos vários vãos livres das amarras em qualquer cais, tributos aos sedimentos das analogias, os cotidianos fazem parte dessa razão, própria na emancipação da família seja do sul ou mesmo em conceito ocidental, esclarecendo por meios expressivos, qualquer dissertativa não tão exposta, com inclusão a conotativas, meios próprios contentes ou não colocam em evidencia traumas dos mais variados desejos, dimensionados às diversas intensidades de energia, quando consumidas às reações qualificam quantidades, declaradas nos fatos da realidade no realismo pelo humanismo.
Distorcidos entendimentos estimulados pelos desvios causam deslizes aos mal intencionados, quando atentam pelas improváveis coerências cientificas, todos os conceitos estendem através do cotidiano cujas razões comprometem como esquecimentos paralelos, as dimensões da realidade em qualquer fato, sendo esse causador dos traumas, que proporcionam culpa pelo estado não entendido, por não se aprofundar o bastante, ate classificar qualquer intensidade à ética, pelo conjunto étnico das idéias naturais do seu tempo de realidade, sendo assim o conteúdo da publicação três, zero, zero aplica, como causa vil o desvio da coisa ao entendimento direto, para ser entendimento ao paralelo ocasionando beneficio a terceiros ao entorno, que já foi mencionado anteriormente, autor não é responsável pelo desvio ao ser incluído à história dos fatos o beneficio de terceiros.
Márcio palafi. 25/10/2011.
Opinião cotidiano conexão de tempo.
Predicativo ao engano.
Um grande ornato envolto, pela personalidade
Presente, quanto ao passo adiante da visão,
Como o tempo não para, fica coberta à blandícia?
Pelos dias conseguintes em discórdia intra,
Capaz da invisibilidade na alternância, condução
Predicadas nas astucias, subterfúgios permeiam
Como parte, planilhas pré-sentidas? Outros sim?
Partindo assim bradado? chegarás afim? Todo dia
Caminhando sobre os lombos estão distantes, pela
Propriedade razão estará aquém à bem, como vem?
Alcançando também adiante do tempo não parando,
Um em outro dia não voltara, sem preço encoberto.
Márcio palafi. 25/10/2011.
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Desalinhamento como opiniões em terceiros.
A dimensão globalizada para qualquer tempo compensa através do racional, os fatos de todos cujos dias atingirem opiniões necessárias aos domínios, pelo caso mais abrangente no termo em aberto, o fundo do mar afim em a parte mais profunda do ser, nos comprime à direção em frente sempre.
As visões nas perspectivas incluídas pelas opiniões, além das reações não estão para que as opiniões sejam diferentes das mesmas opiniões entendidas, pois os esquecimentos recaem como as analogias, em forma de detalhes onde as intensidades de energia simulam as dependências, nos tais implementos desconhecidos nos pouco aprofundados nesses mesmos dialetos, portanto o mal entendido, pelo entendimento programado no conteúdo, ainda mais pelo desvio não é de responsabilidade do autor admirando o sucumbir dos necessitados, em tempo ao compromisso, distorcer imagens no dissertar fatos, ficaria fácil sem a presença da imagem, que pelo processo fixação, em qualquer personalidade determina sua finalidade, essa no caso específico é por sinal, não causar transtornos na personalidade, diante distúrbios provocados pelos fatos, nas trajetórias dos trágicos determinando, sem observação desalinho do tempo, não compreendido pelo mesmo estado, onde direção não se define com abrangência cotidiana.
As forças nas intensidades, nos mal entendidos reforçam condições traumáticas proporcionando culpa, pela qualidade na quantidade das intensidades de energia, pelos direitos maiores ou menores às adjacências além, nas perturbações cotidianas complementando em opinião cotidiano pela conexão de tempo, possuído à fixação pela verdade, quando não destorcida nos casos mais profundos deixaria autor qualquer, longe do desvio na personalidade, cabendo esse refluxo apenas ao beneficio de terceiros, pelo desvio da coisa causar desentendimentos diários.
Márcio palafi. 25/10/2011.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.
Consoantes nas linguagens vogais.
Amontoados indecisos e incompletos descontentes, os imprevisíveis insaciáveis foram verdadeiros incontroláveis aos leigos, nas intenções desconhecidas das realidades, nessas ilusões não percebem que o momento em que o fluxo destina-se além do conhecimento ao estado mais estruturado, e a razão pela imagem deslocada por qualquer movimento terá o contato à quantidade de energia, em intenção medida em um tempo não específico da realidade qualquer, em exercício quase repetitivo, com um mínimo ou uma tangencia própria, de caracteres genéticos ao relativo à energia, em deslocamento à intenção expedida a um receptor de freqüência também relativa ao momento da execução, da ação em movimento à realidade própria.
Acervo, 28/10/01. Márcio palafi. 23/10/2011.
Um tempo além do trauma paranóico.
Um dia a esperança que faça a sua parte pode ser tão grande, e esta parte pode ser tão pequena, que gradativamente esta pequena parte tornar-se-á tão grande, quanto a sua própria vida, por sua parte ser você consciente de sua ação, pela realidade do seu tempo possuir a parte maior de sua consciência de vida, porque a sua parte tornou se grande quanto você.
Acervo, 10/10/01. Márcio palafi. 23/10/2011.
Complexo do poder.
Os espaços indefinidos estão pelas situações em poder do processo qualquer, onde o limite fica além da compreensão, em um complemento de tempo não específico, pois cada qual pela situação própria admite o poder em seu espaço, porém a vantagem em ir além, faz deste poder relacionar-se, por visões impróprias fora de caractere, então torna se um passo em falso à situação, assim visivelmente além não se identifica por vários espaços, quando o recurso do poder é a expressão, considerando o tempo denominado, pela situação nesse espaço de situação está aprofundada, sendo meramente um espaço em situação de poder.
Acervo, 05/10/01. Márcio palafi. 23/10/2011.
sábado, 22 de outubro de 2011
Opinião cotidiano conexão de tempo.
Dentro do meu eu em você.
O ar toca-me com seus olhos
O tempo revolta-me com seu cheiro
O dentro retorcido de sua alma
Procura-me com suas posses
Afastar-te do seu sonho
Ate que o seu nome seja lembrado
Pelo seu contorno esquecido
Não faças do seu poder
Um pedestal impiedoso
Não prometeras ao próprio interior.
Acervo, 18/06/2000. Márcio palafi. 21/10/2011.
Além ao onipotente.
O! Minha incansável vida
Temente ao onipotente
Todas as horas do dia ou da noite
A parte mais celeste da vida
Outrora de garra e lamúria
Por outra solidão, alguém
Não encontra o próprio tempo
Vida incansável de busca
Mórbida, veloz, enquanto só
A altura vai além, amem, amem.
Acervo, 22/06/2001. Márcio palafi. 21/10/2011.
Semente dá flor.
Pela assimilação do tempo
Pela percepção da forma
Congênita miscigenação febril
Ate ao caminho iluminar
De lhe de beber agora
De lhe de comer também
Para alimento encontrar o que
Pela miscigenação praticar para que
O tempo todo forma a expressão
Qual percebeu em tempo
Como a água
Amassa o pão
Quando a mistura dá flor
Do pólen a semente vem
Alimentando o ar
Pelo caminho do sol
Com raios de luz
A forma do pão
O alimento do tempo
Na mistura do ar
Em forma de grão
Pela massa feliz.
Acervo, 28/06/01. Márcio palafi. 21/10/2011.
Quando o desejo está para a satisfação, pela parte em que o todo se faz, pois foi possível então o prazer diante à razão a que se propôs à proposta competente ao limite quanto for.
Acervo, 22/08/01. Márcio palafi. 21/10/2011.
A infância é a melhor fase na vida de um adulto feliz.
Acervo, 03/05/00. Márcio palafi. 21/10/2011.
Isto era uma idéia escura
Quando teus dedos percorriam
A corcova numa escuridão infinita
Um segredo de morte, o fim.
Acervo, 03/05/00. Márcio palafi. 21/10/2011.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Razão em todo ser vivo no segmento da vida.
Na realidade todo ser vivo, considerando o racional deveria participar, em seu tempo natural de vida, caracterizando conceitos na memória do complexo hereditário, porém contratempos filosóficos contemplam aos mais atribuídos de emoção, no exemplo clássico dos dialetos, pelos vários entendimentos, não estão totalmente por isso é que a missão mais difusa cuja prensa recorre dos instantes, pelos fatos mais acentuados, quando insistentes analíticos recobram evidencias do inconsciente, sobre o consciente dos seres pensantes, ate que se envolvem ao movimento originando o inconseqüente de razões múltiplas.
Todo final de reação contempla qualquer conseqüência, toda inconsciência envolve o estado de percepção analisada, em toda finalidade quando é necessário movimento, com precisão consciente acontecendo no mundo aos conflitos, entre inconsciente e consciente, pelo caso que a paz seja bem acomodada, o que os distúrbios assimilam nesse intervalo, quando se busca bloqueio ao inconseqüente?
As respostas coincidem sempre ou se contraditórias, qual o efeito na contradição? Pois mais de várias coincidências, perfeitos contrastes na direção a luminosidade atingem aos tantos processos, mas onde se encontra realidade, não se justifica a consciência, pela necessidade ética em classificações, observada nas diversas camadas sociais, das descriminadas etnias, ate mesmo pela forma burocrática, pois assim dizendo, qual bloqueio social Deus nos colocaria, para a resistividade ser transtornos naturais? Dizendo assim a vida prova no realismo pelo humanismo, para no paraíso acontecer vida reprodutiva aos racionais e também aos irracionais.
Acontecendo coincidências à realidade, será que o inconsciente veio novamente tentar uma nova inconseqüência ao consciente, comprovando a vida zumbi no paraíso?
As respostas também podem ser discriminatórias, quando estão relativas aos genes hereditários, dos alinhamentos genéticos também contraditórios, das camadas sociais nas distorções verbais em tempos não específicos, na necessidade da contradição do fato justificado à razão natural.
Márcio palafi, 21/10/2011.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.
Teoria da existência.
A aceitação da imagem no tempo compreende a parte da energia, em que a matéria origina da existência no humanismo, pela reflexão racional seja a reação da imagem e o pensamento, em tempo não específico original de uma realidade qualquer obtida da realização, por freqüências nas capacidades harmônicas desta aceitação; o homem a serviço de Deus, na fragmentação do tempo, como expansão de espaço, em exercício próprio do interesse coletivo.
A matéria e a energia em equilíbrio têm a imagem de luz, quando o espaço é infinito, além do próprio tempo de realidade.
Acervo, 08/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011.
Contágio contraditório.
Para qual parte do tempo
O homem instituiu sua capacidade,
Além de sua compreensão natural
Afastada de sua idéia pervertida
Afim, em que tempo imaginara,
Qual organismo o detera,
Para sua irracionalidade persistir,
Como prova de seu desamor,
Entre falta de fé e esperança,
Pois abandonara os princípios do pai,
Por toda caminhada
Invadida pelo sarcasmo,
Em seu ímpeto irracional,
Na própria incompetência
Do seu fato, ser humano.
Acervo, 10/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011.
O homem programou o futuro, a fim de reparar o passado, assim se salvaria, através das profecias admite o erro, recebe o perdão tendo condições de se libertar do seu mundo vil.
Acervo, 22/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011.
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Teoria da existência.
A aceitação da imagem no tempo compreende a parte da energia, em que a matéria origina da existência no humanismo, pela reflexão racional seja a reação da imagem e o pensamento, em tempo não específico original de uma realidade qualquer obtida da realização, por freqüências nas capacidades harmônicas desta aceitação; o homem a serviço de Deus, na fragmentação do tempo, como expansão de espaço, em exercício próprio do interesse coletivo.
A matéria e a energia em equilíbrio têm a imagem de luz, quando o espaço é infinito, além do próprio tempo de realidade.
Acervo, 08/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011.
Contágio contraditório.
Para qual parte do tempo
O homem instituiu sua capacidade,
Além de sua compreensão natural
Afastada de sua idéia pervertida
Afim, em que tempo imaginara,
Qual organismo o detera,
Para sua irracionalidade persistir,
Como prova de seu desamor,
Entre falta de fé e esperança,
Pois abandonara os princípios do pai,
Por toda caminhada
Invadida pelo sarcasmo,
Em seu ímpeto irracional,
Na própria incompetência
Do seu fato, ser humano.
Acervo, 10/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011.
O homem programou o futuro, a fim de reparar o passado, assim se salvaria, através das profecias admite o erro, recebe o perdão tendo condições de se libertar do seu mundo vil.
Acervo, 22/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011.
Contratos dos valiosos, a constituição tem artigos abrangentes.
A política entre os políticos não discriminam razões distorcidas das etnias, nos povos artigo ética subentende, pelos apelos dos populares eleitorados, ate a parte em oposição flutuar, em mais outro contra tempo embaraço, pelo circuito da propriedade às vezes não competir com clareza aos estendidos pronunciamentos.
Embaraçados contemplam todos os distúrbios nos transtornados, quando aplicam em seus cotidianos, medidas tantas quanto forem para assegurar mais outros mandatos, os atrativos mais competitivos atraem aos mais eloqüentes, pelas práticas nos desvios de personalidade, por eles entre eles conduzirem às controvérsias, dos admiradores militantes partidários nos sucumbidos contratantes; pelo fato em contradição, porém discutem em pauta medidas para coligações, dando audácia aos mais influentes, como posições de amarras clássicas traçadas pela ética do universo político.
Classes populares constituintes observam os exatos instantes, para ocorrência dos desvios de personalidade “salvo à constituição federal” por mais intensos quanto formulam opositivos, dos estados mais esclarecidos, entendidos às claras expressões cujos observadores emitindo contas do que é claro.
O desvio de personalidade, em regime antigo poderia afirmar conceitos nos bloqueios, quando observados em tempo, nos títulos contraditórios dos pretextos, em monarquistas imperiais destinam; não se sabe para quando fatos direcionados aos iludidos ludibriados, porque a maioria consegue de certa maneira, distância dos entendimentos realistas dos psicanalistas, onde todos não sabem afirmar base do contratante desconhecido, por mais de uma vez não detectado, mediante a ética política partidária ser coligada aos devaneios em medida de segurança.
Diante tudo isso e muito mais, o diabo não é ruim, ele sofre de distúrbios na personalidade, por isso é mais visado pelo organismo descompensado do criminoso, por sua fraqueza diante aos bloqueios, nos circuitos em tempo para possuir culpa pelo fato do desvio não lhe oferecer alternativa, em alternância.
Márcio palafi. 19/10/2011.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Opinião cotidiano conexão de tempo.
Verdade da intenção.
As aparências de uma estrada
Com suas curvas e lombadas,
Entre os passos depreciaram
Além da conta, mais momentos
Pela questão da verdade da vida
Interessante saber ver,
Ouvir com os olhos e ouvidos,
Cada verdade de intenção,
Quando a realidade em tempo
Adormecem entre instintos
Os lados opostos a tal fim
Aos tantos pretextos convém
Ate a totalidade, em qualquer
Farsa terminar com a verdade,
Por todo o seu tempo que é
A própria intenção,
Do profundo brotar
Para ser de quem for.
Acervo, 12/00. Márcio palafi. 17/102011.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Divergências convergentes nas convecções.
Atingir tempos para qual realidades obtenham partes, na memória desse mesmo tempo, os espaços estão fixados em imagens, os corações impulsionados pelos sentimentos, tramam opiniões diversas devido a traumas concedidos, como valorosos destaques em que o destino pressiona o ser qualquer pelas ações cotidianas.
Propositalmente o período de realidade determina quanto às partes, para que setor venha se classificar, pela mesma parte concedida a várias outras opiniões, sobre o tempo realizado nas reações próprias, fatos adiante dos retornos ao alinhamento, nas decisões necessárias à oportunidade do propósito, realidade no individuo dimensiona intensidades, nesse período em que o pensamento é relativo à necessidade de ação com objetivo.
Partindo do instante em que necessidade contempla oportunidade, tal setor classificado flui diante estados relativos à memória dinamizada ao verbo, com estabilidade justa no próprio alinhamento, contudo tarefas simulam capacidades no decorrer proposital, mas o destino opõe ao imaginário, nos sentimentos mais intensos das intensidades múltiplas, sem relatividade natural transtornos contínuos, além dos distúrbios confundem às dimensões, somente quando o setor apropriado, pelo alinhamento dá memória à oportunidade da necessidade de fato, pelas condições dos traumas proporcionarem culpa, todos os adjetivos substantivados avaliam razões, para qualquer ser capaz, na evolução entre intervalos de ligação à memória, em um tempo não específico à razão necessária, quando nenhuma reação ainda não contém retorno, pois está impróprio ao estado de memória, que não é natural, como variável no gene do alinhamento à busca.
Márcio palafi. 17/10/2011.
Pensamento em forma na intensidade de energia.
O pensamento quanto mais profundo, além dos transtornos, pelas intensidades de energia garantem à propriedade, como verdade da fé, que vem do fato como feito na realidade humana entender justamente a necessidade, que o fator distúrbio está devido a qualquer bloqueio, quanto à personalidade para dimensão relativa ao imaginário possuir retorno, como fluxo de saída de visão objetiva do individuo capaz.
Márcio palafi. 17/10/2011.
domingo, 16 de outubro de 2011
Opinião cotidiano conexão de tempo.
Crescimento demográfico divergente.
Conferindo em opinião cotidiano, contudo respeitosamente os extratos classificados, muito admiram a performance de tais passados, porque no trato moderno da economia, o crescimento desordenado dos infortúnios, a fim em contradizer os mais audaciosos, por muito mais tempo já continuariam a se extinguir dos demais, como se fosse separar o trigo do joio, porém os artifícios dos mais, quanto mutantes proporcionam culpa, pelas condições traumáticas dos menos, esquecidos por questão obvia em conseqüência da falência dos irracionais, por tanto raciocínio chegam a se transformar em gênios da lâmpada, quando guardam o tesouro de Aladim, como nos contos de fadas; a alegria do terceiro mundo é o pac com suas divinas obras, porque sabem onde tirar o sustento mutável, nessas alturas ate os generais imaginam o poder soberano, o que entra pela razão do jogo dos infames, quando não têm nada a perder ou somente impulsionam mais uma ou outra campanha, pois já vem chegando outra eleição, acreditar que a relevância levará aos apropriados métodos, que eles dispõem com toda razão de um dia a vida provar pode ser a opinião cotidiano, quando o recurso de todos os políticos acaba na administração do coletivo, abrangendo a maioria, não tendo como opinar mais a esperança é a ultima que morre, quando no mundo feliz ou triste, um dia menos dia a vida se compensa pela mentalidade em plena convicção, que a realidade não é um sonho, onde todo político se realiza a bem do eleitorado.
Márcio palafi. 16/10/2011.
sábado, 15 de outubro de 2011
Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.
Realismo natural do poder.
Os espaços interiores nos destinados em obter razão, através dos tempos não especificados, ainda mais pelas ações dos neuropatas, capazes nesse inicio de século em camuflarem, por entre todos os artifícios possíveis e impossíveis aos olhos, diga se de passagem, olhos de Deus, porém há razões obvias também nesse inicio de século, em a vida provar, pelos indícios esclarecidos, quando o que já está esclarecido pelas profecias mais conscientes, os próprios aliviariam suas performances, em seus digníssimos habitares permanecem imunes tanto impunes, devido ao grande poder, em que os consagram pela razão na existência compreender, que as artimanhas não esclarecidas, nos devidos tempos em que há prova da vida, onde seus feixes colhidos seriam carregados ate a mesa, transformados em alimento aos vorazes famintos, quando um dia nessa mesa degustaram também de colheitas consagradas, estão por sinais perpetuando profecias? Por quanto o peso da colheita no trajeto da vida provar levarás, a pergunta do Frances é a questão, portanto uma nova pergunta é feita, como a vida pode provar?
Márcio palafi. 15/10/2011.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.
Fogo no cio da terra.
A terra estava viva
Em seu interior magmático
Enquanto na superfície
O homem absorve o calor do sol
Quando é meia noite
Forma-se uma tempestade
Com ventos furiosos
Que varriam as ruas da cidade
Num beco escuro
Um animal doméstico dorme
Perdido de seu dono
Espera amanhecer
Quando é meio dia
O sol bem no meio do céu
Os seus raios se comunicam
Numa energia solida interior
Pois a terra ama o sol.
Acervo, 05/98. Márcio palafi. 14/10/2011.
Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.
Místico na magia da noite.
No dialeto das criaturas da noite, a magia no brilho prata do luar, justifica como uma noite prateada possui sua distancia, pela busca em qualquer pensamento, mesmo que o sol venha pela manha, com a claridade do dia demonstrar, quais fatos estão específicos aos distantes pensamentos alcançados, através das reações em movimentos naturais, quando ainda com brilho das estrelas participam na clara evidencia, pela ética mais aprofundada nos povos miscigenados.
Vários alinhamentos disponibilizam caracteres, pelas mesmas evidencias, quando fatos contraditórios mistificam razões no ocultismo, pois será que não existe ética capaz em quebrar esse decoro? Enquanto mais aprofundamento às questões relativas ao tempo justificado, pela ação na necessidade após sofrer bloqueio, a conduta como transtorno também evidencia várias continuidades, para a evolução além de emergida ser classificada, em qualquer dos estágios, pelo tempo em que ocorre ação necessária, numa noite com brilho de estrela ou luar.
Márcio palafi. 14/10/2011.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.
O estado confuso hoje é assim?
A parte do tempo que ainda não chegaria, seria um estado confuso, quando entraria em conflito ao participar, pelas intensidades de energia, da reação em qualquer relevância, onde esse mesmo estado, quanto mais profundo encontrara relatividade em qualquer realidade, pois o conflito é natural para a realidade, na matéria sendo relativa ao mesmo estado na memória, para em intervalos quanto mais distante em tempo, realidade na matéria como individuo compensa objetivo, porque a verdade é própria do juízo, enquanto a vida prova por meios justificados à razão da necessidade encontrada, pela república quando há fé no que é comprovado, além de justificado.
Márcio palafi. 13/10/2011.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Se a verdade é subjetiva o realismo é objetividade no individuo.
Prova de fato necessidade justificada.
O pensamento decisivo ao individuo transforma qualquer reação, em movimento capaz de determinar, além do desejo sua verdadeira ideologia, mesmo assim quando estados em conflito, não asseguram que a razão é o termo mais profundo, a existência de esperança redobra por mais algum cotidiano, para que coincidência de tempo mais aproximada seja causa de trauma cuja culpa seria comprovada decorrente em a vida provar.
Por muitos adjetivos grandes calamidades sociais atingem parâmetros, pois em todo individuo social de qualquer classificação, as ideologias garantem ele como figura na formação da família, mesmo pela margem na freqüência, quando parece natural que ética mais aprofundada, não faça sentido como valor étnico da classe, que não tenha relatividade ao fato, pois atividades nos tempos não visualizados na amplitude em uma das partes confundem ainda mais, quando qualquer centro em atrito não consegue determinada conclusão satisfatória, então é necessário mais uma vez que a vida prove, pela realidade descrita através de Tomé, “ver para crer” sábio de visão em toda realidade, quando é comprovado o fato mesmo que cause trauma e proporcione culpa, porém o fato a vida prova.
Efeitos dessa atividade (a vida prova) deveriam ser justificados, porém o absurdo nos inconseqüentes é capaz em determinar por mais vezes, existe necessidade na contradição das insanidades mentais, dos que se envolvem em atritos, afirmados nos conflitos relacionados ao poder, em tempo na prática da razão qualquer, quando etnias determinam também que há necessidade em preservar capacidades étnicas, nas variedades sociais miscigenadas pela evolução, com intuito emergir na seguridade vocacional, de cada ser humano em seu espaço, quando não existe razão contraditória, para qual efeitos em ondas encontrem nas marés fundamentos justos, pela necessidade de fato.
Márcio palafi. 11/10/2011.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.
Amor intenso na busca da realidade da vida.
O pensamento vem de uma imagem inconsciente comparada à visão do movimento, em que se permite uma igualdade ou semelhança, o raciocínio estuda a formação de cada imagem em seu tempo.
O tempo por sinal pode ser este ou mesmo distante, porque a semelhança existe em um ou vários locais, entre contatos os imaginários em um sonho retroagem ou se lançam a frente do tempo, pois é o inicio do homem; deu origem um tempo qualquer marcado pela história da ilusão e a comparação entre épocas distintas aos olhos, através de imagens fotografadas, na realidade as imagens e a imaginação são semelhantes.
O que podemos fazer, quando imaginamos que a imagem, onde alguém está pensando em um raciocínio possa ter uma imagem real da distancia, que separa o inconsciente do consciente estando de olhos abertos ouvindo sons perdidos, em um local real pode ser a realidade da ilusão do homem, no desejo de possuir um espaço na sociedade, que é controlada por pessoas vistas de diferentes ângulos, por indivíduos que usam a imagem ligando-a a um pensamento imaginado pelo consciente, onde afirmam a existência do inconsciente, como fuga na realidade da ilusão, na distancia da descrição consciente do autor num tempo imaginado pela sociedade e seus indivíduos.
Acervo, 04/98. Márcio palafi. 11/10/2011.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.
Tempo na geração conseqüente da realidade.
Fazemos coisas provavelmente muito antigas em nosso tempo, por isto repetimos sempre, mas nunca aprendemos na totalidade porque houve desvio de qualquer personalidade, por quem somos ligados em qualquer tempo, quando possuímos os dons levados diante dos nossos olhos, para que eles expliquem o que estão dizendo, de tão maravilhoso o significado, pelo estado físico submetido em cada uma das contradições de vida contidas no próprio ego mantido por um fio, em qualquer discordância de vida, do conteúdo neuro da satisfação de um grupo, não atingido no desvio do sentido, este indo dar em um lugar desconhecido dos críticos.
Um dia os pensamentos transformaram-se em satisfações garantidas, pela vida conformada na existência, com conteúdo próprio pode ser mais natural estar em casa também própria e não a de um amigo, apesar de que a casa de um amigo parecer tanto com a própria identidade, contudo as diferenças são mínimas, mas significativas como um todo, pelo principio de uma evidencia de ser e estar no próprio pensamento, pelo raciocínio na própria identidade, quando possuímos o direito de permanecer na totalidade de um exercício, pela vida inteira existir em um local próprio da nossa propriedade, em exercício da paz nos princípios dos direitos humanos dos fundamentos da vida e a terra.
Acervo,12/98. Márcio palafi. 10/10/2011.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade no individuo.
Relevâncias nas virtudes encontrando verdades.
Certo de que serão pelo amanha, destinos facultam necessidades nos mais variados domínios, porém reivindicantes em anunciados, não percebem razões igualitárias, quanto ao modo específico, na visão competente qualquer argumento procurando como recurso, pela intensidade de energia dissolver ainda mais, intuitos necessários possuindo intensidade de energia relativa à dominação, em extrato mal percebido, porém sua percepção foge ao controle, do consentimento realizado no instante em que naturalmente o consumo de energia está relativo ao mesmo tempo de reação numa unidade relativa de tempo provocando reações inversas.
Coexistindo parâmetros aos envolvimentos realizados, nos maus entendidos encontram pretextos naturais, devido ao êxito da relatividade em tempo para admitir, quando verdades assumem o pressuposto, além do sentimento abranger, ate dominar os realizáveis, nas variáveis de todas as intensidades de energia das reações nos distúrbios, além dos transtornos de tempo na personalidade múltipla, nos sentidos deslocados à profundidade encontrada transcende ao que se denomina freqüência da etnia destinada à miscigenação no conflito, em qualquer existência por coerência mal sucedida em conduzir blasfêmia.
Márcio palafi. 07/10/2011.
Movimento das ondes em relação crítica no realismo pelo humanismo.
Dialogando compreendendo fé na vida.
A opinião cotidiano considera oportunidade, em realizar coerência entre uma unidade relativa de tempo e uma unidade relativa de valor, pois em parte desse sensato movimento a razão está determinante, para que qualquer descriminante possua evidencia em duas saídas, pela conexão de tempo o gasto nessa evidencia seria parte racional, onde negar o ócio compensaria o juízo, pela classificação da qualidade na quantidade de intensidade de energia envolvida à reação, num tempo que não é especificado sem movimento determinado pela razão da ação, quando harmonia compreende teoria, para a prática capacitar coerência entre instintos, que sempre estão em movimento constante no paraíso, lugar onde todos os animais se reproduzem, indiferente de que possuam raciocínio.
Márcio palafi. 07/10/2011.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Relevantes proporcionais ao trauma da culpa.
O conceito natural na ideologia, em qualquer cidadão determina sua razão, essa por na sua existência estar percorrendo espaços desconhecidos no seu próprio mundo, onde as pessoas trafegam pelas eloqüências nos dialetos compreendidas, com satisfação na razão processo de vida, pelas localidades no mundo aventureiro.
Falsidades ideológicas estão pelas quais, finalidades destorcidas da realidade também não destinam se a qualquer tempo, assim as aptidões nessas são ou ficam depreciadas ao contato com verdades, no circuito em que o próprio tempo provoca em razão da vida provar, quando todos determinados pelo mesmo principio recorrem por situações variadas, no individuo que tem coletividade na cidadania, porque a terra possui além da natureza, quando é natural formar razões adjacentes nos mesmos conceitos, nas variáveis destinadas à sociedade no bem comum.
Atividades nos contratempos desarticulam circuitos onde há resistividade, sem perspectiva visual como fluxo de saída, para a idéia se alinhar novamente pós- bloqueio, personalidades tornam se vinculadas por estados de participação social na formação da família, pois a formação está cercada pelos determinantes conteúdos, para que o alinhamento em tempo focalize finalidade do principio, em participar da razão, como necessidade social no objetivo do individuo, pela eloqüência destinada como circuito no dialeto ao entendimento em conexão de tempo na memória, quando há capacidades além da subjetividade no alinhamento ao tempo da história do cidadão em comum na realidade no seu envolvimento social.
Portanto debater fatalidades pela subjetividade, no obscuro realizável destina o razoável misterioso, pela eloqüência manter buscas, quando nelas variação e variável perdem sentido, por sair da tolerância natural em qualquer cidadão, para que intensidades de energia sejam transtornos de personalidades, além dos bloqueios formados nos circuitos, ate garantir que circunstancia seja de mesma naturalidade objetiva do individuo social.
Márcio palafi. 05/10/2011.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A parte do tempo que ainda não chegou.
Esperança de vida no paraíso.
Durante o tempo em que habitamos
Encontramos entre vários seres
No paraíso
Entre os humanos, quando esperam
A passagem só de ida ao firmamento,
Antes que isso aconteça
Ouvimos e vemos todos os tipos
Entre anjos do céu e demônios
Que fazem do inferno seu lar
Controlando a chama dos seus dias
Quase todos levados pelas marés
Tentando resfrias seus desejos
Onde a vingança não para,
Paranóicos fazem de tudo
Para esquecer seus pecados
Porém a justiça não os cobra
Antes da desgraça na vida
Traumatizar lhes de maneira cruel,
Deve ser por isso que vivem tanto
E são tão ricos
Quando os que estimam
Uma refeição,
No terceiro mundo
Vale ate trocar um prato de comida
Por um voto, contrariando
A constituição federal.
Márcio palafi. 03/10/2011.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.
Liberdade em compreender expressão.
Muito interessante que as águas do mar não se revoltem por netuno, nem os ventos do norte não movam moinho, isso porque a razão do poder que é graça de Deus encontraria ao poder da blasfêmia, em um tempo só tão somente só, enquanto isso as atividades do cotidiano são revoltosas aos números dos rótulos empregados pelos falsos, nas suas ideologias políticas politiqueiras, pois teriam a compensação de Colombo observar um mapa pajeia, para pronunciar a visão de um novo mundo, então é natal quando o inverno do norte causa o verão no sul.
Enquanto há esperanças das águas de março, não chega à negociação dando sensação de mais poder ao poder, por isso a razão dos nossos dias entram em conflito, quando as intensidades de energia consumidas nas reações em tempos não específicos, as prioridades da tirania encontra opção nos inconseqüentes inconscientes, às insanidades dos paranóicos registram que os traumas são para muitos, mercados de lucratividade coerente às dimensões, onde errar não tem mais testemunho conclusivo, pela compreensão da pena à compaixão da justiça, pois o trauma criado pelo condômino cria fluxo de ser ou fazer com que os condôminos façam parte do mesmo período na eloqüência do mesmo tempo de reação natural no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 03/10/2011.
domingo, 2 de outubro de 2011
Opinião cotidiano, conexão de tempo.
Quem levou também comeu nikita.
Em um tempo conheci um amigo
Ele também estava pela esperança
De que tivesse em alguma parte
Do nosso hemisfério, sendo esse
Do sul, possivelmente ele é do norte
Sua razão compreendida, ao tempo
Que estava específico, também
Estava pela eloqüência, para ter
Domínio à paz, envolver se à paz de Deus
Do outro lado, o mesmo tempo também
Não estava específico, pela razão ser dominar
Se esse tempo encontrássemos a paz
Então pressenti alguém nesse algo
Que buscava no ar, a paz como nós
Então era nikita, uma fixação
Pela idéia de vencer, além do tempo
Quando a escrevi, achar tal amigo
Como ele encontrou nikita, para que alguém
Cantasse e lhe desse calor, numa noite
Fria de inverno, pela madrugada afora
Ele a encontrou, e a levou
Adeus nikita, depois de tanto anos
Sei que você continua, lá naquele
Lugar, onde não sei onde é, mas está lá.
Sei que nunca vou encontra lá
Porém se for possível, reencontrar
O amigo dela, que também é de paz.
Márcio palafi. 02/10/2011.
sábado, 1 de outubro de 2011
Movimento das ondas em relação crítica.
Navegando pelos sete mares.
Perto do mundo
Não muito longe da vida
A terra por este universo
Navega pela rota orbita
Habitando o sonho do homem
Que orienta das estrelas
Navegando por águas mares
Ate os sete se orientarem
Pela partida velejando
Ate que ancore em algum porto.
Acervo, fim de 1998. Marcio palafi. 01/10/2011.
Deus deu poder ao ser humano, a razão da loucura é o poder.
Márcio palafi. 01/10/2011.
Desinências nas manutenções descompensadas.
Nosso mundo é criativo na atividade, quando das intensidades de energia podemos afirmar, processo de vida não é processo de morte, ainda mais que a loucura venha fazer parte nisso, nas paranóias vacilantes dos incrédulos, heresias dos mortais não são compreendidas pelos insanos, quando participam apoteoses dos bloqueios, pelo fim da correção mística, embrenham mais ainda nos abismos do ocultismo, como pretexto às incógnitas não fazem ligações, quanto mais participam às insanidades, mesmo quando declarações dos hereges contemplam as insatisfações provocando choro dos imortais.
Márcio palafi. 01/10/2011.
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