quarta-feira, 3 de novembro de 2010

   A razão da colheita na entre safra, feita no realismo pelo humanismo.
        A humanidade procura através dos tempos, a prática nas razões quando contemplada à interação de tantas formas de humanismo, quanto for a formação do objeto de participação social, por ser ele, que se diz capaz de  entender, afinal partindo em qualquer tempo a miscigenações quando estaríamos divididos na copa em um mesmo tronco, além de raízes, que sugam o sugo da terra, tal seiva quanto relatividade; qual dos galhos teríamos com essa tal, para fazer da flor um fruto de semente original, para que, cada fragmento seja levado pelos ventos ou brisas ate uma característica ser semelhante, a um principio de tempo com finalidade de vidas em tais miscigenadas flores?
        A arvore onde o ser humano dispõe da busca, para encontrar no mais profundo do seu qualquer tempo, faz do pensamento intensidades de energia capaz de captar a relatividade no interesse social, produzido no galho de toda arvore alimentada pelo solo, e toda semente semeada em outro tempo que não seja o agora, quando se brota, poderia trazer outro fragmento.
        Em se tratando de captar, o que seria também catar do vento uma sociedade para uma vegetação, trazendo ou fazendo em tempo, uma condição de vida mais progressiva, pois mesmo assim tal fragmento miscigenado em outro tempo que não seja agora quando se brota, corre o risco da reação fora de época não realizar entendimentos, em que esse sugo estaria, também fazendo parte em outro solo, para que a semente em tal fragmento faça de um arbusto uma vegetação semelhante fora de tempo, por solos diferenciados causando adiantados ou atrasados, relativos aos solos comunitários, em que a disposição nos terceiros iriam fazer parte das colheitas fora de época, ou fossem fora da safra.
        Podendo ser chamada de entre safra, como vamos relacionar o tempo com a polinização feita pelo vento sem direção, como se fosse gerações de participação social das etnias miscigenadas, relativas ao fato da terra possuir oceano de ondas, nas praias dos limites da própria evidência do pensamento, levar a evidência da vida, numa razão fora da safra, porém mais profunda a margem do que possa parecer.
                                                                  03/11/2010. Márcio palafi.    
   A razão da colheita na entre safra, feita no realismo pelo humanismo.
        A humanidade procura através dos tempos, a prática nas razões quando contemplada à interação de tantas formas de humanismo, quanto for a formação do objeto de participação social, por ser ele, que se diz capaz de  entender, afinal partindo em qualquer tempo a miscigenações quando estaríamos divididos na copa em um mesmo tronco, além de raízes, que sugam o sugo da terra, tal seiva quanto relatividade; qual dos galhos teríamos com essa tal, para fazer da flor um fruto de semente original, para que, cada fragmento seja levado pelos ventos ou brisas ate uma característica ser semelhante, a um principio de tempo com finalidade de vidas em tais miscigenadas flores?
        A arvore onde o ser humano dispõe da busca, para encontrar no mais profundo do seu qualquer tempo, faz do pensamento intensidades de energia capaz de captar a relatividade no interesse social, produzido no galho de toda arvore alimentada pelo solo, e toda semente semeada em outro tempo que não seja o agora, quando se brota, poderia trazer outro fragmento.
        Em se tratando de captar, o que seria também catar do vento uma sociedade para uma vegetação, trazendo ou fazendo em tempo, uma condição de vida mais progressiva, pois mesmo assim tal fragmento miscigenado em outro tempo que não seja agora quando se brota, corre o risco da reação fora de época não realizar entendimentos, em que esse sugo estaria, também fazendo parte em outro solo, para que a semente em tal fragmento faça de um arbusto uma vegetação semelhante fora de tempo, por solos diferenciados causando adiantados ou atrasados, relativos aos solos comunitários, em que a disposição nos terceiros iriam fazer parte das colheitas fora de época, ou fossem fora da safra.
        Podendo ser chamada de entre safra, como vamos relacionar o tempo com a polinização feita pelo vento sem direção, como se fosse gerações de participação social das etnias miscigenadas, relativas ao fato da terra possuir oceano de ondas, nas praias dos limites da própria evidência do pensamento, levar a evidência da vida, numa razão fora da safra, porém mais profunda a margem do que possa parecer.
                                                                  03/11/2010. Márcio palafi.    

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