terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A produção de um reflexo.

O interesse da razão poderia existir, no humanismo
Quase sempre contém naturalidades expostas pelas
Propriedades, que na integridade não produz, totalidade
Essa, encontrada finalidade, estabiliza críticas normais
Equilibrando realidades, num exercício constante
Porque o principio do pensamento, envolve se
Por ângulos formando arestas, retirando o reflexo
A imagem do espelho, também não encontra ou
Não era capaz de encontrar narciso, em qualquer
Outra parte do tempo, pois perdido é inconsciente.
                                                  Márcio palafi.  28/12/2010.
                
Numa arvore tamanho do universo.

No natal uma arvore gigantesca seria totalmente transcendida
Todos os galhos enfeitados, com cores do bem em viver, luzes
É mesmo a arvore da vida, quando novamente iluminada, neles
Galhos, espaços entre tempos teria qualidade virtual mais justa
Quando luz graça da vida, verdade o natal justifica cura do mau.
                                                      Márcio palafi.    24/12/2010. 


Objetividades em meios das civilizações.
        A capacidade do ser humano se tornar um transeunte combina, para que ele possa argumentar pela razão, quando encontra outra parte do tempo, para relacionar exemplos nos fatos, passando ao imaginário sem motivos de reação, composta pelas intensidades de energias fluentes do meio que compreende; na realidade vivemos todo tempo razões de princípios, onde as ações são deflagradas para se tornarem pretextos além da moral na civilização.
        Por isso o tempo está presente, como o fator leva ao fato, não havendo percepção para possibilidade visionária, ligando a qualquer fluxo nos surtos de energias, em meio a alterações nos desníveis, quando são afetados pelo descontrole emocional, portanto a finalidade nesse principio recorre à razão desfocada, quando o tempo pode ter sido, ou sofrido desvio, para posicionar os dois lados da moeda, no interesse de terceiros; quanto mais fora do meio emocional.
        Contudo tornaria se bastante difícil como espaço federativo, cujas expressões da união desses desníveis, quanto ao tempo compartilhar através dos aplicativos nos envolvimentos das intensidades de energias, ou então seria o principio, na finalidade encontrar quando fato, estados depreciativos para se estender através, nos surtos sem fluxo de saída formando razões estressantes, de níveis ou sub-níveis, sem razão de saída em qualquer tempo.
        No entanto as razões competiriam múltiplas, por tantas etnias reconhecidas dentro do âmbito social, de vivencias dos grupos de atividades em comum, porém somente o especifico fator quando eleva ao fato, compensaria a visão além do imaginário, na finalidade do pretexto bem como os escudos da burocracia, para interação natural da vida numa compensação entre lados opostos, nas formas entre as espécies em desencanto, não iria sofrer por tanto reconhecer o estado natural, em que participa na emoção do ser humano dentro da sociedade civil, encontrar a razão de cidadão quando possui valor étnico em toda sociedade, afim em compensar o pensamento vivo   em estado de republica federal, de noção que é conhecida no paraíso fiscal, tendo afinidade com a exploração processual, enfim todo fluxo de saída encontra razão justa ate o juízo final, se Deus quiser. 28/12/2010. Márcio palafi.      




domingo, 26 de dezembro de 2010

Todo romance pode estar relacionado além, no limite da fronteira do amor.

        Estabelecer condições de fronteira, sempre dimensiona exemplos para que o tempo seja percebido afim em qualquer argumento, ainda para o bem alcançar novas realizações seria do destino, estender ao longo de qualquer percurso natural da vida, compreender que nada é feito a troco de nada poderia dificultar tornando se paranóia, por isso em tal novo tempo arcar de conseqüências não tão naturais, tornaria relativo dois inversos de tempos não específicos, quando a naturalidade não possuir principio em qualquer finalidade, para o expressionismo causar impressões em origens manipuladas além da fronteira de um cotidiano natural, para não ocorrer em todo e qualquer romance, a condição em dificuldades de compensação do juízo.
        Todavia são argumentos próprios onde a razão, suporta ou não a finalidade em tal principio de vida natural, são dois inversos de tempo desencontrados, como destino de participação social, de toda família contida por desejos estruturados em participações sócio-econômicas em toda etnia pela transição em qualquer tempo natural de vida.
        A religiosidade em grandes centros urbanizados promete diversificar, como etnias fora do entendimento interior, por haver um desequilíbrio social dentro da sociedade, que é invadida, estando além da fronteira da vida natural em todo interior do ser humano, porém mais profundo que esse interior, em qualquer tempo a vida é resultante dos artifícios, na visão que quase sempre também não é compreendida, tal finalidade ficar tão distante, que o principio não é relacionado à razão natural, considerando o tempo não especifico, acredito que os romancistas tentam encontrar dentro da fronteira, a razão na qual a relatividade se destaca além do limite, para um relacionamento social participar, sabe se quando, do interior equilibrado dentro de civilizações envolvidas pela arte de amar enquanto se vive para deixar viver.
        Ninguém é capaz de ser Deus para proporcionar a razão em qualquer tempo, por isso obtendo um interior mais justo, a vida é capaz de provar e ser aprovada nas ações de relacionamento natural em todo ser humano.
                                                              Márcio palafi.   26/12/2010.    

sábado, 25 de dezembro de 2010

A liberdade é um intervalo entre a noção em imaginar ver o que se pensa.

        Uma participação consciente no prazer, não retrata a usura como forma de liberdade em qualquer expressão, todo desejo vem da necessidade em obter algo necessário ao cotidiano do ser humano.
        O tempo de realização do pensamento e a virtude de cada um conseguir realizar um desejo, que está na razão em todo cotidiano, para mais, a liberdade é conseguida sim, porém em outro tempo de colisão entre a realidade e a necessidade de se envolver, por buscas relativas ao meio, para viver na intensidade que obedece a fluxos entre estímulos e retornos de energias no meio natural de convivência real.
        Duas linhas paralelas em todo cotidiano são fatores, uma é o imaginário e outra é realização real, quando está em tudo que se vê, pois a ilusão é tudo que se pensa imaginar ver; quando acontece a necessidade que é o desejo, a intensidade de energia faz da incógnita um labirinto, em questão do fator passar a ser a eloqüência humana, para enfatizar a razão em obter no desejo a opção pelas partes em evidência lógica.
        Quase sempre dizem que disso à parte vem do inconsciente, porém também pode fazer que o vetor seja o consciente, desejando algo real na vida cotidiano, para obter das ligações entre intensidades de energia o que a sociedade, tem como forma étnica em conseguir o estado, para constituir o exercício nacionalizado coerente em razões sociais humanitárias, levando a qualquer etnia a liberdade de exercer a ética para não acontecer discordância social, vivenciando assim o realismo pelo humanismo.
                                               25/12/2010.      Márcio palafi.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010




Realidade vida.
É preciso viver melhor o tempo
Que vem acontecendo dia-a-dia
O dia quando está melhor, haver
Entender para quem fazer melhor
O dia não veio, raiar manha de sol
Por onde estou, o caminho é feliz
Porque também é de pedra, raiz
Em que tempo estou fazendo o que
Partirá ao anoitecer, quando há lua
Amanha de sol, vai chegar outro dia
Outro dia talvez melhor, acontecer
   / / Vamos viajar para viver melhor!
   / / Viver a vida de hoje e sempre!
                                                    12/11/2010.  Márcio palafi
Enquanto assistia  entrevista, Milton/Jô ----01:30.
       
Todo desejo de um dia buscar a vida através da vida.

        O sentimento quanto mais profundo, quando qual conteúdo procede próximo da quantidade de tempo, sendo propriedade de busca, pode estar competente ao extrativismo, tendo no radical a semelhança nem sempre total, não determina a convecção em outro tempo, para a outra razão alcançar  quando se aproxima em qualquer realidade,  pode não ser determinada pelo tempo, quando se alcança a própria integridade, e o seu poder supera a opinião nem sempre tão profunda quanto se parece.
      Por isso a distância entre dois estados consiste em admitir que, o alheio se sinta bem em seu âmbito sem compromisso de realização, projetada pela intensidade de reação, não denominada ainda pela realidade de propriedade sem vinculo.
      Afim de que esse estado tenha consistência, a razão do interior sendo pigmentada e ainda distante, para uma dimensão, a procura se  repete ate haver coincidência de princípios, dentro da tolerância à variação do  desejo para encontrar dessa, a variável relativa ao mesmo principio também variável, dentro de uma tolerância inversa, mas de relatividade ate a finalidade ser especifica pelo fato natural em tempo.        
        Além do conceito ser, ondas indefinidas aos estados de realização, ainda em tempo poderia se realizar todos os desejos, para a realidade ter o prosseguimento na participação social devido ao meio, como determina a razão no entanto a partir da finalidade ligar diretamente o principio no objetivo de vida em comum.
        Assim todo desejo está definido em sua realização para o bem em comum à sociedade, porém se há adversidade no estado familiar, o principio se situaria pela necessidade direta da sociedade, buscar uma afinidade mesmo indireta como propósito de fatores na transição temporal, para todo exercício natural da ação que se deflagrada é reação de fato, não ser um estimulo de retorno danoso ao estado próprio de principio pigmentado na razão de ser humano.
                                                                               16\07\2010. M1380.205.
                                                                     Márcio paláfi.   297.899.316-20.  


                                             Definição de rock.

Um conjunto de sons que acompanham os acordes de uma guitarra.

Quanto ao rock’in roll é tão somente a ligação para o pop.
No mais tente ouvir um rock sem o som de guitarra.

                                                Márcio palafi  M1380.205.
                                               297.899.316-20   16\07\2010.






                                     Não voltariam novos tempos.


        Hoje bem pela manhã nossos desejos, quase se difundiram em meio aos instantes, proporcionados além do vento, não havia mais nada afim dos primeiros raios de sol, definir a temperatura mais agradável ao ambiente.
        Deveria ser de verdade uma grande gratidão do tempo, descolorir a bem do instante mais esperado do dia, como alvorecer, nascer diante da manha a razão do medo, então partira novamente, não ouvi mais nada a não ser o soluço de sua vontade em permanecer mais um instante, mesmo sem lenço nem documento.
        Observei durante algum tempo todo principio, quando a esperança em recomeço para que acontecesse, não se saberia em que tempo, toda razão em existir e lutar à medida do possível não admitir sequer uma pergunta, para onde tudo estava direcionado, afim de outro instante fazer novamente e trazer um novo tempo em um novo começo, ate esses dias ficarem esclarecidos no emergir, em tempo de não ter ainda sucumbido distante da improbidade na incoerência normal.
        Ficando assim um distúrbio na paixão, pois hoje é outro alvorecer podendo estar mais quente ate mais tarde, não acontecer novamente uma despedida, pois o ser que veio voltou ao seu instante de visão ainda em outro tempo, mais que a sua distancia ficaria para mais os preconceitos participar.      

                                                                             Márcio paláfi.   M1380.205.
                                                                     297.899.316-20.   16\07\2010.


























   O estímulo é próprio de quem deseja, para intensidade retornar em tempo.


        Qualquer intensidade de energia transcorre como estímulo a um pensamento eficiente, atendendo para retorno em tempos não específicos, para que a atividade no tempo faça coerência à razão do instante em que a ação é deflagrada e se torne uma reação, dando origem a um movimento de conclusão em tempo ou procura por uma adesão a qualquer efeito que se torna   critica mesmo se essa for uma rejeição, mau interpretada como discriminatória em conta ao circuito qual levará a uma circunstância fechando um ciclo de tempo esperado, em qualquer desejo naturalmente do estímulo ao retorno do pensamento.
        Encontrando um fechamento de qualquer ciclo, tanto for divergente para novamente convergir, assim a intensidade de energia também poderá atingir um estado, quanto tanto for passivo afim de que aconteça uma transição desconhecida ate ser deferida a frente de busca na finalidade do principio conhecendo o estímulo.
        Quando existe a possibilidade de ser reconhecida mesmo em parte, o pensamento para o tempo,encontra sua razão e se torna novamente com adesão de intensidades desconhecidas, pois o fechamento reconhece a intensidade maior por uma parte em que se fechou mesmo fora de ciclo não esperado porém praticado com razão em outro tempo.
        A humanidade reconhece a partir da miscigenação das espécies quase todos os estímulos divergentes para convergir, converter e divergir novamente em forma de pensamento, ou praticar atividades quando tal circuito é levado a uma circunstância de razão sendo ela no portador do desejo intensificado através da necessidade dele próprio, pois a fato será considerado dele, para outros circuitos leva se em conta o beneficio sendo um retorno.
        O ser humano possui os seus legados competentes em tais princípios, o que faz a destinação ser para sinas atingidas, mesmo com a incoerência dessa razão própria no tempo em que se emitiu o estímulo de intensidades variadas por encontrar também variações relativas a necessidade em tempo de ser admitida como reação em tempo, pode se afirmar que essa é uma característica do humanismo, para que a realidade seja pouco a pouco mais transcendente ao instante em que se denota o fato, mais provável sendo ele normal de quem o pratica na razão de ser o beneficio, entendimento provável ainda em tempo da liberdade de se expressar sem transtornos causados por traumas de intensidade, no rejeito de desvios na personalidade de quem possui envolvimento com a liberdade alheia ou a própria integridade física e mental.
        O pensamento pode ser encampado, estando a intensidade de energia neutralizada, para formar todo o principio que a finalidade em tempo para tal ciclo de tempo se formar, quando o estímulo encontra um retorno de paz.
      
                                                             18\07\2010.  Márcio paláfi,
                                                       M1380.205.    297.899.316-20.




                           Dois lados em um tempo.

O rio desce pela encosta alcançando
Ao horizonte
Uma nova aparência em todo instante
O ruído de suas águas agradam a gente
Que observa o dia além da noite, clara
Quando envelhece, o firmamento passa
De uma original a cada instante, radical
Fazendo acontecer a bem da vida, a parte
De quem fica novamente, pensando que
Todo tempo não passou de uma alegria
Só cheio de esperança, aconteceu outro
Para o tempo inteiro, participou caminhado
Vale pelo formato de um galho torto, para
Na escuridão deixar que o tempo entenda
Para um movimento constante de águas
Descendo por um, passando a um extrato
Bem como seu rumo, seguirá tortuoso
Indo assim participar lá além do tempo
Que jamais voltaria, pois nunca chegaria,
Possuímos toda a esperança, para o bem
De livre a observar dois rios indo para o mar.
                      Márcio paláfi.  19\07\2010.
                    238.899.316-20     M1380.205.




                        
                                Atendimento de minuta.

Quando um raio acontece, em poucos segundos destrói
Quanto mais o fogo que veio do raio arde mais queima
Quando alguém tem a maneira de abafar todo movimento
Deixa de fazer, pois a energia provocaria com toda força
A ultima que se acendeu depois dessa acabou apagada
Novamente com uma distancia arqueológica  ficou novo
Acabou se tudo o que havia em movimento depois danou
Quanto mais se foi partindo para o fundo, lá no vale entrou
Para não voltar e aprendeu a consumir melhor atendeu lá.

                                     20\07\2010. Márcio palafi.
                                     M1380.205.  298.899.316-20.










                        Deflagrando uma ação para a reação no cotidiano.


        Estando o cotidiano de todos disposto pelo sofrimento em reações, todas elas estão estabelecidas para uma margem, de onde o ser humano pode compreender melhor o seu complemento, que ira suprir o amanha com um novo entendimento, e o seu método de agir ficaria mais competente assim que ele se comprometesse a reação mais justa em seus atos para com terceiros mesmo se esse tivesse lhe devorado, com a finalidade em seu contrato, para    possuir o seu total conhecimento da vida.
        Empregaríamos no caso a primeira lei de Newton porque só assim poderíamos encontrar através do seu feito o fator que abriria uma nova ação para ser levada  a uma reação logo que deflagrada em tempo à adquirir um novo movimento em uma razão, no contexto, compreendido para a razão existir em tempo de praticar uma nova ação para ser novamente deflagrada e assim sucessivamente implementando o cambio com efeito da onda e o fundamento na critica.
                                                                 22\07\2010.  Márcio paláfi.
                                                       M1380.205.    297.899.316-20.    



                          O tempo além, na razão do poder dela própria.


        Em uma ocasião pretendida pelo tempo, na reação mais que normal, o ser humano percebeu que sentiria muito melhor se ele próprio percebesse que esta vivendo a partir de muito mais tempo quanto imaginasse sua vida, entre todas etnias possíveis. em tempo de se sentir livre do pensamento contraditório na razão do seu principio sendo elaborado na finalidade que uma noite, quando pela manha ,chegara a noticia quando esperava o seu desejo ser concluído.
        Assim fizeram todos os outros que imaginaram um dia se livrar também daquela contradição, do seu pensamento no movimento, em  tempo ,que ainda não chegara a ser percebido na sua ou seu raciocínio ser concluído além da vida lhe garantir uma união de povos livres da imagem no absurdo que faziam da imagem no seu reflexo bastante distante, assim quando todos se livrassem do desvio, e a poeira da estrada se desfizesse no ar, poderiam sentir através da visão mais distante a realidade no desejo próprio em cada um dos seus movimentos, não esqueceriam mais dos tempos mais fieis a própria integridade física e mental, porque estavam percebendo a bem da realidade que o sonho de se livrar, ou alcançar o trajeto, foi só por motivo de viver um tempo muito melhor que um sonho só de liberdade, porque sentiríamos nossa independência qual assistia no sonho de libertar, para viver livre.

                                                                  Márcio paláfi. 22\07\2010.
                                                           M1380.205.    297.899.316-20.     
                             Da forma ao espaço na razão federativa.


        Além do tempo percebido em razão no entendimento mais evidente, afim de que a disposição no exercício tornasse a parte mais real do composto étnico, a capacidade ate ao compromisso, está contido, porém a propriedade em se tratando, ao conhecimento ainda tendo forma, esta aconteceria em tempo mais real ainda quando o âmbito estivesse para o alcance no ébano.
        Talvez a razão em parte à federativa atingisse a total escuridão, como prática no movimento concreto, usaria a tempo; a chama do fogo, a luz dos raios dia podendo ser ate mesmo a capacidade de amar!
                                                                              Márcio palafi.  26\07\2010.
                                                                     M1380.205.      297.899.316-20.




                                Os veículos e o precipício.


Acontecia um movimento muito grande na estrada do matão
Todos os carros corriam em direção, ao fim na marca do raio
O tal movimento entre carros, movimentavam veículos no dia
Pois a noite recostavam entre as clara bóias, assistiam estrelas
Cintilantes, e estando entre arbustos não dormiam mais que
Poucos instantes além do encontro, não iriam mais, estendidos
Todos participariam como foi descrito em razão, propriedade e
Foram todos em outro dia, quando mais tarde, já era tempo mais
Participavam  à distancia não existir, era mais concreto quando
Ardiam todos, um dia participaram e ouviram muito mais, quando
Não existia mais nada além de um precipício bem a frente.     
                                     
                                                      Márcio paláfi. 28\07\2010.
                                               M1380.205.      297.899.316-20.
















                     Ate onde chega o fascismo do fascínola, charlatão?     


        Enquanto a esperança de um estado constituído pela parte interessante influir diretamente, mesmo estando em cima de outra perspectiva, poderia afirmar que estima se o principio; é o beneficio em uma disponibilidade de conceitos étnicos distribuídos para que a mentalidade do ser humano consiga afinidade, entre o tempo em exercício e a razão desse movimento, afim de encontrar a distancia entre a reação da ação e o fato em um tempo não especifico.
        A característica desse encontro que é o feito, em dominância de razão própria do fator levar a qualquer entendimento dentro de cada concessão  étnica, para que a ética de cada etnia seja a verdade mais adequada ao próprio trauma criado pela reação em movimento constante.
        Ate mesmo levaria a imagem do pensamento, visto de cada ângulo para a continuidade da reação chegar ate a uma finalidade especifica ao fato no feito consumado, e a um retorno de qualquer estímulo divergente, seja convergido para uma nova convecção, portanto para onde levar a imagem refletida pela ação, o instante em que se torna reação envolve a quebra de nova finalidade de principio regulado em uma nova intensidade de energia de um novo principio.
        Quando em tal domínio para a ação refletida, ate se tornar uma reação de movimento ou pensamento o estado se encontra para também definir o tempo em cada etnia de cada valor étnico.
        Estamos agora em uma grande miscigenação entre espécies, e todas as etnias estão dentro de todas as reações desses tempos não específicos em cada uma delas reagir com principio na finalidade própria de cada uma ou a de razão dominante por ser qual talvez mais justa em tempo de reação a outra ação deflagrada no exercício da vida social em cada estado próprio para onde tem sua liberdade de observar o pensamento em movimento ate reagir em uma conclusão, necessária a não omitir a sua opinião, quando poderia haver dano ao fator procedente ao fato.
        Esta reação pode resvalar estando divergente, por uma onda onde Maria vai com as outras, através da paranóia que a imagem do pensamento deixa se não  tiver o contato na realidade do recurso de onde progrediu a ação para criar a reação em variedades de intensidades de energia em movimento constante.
                                                                30\07\2010.  Márcio palafi.
                                                         M1380.205.   297.899.316-20.