terça-feira, 13 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Distância por um vale entre duas montanhas. Os absurdos incontroláveis distanciam nas divergências, enquanto fatos nas reações são como um profundo e vazio, ignorá-los causaria entre razões naturais, múltiplas características podendo ate ser uma delas (profundidade na evidência em qualquer estado de busca) assim o anteposto como desvio, na personalidade comenda outra perspectiva, quando se dá relatividade ao principio em finalidades dos contingentes nos recursos humanos. Os recursos relativos às intensidades de energia são consumidos, na volatilidade do tempo em que se causou distância entre o principio à finalidade, quando a causa traumatiza, como efeito paralelo para formas específicas, nesse efeito formula qualquer fundamento, capacitando tal crítica a não omissão, que se refere à competência do recurso em argumento próprio. Os recursos humanos também são relevantes, diante aos transtornos percebidos nos argumentos confusos, em conflito existencial na resistividade devida em bloqueio, como maneira especifica natural no humanismo compreendido, além do transtorno nesse novo tempo, intensidades tão profundas impulsionam, como se a gota d’água fosse conseqüência na distância tão profunda, quanto às intensidades de energia se volatizam ao mesmo tempo em que passa, passará, passarão pelos pensamentos mais intensos relativos em vales entre montanhas, quando o tempo e a distância diante do vento que sopra, nesses vales tão profundos quanto distantes da verdade, porque a relevância não participa em aplicar do legislar, porém na apreciação condolente em profundidade de trauma, percebido após tantos distúrbios além dos bloqueios provocarem transtornos nos desvios de personalidade, em busca de aprofundamento na verdade, em outro alinhamento na memória. Márcio palafi. 13/09/2011.

domingo, 11 de setembro de 2011

Movimento das ondas.

Passado nos inconseqüentes. Muitas vezes o silencio possui profundidade, quanto mais à distância encontra pelo tempo afora, quando tantos retornos causam embaraço, diante as opiniões de cada ente, pensamento humano nesses destinos cruéis, traumas são resistividades promovidos pelas participações inconseqüentes, porém capacidades mais aguçadas decorrem em tantos, quando conseguem os inatingíveis descontentes, pelas condições desses mesmos traumas invocarem tempos nas proporções de culpa, pois a visão além das montanhas são perspectivas, em caminhar por mais uma ida, por qualquer tempo reencontrar a paz, nesse absurdo do mundo na incoerência da crueldade, ser humano é ser racional, qual diferencia dos irracionais, nessa competência de vida no paraíso, realismo pelo humanismo é processo de vida, que procura sempre negar o ócio, não uma atividade mortal, que leva ao ócio seres humanos inocentes. Márcio palafi. 11/09/2011.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Movimento da ondas.

Sete de setembro de dois mil e onze. No coração de todo brasileiro, para o sete de setembro Com emoção em transmitir estado de união, há razão Nos dizeres da bandeira, com visão comprometida além, Onde uma determinação federativa aflora, pelos objetivos Numa nação, quando seus propósitos sempre em frente Não olham para trás, porque as defesas estão no presente Em tempo de que ontem, as memórias são de glorias; Emergimos, porém os corações na verdade encontram Através do que é justo, opiniões viris. Dizemos da terra Bem garrida se nos bosques tem mais vida, a vitória nos Nos campos é pela dimensão da realidade consistir Nas partes mais profundas, o veio na verdade Da justificativa varonil, em um país agigantado Nos trópicos da natureza solene, basta dizer Brasil. Márcio palafi. 06/09/2011.

sábado, 3 de setembro de 2011

O movimento das ondas.

Tempo de situação ambulatorial. Alcançando em tempo dispositivos naturais à compreensão, lutas compensadas anti manicomial influem diretamente aos desejos mais acentuados, dos que praticam compromissos diários, nesse setor adeptos constituem razões próprias, quando há necessidade em envolver, pelo conhecimento ativo nos parâmetros coletivos, atingem amplidão dos ensaios nos estágios, onde a percepção irradia autonomia capaz em não proporcionar colisão, quando se forma bloqueio na vida, estes fluxos na saída de qualquer distúrbio ao tempo do comportamento; como o pensamento busca igualdade, não conduz assim à descriminação dos que sofrem quaisquer distúrbios posicionados como insanos, nos meios sociais colocam entre tantas memórias, falta de criatividade ao se confrontar às pessoas com qualquer transtorno emocional. A coletividade nos centros urbanos não distingue, em meio aos transtornados, enfim qualquer mal entendido pode intensificar reações obvias na situação de equilíbrio no individuo, quando provoca ou é provocado fora do devido contexto de tempo não compreendido, pela ética pessoal do fato ser desconhecido ou estar fora, na massificação comportamental do temperamento, entre os indivíduos cidadãos e cidadãs, quando se deslocam nos centros urbanos ou bairros periféricos. Ao constituir estados na participação social, indivíduos formulam seus ideais nos compromissos cotidianos, porém não contam com contra tempos naturais relativos à destinação, como os intervalos são vales, estes provocam depressivos contatos nos estágios, para que na vida do ser humano, bloqueios sejam consolidados através da resistividade buscando além dos desvios, algo que o compense pela intensidade no pensamento relativo à razão, em admitir o fato na propriedade pessoal faz ao meio comum, mais passagens no individuo além de objetividade ser realmente o equilíbrio emocional, diante a circunstancias desconhecidas ainda que desejadas como meio de vida. A luta anti manicomial também atinge todo cidadão disposto aos estágios, que além de possuir composição emergente, determina seu cotidiano em não descriminar o alheio por não compreender justificativa legal na etnia de companhia, em seus conteúdos na humanidade no realismo pelo humanismo. Dedico esse conteúdo à luta anti manicomial. Márcio palafi. 03/09/2011.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Dimensões em fatos raros. Algumas confluências resultam em participação direta dos objetivos naturais, como os efeitos fluentes dos aparatos consomem energia, além de compor quadros de alinhamento étnico de gene variável, entre princípios à finalidade globalizada, qualquer variação do argumento tangencia, além das aparências não enganarem, circuitos margeando eixos, centralizando posições adequadas aos propósitos no realismo pelo humanismo, determinam necessidade em obter subjetividade ao fato na realidade possuir relatividade à ética, entre intensidade de energia de pensamento e energia de movimento. Visualizando conseqüências quando imaginário é relativo à memória do fato, genes desencadeiam resultantes, nos movimentos em aceleração ou retardam, diante possível bloqueio positivar desvio de personalidade, participante na integração cujo movimento lembra ondas do mar, quando de repente intensidades de energia entram em reação provocando marés, para que transcendam oportunidades reconhecidas além da relatividade, onde fica visível o contato na realidade, como o feito na memória busca o gene da relatividade naturalmente, antes mesmo de acontecer tal bloqueio, se quando tanto o efeito da maré envolve o montante em ondas levam no sentido, multidões pelos campos abertos, de batalha sem fim nos cotidianos da vida, vindo a mesma provar em tempo não específico ao trato social da família, como os fatos políticos influencia sempre pelas vésperas de eleições, governantes exploram as marés fazendo com que as ondas variem além das montanhas. Aconselhamentos naturais de compromisso anti manicômio flutuam pelas gerações, se quando responsáveis por tais bloqueios, também aceleram os fluxos ate que alcancem distúrbios, para que transtornos sejam visíveis nos traumas das famílias localizadas nos centros sociais de habitação, assim os desvios também podem ser visualizados, pelas contravenções em duvidosos descuidos referentes à perda da memória, seja por amnésia ou por não relacionar beta e alfa em gama fatos raros, quando o efeito da maré sobre as ondas volatiza, pelo tempo em que a memória situa por síndrome na ligação de genes nos fatos socializados. Márcio palafi. 02/09/2011.

O movimento das ondas.

Relatividade entre seres vivos. O ser vivo estende ao humano, esquemas ou planos, quando sua benevolência é achar a variável antes da relatividade apocalíptica, porém a própria relatividade é apocalíptica, então o ser vivo foge ao desejo da morte, pois o conflito na ânsia da morte devendo ser apocalíptico faz com que o ser humano fuga da morte, quanto antes seja sobrevivência através da misericórdia, está perdida à variação em tempo acharia pelo distúrbio, em qualquer transtorno vocálico o mal entendido; na questão étnica além do desvio de personalidade ser uma variável competente ao humanismo, seres vivos se relacionam no paraíso, com efeito justificado na razão do fato ser necessária. Márcio palafi. 02/09/2011.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O movimento das ondas.

Delírio profundo de um delito. Com sentidos analógicos os dispositivos atingem ao conhecimento, através da ciência qualquer trauma suspeito, em nódoa determina níveis paranóicos, afinam artifícios proporcionando culpa, pela ênfase destinada à hipótese aos constantes estados oblíquos, dinâmicos de permanência à trajetória sendo como fato trágico, tal condição vulgarizada pelos distantes desentendimentos, não especificando imagem real como fato assumido em prova à justificativa, tal delírio demanda qualidade em delito no eventual argumento. Relatividade no delírio compromete razões, em que realidade determina prova em recurso, como qualquer delírio possui seus insensatos intermitentes inerentes, por inconseqüência fica absoluta razões delirantes nos delitos de qualidades psicóticas, para qual transcendência tem relatividade à memória de sentido étnico, sem ética favorável, em profundidade individuo transcendendo objetivo, pelo circuito na razão ignorada pela realidade estende conflito, ate que subjetividades incluídas ao argumento focalizem o fato na necessidade em confrontar, eloqüência à parte definida como realidade. Possibilidades nas reações como conflito buscam objetivos, praticamente oferecidos em necessidade possuindo razão, para perda do juízo ou mesmo compensar atenção de qualidade física sem defesa, quando na realidade trata se de um mal entendido, passando o tempo pelo contato exato, qualquer bloqueio provocante aos surtos, pelas reações entre energias aprofundam na variável fora de tolerância capaz em estado de memória relativo à variação, na relatividade da matéria em eloqüência à energia envolvida no trato da quantidade, de realização étnica como objetivo do individuo no realismo pelo humanismo. O estado de inclusão à solidão reformula desejos aprofundados, nos circuitos enfatizados a circunstancia, no efeito de qualquer freqüência de energia encontrar fundamento, argumentando necessidade justificada, em tempo exato no instante de variável entender relatividade à variação tolerante, no raciocínio a converter intensidade de energia de pensamento, em intensidade de movimento necessário de razão étnica no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 01/09/2011.