Idéia correspondente ao tempo no trauma correspondido.
Qualquer trauma na realidade corresponde à relatividade de circuitos se chegam a circunstancia, por qualquer motivo também relativo à consistência em razões semelhantes à memória, quando participam de reações nos envolvimentos em intensidades de energia para qualquer movimento buscar relatividade também na memória, como imaginário em qualquer ilusão relativa.
Quando há nódoa por qualquer trauma necessita se intensidade de energia relativa ao tempo de reação no estado de compensação pela visão, somente a circunstancia encontra se relativa à própria integridade, pela verdade em condição de trauma proporcionar culpa de mesma intensidade relativa, no espaço ocupado tal energização corresponde ao imaginário realizado pelo compromisso em que cada ser possui em seu cotidiano.
A aventura humana na terra flutua pelos fluxos, nas intensidades de energia onde a memória da imagem fixa no estado próprio, como intensidade capaz de ser convertida no movimento de ação semelhante ao da circunstancia também no imaginário, por isso o pensamento de que já foi acontecido e é somente repetição de fato como ilusão correspondente ao imaginário, assim a sensitividade das reações nos seres provoca ao meio, parte de entendimentos semelhantes à realidade, onde o imaginário recorre ao estado semelhante na questão abundante de energia.
Compartilhando cotidianos os seres no habitar natural de fato no paraíso, também lugar onde se deu desconcertante no inicio dessa aventura humana “o pecado original” afim de que os anos se passassem na existência de teoria da evolução, não se sabe quantas existem de fato, porém evidente os dez mandamentos que são as leis de Deus, para que o homem possa administrar suas reações no meio em que vive socialmente, dos mais as semelhanças das formas em mutações desconhecidas ao pensamento na realidade, com isso pensada com imaginação na questão do sonho em subjetividade, para o individuo fazer da relatividade objetivo, como evolução humana na terra para sua reprodução ser classificada no paraíso, pelos valores étnicos nas freqüências de energia das reações entre os seres vivos.
Imagine que Deus não precisa modificar suas leis, de fato ele através do homem pode compreender a justificativa moral na reação, pois o homem pode justificar suas reações diante das evidencias em intensidades de energia, quando fluiu do paraíso ao mesmo tempo em que Adão e Eva entenderam que teriam que achar a evidencia do pecado na intensidade de reação, quando agiram ou reagiram com a ilusão do imaginário. Márcio palafi. 01/06/2011.
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