sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade no individuo.

Relevâncias nas virtudes encontrando verdades. Certo de que serão pelo amanha, destinos facultam necessidades nos mais variados domínios, porém reivindicantes em anunciados, não percebem razões igualitárias, quanto ao modo específico, na visão competente qualquer argumento procurando como recurso, pela intensidade de energia dissolver ainda mais, intuitos necessários possuindo intensidade de energia relativa à dominação, em extrato mal percebido, porém sua percepção foge ao controle, do consentimento realizado no instante em que naturalmente o consumo de energia está relativo ao mesmo tempo de reação numa unidade relativa de tempo provocando reações inversas. Coexistindo parâmetros aos envolvimentos realizados, nos maus entendidos encontram pretextos naturais, devido ao êxito da relatividade em tempo para admitir, quando verdades assumem o pressuposto, além do sentimento abranger, ate dominar os realizáveis, nas variáveis de todas as intensidades de energia das reações nos distúrbios, além dos transtornos de tempo na personalidade múltipla, nos sentidos deslocados à profundidade encontrada transcende ao que se denomina freqüência da etnia destinada à miscigenação no conflito, em qualquer existência por coerência mal sucedida em conduzir blasfêmia. Márcio palafi. 07/10/2011.

Movimento das ondes em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Dialogando compreendendo fé na vida. A opinião cotidiano considera oportunidade, em realizar coerência entre uma unidade relativa de tempo e uma unidade relativa de valor, pois em parte desse sensato movimento a razão está determinante, para que qualquer descriminante possua evidencia em duas saídas, pela conexão de tempo o gasto nessa evidencia seria parte racional, onde negar o ócio compensaria o juízo, pela classificação da qualidade na quantidade de intensidade de energia envolvida à reação, num tempo que não é especificado sem movimento determinado pela razão da ação, quando harmonia compreende teoria, para a prática capacitar coerência entre instintos, que sempre estão em movimento constante no paraíso, lugar onde todos os animais se reproduzem, indiferente de que possuam raciocínio. Márcio palafi. 07/10/2011.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Relevantes proporcionais ao trauma da culpa. O conceito natural na ideologia, em qualquer cidadão determina sua razão, essa por na sua existência estar percorrendo espaços desconhecidos no seu próprio mundo, onde as pessoas trafegam pelas eloqüências nos dialetos compreendidas, com satisfação na razão processo de vida, pelas localidades no mundo aventureiro. Falsidades ideológicas estão pelas quais, finalidades destorcidas da realidade também não destinam se a qualquer tempo, assim as aptidões nessas são ou ficam depreciadas ao contato com verdades, no circuito em que o próprio tempo provoca em razão da vida provar, quando todos determinados pelo mesmo principio recorrem por situações variadas, no individuo que tem coletividade na cidadania, porque a terra possui além da natureza, quando é natural formar razões adjacentes nos mesmos conceitos, nas variáveis destinadas à sociedade no bem comum. Atividades nos contratempos desarticulam circuitos onde há resistividade, sem perspectiva visual como fluxo de saída, para a idéia se alinhar novamente pós- bloqueio, personalidades tornam se vinculadas por estados de participação social na formação da família, pois a formação está cercada pelos determinantes conteúdos, para que o alinhamento em tempo focalize finalidade do principio, em participar da razão, como necessidade social no objetivo do individuo, pela eloqüência destinada como circuito no dialeto ao entendimento em conexão de tempo na memória, quando há capacidades além da subjetividade no alinhamento ao tempo da história do cidadão em comum na realidade no seu envolvimento social. Portanto debater fatalidades pela subjetividade, no obscuro realizável destina o razoável misterioso, pela eloqüência manter buscas, quando nelas variação e variável perdem sentido, por sair da tolerância natural em qualquer cidadão, para que intensidades de energia sejam transtornos de personalidades, além dos bloqueios formados nos circuitos, ate garantir que circunstancia seja de mesma naturalidade objetiva do individuo social. Márcio palafi. 05/10/2011.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A parte do tempo que ainda não chegou.

Esperança de vida no paraíso. Durante o tempo em que habitamos Encontramos entre vários seres No paraíso Entre os humanos, quando esperam A passagem só de ida ao firmamento, Antes que isso aconteça Ouvimos e vemos todos os tipos Entre anjos do céu e demônios Que fazem do inferno seu lar Controlando a chama dos seus dias Quase todos levados pelas marés Tentando resfrias seus desejos Onde a vingança não para, Paranóicos fazem de tudo Para esquecer seus pecados Porém a justiça não os cobra Antes da desgraça na vida Traumatizar lhes de maneira cruel, Deve ser por isso que vivem tanto E são tão ricos Quando os que estimam Uma refeição, No terceiro mundo Vale ate trocar um prato de comida Por um voto, contrariando A constituição federal. Márcio palafi. 03/10/2011.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Liberdade em compreender expressão. Muito interessante que as águas do mar não se revoltem por netuno, nem os ventos do norte não movam moinho, isso porque a razão do poder que é graça de Deus encontraria ao poder da blasfêmia, em um tempo só tão somente só, enquanto isso as atividades do cotidiano são revoltosas aos números dos rótulos empregados pelos falsos, nas suas ideologias políticas politiqueiras, pois teriam a compensação de Colombo observar um mapa pajeia, para pronunciar a visão de um novo mundo, então é natal quando o inverno do norte causa o verão no sul. Enquanto há esperanças das águas de março, não chega à negociação dando sensação de mais poder ao poder, por isso a razão dos nossos dias entram em conflito, quando as intensidades de energia consumidas nas reações em tempos não específicos, as prioridades da tirania encontra opção nos inconseqüentes inconscientes, às insanidades dos paranóicos registram que os traumas são para muitos, mercados de lucratividade coerente às dimensões, onde errar não tem mais testemunho conclusivo, pela compreensão da pena à compaixão da justiça, pois o trauma criado pelo condômino cria fluxo de ser ou fazer com que os condôminos façam parte do mesmo período na eloqüência do mesmo tempo de reação natural no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 03/10/2011.

domingo, 2 de outubro de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.

Quem levou também comeu nikita. Em um tempo conheci um amigo Ele também estava pela esperança De que tivesse em alguma parte Do nosso hemisfério, sendo esse Do sul, possivelmente ele é do norte Sua razão compreendida, ao tempo Que estava específico, também Estava pela eloqüência, para ter Domínio à paz, envolver se à paz de Deus Do outro lado, o mesmo tempo também Não estava específico, pela razão ser dominar Se esse tempo encontrássemos a paz Então pressenti alguém nesse algo Que buscava no ar, a paz como nós Então era nikita, uma fixação Pela idéia de vencer, além do tempo Quando a escrevi, achar tal amigo Como ele encontrou nikita, para que alguém Cantasse e lhe desse calor, numa noite Fria de inverno, pela madrugada afora Ele a encontrou, e a levou Adeus nikita, depois de tanto anos Sei que você continua, lá naquele Lugar, onde não sei onde é, mas está lá. Sei que nunca vou encontra lá Porém se for possível, reencontrar O amigo dela, que também é de paz. Márcio palafi. 02/10/2011.

sábado, 1 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

Navegando pelos sete mares. Perto do mundo Não muito longe da vida A terra por este universo Navega pela rota orbita Habitando o sonho do homem Que orienta das estrelas Navegando por águas mares Ate os sete se orientarem Pela partida velejando Ate que ancore em algum porto. Acervo, fim de 1998. Marcio palafi. 01/10/2011. Deus deu poder ao ser humano, a razão da loucura é o poder. Márcio palafi. 01/10/2011. Desinências nas manutenções descompensadas. Nosso mundo é criativo na atividade, quando das intensidades de energia podemos afirmar, processo de vida não é processo de morte, ainda mais que a loucura venha fazer parte nisso, nas paranóias vacilantes dos incrédulos, heresias dos mortais não são compreendidas pelos insanos, quando participam apoteoses dos bloqueios, pelo fim da correção mística, embrenham mais ainda nos abismos do ocultismo, como pretexto às incógnitas não fazem ligações, quanto mais participam às insanidades, mesmo quando declarações dos hereges contemplam as insatisfações provocando choro dos imortais. Márcio palafi. 01/10/2011.