sábado, 3 de dezembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Anos terminam, para outro ano começar. Desses longos períodos éramos personalidades ligadas aos meios sociais, pelos artifícios modernizados nas apuradas características humanas, pois dos tempos todos há mais do que se critique, nas condições dos traumas proporcionarem culpa cuja desinência compreende se às relevantes das contraditórias, mesmo no emprego dos dialetos, através dos audaciosos compromissados em discernir ao mais profundo em todo ser, quando ele próprio entende que aprofundar, por seu caractere específico possibilitá-lo, em realidade qualquer possuir nesse meio, qual concordância atinge seu âmago, além de intervir ao radical por um novo começo; dois mil e onze chega ao fim, quaisquer necessidades provavelmente estarão com maior atividade ao juízo, que pela verdade da vida coloca-o entre outros seres humanos cujo vetor o tem como irmão. Participando em tempo por qualquer entendimento, pela verdade que é de fato necessário justificar; nos anos todos passados, quanto já se envolveu em verdade compensando juízo? Além de assimilar através de quantidades de intensidade, nas reações entre energia à freqüência étnica é humana! Portanto além do vale profundo alcança se imaginário relativo ao próprio tempo, no interior em juízo de verdade, quando ao fundo de qualquer abismo pode se resgatar o ser, mais ao extrato humano em determinação à ética, para que a razão de Deus esteja ajustada ao raciocínio, nesse caminho só de ida, alcançando a paz porque iríamos retornar ao confronto? Conflito é armação secreta no irracional! Atividade de conceito crítico, processo de vida tem característica de fundamento no realismo pelo humanismo, em dois mil e doze há esperança em opinião cotidiano conexão de tempo buscar ao interior, mais humanismo do social nas críticas, onde cada um possui sua opinião como um todo se esse todo é justo à compensar juízo de verdade. Feliz dois mil e doze, votos permanentes na teoria que retrata, Realismo pelo humanismo!!! Márcio palafi, 03122011.

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