sábado, 20 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Intensidades de realidade afetiva. Várias dimensões afetivas colaboram eminentemente, como fluxos de energias, para diversidade de intensidades da relatividade, nesse tempo propriedades relativas combina à memória, tal fluxo em que espaço substrato relaciona imaginário, atividade natural do ser humano em discutir opiniões tão diversas, quanto à capacidade de busca estabelece metas ate alcançar perspectivas de fixação ao juízo. Componentes da analogia humana estão relativos ao juízo, para o tempo de vida possuir no indivíduo objetivo da relatividade, onde através de dimensões, subjetiva a distancia entre duas margens, por elas (as margens) o que pode parecer pelas aparências, o engano também se torna relativo a tais intensidades, porque a memória mesmo estando em outra parte, na razão subjetiva como convecção, no segmento a opinião poderia ser em optar pelo instinto mais que obvio, por isso é tão dimensionado o circuito do ser humano usar lógica, no conceito ideológico de razão como segmento já convertido, enquanto outro seria necessário em tempo que não é especifico raciocinar, pois entre diversas intensidades de energias relativas, se encontra mais evidente a da memória por outro estado, onde a relação para a realidade não é tão relativa à memória, por se encontrar em outro tempo também não específico pelas diversidades de intensidades de energia no realismo pelo humanismo. Como o tempo não para, crueldades pela vida afora afloram ate ao juízo possuir capacidade, cruel talvez não seja ser verdade o fato por ser trágico, em sim manter a verdade coberta por faixa, onde se consente bloqueio a blasfemar ao poder não consentir verdade do fato. Márcio palafi. 20/08/2011.

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