segunda-feira, 25 de outubro de 2010


As particularidades do paraíso, numa situação de alto risco.
        Todos quantos povos do mundo representam etnias miscigenadas,
somente para que provavelmente haja um reconhecimento ao desmembrar, especificado pelas gerações nos tempos, para que intensidades de energia, no caso, duas inversamente proporcionais para a formação de, a mais, com tendências fisiológicas, dentro do patrocínio de revisão, quando mais decodificada para se codificar, além do seu ambiente ate chegar, bem em tolerante relevância sem rancor mas, com tenacidade pela visão da sociedade como um todo.
        A capacidade em cada um é definida pela qualidade no alinhamento, quanto esse seria dificultado, por razões sintetizadas da incompreensão social em parte de ligações quando ficção, e ainda não correspondem a geração, por haver um adianto ou um atraso relativo ao domínio, então o poder da razão seria de proporção à razão do poder, ate se classificar a visão mais justa, para a vida sofrer crueldades, não custaria o sacrifício da razão em beneficio do poder absoluto, enquanto há predominância do poder, crê se a justiça somente poderia avisar, pois compreenderíamos que a vida prova, no circuito, enquanto o fato mais cruel possui a qualidade do trauma em qualquer das situações indesejáveis dos que afirmam o bem comum.
        Ate quando iremos dividir esse pequeno espaço de tempo, em determinado caso o confinamento familiar, pregaria a evolução de uns privilegiados, e outros fazendo que a crueldade tenha um valor de qualidade quantitativa, seria porque a justiça em cada etnia sofre variação em seu modo de compreender a pena? Qual possui a qualidade em estabelecer o trauma como conseqüência de uma sociedade, que geraria uma apreciação do fator, para uma depreciação do fato? Pois bem que em qual delas existiria uma evolutiva particularidade, que seria a rejeição em seu próprio ambiente familiar, para que daquele espaço de tempo não acontecesse, outro tempo de adesão, no caso estimativa da misericórdia é bem um envolvimento que ninguém da fé, pois no mundo tudo que sobe, tende se a possuir sua semelhança em tempos não específicos.                                      25/10/2010.   Márcio palafi.
   


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