O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Fronteira dos mundos.
Avanços consolidados tramitam pelas ignoradas evidências, que havendo redutos lógicos nos desejos, consumimos determinadas entre obstinadas subjetividades, onde regulam se por adereços, permissões dos mais augustos, nos audazes indeterminados dialetos, pelos quais subjetividades no individuo encontram razões nos cotidianos, desbravando assim mistérios específicos dos fatos mais contundentes deflagrados na história da humanidade.
Por tantos mistérios observamos com criatividade, o mistério da fé, quando essa passa por reformas nos inquietos cujas atividades lembram qualquer compromisso, na realidade do ser humano determinar em seu âmago, visões pelos caminhos mais variados, pois existem bloqueios, porém sendo ela participativa em cada fato, na história de cada um, em seu meio intensifica sua relativa conduta aos estados mais próprios tanto quanto profundos, sempre existindo dois lados da moeda, há questão para decidir, enquanto pode se seguir pelos confrontos conflitantes, todos pelas partes mais coerentes, desses dois lados fluem eminentemente aos irradiantes pós-bloqueios das relatividades nas realidades de terceiros, mas como se consome a tal metáfora? Nos dialetos em que se relevam participações descentralizadas, envolve se ética pela distância entre ação, ate essa ser deflagrada como reação, quando for rejeição ao meio, na discriminação em que se pode compromissar poder, em qual tempo praticar além da crítica dominar pelo efeito, nas intensidades de energia nos meios sociais.
Nas sociedades conflitos sempre atingem dois lados da moeda, quando há ética no mundo mais de superfície, hipocrisia faz se como nome nos subvertidos, para qual analises em tempo real visionadas sempre, pelo ato do beneficio ser do terceiro, que quase não se encontra nas articuladas reações, onde os fatos são seus entendimentos analógicos, pois fluxos de energia cujos estados ainda alcançarão virtudes, assim caminhando na direção a alcançar juízo, enquanto não se chega à passagem, onde somente passa um, por vez sendo humano, no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 21/09/2011.
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