quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

As compensações especificadas além em qualquer tempo perecem capazes para ser compreendidas, porque a distância da realidade, entre o pensamento e a sociedade, transmite como foco a verdade que não vai maquiar se pelo fosso profundo não encontrado por Narciso, no mundo em que as coisas são transmitidas, mesmo se alguém por razões dessa profundidade, como relatividade entre genes à superfície viver um tempo individual, quando for para encontrar ainda quando radical.
A margem do que possa parecer, o mesmo tempo se adianta para que a visão em outro permanecer, por fixação a caminhos do labirinto entre a ilusão e a devoção, podendo assim a obrigação passar por estágios ordinários, quando o dever dessas intensidades de energias, sofrem reação no principio como no radical, ate ao ego social de etnias variadas, colocando toda sociedade em níveis, para observar sub níveis, porque o desnível tem proporções indefinidas, não se especifica tempos de realidades quaisquer, em tempos também não específicos.
Colocando em razão da realidade dos sonhos, não realizados pelos intolerantes rejeitos, camuflados nas mais profundas particularidades por assim ser quanto se faz, as intensidades entram pelas reações, e os tempos são de realismo para a capacidade no humanismo, em compensar ate mesmo além do juízo na forma de memória pacifica, de quem alcança a paz por mérito real, dessa realidade quando não vem do sonho de realizações mal sucedidas, das realidades não especificadas em outros tempos.
05/01/2011. Márcio palafi.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Seria interesse da sociedade o individuo rejeitar?

As opiniões nas críticas durante toda a vida, expressa através da realidade, relatividades ate virtuais se as intensidades de energia entram em reação, numa fração objetiva de tempo, quando há disposição para a compreensão da compensação existente, pela memória em qualquer exercício de fixação de tempo que não é especifico, pois permanece especifica quando a razão no fato está para a objetividade da justiça em qualquer tempo.
Há atividades do tempo tão longínquo intensifica reações, para circuitos das vezes tão raros, quando relaciona valores étnicos a serem compensados nas razões existentes para também as emergentes relacionarem além da vida, afim na verdade quando sustenta a emoção em que a qualidade da ação resultou em reações nos efeitos traumáticos, além do trauma proporcionar a culpa.
A justificativa encontrada é ou seria participar o tempo no cambio, de produção equivalente ao consumo de toda a energia reduzida pela reação, onde o interesse em parte, permanece pela melhoria da rejeição social, dos que não compreendem na circunstância, o poder é de efeito moral ao principio social étnico.
A liberdade do circuito não compreende a opressão, assim a rejeição é desigual por intensidades variadas delimitada na circunstância como total, a parte a margem do que possa parecer, o juízo é individual sem objetivo coletivo, pois busca a subjetividade, quando o interior não possui a condição do trauma para proporcionar culpa em qualquer tempo.

Márcio palafi. 03/01/2011.
Efeito de razões múltiplas, num convívio social.

Acontece em qualquer tempo a percepção a um efeito lógico da razão, para que se empregue a condição do trauma indo atenuar a proporção da culpa que é relativa, pois a mesma intensidade de energia emitida como forma de pensamento, é também a mesma que está relativa ao retorno em outro tempo, quando forma da reação uma visão semelhante a intensidade relativa, relacionada à finalidade ligando ao principio de uma outra razão também relativa de intensidades semelhantes em qualquer tempo.
Muitas barreiras são formadas para que a relatividade esteja mais intensa, quanto mais o pensamento é formado em tais intensidades de energia, nas sociedades diversificadas por efeitos étnicos já miscigenados em circuitos de alinhamentos afetivos.
Todos os princípios estão por finalidades, quando há mais, poderia ser porque em alguma parte da razão, cujas miscigenações teriam sido formadas por desvios após surgir bloqueios e as particularidades daí além, seriam aplicadas a terceiras intenções, emitidas pelos extratos formados nos interiores, selecionados como traumas relativos aos tempos, em que o pensamento reage ao retorno percebido em finalidades, quando ligam a qualquer principio além do bloqueio, afim em proporcionar a culpa para envolver outro efeito traumático dentro na sociedade, qual for a dimensão do tempo não especifico.
03/01/2011. Márcio palafi.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Todo produto tem razão na vazão de consumo, além do cambio.



A face de Helena no desejo alheio.


A capacidade envolvida pelo helenismo foi desprovida de maneira, que a razão dela suplantou a necessidade desenvolvida em desejos alheios aos dela formando assim uma desunião, formalizada por desvios de matérias transmitidas ao longo do tempo, sendo explorada ’’sua razão’’ por objetivos posicionados adiante como desvios.
Não tendo como exercer qualquer improbidade, ela talvez não tenha superado, em tempo, para transmitir sua verdadeira e própria face diante de outros povos.
Em todas as atividades o seu desempenho é, bem comum, em si, tratando de espaço romântico partindo de um interior mais profundo possível, isso a posicionou em garantia de sua existência, rapidamente percebida, participou a sua opinião da profundidade sem se alimentar da realidade da matéria.
A opinião própria não foi subtraída de sua ambigüidade, em qualquer tempo partindo de seu movimento em razão do seu espaço ser totalmente descontaminado, afim de um novo tempo, porem mais afável no entendimento conjugal do espaço familiar.
A proporção desse vazio no tempo, preveniu quanto ao espaço para noção de lugar na parte mais profunda de todo ser humano, relacionado dentro da sociedade, embora o tempo para se relacionar não seja especifico, pois existe a relatividade da circunstancia ao gene especifico, na linha genética ainda que a variável encontre na variação a quantidade de intensidade de energia relativa ao interior próprio, ainda que não haja condição traumática para a possibilidade de haver qualquer tipo de contaminação do ego ou âmago.
Caso a variação seja o galho na variável, tendo o tino recuperado para a sina compreensiva ao raciocínio ou humanismo na razão da realidade em um tempo não especifico tornando assim o realismo pelo humanismo.

09\06\2010. Márcio Palafi
M1380.205. 297.899.316-20.














A espera em uma ansiedade.

A ansiedade pode ser provocada por uma falta de informação, na qual alguma intensidade de energia, não foi proposital em relação ao tempo em que se percebeu, a imagem produzida pela reação entre a realidade da ilusão e a realidade firmada com prova de relatividade para que as intensidades formem uma estrutura paralela a um circuito sofrido por variações.
Não havendo uma profundidade maior que a especifica, há uma competitividade entre genes, fugiria ao controle da própria razão, não conseguindo um alinhamento, podendo ate mesmo a realidade da ilusão encontrar alguma reação variável, quando esta se encontra em uma possível contaminação, após acontecer tipos de condições traumáticas à própria realidade em circunstancia dessa razão por uma vez não ser observada como uma conversão dentro de um raciocínio equilibrado.
O exemplo é que a posição do efeito como sofrimento, em um curto prazo de tempo torna-se uma preocupação em achar novamente, a razão dessa reação, relativa ao tempo, em que se fez a imagem dominada além do principio de outra finalidade, conseguida através de uma variação de energia sendo esta uma fração de tempo indeterminado.
Sendo assim o objetivo encontrado através da subjetividade pelo individuo parece ser, ou ter uma assimilação de tempo real ao da procura de outra intensidade mais ou menos despercebida por variações de tempo, para a variável encontrar o circuito que levaria a uma circunstancia entre a realidade da ilusão e a realidade da procura pela relatividade em qualquer gene no alinhamento de um circuito semelhante ao da própria razão, ou seja mesmo uma ilusão de realidade em qualquer tempo relativo à circunstancia elevada a um tempo próprio.
Afinal o que se espera em tempo de acontecer qualquer fato, está pela finalidade no principio de qualquer reação relativa a um gene, onde a memória faz da circunstancia o final de uma espera, fora de um circuito relativo a uma reação semelhante inclusive ao tempo de reação.

23\06\2010. Márcio Paláfi.
M1380.205. 297.899.316-20..


No fundo a esperança dominou, a ansiedade.


Estive ansioso por esperar alguém que teria se atrasado ao encontro, para viajarmos juntos, pois o transporte não dependia de mim para fazer a sua razão, onde teria uma razão para encontrar alguém esperada.
23\06\2010. Márcio Paláfi. M1380.205. 297.899.316-20.


Os pensamentos no entanto, agora se reuniram

Um dia em pensamentos, embora reunidos, para no entanto
Uma predisposição, quando alcançar a bem da finalidade
Preparou com todos os substantivos, mais concretos ainda
Outra parte preparada, mas distante estaria a visão prática
Porque o tempo de sua razão, alcançara, um ponto partida
Para outra talvez, com mesma condição transmitir além do
Contentamento, a margem do que possa parecer, em outro
Tempo sua visão nessa, em outra partida, iria abrindo terra
O seu predicado fui o inicio no lugar como advérbio, notado
Alguém adiu, para outra reação, compensa, mas ate quando
Não partir para voar sob o espaço mais organizado, todos
Aqueles pensamentos foram divulgados por quem praticou
Movimentos de compensação, entre destroços fora do perto
Agora longe, quando os pensamentos se firmaram acontece
Talvez poderia esse mesmo tempo agora para que aquele
Conjunto de pensamentos, porque acontece no entanto adir.

24\06\2010. Márcio Paláfi
M1380.205. 297.899.313-20.



Quando o fator leva ao fato mais profundo.


A margem do que possa parecer, é uma expressão para ser ramificada como uma conseqüência, de razão uniforme porém de visão divergente ao centro de reação, para que o fato central tenha uma colocação social mais diversificada em relação a critica.
Todo crítico qualquer, passa se por não omitir o seu conhecimento com respeito a que se refere, a margem do que possa parecer.
Contudo toda razão é tolerante ate a reação não atingir qualquer aspecto fora da questão em andamento, encontrando assim uma variável relativa a variação de uma finalidade ligando algum principio de razão.
Compreendendo a uniformidade em tal finalidade, fazendo do principio uma opinião, totalmente abrangente, o que foi divergente torna se convergente para o arbítrio conseguir definir se a característica mais aprofundada do fato quanto for o conhecimento mais aprofundado da crítica.

24\06\2010. Márcio Paláfi.
M1380.205. 297.899.205-20






Não se perde recurso no cambio, empregando no tempo certo.


Pessoas de um mundo distante daqui, chegaram a armazenar tudo, quanto viram, acontecendo uma grande demanda por todo o principio recomeço, para outrora se desfazerem assim tão rapidamente, quando todos os tremores conduziram de maneira que, colocando o propósito mais moderno do tributo, quando esse não domina a todo o que se desfaz em uma só paralela mais para uma tangência do modelo favorável a qualquer negocio, tendo em vista um estímulo na esperança de retornos não tão congruentes, pois o exercício exige uma variável mais eficaz, quanto a satisfação não ter fim, por mais que a opinião seja de oposição explicita, faz parte de um bloco, para a vista alcançar um longo prazo onde o detalhe bruto faz mais do que se espera, de um novo estímulo na realidade em qualquer tempo.
Isto pode representar mais implemento, capaz de denotar além do espaço uma figura estável sem ação intempestiva da reação em um individuo que possui uma visão total, mesmo variando existe o seu interior, onde lhe cabe o instrumento de busca para encontrar, a partir do implemento quando tem nele frações intercaladas, e essas se adéquam a uma outra reação fazendo sucessivas, onde encontram um novo estimulo com razão em um novo retorno favorável ao contentamento, da ação sendo sempre para uma reação no processo onde o tempo não para jamais.
Quanto de implemento consome uma atividade para você obter, ganhos empregados em um novo circuito de cambio para a reação ser a circunstância que o levará a uma visão com privilégios sejam eles de competência a ser declarada como combustível, para um implemento de proveito da própria razão de vida fazer o cotidiano eficaz a seu ego, âmago ou pode chegar ate ao radical, e a reação não sucumbir fazendo do amor, um combustível de sobrevivência da espécie humana, sendo o tempo o implemento envolvido pelo cambio assim gerando o recurso para o argumento possuir uma sustentabilidade que novamente o emprego do recurso para o implemento gerar outro cambio na reação natural do cotidiano em que sempre o recurso maior seja ter uma vida mais proveitosa para bem, mais longa para mais viver.
É muito bom lembrar que tendo um recurso, não fica perdido o tempo sendo o argumento, localizado pelo cambio que é uma ação retorno empregado em forma de um novo recurso para uma sustentabilidade cambial, enquanto que o capital fornece as condições das atividades para as ações e reações cotidianas, possibilitarem o emprego do recurso que o próprio tempo de cambio.

26\06\2010. Márcio Paláfi. M1380.205. 297.899.316-20.





O interior por mais que varie, não se modifica nunca.



Quanto tempo é necessário para que um estímulo obtenha através de seu reduto, a um retorno competente ao instante quando se deflagra uma imagem, e esta noção de intensidade passa por uma convecção relativa ao tempo de abertura na ação de ordem, para abreviar a decisão de um movimento.
Agora toda intensidade de energia está voltada para um foco, no qual a parte mais profunda do pensamento absorve, sem presença observada de nenhum trauma, especifico a qualquer ego sendo, ou indo ate ao âmago e assim consumir de certa maneira uma amargura intempestiva, pois se trata de uma conclusão de maneira radical, podendo levar muito mais tempo para compreender uma nova parte do sentido, por isso não faz sentido a razão de uma intensidade, onde coube uma variação muito maior que a verificada.
Na verdade a reação poderia não ter sido própria de quem se deu ao estimulo, assim há um fato para à conclusão, que é a origem de um velho principio, quando estava indeferido por falta de tempo mais necessário, para uma proporção maior de ambas as partes, na definição em outra finalidade, pois o que se dizia, em tempo, estaria por mais a variar sem finalidade de principio natural a razão do próprio.
Sendo assim uma reação natural, estaria também com parte para qualquer variável, de intensidade relativa ao retorno para que a finalidade de um principio seja ligado a variação onde se deu ao estímulo, para a intensidade da variação quanto mais variar não seja por uma capacidade de busca, porém por uma relatividade entre estímulo e retorno de energia quando o radical estabelece uma razão na realidade de todo ser humano, naturalmente próprio do principio para uma finalidade, em tempo adequar ao ego e a sociedade permitir tal naturalidade como um meio passivo, esta posição desenvolve entre si, se o mesmo estímulo compreender a intensidade variável de busca encontrando um tempo próprio do interior em comum, pois o interior incomum estaria sujeito a naturalidade não variável de qualquer tempo em uma realidade não específica.
Portando o sentido da realização direta da intensidade, existe de acordo com o que consiste em linha, podendo ate mesmo atingir um retorno de busca à, que esteja dentro da finalidade natural do principio na razão do próprio interior não existindo trauma qual cause qualquer conflito.

28\06\2010. Márcio Paláfi. M1380.205. 297.899.316-20.
Ligações entre perspectivas.


Todas as instituições estavam repartidas, por entre as ações dos compromissos de determinados princípios, onde a razão dispõe nos desejos as melhores das perspectivas, incluindo seguimentos e a contingência entre os papeis mais definidos poderiam afirmar em um espaço, para que o tempo esteja ou não especifico nos estados fisiológicos de nações.
Discutir toda essa envolvente composição, alem de capaz, estaria reconhecendo o humanismo como melhor interjeição da realidade para envolver em um circuito chegando a uma das circunstancias indefinidas além do tempo, para reconstruir qualquer envolvimento étnico nas reações politizadas afim de que a sociedade defina através, pois, em qualquer tempo a forma mais ideal civilizada, como intuito não seria a bem do instinto, iria descentralizar o poder maior sem estrutura de sustentabilidade mais justa, fazendo de outro circuito traumático a contaminação pela proporção de culpa em outro estado de descriminação de tempos em tempos.
A presença de outra geração em forma de entendimento, não seria por outra ocasião, assumida para que o próprio tempo obtenha uma propriedade de arte, em qualquer das etnias, além da definição por idéias politizadas como o bem em comum a toda reação mais civilizada, seja como finalidade o principio de vida.
E os espaços todos os dias teriam para encontrar qualquer objetivo, um alinhamento de genes caracterizado por toda falta de tolerância, outra circunstancia na miscigenação das espécies dos seres humanos em vida plena ou seja, não possuído de valores por traumas não específicos pela busca na profundidade mais subjetiva, sendo todas as ações ate reações definitivas ou não enquanto outra geração não deflagrar outra unidade relativa de tempo.

08\09\2010. Márcio paláfi.
M1380.205 297.899.316-20.



















Procura por quê? Outro olhar existe.

Um dia todo, pois quando amanheceu, os olhos do tempo
Por qualquer efeito, sinal de alegria no ar, possuía parte
Em condição para aprimorar outra significativa, em vão
Porque o por quê? Também estavam apreensivos quanto
Ao que partiria com o romper da historia, bem ali ao vento
Não poderia mais atender todos os seus, por isso relevou
Todos os dias, para a forma mais contracta, não mais voou
Nunca mais voou para longe, o seu pensamento, o domina
Porque mais não atendia ao próprio instinto sendo a razão
Do que lhe prometera, assim que partiu dali por perto saber
Em tão pouco, já era um novo, nos olhos de quem viu bem
Não assim estando tonto, não embriagou o dominado afim
Para não permanecer além de seu próprio tempo em comum.
11\09\2010. Márcio palafi.
M1380.205. 297.899.316-20.






Enquanto esperava,participava.

Quando encontra algum, em algum
Menos que, quando fora da orbital
Merecendo ir para casa posterior,
No qual fica toda parte merecida, por
Qualquer informalidade com atrativo
Menos, mesmo totalmente aparente,
Distanciado além do cômodo, habito,
Esta parte aderida à consciência, foi
Menos que, em alguém fosse algum.

Márcio palafi. 11\09\2010.
M1380.205. 297.899.316-20.













As informalidades dos dialetos entre etnias.


O conteúdo de um texto, levando em conta a parte por onde se analisa um movimento, pode ser reconhecida para tal relatividade ao tempo que se compensa a utilidade para qualquer movimento direcionado, no caso de ser uma reação em cadeia, onde isso se funde, o equilíbrio não possui muito o que acontece anteriormente, para ser o estado encontrado quando relativo a intensidade de energia posterior a visão através do movimento semelhante.
No caso a memória pode servir de ligação, sendo tempo porém não fica especifico o estado como o centro de qualquer reação ao movimento que teve principio em qualquer das partes do exercício constante, para não acontecer deslize recorre se a semelhança da circunstancia criada pelo circuito em uma adesão coerente a finalidade da razão na deflagração de qualquer ação semelhante, para que no caso, não se sabe outra razão ate se envolver por outra relatividade em tempo de se relacionar no âmbito social.
Precisa se de em todo tempo, energias em reação constante à realização de movimentos variados, e assim o risco de antepor a uma subjetividade não é descartado na solução, então prevalece a competência em tais reações,para que todo movimento seja semelhante em tempo de possuir tal imagem de pensamento livre de ocasião no âmbito arbítrio.
Afim de que cada intensidade revele além desse arbítrio, uma imagem de dimensão semelhante ao pensamento próprio, ficaria restrito o desejo envolvido ao bem em que a sociedade encontraria na razão de vida plena, porém todos os espaços estão permitidos a não restrição nas reações mais adequadas em tempo de confluência gramatical, e o que se nota é que todas as etnias passam a elaborar os seus tempos, para nominar as ações notadas nos advérbios, onde o tempo justificaria a razão no propósito em comum entre todos os povos, por uma significativa relatividade entre ação e reação, incluindo o desejo além de semelhante, não estando ele em seu próprio tempo de adequação razoável, como principio de finalidade, ate embora lembrado em movimento variável.
Assim todos os valores étnicos se relacionam a bem de que permitam em um âmbito social, e em qualquer tempo sejam envolvidos em seus adjuntos, sendo coloquial a formal mantendo um dialeto compreensivo expressando se também como intensidade de energia em imagem de pensamento, para se permitir e ser permitido com liberdade de expressão não admitindo a opressão social, pois a imagem em que se envolve tal expressão, não permite que se oprima com liberdade expressa em todo movimento de visão real, pelo principio em que a sociedade não ludibrie a outra etnia, pois o que é reação para uma pode ser ação para outra ate que haja uma intensidade maior entre imagem da realidade e imagem de pensamento pelos tempos não específicos a nenhum ato consumado como feito real.

18/09/2010. Márcio palafi.
M1380.205. 297.899.316-20.






Século XXI, a possibilidade de uma teoria.


Todas as pessoas quando escrevem, denominam um tempo para a averiguação de quaisquer, significando quanto à opinião, sendo uma visão clara mais descente e explicita possível, além da idéia descrita adotar expressões de conteúdo afim em alcançar subjetividades relativas às relações de interesse dentro do movimento educacional, para que o tema tenha razão no conteúdo, é necessário que a intensidade de energia na realidade, seja equivalente ao tempo em que esta reação pôde ser uma ação deflagrada, de mesmo interesse variável em tempo de ser admitida, tal intensidade sendo reação para que o tempo de duração à ilusão conclua em pensamento a realidade.
Quando não acontece um circuito, para ser fechado ao principio de toda razão mais evidente a finalidade de vida em comum, mesmo se envolvendo por métodos, para intensidades de síndromes, estende se a uma reação central que busca a bem, variações em galhos ainda destorcidos relacionados a etnias sociais, também podemos achar através da religião a união entre todos os seres vivos na visão do realismo pelo humanismo.
A dissertação de fatos não dispõe de idéias conotativas, porém a razão de qualquer pesquisa, está para a finalidade do principio ser a busca em que o humanismo trás em razão obvia mais lógica ainda do raciocínio ter variações para focar etnias entre os povos do mundo, assim o conceito de civismo recorre a moral de qualquer individuo que integre o seu meio social para a justiça compreender a igualdade de direito ate certo de chegar a uma compensação, na qualidade de juízo final.
Antecedendo o envolvido “Eu” sendo toda razão de interação, o cotidiano pode ser compartilhado dentro, para influir prova mais justa em todas as camadas sociais, pois justificam por intensidades de energias variadas, em variações já para cada etnia denotar a relatividade, não encontrando rejeição por uma maior reação ou uma suposta menor reação no interesse de sociedades divergentes à finalidade de principio de vida em cada cidadão.
Portanto no entretanto aplica-se por uma teoria, afim de que no entanto esta visão de reação do humanismo seja a meta final na realidade do ser humano compensar o seu juízo no final da vida, podendo assim, ate mesmo lhe permitir o ócio consciente à razão própria de cada um integrante em qualquer etnia social, admitindo o realismo pelo humanismo
Márcio paláfi. 19/09/2010.
M1380.205 297.899.316-20.









Velho e velas abertas, viajam tanto, tanto.

Quantas viagens em poucas velas, a ventania
Levaria além da calmaria, para fomentar, nau
Em exercício moderado contemporâneo velho
E elevou ao alto todo estado esperando ,veio
Partir para a vida ganhar nova razão de viver
Quando ouviu o ressonar, novamente o vento
Veio soprar a vela velha e o velho incidente
Não nomeou o instante marcado, para a forma
Velha vela aberta ao vento, que soprava forte
Ate alcançar a terra, no tempo do tempo ate
Pois, daí então melhor que outro, porque não
Veio novamente o velho quando ficou no mar.

Márcio palafi. 19/09/2010.
M1380.205 297.899.316-20.








Vícios da vida


Realmente a vida nos cabe, mesmo nos versos onde lacunas emergem do absurdo da incompreensão, fazendo parte de um plano, pleno ate se entender o conteúdo da expressão, em seu tempo tão distante, quais realidades por mais intempestivas e insanas, já apodrecidas mas, descontentes dos seus próprios destinos, simplesmente em vão, viciam da matéria pelo desejo enquanto for a dimensão proposital, assim a ânsia da busca faz mais descontentes da própria realidade em exercício, ao tempo em comum não especifico a uma realidade qualquer, assumimos os desencontros, além desse tempo, com força e fé em administrar nossas vidas por quanto for o tempo moral, pela lucidez do ego ativo estruturado com o realismo pelo humanismo.

Márcio palafi. M1380.205.
06/04/2002. Digitado 20/09/2010.
297.899.316-20.










Envolvendo uma teoria.



A quantidade de tempo envolvido pela qualidade na vida de cada cidadão, integra a razão com efeito relativo na composição conteúdo, para que opiniões cotidianas façam valer através da visão mais explicita, para entendimento no fato consumado, sendo a pratica diário, exercer sem se envolver por duvidas à finalidade clara da expressão do movimento na vida do cidadão sociável.
A partir da novidade em toda ação, onde e em que tempo pode ser deflagrada como reação? Dando vazão a um novo ciclo além desse dado movimento entendido a bem de toda racionalidade. Nesse tempo, partindo dessa composição, novamente o conteúdo iria ser visualizado além de compreendido, pelo contingente justificando ela a razão em um tempo, para conseguir um interior mais afável ou ate mesmo menos discriminatório a uma sociedade, quando margeia talvez o centro de um entendimento mais exato da composição visualizada pelo conteúdo no fato em tempo.
Entendendo a qualidade, “a margem do que possa parecer” a quantidade de fatos estão cada, para talvez realizar com formato definido a integridade física e mental da sociedade ou todo cidadão responsável por suas afinidades civilizadas, mas é necessário participar qual definição de entendimento admite o tempo pelo fator em que o fato se consumou para reação diversificada pelas etnias ainda qualificadas pelo tempo na deflagração, quando o movimento é constante pois não para nunca.
Agora depois de emissões de dados específicos a inclusão de qualquer tempo em qualquer razão, a tolerância é de dimensões humanizadas dentro da civilização socializada aos princípios nas finalidades de todas as etnias compreendidas, podendo ser descrito que “as finalidades justificam”? Porém para qualidade entretanto radicalizar a razão em todo principio, para toda e tantas etnias forem adequadas ao conteúdo, compreendido pela razão de uma ou de todas elas, reunidas em um meio social e ainda mais politizado como republica, podendo assim ser uma visão de planeta terra o cotidiano do ser humano.
A extensão na intenção envolvida nesse conteúdo é composta pelos apanhados nas situações, todas elas ao longo em vários cotidianos realizados pelos compromissos, porque todos eles estão resolvidos, como forma mais explicita de comunicação ao meio, para onde é levado o movimento de expressionismo mais compreensivo na visão do cidadão social, em qualquer das composições étnicas ainda mais humanas, pelo que informa “a margem do que possa parecer” entende se por esse fator ser forma mais expressa para admitir ou não a quantidade na qualidade no compromisso de cada cidadão podendo integrar o “realismo pelo humanismo”.

. Márcio palafi. 20/09/2010.
M1380.205 297.899.316-20.



Além do caminho, entre uma pedra e outra brotou uma flor, primavera.




Os contatos para um mundo, em poucos estímulos tiveram a capacidade, permitindo uma vastidão passiva e objetiva ao pensamento encontrado. Além desse pensamento ir, da forma afim em uma possível atividade advinda como um vento soprar, refrescando de maneira que a visão em um outro algarismo não tão exato porém ate tangente, obteve outra estimada espera numa sala fosca de muita luz em seu ambiente, em tempo as arestas friccionaram ate uma convecção formada entre um ir e outro vir, observando tudo em toda ocasião, não foi em vão a razão de um desnível praticado ate alcançar uma profundidade por uma progressão, para ao firmamento observar a gratidão, e a visão era de que entre as pedras, através de uma pequena fenda brotara uma linda flor, nesse fato, onde a visão não se acomodou mais, pois estava tal tão em flor, para dali observar em outro, quando ao fundo o firmamento, não tinha mais nem espinhos, em tempo de ser observada, através da fenda colhia da terra alimento respirando do anil, correntes de ar que trafegavam por entre as montanhas.
O fato de uma flor brotar entre pedras de um caminho, fez com que a razão do semelhante estivesse por outra semelhança, talvez muito distante do pensamento, sob forma de ilusão em uma flor, ali sozinha crescendo entre as pedras do caminho, felizmente uma pequena gota de orvalho fez em sua noite de poucos verões, mesmo sendo orvalho refrescou assim, uma sua solidão, porque pouco tempo depois veio a chuva molhar um pranto, lavando a lágrima, quando amanhecia e o orvalho se desfez com o calor, às predas do caminho, ate surgir outro inverno pela sua inteira capacidade para ouvir, do vento no outono ate a mais profunda esperança, em um novo estado de primavera, florir entre as pedra do caminho, pois ouvia da profundidade pelas raízes somente a semente, na verdade o seu caule não era tão frágil a ponto de se curvar com o peso de novas sementes, pois uma flor observada, além de um firmamento, poderia ser semelhante a realidade da sua vida.
Márcio palafi. 20/09/2010.
M1380.205. 297.899.316-20.















A justiça veio compreender a pena para a compensação do juízo.



Os conceitos étnicos etimológicos tratam de seus radicais, aplicados a bem de seus compromissos, cada qual envolvendo dialetos visivelmente pragmáticos, transcorrendo todos, razão fluente para que o entendimento seja próprio de quem pratica ao fato com intuito, influencias emitindo intensidades de energias relacionadas, todas a uma circunstância desenvolvida, por um circuito apenas envolvente.
Também não é intencional a prática do mal, ate que se prove contrário, isso é, não está bem definida a intenção do próprio, a não ser que ele seja vítima de uma contaminação ao meio social, adquirida com o exercício indevido de uma intensidade de relatividade em ação, para sua proporção ser, reação fora da tolerância na sociedade, daí por adiante à parte, pode se irradiar partindo dessa reação novas ações ativas além de subjetivas
Para o âmbito ser complexo esse finito grau, onde a visão do humanismo reflete a razão mais justa, pela participação em cada âmbito social, quando a maneira de agir em cada uma delas, fricciona o arbítrio para cada qual antepor sua defesa ante uma possível contaminação.
Partindo daí, a propriedade contaminada “traumatizada” pode ser visionada pelo efeito mais justo ao meio, assim elabora apartes sociais, quando ações solucionam deveres entre leis oportunizadas nos artigos constitucionais, onde o estado tem a finalidade no principio de ordem especifica ao fato consumado tendo abrangência qualificada no efeito irradiado.
Em tempo a ação percebida à condição do trauma acolhido, em condições variadas do efeito como contaminação afetiva do meio, justificaria por intermédio da razão, quando não ainda contaminada, intervir para que seja compreendida a pena quando essa ação é resgatada pela sociedade, de forma que é justo do humanismo fazer o resgate do individuo, usado “de certa maneira” a traumatizar o meio, pelo efeito de qualidade do fato em condições da realidade em tal sociedade, porque ele não estaria em seu próprio estado de razão étnica, podendo ter reagido em síndrome a rejeição ao estado que nesse tempo não o constitui.
Portanto no entanto a justiça não veio condenar nem se vingar pelo dano causada na qualidade do trauma à sociedade, o justo que é Jesus, veio compreender através de sua paixão a pena do justo pagar pelo pecador, sem chance de defesa no seu estado deslocado, usado em qualquer meio, onde o individuo rejeita certa ação, reagindo, ou é rejeitado pela sua ação de relatividade ao meio em que vive, podendo ele contemplar a sua compensação para o juízo chegar, em tempo de que esse trauma esteja menor, sendo ele capaz de superar tal reação, ao final à compensação, e ser livre no meio não rejeitando a qualquer trauma, afim que também a proporção da culpa seja menor e não lhe “em primeiro plano” não tenha em si reação de rejeição social, através do realismo pelo humanismo.

Márcio palafi. 27/09/2010.
M1380.205. 297.899.316-20.




Há tolerância entre reações étnicas, pela consistência mesmo variável.


o acaso por um interesse, obstrui o relacionamento da parte no instante, felizmente, o conceito já deveria ser participativo mesmo se a própria integridade variasse, estaria dentro em uma tolerância da variação, por um acaso, infelizmente, impróprio pois, o resultado das intensidades de energias estariam conflitantes, estando elas deslocadas em razão do tempo próprio em contraste do gene, para relacionar interagindo participando de outra realidade, não por uma nodoa em outro carma relativo ao trauma, porque estaria a bem de sua sensitividade a conferindo por uma relatividade complexa em genes de em memória, possivelmente existe a forma binária dentro de uma trinaria não percebida tal reação por precaução na idéia evolutiva da questão em dia.
Para valer o desfecho de proporções variáveis, implica-se pelo fato de qualquer trauma, ser analisado da forma em que o estado, encontra pelo exercício a ação no fato principal, sendo o centro de uma reação focalizando outra ou mais correlativas a fundamentos ignorados, nessa tal, ou em outras etnias mesmo adjacentes, estariam todas dimensionadas pela razão do ser humano existir, e participar do meio sem se preocupar, com centralizações de poderes, estando ele também referido no meio mais abundante de energias em reações, precavidas no interesse da comunidade em sociedade apta a neutralizar carmas em uma relatividade em traumas para o reconduzir ao caso dentro de uma tolerância compatível ao meio da etnia em opiniões diversificadas.
Afinal o que está divergente, de certa maneira encontra para a razão do tempo, consistência, observada durante períodos relacionados aos princípios básicos, para que o objetivo do individuo na sociedade esteja uniforme, dentro de tolerância na variação entre energias em movimento constante, à razão social porque toda etnia está formada de uma consistência moral, na civilização humana e nessa observação entre a relatividade entre energias, são ações para reações, o que é divergente é convergido convertido e divergente novamente.

Márcio palafi. 28/09/2010.
M1380.205. 297.899.316-20.


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Lembranças a todos através de Elis Regina.

Um dia a lembrança iria fazer a prática no desejo
Dos quantos partiram e não foi em vão, ouvindo
Por efeitos mais justos, pois quem diria estariam
Todos eles consolidando a razão, de forma mais
Compreensiva em tempo, para afirmar os tais
Sinais, quando se estacionava a participação
Própria da caminhada ao profundo ermo
Das destemidas glórias, na busca democrática
Lembrando tempos, onde os graves pelos mais
Dos agudos levados aos ouvidos, entendimento
Por tempos não específicos, as vozes nos gritos
Ecoaram pelos envolvidos nessa guerra fria
Comunicando que os jovens de um tempo
Seria a razão de ser em outro compreendido
E o grito de uma guerreira, se fez dizendo
O sinal está fechado pra nos
Que somos jovens
E no quanto, apesar de termos feito tudo que
Fizemos, ainda somos e vivemos
Como nossos pais
Lembrar da grande guerreira Elis Regina
É grande alegria, satisfação
Para continuar a caminhada pela democracia.
02/01/2011. Márcio palafi.

sábado, 1 de janeiro de 2011

A razão de Deus é justa.

A tempos as afinidades participavam o terceiro mundo, relativo ao mundo antigo com ênfase ao primeiro mundo, acontecendo afim miscigenações entre as etnias no paraíso quanto envolve a terra, compreendida na cavidade de uma limitação reprodutiva, por mais os enlouquecidos rejeitavam a espécie humana, não reconhecendo a irmandade continuamente, praticada pelos ignóbeis de lados opostos do planeta à percepção das energias quando entravam em reações diversas.
Alinhando a positividade sensitiva da razão humana, o pensamento em intensidade de energia encontraria no tempo, além do alinhamento dos planetas a evidência dos circuitos mitológicos? Ou povos étnicos só compreendem o que está pela sua relatividade contemporânea, se o modernismo aplicar a existência somente em um ritmo, para competir a mais nenhum sequer dentro de qualquer expressão ética, para encontrar uma variedade de condições traumáticas, tornando a proporção da culpa relativa a qualidade, quando o fato era o que se deflagrava entre um nível social a outro.
Expressar um dilema ético quase sempre faz com que tendências ordinárias possuam a continuação de partes, para quando a finalidade do sistema encontre a relatividade material, assim cristo veio para converter a ira do pai, pois era desconhecido ate então que o justo tivesse a sua razão diante do império, ou o fascínio do monarca, atinado pela parte da riqueza ser o poder supremo.
Quando Deus ordenou ao velho, que levasse o filho dele primogênito ate à montanha e o sacrificasse, o que teria Deus o conceito da usura em relação à justiça? Estaria ele afirmando que o justo pagaria pelo pecador? Assim sendo creio que Cristo além de converter a ira do pai, não veio praticar nenhuma vingança então ele não pratica a tirania, Deus embora queira a prática da justiça não iria usar a incapacidade do alheio em relação a sua razão mais justa.
01/01/2011. Márcio palafi.