quinta-feira, 26 de maio de 2011

Incognitas das ligações.

Fator que fato é relativo à memória natural em paralelos.

A que se passa tempo quanto secreto em cujas reações, indivisíveis radicais florescem de acordo com dados requisitos naturais, porque sempre que o pensamento se faz, alguma ilusão transcorre como paralelo, portanto quando tal tempo também não se relaciona ao fato por ter havido paralelos, pode ser porque a função também está decorrente ao mesmo estado do paralelo, por questão do principio ser finalidade quando envolve desde razões tolerantes a relevantes, portanto a relatividade decorre do instante de espera pelo fato em ansiar em mesmo instante de tempo, que não ter sentido na razão transformando por conflito em evidencia natural do pensamento, em que nas intensidades de energias também relativas como de síndromes, estacionando ao fator por menos tempo possível de percepção fora do recurso natural de relatividade própria, para a traumatologia ser compensada pela proporção de estado na culpa em esperar, adiantando por mais alguns segundos ou atrasando pela questão cuja memória se deu como fluxo relativo de energia.
Márcio palafi. 26/27/2011.

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.

Complexo de rejeição à sociedade natural miscigenada.

Na comunidade social religiosidade consegue remover os vestígios de culpa causada pela condição de trauma, pois como pratica em terceiros direcionar efeitos sintomáticos a custo de intensidades de energia, no bem em que se prepara nas doutrinas de tradições, nos costumes englobam razões subjetivas ate realizar relatividade à realidade talvez em desencanto, assim esse retorno fica localizado por distúrbios no tempo, para provocar desinências entre etnias de costumes, quando formam contradições nos atos de convalescência humana.
Nessas desinências refluxos de energia depreciada nos intervalos causados dos transtornos nos desvio além do bloqueio, nas contradições em incógnitas diversificadas das etnias nos povos situa razão em cada ser humano capaz em possuir relatividade de reações entre energias, quando busca em variações ser variável competente ao fluxo em qualquer trauma, na culpa se deprecia energia na intensidade equivalente no retorno do estímulo.
Todas essas intensidades de energia posicionadas como de mesma proporção realizam no âmago rejeições como se fosse face de um ima que não se atrai, no sentido profundo da figuração a ponto de fusão, quando existe matéria há criação de ilusões, o caso não acontece entre energias de proporção inversamente proporcional, ate se equilibrar por motivos ocasionais aos interiores que se interessa se o relacionamento intensifica energias e o trauma da culpa faz se ou encontra menor bloqueio, porque na ilusão de busca não houve rejeição bastante para criar falta de intensidade ao radical no principio de criação de energias relacionadas ao ego em evidencia real.
A verdade é que matéria sofre rejeição em profundidade não localizada na realidade de um tempo natural ao relacionamento, quando ilusões provocam afinidades que afim do próprio tempo que não é específico se depreciam, porque não há mais encontro na formação de novos fluxos nas reações entre energias, quando são depreciadas no radical sem ligação ao ego, porque existe bloqueio, logo desvio de personalidade, devido ao trauma da culpa provocar rejeições que se transformam em novos transtornos de tempo, daí distúrbios mais acentuados pelos desvios de personalidade.
Márcio palafi. 26/05/2011.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Paralelos nos seres vivos.

A relatividade entre os seres vivos decorre se o imaginário desperta atividades, quando estas consomem energia que captadas sofrem fluência ate influenciar, tendo inicio no desvio após bloqueio involuntário em poder das afinidades sociais, pelos estados dentro de toda e qualquer etnia, ao passo que quando são voluntários esquematizam ou premeditam os fatos, para que soluções mais distantes, quanto tão mais profundas sejam involuntariamente pretextos nas atividades cotidianas.
Os instintos retratam dentro de cada principio finalidade na ocorrência relativa de energia, na reação do próprio interesse ou se quando for interesse adjacente tem contrato de procura como adesão executiva.
O interesse do cidadão em concordar com a procura adjacente focaliza a situação embaraçosa em que se encontra diante do fato causar trauma, que proporciona culpa, por ser de relevância involuntária da sociedade alternativa de visão bilateral, no propósito relativo fora da circunstância de ética perdida em qualquer tempo, para ter fluência em qualquer realidade que seja relativa ao espaço ocupado se constitui razão dentro do pensamento em delírio ambiental do cidadão da sociedade.
Quaisquer energizações se quando pudesse ser renovadas sem perigo de contaminação por trauma, buscariam além de toda profundidade étnica, razões de raciocínio de convecção, porém os seres vivos renovam tais energias já miscigenadas por traumatizantes efeitos na memória da culpa pelos involuntários atritos, que se fazem como conflitos ao se deflagrar diante de distúrbios nos transtornos de tempo, assim o bloqueio ficaria também involuntário cabendo ao interesse de terceiros, quando teriam especificações aos atos involuntários não praticados, nas suas justificativas eloqüentes, onde o sentido teria profundidades de descontroles sociais dos indivíduos envolvidos, pois tais reações não estão tanto para a realidade se não aconteceu também, quantidades de energia no equilíbrio, como qualidades nos traumas que geram culpa aos seres sociais ou cidadãos responsáveis pelos seus compromissos nos atos racionais destinados aos instintos, como o pensamento humano pelas intensidades de energia.
Márcio palafi. 25/05/2011.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.

Eis a questão ser ou não ser.

Já faz muito tempo que quem tem poder, não dá a mínima para quem tem razão, supondo que a vida significa participar no meio social, só pode se afirmar que no decorrer do dia a dia no movimento demo com todos os direitos adquiridos, a vida prova mesmo que seja com requintes de crueldade, a quem tenha o ego oferecido ao se alienar a conveniência do poder a qualquer custo, justifica se pelo feito ser boas perspectivas de esperança, para opinião cotidiano, numa conexão de tempo, no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 24/05/2011.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.

Conflito de qualidades étnicas.

No principio da ilusão existe a finalidade de estar fascinante a idéia em qualquer razão, que envolva ética de comodidade se for verdade o fundamento da qualidade no delírio, o espaço ocupado pela mente é restrito ao ego, contudo a sociedade reage ao fluxo nas intensidades, quando traumatizam, pois outra qualidade étnica rejeita a mesma opinião em outro tempo na miscigenação em proporção adjacente, pelo conflito da existência na evolução humana.
Márcio palafi. 23/05/2011.

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.

Nódoa, nóia, trauma, erro ou pecado causa dos distúrbios nos transtornos de tempo.

O trauma constitui se por nódoa, erro ou pecado localizado na realidade de qualquer tempo, sendo assim utilizado para que possa aumentar como condições de uso social, dentro de ambientes específicos a toda qualquer etnia, quando envolvida nas tradições dos costumes ao entrar em conflito nos intervalos de tempo que não são específicos, para a realidade entende se por paranóia.
O individuo é capaz de localizar traumas ou nódoas em subjetividades, com objetivo de através da consciência na realidade torná-los pela conseqüência da reação, fluxo de saída não oportunizando bloqueio, para não ocorrer desvio de personalidade.
Márcio palafi. 23/05/2011.

Quando trabalho.

Fazendo parte em qualquer tempo, por procurar
Alguém, quando bate, pela porta entra todo dia
Quando vem chegando inverno, todo frio
Fica pouco se a noite é longa, para dormir
Dormir mais um pouco pela manha, antes
De sair novamente, porque vou trabalhar?
Quando transitar pela cidade, que vou
Chegando ao trabalho por hora, vem outro
Recado de você, no comunicado
Quanto ao anuncio, outro tempo mais tarde.
Márcio palafi. 23/05/2011.

domingo, 22 de maio de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.

Tempo relativo ao trauma na proporção da culpa.

A dimensão da virtude quando pacífica também nos coloca sob reações diversas, por mais ações de retornos danosos ao ritmo social, para imagem do pensamento ser capaz de causar a partir das intensidades de energia emitida nos seres vivos, reações desiguais dependendo ao envolvimento em qualquer etnia se é relativa à realidade qualquer.
A relatividade desenvolvida por Anistiem envolve matéria relativa ao tempo de reação, quando individuo se desloca pelo espaço na razão do tempo que não é específica imagem de memória no pensamento; não existindo memória do fato consumado em reação, somente se quando causasse trauma proporcionando culpa ao meio é que as perspectivas nos entendimentos relatam da subjetividade, objetivo do individuo na realidade do tempo não específico.
Os traumatismos são explorados pelos adjetivos como rótulos nos imaginários relativos à realidade em qualquer imagem semelhante, enquanto o tempo revolta por intensidades não absorvidas em profundidade, trata se somente de um complexo paranóico sem objetividade específica na realidade do imaginário, o fluxo de relatividade está irrelevante em extra matéria, podendo não haver tempo para ligações relevantes, causado pelo efeito da imagem destorcida no desvio de um intervalo em que o verbo esteve fora do fluxo, na saída à relevância ao imaginário da ilusão na subjetividade, onde o objetivo entende se pelo raciocínio.
As etnias nos povos regulam tradições de costumes de ética, para que os imaginários sejam reconhecidos nas relatividades das intensidades de energia, quando fazem da realidade fatos de efeito com fundamento nas críticas cotidianas, envolvendo os meios sociais das diversas camadas discutidas com ética natural na freqüência em qualquer tempo em realidades quaisquer.
Márcio palafi. 22/05/2011.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

Conceito diante do realismo pelo humanismo.


Bem sugestivas as realidades objetivas, como passo para conclusão em qualquer finalidade, quando o conceito está relativo ao gene na memória, assim virtudes consagradas plenas consistem dos adjetos nas opiniões próprias de relatividade na matéria além da realidade em tempos não específicos.
Os conceitos naturais fazem à parte, adjetivos próprios nos objetivos, para realizar conclusões adjacentes ao estado de civismo concretizado na realidade, quando há virtude em conteúdo de argumento enfatiza recurso declarado, sem culpa gerar condição de trauma social.
O traumatismo tem na variação tolerante a intolerante, principio para finalidade buscar variável de relatividade no gene na ligação de virtude, nas razões da realidade dos fatores entenderem ao fato, fica justo sem trauma gerar culpa por ser justificado o fato na virtude, como memória em tempo para ser justa a razão na realidade do ser humano em exercício racional da convecção, no tempo de realidade, pois a variação na subjetividade tem realidade variável relativa ao circuito ate a circunstancia ser o efeito apropriado pelo tempo natural.
O fato é justificado diante da memória sem presença do trauma, quando gerou culpa sem virtude de ser objetivo naturalmente consagrado na realidade do ser humano, nas suas leis considerado o principio no conteúdo da opinião como conceito no cotidiano pelo fato, está consumado aos olhos da justiça, na afirmação da virtude de ser próprio o tempo de realidade em que se deu o fato natural sem culpa.
Márcio palafi. 20/05/2011.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

O homem conhece as leis de Deus, porque pode compensar o juízo.

O mundo civilizado se estende pelos continentes desde que Moises fora escolhido para acolher os dez mandamentos que são as leis de Deus, partindo daí a civilização teve suas obrigações entre os diversos conflitos, não participando assim do poder na razão das leis serem aplicadas ao mundo dos mortais, tal incoerência fica dimensionada a característica em extremas fixações étnicas dos mundos diversos.
A sociedade humana encontra perspectivas na finalidade, como principio de vida pela razão de Deus que é justa pelos mandamentos, satisfaz em tempo o não conhecimento de tanta profundidade, quanto o infinito de tais leis alinhando o propósito do erro, todos os artifícios ficam relacionados aos instintos entre os seres vivos, pois possibilidades de que das intensidades de energia nas movimentações cotidianas, o foco em exercício compete à capacidade do homem converter energia de pensamento em energia de movimento, estende se diante de justificativa do fato na realidade, no ser humano qual fale compreensivamente tenha os seus direitos compensados pelo juízo no entendimento de justificativas assumindo responsabilidades em aplicar a partir do erro a coerência justa por errar de maneira que seja justo não caracterizar trauma, ate não remediar a culpa causada pela pena compreendida.
Márcio palafi. 19/05/2011.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

Extremos estreitos entre vales que abismam.

As responsabilidades de alguém quando encontra razões, através dos tempos não especifica ao entendimento, em compromisso nas hipóteses duráveis como ênfases entre opiniões não estão totalmente divulgadas, por finalidades em princípios desconhecidos ate então.
Os compromissos dos cidadãos constituem propósitos entre gerações, tais entendimentos não confortam o total conhecimento, nas possíveis intensidades de energia destorcidas pelos desvios inutilizando assim uma ou outra ênfase, por isso o estado em que se encontra o fundamento teórico, poderia encontrar tanta profundidade em abismos ativando ligações em busca a tamanha distancia, pois nesse tempo que não é específico, sendo assim o compromisso capaz em trazer um mundo emergente, mesmo sabendo da evolução humana retorno de paz pode ser exato como estimulo de paz.
Nos extremos apocalípticos dimensionados pelos tempos afora, as águas nos leitos dos rios correm sempre para baixo, não dando conta de direção e o rumo final é o mar, enquanto seus afluentes desembocam em pororocas os desmantelados em tons lamentos de ruídos, na desaceleração a ênfase traz da hipótese evidencias lógicas nas imagens do pensamento.
Márcio palafi. 18/05/2011.

sábado, 14 de maio de 2011

Movimento das ondas.

Razão em tempo envolve drogas cotidianas?

Em qualquer dos tempos onde razões classificam fatos, quais tantos aplicativos regulam em poder delas próprias adequadas aos princípios, quando condições de traumas qualificam culpa na reação do pensamento em movimento realizado.
Por tantos fatos equilibrando, dominantes atributos consomem entre tais reações quantidades de intensidades de energias, para que a claridade na expressão possa endereçar conteúdos eficazes em justificar o feito necessário, quanto for pelo tempo admitido assim o fundamento da crítica tem como efeito, ondas de intensidades variadas nas classificadas etnias, porque nelas ainda não se entendeu o tipo de contaminação social, quando de verifica condição do trauma se proporciona culpa, pelo fato ser de compreensão ambígua envolvida por um desvio qualquer no descaso não compreendido nas razões das diversidades das etnias miscigenadas entre os povos do novo mundo, para compreender um novo tempo apesar dos perigos.
Márcio palafi. 14/05/2011.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade no individuo.

Os distúrbios localizados para o tempo sofrer transtornos, além de toda realidade participar com sentidos em síndromes descentralizadas, os grupos sociais capazes em captar tais bloqueios não estão para qualquer condição traumática, por isso a neutralidade em beneficio do reconhecimento deflagra todo tipo de ação, quando se relaciona ao espaço relativo no tempo não específico, que está para qualquer realidade definir que a relatividade no humanismo tangencia se além de outras realidades emitirem intensidades de energia aos meios urbanizados da sociedade comum um todo.
As fusões das etnias localizam nesse mesmo tempo, o que está relativo a outras intensidades com propósito no circuito de atividade ate circunstancia justificada, para que a razão do poder vá adquirir poder de razão numa convecção racional atribuindo ao cristianismo uma complementação de entendimento mutuo relativo à necessidade, onde a verdade está subjetiva, realidades ficam conseqüentes a relatividade desses circuitos e os ciclos fixam no pensamento outra busca que seja talvez pelo tempo não específico, no pensamento paralelo através das relatividades.
Conseguinte ao tempo de realidade, relatividades paralelas transportam por meios das correntes sociais desejos nas intensidades de energia como pensamentos, ate toda ambigüidade determinar como verdade, profundidade do fato específico à razão do poder compreender que há poder de razão em participar do movimento, qual o conflito no transtorno tem inicio depois do bloqueio, para o desvio de personalidade captar da síndrome desejo ambíguo, além do espaço paralelo conduzir condição de trauma a proporcionar culpa.
Iminentes poderes paralelos se relacionam além das sociedades relativas, pelos meios nas intensidades circunstancias como finalidades diversificam em alguma subjetividade, assim realidades nos fatos complementam tais tempos em determinados instintos sem percepção de imaginário, porque o circuito após o bloqueio adquiriu intensidades de energia, além da personalidade imposta no que se precede ao procedimento, nas síndromes de conhecimento paralelo a verdade da subjetividade no objetivo do individuo em variação relacionar com relatividade variável além do bloqueio involuntário à finalidade no principio social ser viver com caracteres da fixação, mesmo após o distúrbio ocasionar transtorno com desvio de personalidade.
Márcio palafi. 12/05/2011.


Destino de razão utópica.

Um dia o destino em vários tempos formaram através de fatores, decorrentes aspectos sociais onde o que sem solução não faz do paralelo sua inteira acomodação, para esse mesmo tempo que é a realidade e não a ilusão do virtual alcançar o que os desejos mais longínquos, segmento para os tantos quando não alcançavam a finalidade desse mesmo tempo, por ser a razão na existência do próprio individuo se envolver além das drogas destinadas, pelo paralelo da questão da convecção não pressentir além desse próprio tempo, porém o espaço em que se obteve o poder além do paralelo, entra em conflito ao imaginário se tornando assim utopia generaliza na circunstância, quando um bloqueio divide a razão do poder do poder da razão, então o recurso que tem no argumento fica fragmentado localizando intervalos entre o real e o irreal, para um dia a realidade ser a liberdade dos seres vivos no encontro trágico da realidade utópica do paralelo sem relatividade natural do racional na civilização, embora tantas já entraram em extinção talvez por serem utópicas também não teria sentido resgatá-las se as perspectivas não tivessem finalidade em encontrar o principio na vida para viver melhor, ocasionando a morte afim de se libertar do sofrimento, no qual o alheio não dispõe do conceito próprio sendo verdade por ser utopia sem o conceito da morte ser a libertação.
Márcio Palafi. 12/05/2011.


Só para encontrar.

A solidão é uma forma profunda
Para encontrar o principio em que
A razão tem finalidade de participar
Do meio naturalmente envolvido,
De certa hegemonia ao emprego
Da busca do firmamento total
De qualquer intensidade de energia
Quando emprega toda reação
Comunicando ao interior próprio
Encontrando além do ego
Talvez o âmago da personalidade.
Márcio palafi. 08/05/2011.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A parte do tempo que ainda não chegou.

Tributo à Darwin.

No desdobramento da razão, o impulso faz do movimento qualquer coisa no intencional, para a parte cuja memória ocorre como linha conseqüente ao racional, por mais profundo qual seja a intensidade na energia emitida quando adquirida.
O mesmo movimento está semelhante em qualquer outro tempo com ou sem razão sendo assim somente um instinto na formação de qualquer sistema de organismo abstrato, porém com reflexo direto ao retardado na matéria.
A questão está para a família, compreende o social quando não tem tempo o intervalo semelhante pela realidade num detalhe oposto ao anterior ao movimento numa opinião racional.
Acervo, 13/03/2003. Márcio palafi. Publicado, 11/05/2011.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Sociedades nas etnias miscigenadas por diversos tempos de memória clássica.

Na competência do individuo a realidade existe, em qualquer eixo de toda diversidade de ligação, ate se confundir ao imaginário pela questão aberta das competitividades, podendo abranger aspectos étnicos dos povos acolhidos aos meios socializados, nas características dos genes hereditários nas cadeias de relatividades nos tempos não específicos.
Como prova para raciocinar converte se energia na intensidade do pensamento em energia de movimento, motivando culpa quanto à finalidade não encontra principio justificado de qualquer atividade comum, a sociedade fica na formação dos indivíduos visualizando gerações, onde iminentes bloqueios estão considerados a bem da variação idealizar variável pelo mesmo tempo em comum, para participar do objetivo em fluir da subjetividade, estado de alinhamento étnico no individuo da comunidade entender a miscigenação, além da variação classificar a variável ao mesmo bem em comum.
Admitir a partir disso que haja dentro dessa diversidade, camadas sociais pode ser também entender que outras etnias também, se fazem ao sentido contrário mesmo estando em qualquer horário classificado como estado para compreensão do trauma causado pela culpa não encontrada no individuo na realidade em diversidade em comum, e sim classificada em outra intensidade de energia de outro pensamento, quando participa do movimento de sociedade diversificada, no meio miscigenada com finalidade no principio de vida ativa, de qualquer atividade comum ao estado próprio constituindo um meio, onde o povo é diversificado ainda mais que miscigenado por múltiplas sociedades nos conflitos étnicos de rejeição ao meio em comum de estado diversificado.
Como já se não bastasse depara-se a síndromes nos fluxos encontrando traumas, afim em proporcionar culpa, aumentando o intervalo se outras relatividades não relacionam dentro dos princípios étnicos, finalidades em ligações de alinhamento hereditário em qualquer atividade em comum ao meio social das camadas diversificadas além de miscigenadas.
Márcio palafi. 10/05/2011.

domingo, 8 de maio de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

O aceleramento além do desvio da coisa no devido tempo não específico.

Através da opinião cotidiano engloba se razões específicas, para que seja parte de planos como surgira no decorrer desse, movimentos políticos nos quais os envolvimentos democráticos não relacionados nas pautas cotidianas dos políticos tramitam pelos territórios nacionais, com mais perspectivas por falhas em que se passa pela vida o pensamento em emergir, além de encontrar em frente desejos diversificados afinados ao pluripartidarismo.
A margem do que possa perecer, planos políticos tais como o pac conduzem ao crescimento dos políticos em razão do poder, quando exercido entre eles denominam democracia, a bem da constituição federal os artigos determinam fatores, como os que são empregados nos princípios das finalidades cotidianas dos políticos, com ascensão no poder da razão.
Portanto só assim os três poderes estruturam a razão democrática, como para bem o decreto de abertura política no país foi assinado, no sentido em emergir a democracia constitucional, então por quanto tempo o sentido de manipulação politizada estará entre nós participando do cotidiano como paranóia?
Márcio palafi. 08/05/2011.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Espaço federal de razão federativa.

A representatividade no realismo pelo humanismo tem consistência da matéria no tempo real em que se pratica qualquer ação, portanto o movimento pela intensidade de energia caracteriza reação racional cuja razão de tempo justifica qualquer trauma a proporcionar culpa, aos olhos da justiça qual sem registro de tal incidência de movimento qualquer está cega.
Dos circuitos em movimentos constantes o emprego das intensidades de energia nas reações compromete o ser humano na qualificação do trauma, pois a culpa causada pelo trauma está para o meio social classificar o movimento, ainda bem que existe o código penal, no qual incide regulamentos de artigos qualificando-os em tempo para que a justificativa seja limitada ao delírio estando pelo espaço federal numa razão federativa.
Não mais existindo a razão no movimento o questionamento como eficácia traumática estimula à compensação ao juízo, no âmbito em forma compreendida pena em tal trauma social, quando a culpa faz do tempo não específico recursos limitando razões, estas tramitam pela razão do poder ou mesmo pelo poder da razão.
Márcio palafi. 06/05/2011.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Amargo da flor jurema.

Em um farto laudo do monte muito alto
Jurema uma donzela olhava o tempo
Passava com o vento, outra
Passada, brisas suaves como uma flor
Mais aroma, mais distancia ermo
Um coração de terra vazia, sonhada
Outra em outro passado ficou feliz
Muito mais distante, aguarda vindas
Chegadas esperadas, como canto de
Aves raras soantes, de novos ventos
Planava somente nos arbustos contorcidos
Aves soantes raras, de novos ventos
Entoava como conjunto, sons de folhas
Verdes mesclando, secas para ruir
Nos bailes, como sons descendo
Bailava uma a uma, ate ao chão
Suavizar da queda, outro olhar
De cima, a flor sem pétala
Que perdeu do pólen
Quando a ventania arrancou
Todo galho seco, de na solidão
Na escuridão ficou descido ao chão.
Márcio palafi. 28/04/2011.


Terra nacional.

Ter nacionalidade em uma República Federativa, por qualquer tempo de realidade posiciona, qual a vingança faz sentido na morte, porém não faz sentido na vida compreendendo convecções racionais, e ainda mais que a vida prova, quando a razão de Deus é justa.
Márcio palafi. 30/04/2011.


Relacionamento natural entre síndromes.

Ênfase com origem em hipótese de qualidade qualifica qualquer trauma, sendo diversificado o conteúdo, na razão de um fato como radical coloca evidencia de ligação pela verdade mais profunda, quanto for objetivo destaque como feito comum ao meio, intuitivo às variações étnicas nos egos dilacerados pela incompreensão, pois oportunidades diversas não coincidem aos formulários em questionamento de circuito ambíguo.
Existência de quantidade em intensidade de energia somente cria reações nocivas à compreensão, por estados síndromes das alienadas caricaturas em destaque ao ambiente na formação social civilizada, muitas vezes sem ligação à finalidade pela contradição em que tal ênfase descaracteriza hipótese, entrando ao conteúdo étnico de qualidade na culpa alheia ser condição de qualquer trauma social.
Toda razão de hipótese compromete ênfases nos compostos sociais étnicos, direcionando a circunstancia através de circuitos diversificados, assim caracteres genéticos conectam suas ações a reações, entre etnias miscigenadas em qualquer meio social qualificado, entre suas diversas intensidades de reações constantes e relevantes, por todo espaço familiar na formação social.
Afinal intuição faz parte na ligação de síndromes de estado variável, ate retornar ao composto normal natural da razão, na divulgação pela ênfase adquirida na ligação a hipótese, na reação continuada em ação alcançando níveis de reação entre energias, das qualidades étnicas no entendimento mutuo de noção fictícia, para realizar aglomerado de relatividades, na possibilidade em resgatar objetivo no intuito do instinto nas sintonias de freqüências no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 04/05/2011.