O pretexto alcançaria a verdade mais profunda, quanto à realidade.
Quando a vida participativa, ensaiava por estágios, concretizavam todos os conceitos normais entre as partes, portanto a existência encontraria o seu tempo além de outro ou aquele pretexto, entendendo assim o fator quando o tal, “conceito pretexto”, não atingiria a totalidade sendo uma vez através da visão do fato, considerado a razão para finalidade provar a vida pelo principio real, como qualquer outro, na lembrança que a disposição, conseguida no vetor colocando o tempo passivo a ativo, sendo implemento para o câmbio permitir que além do conceito, o pretexto seria de ou o conteúdo, encontrado pela verdade mais profunda, em que se envolvera o vetor, o fator ate a sistemática encontrada mesmo em tangências, ou resvalo, acontece em tempo real.
Percebendo a qualidade entre quantidades, os efeitos traumáticos iriam ser específicos a dimensionar a proporção da culpa, numa relatividade posterior, a qualquer carma anterior, além do cambio em um tempo não específico sem razão de fato, não encontrado pela verdade mais profunda quanto se pôde alcançar em tempo de realidade concreta.
02/11/2010. Márcio palafi.
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