O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Agradeço a Deus a possibilidade de escrever, a partir de documentos, o "realismo pelo humanismo".
Agradeço pleno de satisfação por um titulo claro, tanto como intenso de relidade escolhido, a parte mais profunda do ser oferece toda subjetividade do individuo, para que o objetivo seja a responsabilidade na cidadania em admistrar um ambiente social mais justo citando a principio o lar , relacionando todas as etnias para circunstâncias produtivas à compensàveis ao juizo correspondente a tal quantidade de intensidade, quando a energia se equilibra, em razão racional, concluindo, o ser humano não merece se alienar a partir de que a opressão seja a perssoazão, capaz de influenciar os aspectos condutivos, de uma procedência legal da sociedade, ainda mais que os grandes centros urbanos focalizam atividades populares, não sendo possivel, a razão individual, adquirir à parte, razão do poder para não sucumbir em seu interior.
Márcio palafi. 23/11/2010.
A relatividade do ventre está no coração da justiça de Deus.
A certeza de que deveria haver na razão, em tempo, varias oportunidades para afinidades tornarem concreta, verdades além da nodoa, para que fosse diretamente ao acaso de que a vida comprovaria a idéia muito mais justa, no devido desejo da própria virtude ser humanizada em convergências, em que converteriam à mentalidade, afim das tantas intensidades de energia em variações dentro de tolerâncias dádivas, por graças, ao firmamento no profundo celestial, para o universo das coisas encontrarem princípio nas finalidades, pois a vida encontraria a cura pelo amor de Deus, sendo esse, apreciado porque, o amor de Deus foi milhões de vezes maior pela justiça do homem, encontrado no ventre de Maria, que curaria a insanidade da sociedade traumatizada nos delírios provocados, quando os absurdos do inconsciente eram aberrações entre os seres vivos, em destaque o ser humano, a justiça encontraria uma razão obvia em todo delírio nos transtornos sociais.
Márcio palafi. 09/11/2010.
O pretexto alcançaria a verdade mais profunda, quanto à realidade.
Quando a vida participativa, ensaiava por estágios, concretizavam todos os conceitos normais entre as partes, portanto a existência encontraria o seu tempo além de outro ou aquele pretexto, entendendo assim o fator quando o tal, “conceito pretexto”, não atingiria a totalidade sendo uma vez através da visão do fato, considerado a razão para finalidade provar a vida pelo principio real, como qualquer outro, na lembrança que a disposição, conseguida no vetor colocando o tempo passivo a ativo, sendo implemento para o câmbio permitir que além do conceito, o pretexto seria de ou o conteúdo, encontrado pela verdade mais profunda, em que se envolvera o vetor, o fator ate a sistemática encontrada mesmo em tangências, ou resvalo, acontece em tempo real.
Percebendo a qualidade entre quantidades, os efeitos traumáticos iriam ser específicos a dimensionar a proporção da culpa, numa relatividade posterior, a qualquer carma anterior, além do cambio em um tempo não específico sem razão de fato, não encontrado pela verdade mais profunda quanto se pôde alcançar em tempo de realidade concreta.
02/11/2010. Márcio palafi.
A associação de projetos, mistificam termos. Quanto ao terceiro tempo? Burocracia.
Para composição meio a tantos, os interiores participam realizando como andamento além do que assegura os cômodos algébricos, para contenção imediato tempo anterior, pois verbos difíceis tornam à razão, não compartilhando todo o firmamento, fica reduzido o celestial universo em desencanto.
Algumas silabas atravessaram, o compasso confirmou o desnível, para a casa ser varrida e limpa, todas, muito mais quanto cruéis intencionam, mistificando o próprio período não compensado, assim vamos buscando através da realidade em qualquer tempo de vida ainda fictício, por esse estar encontrando a forma mais difícil quanto a margem do que possa perecer, embora esteja contido o alfabeto os numerais verificam a razão exata, para tornar relativo o tempo em que uma ação foi deflagrada ate terminar a razão humana, dando por completo a possibilidade apocalíptica.
Outras palavras já foram descritas tornando em tão pouco, o estado moral a amoral em um delito qualificado, pela culpa adquirida no trauma sociável, não combinado ao próprio tempo, por tantas emoções, as especificações tivessem quando sofreram da variável para a variação, uma relatividade numa tangência provocada pelo tempo quanto não é o mesmo por sinal nenhum.
A tentativa em tal caso poderia transformar uma violação de direito alheio, em uma razão própria de sentido, quando mais profundo, teríamos argumentos em pretextos sem intenção, quanto mais profundos o termos, nem pensaríamos ainda que a razão do tempo existiria, por mais que a hora esteve volátil, a tentativa na realidade faz com que o individuo use a convecção, para o ser humano não ter a crueldade da tortura, nem o sacrifício para a libertação, sem que o próprio não compense a reação na idéia compreendida na realidade, a justiça do termo “culpa” tem na ação a possível expectativa a bem do caso fechado e restritivo, o trauma vem do abusivo amoral sendo a pratica étnica do tempo não especificado em qualquer domínio moral.
11/11/2010. Márcio palafi.
A finalidade do principio da convecção, ou mesmo que raciocinar.
O tempo se fez a partir, em que o pensamento encontrou uma razão justa, além de numa ou em varias existências, conseguiram emitir os mesmos sinais subjetivos, quando o objetivo no individuo definiu, para que nesse tempo fosse um instante em uma unidade relativa de tempo, protelando um caminho tortuoso, no caso, formado por barreiras de pedras, assim à margem ficaria como fixação, ate onde se formasse dessa resistência, uma opinião contrária na tangente, quando da reação se fundiria a idéia de outro dia, com esta opinião ficando em adianto ou atraso por vários princípios nas finalidades encontrados pelo cotidiano afora etc... .
Colocando o tempo por partir, na concepção previsto tempo quando um pigmento, que faça de tal reação, visões alternadas pelos princípios contínuos às finalidades, nos exercícios realizados pelo cotidiano, no ser humano envolve direta ou indiretamente as intensidades registradas em tais sinais, em forma de suplemento fé de graça, não existindo os envolvimentos em contradições, relevando, o instante decifra uma opinião para qual, todo tempo permitiria variáveis entre opiniões na miscigenação das etnias.
A finalidade está para a chegada finalidade, em tempo de admitir tal propósito especifico no fato relevante ate a profundidade permitir que o fator seja explorado para ate irrelevante, assim não existiria outra razão de tempo, para ser a relatividade no gene extra matéria, portanto salve a matéria enquanto ate no entanto, dar fé na graça de possuir variáveis, quanto galhos, em tempo de não omitir a razão da ética universal no realismo pelo humanismo.
13/11/2010. Márcio palafi.
A finalidade do principio da convecção, ou mesmo que raciocinar.
O tempo se fez a partir, em que o pensamento encontrou uma razão justa, além de numa ou em varias existências, conseguiram emitir os mesmos sinais subjetivos, quando o objetivo no individuo definiu, para que nesse tempo fosse um instante em uma unidade relativa de tempo, protelando um caminho tortuoso, no caso, formado por barreiras de pedras, assim à margem ficaria como fixação, ate onde se formasse dessa resistência, uma opinião contrária na tangente, quando da reação se fundiria a idéia de outro dia, com esta opinião ficando em adianto ou atraso por vários princípios nas finalidades encontrados pelo cotidiano afora etc... .
Colocando o tempo por partir, na concepção previsto tempo quando um pigmento, que faça de tal reação, visões alternadas pelos princípios contínuos às finalidades, nos exercícios realizados pelo cotidiano, no ser humano envolve direta ou indiretamente as intensidades registradas em tais sinais, em forma de suplemento fé de graça, não existindo os envolvimentos em contradições, relevando, o instante decifra uma opinião para qual, todo tempo permitiria variáveis entre opiniões na miscigenação das etnias.
A finalidade está para a chegada finalidade, em tempo de admitir tal propósito especifico no fato relevante ate a profundidade permitir que o fator seja explorado para ate irrelevante, assim não existiria outra razão de tempo, para ser a relatividade no gene extra matéria, portanto salve a matéria enquanto ate no entanto, dar fé na graça de possuir variáveis, quanto galhos, em tempo de não omitir a razão da ética universal no realismo pelo humanismo.
13/11/2010. Márcio palafi.
Adversidades nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.
Adversidades nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.
O tempo adicional à parte anterior ao interior, do instante afim, até ao alcance do próprio entendimento dele, no caso , o tempo quando não especifico, reformula a ação do desejo ao contentamento do prazer em realizar, talvez em uma incógnita a ligação por um fio, quanto há reação de intensidade, relaciona a relatividade por uma tangente por não focar no centro da irradiação, à variação com um contato variável de energias inversas, do principio radical, a finalidade do ego, passando pelo âmago assim toma a direção, dentro de toda tolerância, para atrair fora da tolerância o principio de razão final, quando participa da compensação do próprio juízo, podendo passar pelo alheio, porém não é especifico também o tempo de reação denotado pelas intensidades de energias relativas.
Não sendo tanto assim, ate mesmo a semelhança tal, por ser de vez, quando é comprometida a reação em partes resistentes, passando por resistividades de bloqueio personalizado, para atingir outra em outro tempo tanto quando a matéria possui em seu interior as intensidades, nas variáveis proporcionais as variações nos desconhecidos tempos do pensamento, sob a forma de intensidades variadas na freqüência exata ao ponto de reação, ou tangente ao ponto de semelhante tal que, vez em quando a razão domina o bloqueio, por conduta resistiva a razão própria.
A parte do tempo em pensamento ligaria à relatividade, ate chegar ou ser declarado por um circuito capaz de visualizar entre circunstancias de realismo, de classe humana, porém a miscigenação entre etnias fazem intermediários em elos nas camadas sócio-econômicas de poder aquisitivo diversificado, as ações poderiam um dia alcançar através do radical, a razão do conteúdo desse radical, à forma no âmago e enfim o ego está divergente, para a convergência na convecção social.
A sociedade na realidade provoca talvez, resistividades concretas para que circuitos tenham freqüência relativa, quando a circunstância estando divergente poderia também compreender a adversidade das etnias variadas, além de miscigenadas, de tempos não específicos, como tangência prática no bloqueio, a resistividade em algum ponto da variação, recorre à variável, compensada na finalidade quando o principio, consegue a razão invertida, proporcional a ação da realidade em outro tempo também não especifico, talvez esteja essa relatividade do radical ate a proporção adicional, em tempo para agir.
17/11/2010. Márcio palafi.
Circuitos das etnias nas camadas energéticas, pelas intensidades variadas de energia.
Qualquer tempo possui suas energizações qualitativas geradas, em meio aos efeitos traumáticos, porque em qualquer relacionamento social existe formas para adaptar tais intensidades de energia, à visualizações nas camadas em que são, emitidas, captadas logo reagidas, ate serem relativas aos intervalos de tempos não específicos; considera se trauma toda reação caso cause satisfações finitas, ou complemento das desilusões, lançadas ao meio social para onde seria possível alcançar, intensidades de uso continuo afim de captá-la novamente num efeito bumerangue, correndo o risco de tal intensidade emitida, mistificar como revolta numa sátira dos princípios nos argumentos diferenciados, direcionados aos ambientes sociais, sem dúvida essas intensidades não tem direção especifica, e a impedância do circuito poderia ser transformado em carga indutiva, por haver no valor indispensável de variáveis ate qualquer circunstância não ficar mais relativa ao ponto de partida, sofrendo desvio, para o beneficio qual se torna impróprio mesmo sendo, relatividade indeterminada em tempo.
A proposta se tornaria opressora em razão à sustentabilidade na manutenção da potência de intensidade desse circuito, com ligação ou não ao principio denominado na geração ate a carga final, que passaria à indutiva na manutenção da potenciação, variando na razão em existir o tempo não especifico, quando há qualidade na condição do trauma, se torna proporcional a culpa no retorno social de qualquer atividade enérgica para conferir o poder no que se mantêm, a justiça está diversificada, porém não tão variada como relevante, há tolerância por mais intensidades, quando são elas formas de defesa das etnias, na ética natural do circuito ate à circunstância em nível, subnivel quando se torna relativa passa por desníveis, usados nas variações igualitárias das razões legais.
Conferindo o poder nas intensidades dos circuitos quando assimilam argumentos, a razão estaria presente na verdade encontrando o principio na finalidade como compensação, por pensamento em forma intensidade de energia de freqüência natural nas relatividades dos genes, de alinhamento na variação relativa a variável para a realidade do ser humano compreender, que o desnível está entre a geração ate a carga fornecer a reação dentro da tolerância relevante ainda em tempo.
19/11/2010. Márcio palafi.
Circuitos das etnias nas camadas energéticas, pelas intensidades variadas de energia.
Qualquer tempo possui suas energizações qualitativas geradas, em meio aos efeitos traumáticos, porque em qualquer relacionamento social existe formas para adaptar tais intensidades de energia, à visualizações nas camadas em que são, emitidas, captadas logo reagidas, ate serem relativas aos intervalos de tempos não específicos; considera se trauma toda reação caso cause satisfações finitas, ou complemento das desilusões, lançadas ao meio social para onde seria possível alcançar, intensidades de uso continuo afim de captá-la novamente num efeito bumerangue, correndo o risco de tal intensidade emitida, mistificar como revolta numa sátira dos princípios nos argumentos diferenciados, direcionados aos ambientes sociais, sem dúvida essas intensidades não tem direção especifica, e a impedância do circuito poderia ser transformado em carga indutiva, por haver no valor indispensável de variáveis ate qualquer circunstância não ficar mais relativa ao ponto de partida, sofrendo desvio, para o beneficio qual se torna impróprio mesmo sendo, relatividade indeterminada em tempo.
A proposta se tornaria opressora em razão à sustentabilidade na manutenção da potência de intensidade desse circuito, com ligação ou não ao principio denominado na geração ate a carga final, que passaria à indutiva na manutenção da potenciação, variando na razão em existir o tempo não especifico, quando há qualidade na condição do trauma, se torna proporcional a culpa no retorno social de qualquer atividade enérgica para conferir o poder no que se mantêm, a justiça está diversificada, porém não tão variada como relevante, há tolerância por mais intensidades, quando são elas formas de defesa das etnias, na ética natural do circuito ate à circunstância em nível, subnivel quando se torna relativa passa por desníveis, usados nas variações igualitárias das razões legais.
Conferindo o poder nas intensidades dos circuitos quando assimilam argumentos, a razão estaria presente na verdade encontrando o principio na finalidade como compensação, por pensamento em forma intensidade de energia de freqüência natural nas relatividades dos genes, de alinhamento na variação relativa a variável para a realidade do ser humano compreender, que o desnível está entre a geração ate a carga fornecer a reação dentro da tolerância relevante ainda em tempo.
19/11/2010. Márcio palafi.
v
Para a sociedade a condição congênita. Seria arbítrio a terceiros?
Um conceito finito estaria para forma de vidas de realidades no humanismo, porém prognósticos delimitados no dogma iriam em certa conjuntura, estabilizar a razão da sociedade familiar, captando em romances o protagonizar antagônico, quando isso poderia ser usado por reações anafiláticas, cujo domínio seria do dano causado pelo desvio no tempo por terceiros à razões “talvez ate étnica”, para qualquer soberania conjugal para o meio social.
Recobrando a situação na conseqüência da geração, nas reações entre duas energias inversamente proporcionais, à formação de uma terceira, ou outras intensidades, seria fruto da razão na união conseqüente do convívio familiar, ser o circuito gerando a circunstancia qual for sociedade em qualquer nível compensável.
Além de adquirir potenciação no ambiente, poderia ser visionado o reduto social diversificado, afim de que estatutos estariam margeando o centro dessa reação, para gerar romances à parte, ao ser em qualquer profundidade manteria relatividades incógnitas, como garantia da etnia qual for a mensagem étnica dentro do convívio familiar social miscigenado, na competência da potencia competente no circuito gerando circunstância social de valor dogmático, ate quando a incompreensão, possuir arbítrio congênito, para fazer como se fosse dois rios sem direção, indo desaguar no oceano.
20/11/2010. Márcio palafi.
As confirmações do pecado comprometem o exercicio na razão variável, do humanismo.
As postagens são opinioes declaradas nas experiencias do compromisso, no qual, as intensidades de energia estão em movimento de emissão, ou captação constante, compreende se por valor teórico, às etnias miscigenadas em tempo não especifico, o artifício desse compromisso tem na existência humana capacidade em entender a figuração etnica em cada tempo, marcado por qualquer fato consumado na verdade do cotidiano da vida, praticamente somente temos que viver a vida para valer o tempo real da condição, em cada etinia, porém estando miscigenadas, participamos das ligações através das ondas variáveis dos circuitos nos movimentos das camadas sociais, as condições dos traumas estam para a proporção da culpa quanto mais profunda for a busca pela verdade em qualquer fato, a resistividade também faz da compensação, a finalidade do principio de vida converter a morte com perscepções, a ponto da eternidade possuir um valor, no labirinto incomenssurável do pecado original.
domingo, 7 de novembro de 2010
As intensidades de energia, nas reações mais justas além do desvio de tempo.
O homem se fez na terra em meio aos desfechos entre energia, tem sua posição de humano pela forma descrita através dos tempos, em que a imaginação teria lugar de destaque em seu cotidiano, aprimorou para outrora a sabedoria dos primeiros a conseguirem contemplar, a própria razão de humano entender que, sua opinião em seu estado mais profundo, buscaria a própria profundidade, porém esta, encontraria outro tempo de razão por uma variável, quando tal intensidade de energia sofresse variação de tempo no espaço percorrido pelo pensamento, por ele encontrar a si mesmo na realidade, trazendo fé por beneficio de outro tempo qualquer.
Outrora ligaria a razão da realidade, satisfazer o ego em uma ligação de tempo anterior para posterior ao pensamento, na intensidade de uma sensitividade, afim da formação de sociedades, quando o principio traz os primeiros, nos tempos de opinião a declarar razões étnicas das variadas etnias possíveis, participar de um tempo mais justo, pois tais variações estariam fora da tolerância de qualquer razão, quando não teria finalidade na variável fora da tolerância e tão somente dentro da tolerância, fazendo para o próprio tempo, o firmamento em questão justa em cada etnia, na participação em qualquer tempo mais justo ainda.
Para os primeiros tempos se igualarem aos outros tempos não específicos, os justificados artifícios contemplados, no caso seria leis, recorrem pela finalidade quando encontrara em terceiros estarem por atraso, ao firmamento do pensamento nas intensidades de energia em reações diversas, quase os estudos conseguem a partir de um novo mundo declarado por Cristovão Colombo, ao desembarcar no ocidente; a questão do principio para a finalidade, alcançar o firmamento do pensamento, em atingir a razão do ser humano, seria desviar o conteúdo dos primeiros? No caso, o velho mundo, para que tudo se torne somente mundo novo? Ou seria para o que existe no velho mundo decair na participação do que é mais justo? Contemplar a razão em que teria levado os terceiros ou terceiro, desviar o conteúdo dos primeiros em beneficio de sua razão, não atingir o firmamento do pensamento por outros tempos ou mesmo outrora participaria do firmamento, sendo desviado a um terceiro firmamento sem finalidade no firmamento dos primeiros? Estaria ele usando assim o desnível, que entende se por nível e subnivel, a ligação é o desnível estaria entre duas razões, estas, todas as etnias por vários tempos conseguirem, pensamentos no firmamento dos absurdos do inconsciente usados na realidade da consciência do fato?
07/11/2010. Márcio palafi.
As intensidades de energia, nas reações mais justas além do desvio de tempo.
O homem se fez na terra em meio aos desfechos entre energia, tem sua posição de humano pela forma descrita através dos tempos, em que a imaginação teria lugar de destaque em seu cotidiano, aprimorou para outrora a sabedoria dos primeiros a conseguirem contemplar, a própria razão de humano entender que, sua opinião em seu estado mais profundo, buscaria a própria profundidade, porém esta, encontraria outro tempo de razão por uma variável, quando tal intensidade de energia sofresse variação de tempo no espaço percorrido pelo pensamento, por ele encontrar a si mesmo na realidade, trazendo fé por beneficio de outro tempo qualquer.
Outrora ligaria a razão da realidade, satisfazer o ego em uma ligação de tempo anterior para posterior ao pensamento, na intensidade de uma sensitividade, afim da formação de sociedades, quando o principio traz os primeiros, nos tempos de opinião a declarar razões étnicas das variadas etnias possíveis, participar de um tempo mais justo, pois tais variações estariam fora da tolerância de qualquer razão, quando não teria finalidade na variável fora da tolerância e tão somente dentro da tolerância, fazendo para o próprio tempo, o firmamento em questão justa em cada etnia, na participação em qualquer tempo mais justo ainda.
Para os primeiros tempos se igualarem aos outros tempos não específicos, os justificados artifícios contemplados, no caso seria leis, recorrem pela finalidade quando encontrara em terceiros estarem por atraso, ao firmamento do pensamento nas intensidades de energia em reações diversas, quase os estudos conseguem a partir de um novo mundo declarado por Cristovão Colombo, ao desembarcar no ocidente; a questão do principio para a finalidade, alcançar o firmamento do pensamento, em atingir a razão do ser humano, seria desviar o conteúdo dos primeiros? No caso, o velho mundo, para que tudo se torne somente mundo novo? Ou seria para o que existe no velho mundo decair na participação do que é mais justo? Contemplar a razão em que teria levado os terceiros ou terceiro, desviar o conteúdo dos primeiros em beneficio de sua razão, não atingir o firmamento do pensamento por outros tempos ou mesmo outrora participaria do firmamento, sendo desviado a um terceiro firmamento sem finalidade no firmamento dos primeiros? Estaria ele usando assim o desnível, que entende se por nível e subnivel, a ligação é o desnível estaria entre duas razões, estas, todas as etnias por vários tempos conseguirem, pensamentos no firmamento dos absurdos do inconsciente usados na realidade da consciência do fato?
07/11/2010. Márcio palafi.
v
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A razão da colheita na entre safra, feita no realismo pelo humanismo.
A humanidade procura através dos tempos, a prática nas razões quando contemplada à interação de tantas formas de humanismo, quanto for a formação do objeto de participação social, por ser ele, que se diz capaz de entender, afinal partindo em qualquer tempo a miscigenações quando estaríamos divididos na copa em um mesmo tronco, além de raízes, que sugam o sugo da terra, tal seiva quanto relatividade; qual dos galhos teríamos com essa tal, para fazer da flor um fruto de semente original, para que, cada fragmento seja levado pelos ventos ou brisas ate uma característica ser semelhante, a um principio de tempo com finalidade de vidas em tais miscigenadas flores?
A arvore onde o ser humano dispõe da busca, para encontrar no mais profundo do seu qualquer tempo, faz do pensamento intensidades de energia capaz de captar a relatividade no interesse social, produzido no galho de toda arvore alimentada pelo solo, e toda semente semeada em outro tempo que não seja o agora, quando se brota, poderia trazer outro fragmento.
Em se tratando de captar, o que seria também catar do vento uma sociedade para uma vegetação, trazendo ou fazendo em tempo, uma condição de vida mais progressiva, pois mesmo assim tal fragmento miscigenado em outro tempo que não seja agora quando se brota, corre o risco da reação fora de época não realizar entendimentos, em que esse sugo estaria, também fazendo parte em outro solo, para que a semente em tal fragmento faça de um arbusto uma vegetação semelhante fora de tempo, por solos diferenciados causando adiantados ou atrasados, relativos aos solos comunitários, em que a disposição nos terceiros iriam fazer parte das colheitas fora de época, ou fossem fora da safra.
Podendo ser chamada de entre safra, como vamos relacionar o tempo com a polinização feita pelo vento sem direção, como se fosse gerações de participação social das etnias miscigenadas, relativas ao fato da terra possuir oceano de ondas, nas praias dos limites da própria evidência do pensamento, levar a evidência da vida, numa razão fora da safra, porém mais profunda a margem do que possa parecer.
03/11/2010. Márcio palafi.
A razão da colheita na entre safra, feita no realismo pelo humanismo.
A humanidade procura através dos tempos, a prática nas razões quando contemplada à interação de tantas formas de humanismo, quanto for a formação do objeto de participação social, por ser ele, que se diz capaz de entender, afinal partindo em qualquer tempo a miscigenações quando estaríamos divididos na copa em um mesmo tronco, além de raízes, que sugam o sugo da terra, tal seiva quanto relatividade; qual dos galhos teríamos com essa tal, para fazer da flor um fruto de semente original, para que, cada fragmento seja levado pelos ventos ou brisas ate uma característica ser semelhante, a um principio de tempo com finalidade de vidas em tais miscigenadas flores?
A arvore onde o ser humano dispõe da busca, para encontrar no mais profundo do seu qualquer tempo, faz do pensamento intensidades de energia capaz de captar a relatividade no interesse social, produzido no galho de toda arvore alimentada pelo solo, e toda semente semeada em outro tempo que não seja o agora, quando se brota, poderia trazer outro fragmento.
Em se tratando de captar, o que seria também catar do vento uma sociedade para uma vegetação, trazendo ou fazendo em tempo, uma condição de vida mais progressiva, pois mesmo assim tal fragmento miscigenado em outro tempo que não seja agora quando se brota, corre o risco da reação fora de época não realizar entendimentos, em que esse sugo estaria, também fazendo parte em outro solo, para que a semente em tal fragmento faça de um arbusto uma vegetação semelhante fora de tempo, por solos diferenciados causando adiantados ou atrasados, relativos aos solos comunitários, em que a disposição nos terceiros iriam fazer parte das colheitas fora de época, ou fossem fora da safra.
Podendo ser chamada de entre safra, como vamos relacionar o tempo com a polinização feita pelo vento sem direção, como se fosse gerações de participação social das etnias miscigenadas, relativas ao fato da terra possuir oceano de ondas, nas praias dos limites da própria evidência do pensamento, levar a evidência da vida, numa razão fora da safra, porém mais profunda a margem do que possa parecer.
03/11/2010. Márcio palafi.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
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