quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

Esquadrias de fronteira. As expressões estavam contidas Nas palavras do texto, agora Com o tempo o compromisso Deve ficar não mais ignorado Em nosso mundo, nem no deles. Acervo, junho/1998. Márcio palafi 29/09/2011. Esperando. A esperança de viver Um dia claro e quente Com uma umidade certa Em encontrar o tempo Em tempo de partir Para um encontro certo De estar perto da hora Hora de correr sem medo Para encontrar alguém Tão entre nós está. Acervo/junho/1998. Márcio palafi, 29/09/2011. Procurando por busca interessante. O que se imagina quando se fala é a conseqüência do pensamento de alguém em relação ao que foi dito, porém ouvido por determinada pessoa a serviço de outra colocada ali a fim de conferir a ação do momento da decisão, a mesma pode contrair ou não um impulso ou estímulo, a partir do interesse ao despertar, no concluir de fato à distância, que existe entre o pensamento o raciocínio, e fala no interesse do ouvinte, a partir de uma adesão sumária, que se inicia à conclusão, a expressão é notificada a fundo e a memória firmada, pelo presente do dado momento. Acervo, junho/1998. Márcio palafi. 29/09/2011.

Opinião cotidiano, conexão de tempo.

Consciência realidade previsível em tempo. Os domínios da consciência refletem ao imaginário, coisas tantas que sempre é preciso compartilhar realidade, para resistir com razão natural. Folhando manuscritos em agenda do acervo, em pesquisa organizada aos princípios do ano 1998, sabendo da conexão de tempo, quem sabe opinião cotidiano faz conexão de tempo? Para seguir incluo no blog. Incógnitas de intervalo. Uma antiga idéia vinha de tempo feito agora, todos estavam se dando conta da existência do tempo de mudança, mas isto não era um acontecimento continuo, para muitos não passava de uma teoria vã. Quando todos imaginavam que o passado acabara, em seguida vinha uma imagem preparada pelo tempo, como se fosse à preparação de algo, qual não poderia se repetir, mas teria ares antigos com mudanças, estas onde a mente do homem estaria de modo a permitir, com mais clareza estudar as condições que se encontra a humanidade, neste tempo as lutas seriam uma questão de isolados casos, quase pessoais sem contágio dos demais. Acervo abril/1998. Márcio palafi. 29/09/2011.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Complexo na racionalidade individual. Durante o decorrer do dia, aspectos adiantam ou atrasam fluências encontradas, assim capacidades desenvolvidas, além dos lastros feitos nas amarrações indicam onde há possibilidades admiradas nos artifícios moderados, nesse tempo de realidade oportunidades destacam se entre reações, nas intensidades de energia qualificadas nos artigos constituindo razões em diversos fluxos estabilizados, para que estágios indiquem melhoras nos visíveis recursos contemplados dos argumentos, fazendo com que ação seja deflagrada em tempo, quando reação da mesma proporção seja relativa, para finalidade do principio estabilizado determinar razão. Dialeto argumentado cujo foco tende promover juízo ou encontrar relatividade por estados entre dois vales, nas intensidades de energia à memória de outro artigo constitui eloqüência, sem que ética seja possuída à hipocrisia, pois razões profundas no individuo, em outro tempo que não é específico determina o exato instante, para ocorrer fixação à convecção racional, quando simplesmente objetivo no individuo possui memória, como ética na miscigenação dos povos na visão de um novo mundo. Visões concentram além dos artigos nos estados emocionais, argumentos impróprios delimitando reações indesejadas nas práticas relevantes, entre duas situações contraditórias no mesmo argumento, no sentido de recurso variado além de obliquo, pelas intensidades miscigenadas fluírem na memória de etnia profunda, porém com possibilidades em aprofundar a tempo de ocorrer qualquer evidência de pensamento à realidade da vida em tempo de realismo. Márcio palafi. 27/09/2011.

domingo, 25 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Variável da verdade humana. Plenitudes decorrentes nos artifícios mais modernos, como entendimento das classificações sócio econômicas, minuciosamente são distinguidas por meios adequados, pois nesse século contribuições em forma de intensidades de energia, quando ficam capazes pelos objetivos, em todo individuo retrata humanismo, na realidade do fato estar fiel à justificativa, sendo recurso natural percebido à participação da paz, quando existência de memória, pela verdade que é situação compensar juízo. Determinante em cada passo, no cotidiano dos seres vivos no paraíso, situações flutuam ou pairam sobre cabeças, como intuitos que são lançados nas opiniões fundamentadas nas críticas compreendidas nos dialetos aprofundando buscas, onde determinar compromisso vem ou fica por muito mais vastidão, em todo argumento fora do recurso, que na realidade é retratado sob intelecto próprio, quando entendimento na realidade traduz o ensejo, pois esperar em qualquer tempo tende a formular transparência se essa focaliza exatidão. O fato de alguém desconhecer qualquer recurso mencionado no argumento indica bloqueio de personalidade muito variada, que em qualquer parte do tempo não ficara solucionada no alinhamento próprio, em tempo à compensação do juízo ao passo que no dialeto também, qualquer busca ainda não se idealizou, pelo artifício sofrer desvio, em mal entendido vindo então assim participar beneficio de terceiros, nessa particularidade os fatores se divergem, pela conclusão das situações não compreendidas serem ou estarem além do desvio, como transtornos de idéias infundadas ou não compreendidas, ainda que mais analisadas em tempo real, que se denominam paranóias, adequando então ao suportar traumas que são erros, na religiosidade são pecados qualificados nos artigos do código penal, quando Deus é paranóia faz parte de tudo e vê tudo, lembrar de Moises o monte Sinai “Tabuas dos dez mandamentos” nos faz mais humanizados capazes de compensar juízo pela memória na verdade da vida que deu fé. Marcio palafi. 25/09/2011.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.

Só faltava essa, lado da vitória. Faz muito tempo, que a distância navegada Era pelo vale profundo, no pensamento Sentimento com arte, não dizia nada, vivia Como idéias fluíam, sempre pelo vale Quando mais profundo, distancia mais e mais Novamente com sede, energias sóbrias Atingem margens, em qual das partes Evoluíra, quantas vezes tanta profundidade Pelo vale, rio navegável pensamento só Qual distância, vento ligou ao ar em quanto Pensamento busca, vitoria como lado certo. Márcio palafi. 23/09/2011.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Fronteira dos mundos. Avanços consolidados tramitam pelas ignoradas evidências, que havendo redutos lógicos nos desejos, consumimos determinadas entre obstinadas subjetividades, onde regulam se por adereços, permissões dos mais augustos, nos audazes indeterminados dialetos, pelos quais subjetividades no individuo encontram razões nos cotidianos, desbravando assim mistérios específicos dos fatos mais contundentes deflagrados na história da humanidade. Por tantos mistérios observamos com criatividade, o mistério da fé, quando essa passa por reformas nos inquietos cujas atividades lembram qualquer compromisso, na realidade do ser humano determinar em seu âmago, visões pelos caminhos mais variados, pois existem bloqueios, porém sendo ela participativa em cada fato, na história de cada um, em seu meio intensifica sua relativa conduta aos estados mais próprios tanto quanto profundos, sempre existindo dois lados da moeda, há questão para decidir, enquanto pode se seguir pelos confrontos conflitantes, todos pelas partes mais coerentes, desses dois lados fluem eminentemente aos irradiantes pós-bloqueios das relatividades nas realidades de terceiros, mas como se consome a tal metáfora? Nos dialetos em que se relevam participações descentralizadas, envolve se ética pela distância entre ação, ate essa ser deflagrada como reação, quando for rejeição ao meio, na discriminação em que se pode compromissar poder, em qual tempo praticar além da crítica dominar pelo efeito, nas intensidades de energia nos meios sociais. Nas sociedades conflitos sempre atingem dois lados da moeda, quando há ética no mundo mais de superfície, hipocrisia faz se como nome nos subvertidos, para qual analises em tempo real visionadas sempre, pelo ato do beneficio ser do terceiro, que quase não se encontra nas articuladas reações, onde os fatos são seus entendimentos analógicos, pois fluxos de energia cujos estados ainda alcançarão virtudes, assim caminhando na direção a alcançar juízo, enquanto não se chega à passagem, onde somente passa um, por vez sendo humano, no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 21/09/2011.

sábado, 17 de setembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

Variável relativa em variação, pelo conceito étnico miscigenado. Qualquer atividade preventiva sofreria além de qualquer bloqueio, funcionando assim pelo estado conjunto, por transtornos mais elevados se efeitos em traumas proporcionasse culpa, na atividade do organismo não reconhecer qualquer corpo estranho ao próprio estado, pois dimensões disfarçam integridade no individuo, quando ele possui parte ativa, pela eloqüência de sua razão estar naquele circuito ate visualizar circunstancia além do bloqueio. Estados de união transformam dialetos mais aprofundados, em concessões aditivas se moralmente circunstancias empregam pelo circuito, qualquer etnia na formação do individuo, quando objetivo na realidade compreende, que liberdade pode satisfazer igualdade, porém igualdade na adversidade étnica, por mais finita percepção, qualquer bloqueio faz se necessário, não contido em curto prazo ou médio, dimensões pelo longo prazo evidencia soluções variáveis, dentro das variações necessárias ao próprio entendimento, quando esse favorecer integridade física e mental em organismo preparado. Sentimentos despreparados buscam, não satisfazem na integra dessa realidade qualquer disposição, senão pelos intuitos elaborados nos organismos, dispostos aos ensejos mais aprofundados ou mesmo étnicas afinadas aos padrões discretos, dinamizando formulários nas classificações das escalas sociais, onde rejeições denotam nos estados étnicos, nos confrontos sociais essa dinâmica tem iniciativa familiar, entre esses dialetos somente quem emprega determinadas opiniões, apurando que distúrbios acentuados denotam se pelo estado da razão ser transtorno além, no desvio encontra qualquer personalidade perdida pelas mesmas razões óbvias, que seriam nos desfechos étnicos dos padrões familiares na formação da sociedade. Márcio palafi. 17/09/2011.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A parte do tempo que ainda não chegou.

Intervalos onde teoria tem imaginário filosófico. Disparidades denunciam como o arbítrio compete a razões obvias, tolerâncias ativas classificam ou subdividem o mesmo espaço, em opiniões diversas ao que imaginários descentralizados comprometem arbitrariedade, porém fluxos nas intensidades de energia, pelas reações constantes além de neutralizantes, elevam pensamentos lógicos, quando ciências exatas calculadas, em tempo teriam parte pelas condições traumáticas, relativas em outro tempo, assim relacionando carmas distribuídos como variações, além da relatividade à forma, nos raciocínios estendem aos convertidos dialetos globalizando idéias, abrangendo finalidades sendo circuitos ligados pelas freqüências, nas razões em que o próprio tempo seria através da crítica fundamentada, propósitos quanto mais os fundamentalistas recorreriam às ideologias filosóficas. Desconfortos espirituais desconcertantes alcançam além do estado moderado, várias perspectivas analisadas, pelo profundo conhecimento das ideologias, mas apreciações além dos bloqueios fundamentam através dos ideais, conceitos formais de pareceres contraditórios a razões serem em cada etnia diversificada, quando visões imaginárias comprometem também estados emocionais relativos à matéria, somente partindo de bloqueios é que variáveis alcançam o mesmo estado, em outro tempo que não é específico, quando a razão se fundamenta reações paralelas, pelas miscigenadas etnias encontrarem relativas, nas memórias dos traumatizados, não serem convertidos para realidade do raciocínio, na visão concreta do fato ser admitido em juízo, porque a vida prova. Participar teoria por elementos filosóficos pode perecer analogia ideológica fundamentalista em estado crítico, onde o fluxo de saída de estado depressivo regulamenta prevenção capaz em se dominar, porém para teoria o estado compreende razões obvias de sentido pragmático na opinião cotidiano, não participativo a dimensão nas modalidades concedidas pelo destino, na convecção estando localizado ou não qualquer transtorno de tempo, no desvio de qualquer personalidade, quando encontra no individuo além do distúrbio, paridade necessária à sobrevivência natural no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 15/09/2011.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Distância por um vale entre duas montanhas. Os absurdos incontroláveis distanciam nas divergências, enquanto fatos nas reações são como um profundo e vazio, ignorá-los causaria entre razões naturais, múltiplas características podendo ate ser uma delas (profundidade na evidência em qualquer estado de busca) assim o anteposto como desvio, na personalidade comenda outra perspectiva, quando se dá relatividade ao principio em finalidades dos contingentes nos recursos humanos. Os recursos relativos às intensidades de energia são consumidos, na volatilidade do tempo em que se causou distância entre o principio à finalidade, quando a causa traumatiza, como efeito paralelo para formas específicas, nesse efeito formula qualquer fundamento, capacitando tal crítica a não omissão, que se refere à competência do recurso em argumento próprio. Os recursos humanos também são relevantes, diante aos transtornos percebidos nos argumentos confusos, em conflito existencial na resistividade devida em bloqueio, como maneira especifica natural no humanismo compreendido, além do transtorno nesse novo tempo, intensidades tão profundas impulsionam, como se a gota d’água fosse conseqüência na distância tão profunda, quanto às intensidades de energia se volatizam ao mesmo tempo em que passa, passará, passarão pelos pensamentos mais intensos relativos em vales entre montanhas, quando o tempo e a distância diante do vento que sopra, nesses vales tão profundos quanto distantes da verdade, porque a relevância não participa em aplicar do legislar, porém na apreciação condolente em profundidade de trauma, percebido após tantos distúrbios além dos bloqueios provocarem transtornos nos desvios de personalidade, em busca de aprofundamento na verdade, em outro alinhamento na memória. Márcio palafi. 13/09/2011.

domingo, 11 de setembro de 2011

Movimento das ondas.

Passado nos inconseqüentes. Muitas vezes o silencio possui profundidade, quanto mais à distância encontra pelo tempo afora, quando tantos retornos causam embaraço, diante as opiniões de cada ente, pensamento humano nesses destinos cruéis, traumas são resistividades promovidos pelas participações inconseqüentes, porém capacidades mais aguçadas decorrem em tantos, quando conseguem os inatingíveis descontentes, pelas condições desses mesmos traumas invocarem tempos nas proporções de culpa, pois a visão além das montanhas são perspectivas, em caminhar por mais uma ida, por qualquer tempo reencontrar a paz, nesse absurdo do mundo na incoerência da crueldade, ser humano é ser racional, qual diferencia dos irracionais, nessa competência de vida no paraíso, realismo pelo humanismo é processo de vida, que procura sempre negar o ócio, não uma atividade mortal, que leva ao ócio seres humanos inocentes. Márcio palafi. 11/09/2011.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Movimento da ondas.

Sete de setembro de dois mil e onze. No coração de todo brasileiro, para o sete de setembro Com emoção em transmitir estado de união, há razão Nos dizeres da bandeira, com visão comprometida além, Onde uma determinação federativa aflora, pelos objetivos Numa nação, quando seus propósitos sempre em frente Não olham para trás, porque as defesas estão no presente Em tempo de que ontem, as memórias são de glorias; Emergimos, porém os corações na verdade encontram Através do que é justo, opiniões viris. Dizemos da terra Bem garrida se nos bosques tem mais vida, a vitória nos Nos campos é pela dimensão da realidade consistir Nas partes mais profundas, o veio na verdade Da justificativa varonil, em um país agigantado Nos trópicos da natureza solene, basta dizer Brasil. Márcio palafi. 06/09/2011.

sábado, 3 de setembro de 2011

O movimento das ondas.

Tempo de situação ambulatorial. Alcançando em tempo dispositivos naturais à compreensão, lutas compensadas anti manicomial influem diretamente aos desejos mais acentuados, dos que praticam compromissos diários, nesse setor adeptos constituem razões próprias, quando há necessidade em envolver, pelo conhecimento ativo nos parâmetros coletivos, atingem amplidão dos ensaios nos estágios, onde a percepção irradia autonomia capaz em não proporcionar colisão, quando se forma bloqueio na vida, estes fluxos na saída de qualquer distúrbio ao tempo do comportamento; como o pensamento busca igualdade, não conduz assim à descriminação dos que sofrem quaisquer distúrbios posicionados como insanos, nos meios sociais colocam entre tantas memórias, falta de criatividade ao se confrontar às pessoas com qualquer transtorno emocional. A coletividade nos centros urbanos não distingue, em meio aos transtornados, enfim qualquer mal entendido pode intensificar reações obvias na situação de equilíbrio no individuo, quando provoca ou é provocado fora do devido contexto de tempo não compreendido, pela ética pessoal do fato ser desconhecido ou estar fora, na massificação comportamental do temperamento, entre os indivíduos cidadãos e cidadãs, quando se deslocam nos centros urbanos ou bairros periféricos. Ao constituir estados na participação social, indivíduos formulam seus ideais nos compromissos cotidianos, porém não contam com contra tempos naturais relativos à destinação, como os intervalos são vales, estes provocam depressivos contatos nos estágios, para que na vida do ser humano, bloqueios sejam consolidados através da resistividade buscando além dos desvios, algo que o compense pela intensidade no pensamento relativo à razão, em admitir o fato na propriedade pessoal faz ao meio comum, mais passagens no individuo além de objetividade ser realmente o equilíbrio emocional, diante a circunstancias desconhecidas ainda que desejadas como meio de vida. A luta anti manicomial também atinge todo cidadão disposto aos estágios, que além de possuir composição emergente, determina seu cotidiano em não descriminar o alheio por não compreender justificativa legal na etnia de companhia, em seus conteúdos na humanidade no realismo pelo humanismo. Dedico esse conteúdo à luta anti manicomial. Márcio palafi. 03/09/2011.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Dimensões em fatos raros. Algumas confluências resultam em participação direta dos objetivos naturais, como os efeitos fluentes dos aparatos consomem energia, além de compor quadros de alinhamento étnico de gene variável, entre princípios à finalidade globalizada, qualquer variação do argumento tangencia, além das aparências não enganarem, circuitos margeando eixos, centralizando posições adequadas aos propósitos no realismo pelo humanismo, determinam necessidade em obter subjetividade ao fato na realidade possuir relatividade à ética, entre intensidade de energia de pensamento e energia de movimento. Visualizando conseqüências quando imaginário é relativo à memória do fato, genes desencadeiam resultantes, nos movimentos em aceleração ou retardam, diante possível bloqueio positivar desvio de personalidade, participante na integração cujo movimento lembra ondas do mar, quando de repente intensidades de energia entram em reação provocando marés, para que transcendam oportunidades reconhecidas além da relatividade, onde fica visível o contato na realidade, como o feito na memória busca o gene da relatividade naturalmente, antes mesmo de acontecer tal bloqueio, se quando tanto o efeito da maré envolve o montante em ondas levam no sentido, multidões pelos campos abertos, de batalha sem fim nos cotidianos da vida, vindo a mesma provar em tempo não específico ao trato social da família, como os fatos políticos influencia sempre pelas vésperas de eleições, governantes exploram as marés fazendo com que as ondas variem além das montanhas. Aconselhamentos naturais de compromisso anti manicômio flutuam pelas gerações, se quando responsáveis por tais bloqueios, também aceleram os fluxos ate que alcancem distúrbios, para que transtornos sejam visíveis nos traumas das famílias localizadas nos centros sociais de habitação, assim os desvios também podem ser visualizados, pelas contravenções em duvidosos descuidos referentes à perda da memória, seja por amnésia ou por não relacionar beta e alfa em gama fatos raros, quando o efeito da maré sobre as ondas volatiza, pelo tempo em que a memória situa por síndrome na ligação de genes nos fatos socializados. Márcio palafi. 02/09/2011.

O movimento das ondas.

Relatividade entre seres vivos. O ser vivo estende ao humano, esquemas ou planos, quando sua benevolência é achar a variável antes da relatividade apocalíptica, porém a própria relatividade é apocalíptica, então o ser vivo foge ao desejo da morte, pois o conflito na ânsia da morte devendo ser apocalíptico faz com que o ser humano fuga da morte, quanto antes seja sobrevivência através da misericórdia, está perdida à variação em tempo acharia pelo distúrbio, em qualquer transtorno vocálico o mal entendido; na questão étnica além do desvio de personalidade ser uma variável competente ao humanismo, seres vivos se relacionam no paraíso, com efeito justificado na razão do fato ser necessária. Márcio palafi. 02/09/2011.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O movimento das ondas.

Delírio profundo de um delito. Com sentidos analógicos os dispositivos atingem ao conhecimento, através da ciência qualquer trauma suspeito, em nódoa determina níveis paranóicos, afinam artifícios proporcionando culpa, pela ênfase destinada à hipótese aos constantes estados oblíquos, dinâmicos de permanência à trajetória sendo como fato trágico, tal condição vulgarizada pelos distantes desentendimentos, não especificando imagem real como fato assumido em prova à justificativa, tal delírio demanda qualidade em delito no eventual argumento. Relatividade no delírio compromete razões, em que realidade determina prova em recurso, como qualquer delírio possui seus insensatos intermitentes inerentes, por inconseqüência fica absoluta razões delirantes nos delitos de qualidades psicóticas, para qual transcendência tem relatividade à memória de sentido étnico, sem ética favorável, em profundidade individuo transcendendo objetivo, pelo circuito na razão ignorada pela realidade estende conflito, ate que subjetividades incluídas ao argumento focalizem o fato na necessidade em confrontar, eloqüência à parte definida como realidade. Possibilidades nas reações como conflito buscam objetivos, praticamente oferecidos em necessidade possuindo razão, para perda do juízo ou mesmo compensar atenção de qualidade física sem defesa, quando na realidade trata se de um mal entendido, passando o tempo pelo contato exato, qualquer bloqueio provocante aos surtos, pelas reações entre energias aprofundam na variável fora de tolerância capaz em estado de memória relativo à variação, na relatividade da matéria em eloqüência à energia envolvida no trato da quantidade, de realização étnica como objetivo do individuo no realismo pelo humanismo. O estado de inclusão à solidão reformula desejos aprofundados, nos circuitos enfatizados a circunstancia, no efeito de qualquer freqüência de energia encontrar fundamento, argumentando necessidade justificada, em tempo exato no instante de variável entender relatividade à variação tolerante, no raciocínio a converter intensidade de energia de pensamento, em intensidade de movimento necessário de razão étnica no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 01/09/2011.