O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Reflexo profundo na memória.
Uma história infinita profunda e rara envolve cada ser humano, portanto o reflexo de maciço o colocou em um espaço indefinido em seu próprio tempo, no caso o interior permitiu que ele admitisse a sua imagem sendo o reflexo, quando além do tempo a sua história o colocaria diante da própria verdade, provocando uma ilusão, a sua imagem refletida em uma realidade qualquer, no caso aceitando tal imagem sendo ele próprio. A vida reflete cenas inconfundíveis do decorrer de cada conseqüência, onde o ser humano é o reflexo de sua ação refletida pelo tempo. A visão da imagem ele tem na memória do seu ser infinito, quando a capacidade é profunda em seu reflexo social.
Acervo, 28/03/00. Márcio palafi. 11/11/2011.
Ações praticadas como feitos sociais.
O universo das partes inversas flutua pelos interiores do vasto e amplo complexo conteúdo nos poderes da vida, tanto racional quanto irracional. A fronteira entre um e outro é o tempo em que se pratica uma ação, em razão ao desejo por realizar um feito, devido à proporção de uma idéia qualquer para significado social. Temos razão se a razão for uma reação conseqüente, do fato relacionado ao estar social compreendido ou criticado pelos observadores, em um tempo não específico, porque a reação pode ser progressiva benigna ate torna-se maléfica. O estado social impõe limites próprios do ser em situação normal própria adquirida pela capacidade em entender o meio em que se pratica a ação.
Acervo, 28/03/00. Márcio palafi. 11/11/2011.
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