terça-feira, 9 de agosto de 2011

O movimento das ondas.

Tempo tropical. O dia inteiro ensolarado, America equatorial Conquista as mentes dos naufragados, lua cheia Quantos reflexos completamente relaxados, brio Possui diante das energias, da noite passada Nesse novo dia, quando de sol e calor manha Vem pela madrugada aquecendo, verão tem Fevereiro, carnaval, praia e mar se na areia O vento vem suave refrescar, seus cabelos Espalham aromas, das flores inverno de lá Donde chegaram, ressentem ilusórias danças Movidas pelas nuvens, quando outras avistam. Márcio palafi. 07/08/2011.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

                  Variações dos desejos ambíguos na relatividade da obsessão.

         O encontro vazio de ilusões estaciona resíduos para conclusões domésticas, fora do seu conhecimento induziria retratar vários conceitos, todos por ocasiões do fato em blasfêmias localizadas, se o feito mais direcionado ainda obtivesse razões obvias, em qualquer desvio de personalidade estando esta própria, apropriada pela conclusão no tempo não específico, pois assim o espaço ocupado, ao desvio encontraria razões conseqüentes aos estados inconclusivos, em andamento pelo propósito a que se denominasse, exercício com forma de desejo voluntariamente prévio no circuito ate a conclusão pela finalidade.
        O estado de conclusão na razão denominada a tempo, em qualquer fecho na reação como fluxo de energia em reação, pelo desvio estabiliza do concreto, atividade de projeção à obsessão em opressão, pelo imaginário relativo à realidade qualquer, sem direção específica pelas variações conclusivas, das adversidades se voltarem ao mesmo tempo de determinação, pelo acaso encontrar também relatividade no objetivo da conclusão, certa de que o involuntário seja tangente ao espaço natural, quando se volta ao pensamento mais oportuno, no trato da reação voluntária de relatividade ambígua, com predominação do acaso adversidades dos circuitos semelhantes, transtornam se após bloqueio à personalidade consolidada ao espaço relativo, ao fato da conclusão ser blasfêmia, sem conclusão na realidade da verdade que é linha de ilusão paralela ao estado próprio.
        O exercício apropriado ao fato consumado, como imaginário encontra razão voluntária, pois o estado ambíguo mais profundo de busca consente alinhamento direcionado à opressão, caso cárcere possuir da submissão, fatores relacionados aos mesmos desejos de classe concorrente, à verdade da razão do desejo ambíguo em um só tempo.
        A ciência da transformação, nas intensidades de energia do estado, mais regula variação entre reações, para quando variáveis entender que ilusões também relativas, em tempos não específicos emitem estímulos, quando recepção como retorno estão pela mesma razão, na espera dos circuitos relativos de mesma intensidade, pelos estados em que psicopata, sociopata, neuropata todos são grupos relativos, quando percebem variável à variação num fecho, pelo tempo não específico esta diversifica todas as reações relativas, nos mesmos desejos de ideologia ao imaginário da ilusão.
                                                    Márcio palafi. 08/08/2011.

domingo, 7 de agosto de 2011

Crítica de moviento natural no realismo pelo humanismo.


Memória relativa ao estado natural.

Imagine que individuo venha instituir razão aos meios sociais, onde seu tempo constitui pelo espaço natural, qualquer intensidade de energia localizada ao seu estado de busca, no conteúdo de outro tempo ocupando mesmo espaço, definindo necessidade de qualidade, tais intensidades entram pelas reações no devido tempo, pois já encontrando neutralidade, esquemas difusos seriam previstos pela estabilidade no realismo, quando realidade em capacidade racional diferencia-o dos outros animais no paraíso.
Os estímulos são espaços ocupados pelas intensidades, quando em ações subdivididas, como retorno em qualquer bloqueio de reação relativa ao deslocamento, se deflagra em circuitos alcançando circunstância de desejo mais interior dentro do possível, pela condição em informação a analogia no objetivo do individuo, para a sociedade nos meios comunicando fatos, que venham conduzir afinidade afável em cada ser humano, sendo elemento nas características genealógicas de etnia fundamentada pela crítica.
O ser humano renova seu estado natural, quando consente que indivíduo realize através do desejo mais aprofundado, ética no objetivo social conhecendo razões alheias, semelhantes aos elementos processuais nos caracteres, assim atividades subjetivas projetam relatividades, quando imaginário das formas semelhantes instituem memórias nas analogias, nos espaços envolvidos nas ações, para que reações relativas renovem esse mesmo espaço, por outro estado constituído pela necessidade, em que se dá razão ao denominar tempo, pela condição proporcionar ao se identificar, quando existe semelhança de memória natural, concedida em tempo de deflagração da ação mesmo subjetiva de relatividade, como objetivo do individuo no realismo pelo humanismo.
Márcio palfi. 07/08/2011.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.



Cotidiano além das intensidades variáveis.

O progresso estimativo nos compromissos diários, em tempo integral busca objetivo, além da capacidade individual do ser humano interagir, quando em seu meio compreende que é possível compartilhar socialmente, pois família compensada pelo intenso dispor alternativo, para questão variável de determinação conjunta, além dos imprevistos, coincidências de fatos em que a memória relaciona relatividade há níveis de competência, realiza como bem atribuições alinhadas ao temperamento, quando esse tem foco direcionado, em fluxos de saída no individuo, que através das intensidades de energia, nas reações contidas como elementos pensantes república em direção natural ao seu estado, onde encontra nesse fluxo intensidade de qualquer oportunidade, para disponibilizar direção incluindo artigos instalados, como se refere tal intensidade de energia em situação variável, não concluindo diretamente ao fluxo, por variar em tempo, outra parte da razão teria pela subjetividade, qualquer estado onde tamanha eloqüência faz da relatividade, na realidade do fato não ser estranho ao ambiente, outra ênfase destaca se em outro estado de tempo, além da hipótese ser principio que se refere argumento na finalidade da vida ser utilizada, de maneira direcionada singular além de própria.
Estimulados às intensidades de energia, todas em reações variam pelas capacidades nos ambientes, pois freqüências nas atividades sociais, pelos traumatizantes errantes proporcionam culpa, compondo deslocados aos meios à comunicação.
Movimentos articulados não determinam que o ser humano possua atividade a tempo de compreender o exercício no cotidiano, para a razão competente também não fazer do próprio entendimento, busca por composições através das reações, nas intensidades direcionadas sociedades emergentes desfrutam de suas lutas, nas glorias do poder mais intenso, no entanto gerações estimam pelas subjetividades, que objetivos são como ondas, trafegam em razão do tempo, quando necessidade se encontra num bloqueio, para exatamente ser encontrado alinhamento em um contratempo subjetivo ate determinar, das intensidades de energia reação de qualquer ser humano competente.
Márcio palafi. 05/08/2011.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.


Crítica ao conceito do preconceito.

Durante o tempo em que o espaço, onde o ser humano constitui sua ocupação, participa através das resistividades nas intensidades de energia, sua visão se destaca por ser a mais abundante em distância, declarada pelo interior mais profundo dos seus artifícios, artigos para competência nas razões em se projetar, seja memorável na finalidade, assim princípios racionais alcançando movimentos relativos às idéias, nos projetos desencadeia fatos progressivos, além dos efeitos considerados pela sociedade, críticas renovam bloqueios para novas reações ativarem preceitos mais que voluntários, em admitir que errar faz parte das margens de acertos cotidianos.
Intensidades de energias têm pelas formas naturais, seres humanos em destaque no paraíso, porém na formação social pela família, atividades próprias atingem entre projeções nas convecções, vários dialetos presentes nas gerações compensadas por ondas nas freqüências, onde captá-las faz dos seres criticados em seus projetos, novas expressões adjuntas nos constituídos artigos, considerando-o mais ativo participando em primeiro plano, se envolve a dinâmicas mais elevadas de semelhanças à misericórdia, em tempo para que sua visão elimine os absurdos, porque em seu estado de alcance, razões elevadas projetam para segundo plano, vida material nos circuitos declarados pelas críticas, quando constituem aos artigos, devassa aos meios abusivos, dos que querem o poder acima da existência humana em não alcançar, pois tal projeção não tem sua intensidade natural, conceito de crítica ao próprio projeto de vida.
Relevando sempre períodos pelos tempos alcançados, retornam evidências dessas projeções posicionadas aos circuitos de freqüência natural no realismo pelo humanismo, podendo estimar ao paraíso objetivo à reprodução pelos meios racionais, quando suas leis valem como artigos de projeção à proteção natural, como formação da família na sociedade, capaz em administrar retornos dos projetos aprimorando-os ao tempo, quando for necessário ao abrigo pacifico, que somente o ser humano com suas naturalidades ideológicas possui na interação abaixo das conclusões, como justificativas às razões do ser humano existir, reproduzir além de evoluir seus conhecimentos, aprofundando ao bem da memória que lhe oferece distância abundante, se emite como freqüência tal ciclo se fecha, pela razão que é própria, como prova de conclusão no pensamento próprio de quem emite pela necessidade natural, entre os seres vivos poderia o ser humano predominar ao paraíso por sua reprodução construtiva e evolutiva.
Márcio palafi. 04/08/2011.



terça-feira, 2 de agosto de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.



Estação sem memória.

As estações do ano encontram sempre nos cantos
Noções das dificuldades, quando marés noturnas
Relembram revoltas, nas voltas aos hemisférios
Por quase tantos instantes das lembranças
As nuvens não totalmente se chocam com qualquer
Ventania, que arrastam os medos inconscientes
Assim as pessoas moram em suas casas cobertas
Telhados atingem, com o brilho do luar cantigas
De antigas ensolaradas avenidas, onde jaz
Lembranças, reproduções das guerras analógicas
Nas cabeças dos destroçados, que em vão
Não recordavam, querendo se adaptar, querendo
Voltar ao instante ate que outra estação, adormece
Sem o ruído voraz, em vão não recordam, repetiriam
Por não haver lembrança dessa estação?
Márcio palafi. 02/08/2011.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.


Fatos verdadeiros são visíveis a olho nu.

Os métodos eloqüentes encontrados pela vida afora concentram dados, todos eles de situação temperamental comportamental, para o qual requisitos nominais empregados nos advérbios sejam selecionados a bem do efeito mais justificado, no devido tempo que necessariamente é compreendida tal justificativa, adequada à parte do movimento exato ocorrendo o fato.
As artimanhas incluídas entre os espaços vazios, da capacidade à inclusão determinar quantidade de energia nas intensidades envolvidas, se nas reações genealógicos traços encontram pela relatividade, necessidade além da memória não existir, ainda pela resistividade que é o próprio bloqueio, convecção na inclusão está racional no realismo pelo humanismo.
Somente quando há resistividade que o ser humano entende estado dúctil, por sua reação possuir fluxo de saída, para a finalidade ser necessária como o feito, justo na justificativa em tempo comum no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 01/08/2011.