domingo, 31 de julho de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.


Fatos na verdade são relativos ao comportamento humano.

O relacionamento humano faz de sua capacidade, no instante em que consigna tempo distribuído pelas metáforas, para quando for realidade na imagem do circuito, ilusões compartilham ao se deparar nos entendimentos conclusivos, como prova começar outro ciclo por outro dia, onde o pensamento se desfaz na razão do imaginário porque não está bem em seu nível comportamental.
O alinhamento em questão da finalidade, no humanismo é entender que o principio de vida classifica por ser verdade, pela necessidade em determinar no fato comportamento na realidade que busca memória, quando a vida em tempo justo faz com que o movimento seja equilibrado, pela intensidade de reação que consegue fixar pela relatividade qualquer metáfora, se quando intensidades de energia movimentam pelas características étnicas, nos povos do mundo na situação globalizada.
Os fatos em todo mundo, nas coligações humanísticas desprendem se do racional, porém suas variações ficam objetivas nas metáforas, pelas relatividades de intensidades nos pensamentos, quando se concentram pela relatividade ao imaginário das variações metafóricas, dos entendimentos humanos em tempo para admitir, que tais variáveis comprometem se após bloqueios, em busca constante da memória, pelas intensidades relativas aos fatos, por esse ou outro tempo da verdade, quando movimentos nos fatos necessitam de aprofundamento.
Realidades por todo um tempo, somente fica conclusiva diante a razão, que é verdade no comportamento humano, de alinhamento mais profundo no imaginário, em memórias relativas pelas intensidades de reação de energia, pelo compromisso localizado aos setores, posicionado em áreas civilizadas dos aprofundamentos genéticos, nas memórias dos fatos ao longo da história do ser humano no paraíso, onde planeja seus enriquecidos argumentos, em razão da verdade nos fatos entender que a história possui na memória, relatividade ao imaginário da ilusão humana.
Márcioi palafi. 31/07/2011.

sábado, 30 de julho de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.


A prova de convecção na vida compreende efeito da memória.

O destino como tempo indefinido, pela qualquer realidade na intensidade que registra o fato, diante da história disserta o feito de maneira, que a verdade tem intensidade relativa, na perspectiva de visão para qualquer imagem de pensamento possuir eloqüência, dentro de tal registro cuja verdade por mais subjetiva, dignifica objetivo quanto mais variável, na individualidade de realidade qualificar razão relativa ao tempo não específico.
Dados nessas posições de registro, também sofrem variações devido ao empenho alheio, quando não alcançam o mesmo espaço revigora ao imaginário, no tempo não específico da atividade semelhante, como razão tangente à participação paralela, por qualquer estado ambíguo de origem virtual relativo a intenções, quando se originam pelo mesmo imaginário de tempo, de ilusões relativas à memória dos sentidos, nos circuitos de circunstancia semelhante em variações, como se fosse galhos numa arvore de porte muito grandioso.
As intenções poderiam trazer ilusões relativas aos imaginários, nas perspectivas de visão registradas na memória variável, porém a finalidade como circunstancia estende somente ao um espaço físico, que pratica feito de fato na razão da realidade qualquer, com projeção relativa à memória na participação, que a verdade tem necessidade a prática de qualquer ato semelhante em tempo, para razão ser exata na conclusão do argumento no tempo da realidade registrada na memória.
As perspectivas de visão se intensificam além do tempo, nas variações de intensidades relativas, pois variáveis na memória da semelhança relacionam a necessidade da verdade objetiva, porque individuo tem subjetividade, além do tempo possibilitar realidades nas variáveis com necessidade da verdade ser participação exata na razão como prova a vida.
Capacidades nas ansiedades deprimentes atrasam ou se adiantam, mediante a necessidade em qualquer transtorno ou distúrbio após bloqueio, quando qualquer surto sofrido em desvio de personalidade desalinha a verdade, pois sendo o tempo não específico à necessidade do fato é variável, como variação no registro da memória semelhante.
Márcio palafi. 30/07/2011.


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.


O homem tem qualidade de cura.

O lado prático da vida tem na interação importante período, qual informação deriva no temperamento, quando valor étnico se diversifica pelos conhecimentos teóricos ao comportamental, para que intensidades de energias não sofram rejeições diante da sociedade civilizada, no trato do caso diversificado dimensionado pelas circunstancias, nas reações comunitárias de razões emergentes, já encontrando conhecimento, valores étnicos são classes em exercício que compreendem qualquer relatividade social, de atividades também diversificadas, por isso não sofre rejeição de afeto ou amor ao próximo.
O mundo inteiro teria no terceiro milênio princípios, que chegassem a finalidades humanizadas, pela convecção racional dos instintos humanos que comprometem pensamentos em intensidades de energia, nos constantes movimentos ocupando espaços, onde a matéria visível por sua quantidade de intensidade tem como prova movimentos, características étnicas variadas pela miscigenação das espécies civilizadas, em tempo de se adaptar ao convívio social.
Circuitos a generalizar empenhos, quase sempre para tal período intensificam se pela falta de presença socializada, dos vários valores étnicos onde somente um valor caracteriza o poder em nome de Deus, haja vista que não foi Deus quem inventou o poder, sendo o homem na qualidade de santo envolvendo a cura, assim a energia nas diversas intensidades adapta se como intensidade maior, por fluxo direcionado tem competência generalizada, porém a sociedade como um todo participa suas leis além dos artigos constitucionais, quando o estado é federal percebe razão federativa, nas adversidades de intensidades de energia em movimento constante, como forma de pensamentos que são instintos humanos.
O homem ao sinal de santo foi feito de barro, porém sua imagem reflete paz ao espírito no alcance da razão, nas leis de Deus, porque o homem na sua intenção colocaria energia direcionada ao milagre em nome de Deus, quando percebeu suas leis no caminho da verdade, em poder de sua razão pelo principio da ética na finalidade de seu teor, quando a energia curou pela verdade de sua razão.
No entanto a razão de Deus é justa, graças a Deus o Diabo não entende o homem na qualidade de santo.
Márcio palafi. 29/07/2011.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetuvidade do individuo.


Interações em compartilhar nas variações não específicas na variável.

Interações entre seres sociais exprimem em compartilhar ao meio, opiniões diversas nas quais pensamentos dispersam razões, entre tantas objetividades de realismo, nas fixações imaginárias de cada um, quando ocupa lugar sendo esse seu espaço pelo estado em contato com a necessidade de reação.
Atividade na realidade do humanismo desprende ações voltadas ao circuito próprio, no exercício em propriedade no devido tempo, quanto reação nele, não se específica compartilhar, nesse mesmo instante certamente interação, mesmo de foco cujo seja necessário, tal atividade quando mais rápida intensificar, naturalmente busca relatividade, diante de bloqueio à interação por terceiros.
Visivelmente ações contraditórias revoltam princípios de finalidades destorcidas, em relação circunstancial retorna, como se tamanha intensidade sofresse qualquer contaminação por qualquer corpo estranho, porém essa oportunidade é única tal relativa, pelo compartilhar na interatividade promovida por terceiros.
Partindo desse dialeto toda interação se destorce, em relação ao tempo que não se específica diante da razão necessária à oportunidade, na qual a interação para compartilhar vinda está pelos compromissos, quando a vida prova, em qual capacidade do ser, pela etnia na miscigenação entre os povos, desde a compensação do juízo em determinar, que o caminho da verdade é a vida ate mesmo ate negar o ócio.
Atividades de interação no realismo pelo humanismo, sem oportunidades do compromisso não traz capacidades se não pelas formas de bloqueios, dos compartilhar necessários à sociedade em dinamizar através do cotidiano, suas aptidões perante resistividades, pelos artifícios dos artigos compensatórios das ações em tempo de admitir, que o necessário na resistividade fornece reação de visão nas perspectivas imaginárias nas ações interativas.
A finalidade no principio está por perspectivas criadas diante reações, nos bloqueios porque é necessário compartilhar, no realismo pelo humanismo afim em que a realidade do ser humano seja de prosperidade, diante da razão justa na verdade da vida cotidiana dos compromissos, nas oportunidades em tempo de realizar através das interações sociais, atividades compartilhando intensidades cujos capazes na sociedade compreendem, viver e deixar viver é interação no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 26/07/2011.

sábado, 23 de julho de 2011

A parte do tempo que ainda não chegou.


A matéria se originou da energia.

O ser de ativismo humano intensifica através da realidade, fomentos capazes de capacitá-lo diante das resistividades criadas ao longo das especificações cotidianas, em fatos contraditórios aos princípios, quando não continuam por não haver mais outra contradição em demasia, criando novas resistividades nas intenções imaginárias de realização natural humana.
Quando fatores de dimensões, que pelas intensidades consolidam intenções, fatos distantes finalizam atividades de principio, porém razões dessas intenções por ser verdade a capacidade, tanto de finalidade ligando ao principio ou inversamente proporcional possui relatividade.
Intuitos radicalizados sofrem variações involuntárias, que pelos fatores estabilizam diante da necessidade em tempo não específico, pela eloqüência cuja vida prova tal relatividade nos dialetos, que por suas variáveis disposições anulam ou sofrem mais reações, como busca voluntarias em compreensivas analogias discretamente desenvolvidas às civilizações.
Alçando a finalidades retornos de relatividades entre reações, energias variáveis nos dialetos aprofundam em razões indesejadas as rejeições cujas camadas sociais se posicionam diante dos fatos, pelas contradições cotidianas das etnias dos povos por freqüências aprofundando ate onde alcança, tal relatividade pela resistividade a estabilizar tais fomentos; partindo desse dispositivo em pensamento, como intensidade de energia que: se compreendêssemos através do realismo pelo humanismo, o que originou a matéria antes fosse a energia, porque assim teríamos um indo e vindo infinito.
Márcio palafi. 23/07/2011.


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.


O valor do preconceito é variável.

Já faz tempos em que descrever consolidando literatura, destaca razões para gerações estenderem seus artifícios sociais, em prol a diversidades de circuitos nas civilizações abrangentes, onde a permanente conclusão divide de certa maneira ambientes sociais nos valores étnicos, de proporções assíduas nas analogias politizadas, das apologias discretas ou indiscretas, pelas partes do tempo emissões de ritmos variados, de misturas étnicas dos povos vem acontecendo, em razão da miscigenação das espécies humanizadas nas circunstancias.
Descrever formas literárias nos ritmos cotidianos alegra, nas discretas intimidades para nas apologias consolidarem aos egos dos mais aflitivos; linguagem poética com ritmos faz das capazes prosas atingirem o âmago sem restrição de camada social, possivelmente a discriminação venha acontecer com a falta de conhecimento, no ambiente onde o ritmo na rima permite a comunicação mais profunda, onde cada ser humano é diferente de cada um, por isso o gosto por um ou outro detalhe dentro da rima aciona reações, classificando apologia ou analogia simplesmente algoz.
Márcio palafi. 20/07/2011.

Opinião cotidiano, conexão de tempo.


Fomentos dos náufragos distantes do cais.

O ser humano se afasta do seu interior, em busca da concordância a partes do tempo para sua capacidade de adesão concluir do fato, intensidades equivalentes ao equilíbrio no domínio em razão de existir.
A permanência no paraíso consegue ser estabilizada sendo seu habitar natural, para que seu fluxo reprodutivo encontre através das tantas intensidades, em reações constantes que por modos venham persuadi-lo, pela temática da vida ao concluir paz entre essas tantas reações.
Toda dominação como no próprio interior alcança além das perspectivas, instrumentos que consomem nos retornos características da propriedade em si, porque instintos também apropriados estimulam entendimentos, empregados nos feitos dos cidadãos analisados no convívio civilizado das sociedades étnicas dos povos.
Todo dia quando acordamos permanecemos dispostos, em captar envolvimentos entre síndromes, nas intensidades de energia localizadas em meio aos distantes imaginários, nas ilusões dos despreparados pelo poder do exercício impróprio, das eloqüências destinadas a tais persuasivos indiscretos dos náufragos, onde nunca alcançariam o cais, assim suas embarcações fomentam a deriva, com o lançamento de tais reações de síndromes sendo amarras sem lastro.
Márcio palafi. 20/07/2011.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.


Contratempos induzem à resistência na relatividade.

Atividades de contratempo inconstitucionais afinam se como ativismo em debilidades racionais, portanto as características de visões concretas descartam se pelos pareceres, quando são argumentos denominados inconscientes, pois formalizam inconseqüências, pelo extrato conseqüente ao domínio, qual venha do poder na dominação de se constituir qualquer razão, logo cai como blasfêmia porque não encontra finalidade na consistência, mesmo no subjetivo da imposição legal da prova, que vem do recurso de fundo, quando argumento estrutura na realidade fatos como contradição em tempo à depreciação, para depressões causadas pela falta de combinação no tempo relativo à verdade, que é a prova da vida quando venha sofrer à ânsia da morte.
O realismo nas atividades forma sempre direção tortuosa, quando o poder na resistência destorce relatividade como variável, principiando pela variação ate encontrar finalidade, retornando ao principio como razão na existência legal do objetivo, quando individuo relaciona o racional converte à subjetividade natural à prova da vida negar a morte.
Os estágios relativos se estruturam das razões, pelo tempo de realismo cujo foco em memória, na finalidade ocorre como desvio, à parte constitui se de capacidade na busca, quando a vida prova em principio verdade na conclusão em poder, na estrutura do tempo de realidade em qualquer parte da razão.
Para finalidade como principio que localiza razão, além da variável desde que variação à relatividade conseqüente ao tempo não específico, entre condutibilidade nas partes de resistividade assinaladas como bloqueios, desvios em tortuosidades equilibram poderes, afim das convecções racionais visões nas perspectivas entre razão do poder e poder da razão, em focos cujos destaques na memória transcendem naturalmente como dádiva de verdade, que vem do brio mais profundo quanto mais audaz, nas alturas em poder do imaginário da reação em realidade qualquer no tempo não específico, assim os estágios dos estados iminentes emergem com estrutura na veracidade da razão, para quando for subjetiva ao realismo é objetividade no individuo classificado como dominador de si, em que constitui razão no fato na realidade da razão subjetiva na variação relativa à variável do próprio tempo.
Márcio palafi. 19/07/2011.

Tempo mais que infinitivo.

O tempo em que transtornam as partes infinitivas, qual boa antecipação congênita regula coisas em sentidos oblíquos contradizendo intuitos imperativos, das subjetividades no individuo como objetivo, pelo subjuntivo retornaria nos fatos dos acontecimentos, capazes de um ou mais distanciamentos em tempo, entre reações nas etnias dos povos transmitindo do imaginário à memória de qualquer ilusão, na permanência natural como lei da prova de realidade, em cujas etnias agrupam nos centros populacionais civilizados, adjetivos compostos pela razão mais justificada, como entendimento da maioria tais retornos contraditórios, simplesmente seriam reguladores de energia nas intensidades qualificadas pela quantidade, na razão do feito proporcional à condição traumática de contradição étnica.
As perspectivas de visão nesses tempos oblíquos vêm como parte mais afim, do que dispositivo de realidade, ao imaginário retrata razões também fictícias, quando dependem mais uma vez de subjetividade no alinhamento próprio congênito, mesmo de estagnação a variar, do variável denomina relatividade à veracidade dádiva, da memória na realização gradativa em seu tempo natural de vida, para negar a morte, por isso tal vida prova, mais uma vez que a variação acontece, pelo fato na tortuosidade da verdade querer poder encontrar no infinito, qualquer retorno de visão na perspectiva de razão humana no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 19/07/2011.


domingo, 10 de julho de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.


E se errar for por ser enganado.

Exemplos lógicos de que um dia a vida nas verdades dos conceitos enganosos seria em conduzir pelas razões, para que erros transmitissem através das disposições, abrangentes conteúdos diversificando ao desmembrar a verdade, como nos radicais variando relações em tempo para dos artifícios legais, quando não causam traumas à lógica não proporciona culpa, nos extrativistas desmembrando altos conteúdos compreendidos ao prazo da compensação da verdade, que é na comprovação na realidade de fato.
Variações múltiplas diversificam qualquer desmembrar, enquanto os enganos solucionam na variável profundidade da verdade na virtude cuja justificativa qualifica através do fator, fato necessário em tempo na realidade da razão no feito próprio.
Atualidades aprofundam através dos tempos, não especificando razão em outras partes da vida, na ilusão da realidade qualquer por mais um ou outro engano levar ao erro, ate que o espaço certifique que não ouve justificativa na variável, pois o pretexto não encontra finidade de conclusão, em participar de ilusões pelos tempos onde a razão fora ignorada pelo poder do erro do engano.
Ações do engano justificam diversidade nas dimensões da verdade, na virtude da contradição em tempo de realidade, porém pode-se começar de novo diante a realidade própria consentir a si o que é necessário em tempo, para o complemento na variável levar por atalhos, no desmembrar para um novo dia de um novo tempo, na visão de um novo mundo no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 10/07/2011.

sábado, 9 de julho de 2011

opinião cotidiano, conexão de tempo.


Cronologia maleável no tempo útil não específico.

Nos dialetos as intensidades de energia complementam-se, diante das razões necessárias ao cotidiano dos povos, que participa do fluxo no implemento, quando ao cambio é oferecida multiplicidade entre essas intensidades de energia, compreendido tal cambio, como efeito compensatório do estado que se adéqua, pela compensação o tempo não fica específico, porém visões nas perspectivas são consideradas analógicas devido a tais reações atrasarem ou adiantarem, devido ao implemento no cambio, diante a necessidade do feito no diagnostico comprometer o exercício moral da razão do próprio, entendido como fundamento na crítica; sem mais para oferecer, ao complemento no retorno de tal compreensão retrata disposição em pretensão, premeditação, premunição ou preocupação do fascismo, que é capaz de ir se adequando pelo bem da evolução no ser humano da terra, por isso o tempo não é especifico também no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 09/07/2011.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.


Característica da energia na ciência da religião.

Através dos tempos longos períodos flutuam em determinados caracteres, diante de potentes extratos naturalmente se energizam, como idéia de sempre se renovar, porém ao longo desses longos períodos, formas se adequaram aos princípios fisiológicos dos segmentos analógicos, cujos períodos ocorrem em memória, essa por situação dissimula energia em intensidades variáveis condizentes às necessidades pelos tempos não especificados, assim ao imaginário toda energia em sua reação fixa intensidade adequada ao próprio interesse da razão humana administrá-la.
Os espaços percorridos pelas intensidades nas reações, intervalos de ligação se aprofundam como incógnitas, nas intensidades de energia imagem de pensamento no domínio racional se converte em movimento, para que a ciência ocorra, tais ações ao tempo de reações, por intensidade mais elevada caracteriza opinião inversamente proporcional ao principio, que liga em tempo finalidade no movimento da energia encontrar no fato, atividade justa necessária à realidade qualquer.
As sociedades miscigenadas pela fixação, feixes das intensidades regularam em memória intensidades tantas, quanto foram ás eloqüências nos movimentos imaginários sem razão na realidade, nesse tempo intensidades de energia, quando no controle racional, como surtos generalizados, não diversificam diante à dominação equivalente à prepotência.
Ao bem do ser humano as energias se situam como entendimento racional, para intensidades nas reações em surtos adequaram ao raciocínio, na ciência da energia ser usada por movimentos justos nas razões diversificadas, das etnias de povos livres porque um dia se o milagre sagrou se genial, para o ser humano dominar intensidades de energia em seu domínio racional, onde há matéria ate em seu estado natural suportar intensidades dos surtos genealógicos, nas razões da ciência compreender, que o homem prática o milagre pelo seu estado racional dominar intensidades de energia, através da matéria do seu conceito religioso estar justificado, como justiça de ser humano no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 08/07/2011.

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.


Realidade no fato de verdade ser virtude justificada.

Características como virtudes consignam ao imaginário, além do conceito relativo tangenciar legados próprios ainda, por existir na realidade conteúdos nas fixações de memória, pois o tempo quando relativo à lembrança focaliza ao meio, figurações objetivas se o estado é capaz de ativar no organismo atividades, quando nos redutos sociais étnicos imagens mistificam razões éticas, afim em conduzir através dos espaços, idéias nas lembranças onde a memória caracteriza objetivos para que o indivíduo retome ao legado uma nova idéia, pelos motivos que na realidade mediam fatos, para memória ser renovada, outro tempo relativo ao imaginário da ilusão, porque no momento em que se deflagra tal ação, como reação do ego, para na memória aprofundar ate onde alcança conceito étnico, não pode mais ser imaginado como ilusão, porém fatos na realidade abrem perspectivas futuristas, fora do fascínio da reação ao imaginário na memória renovada.
No mesmo tempo que não é específico, todos os fatos relativos cujos estados estão ou se encontram relacionados em memória, objetivam toda e qualquer realidade, assim mesmo fatos de tangências na mesma memória de luta étnica, não satisfaz porque tal reduto social também se encontra miscigenado, afim dos princípios étnicos serem relacionados a outros estados de realização ao imaginário, por outra realidade de memória na característica encontrada das virtudes no tempo de realidade.
Há capacidade em relacionar um novo tempo não especificado ao imaginário da realidade nos fatos, assim ele deteriorou pela razão no desvio da verdade, quando conteúdos eficazes nas intensidades de energia aprofundam ate ao âmago, que consolida ao radical dessa mesma proporção de intensidade, valor étnico envolvendo povos, miscigenados às memórias ao tempo de realidades nas verdades, para imaginar que os fatos justificados estão pelas virtudes, em adaptar outros tempos, nos exercícios relativos à memória em estado de realidade qualquer, na concepção de compromissos objetivos, para que perspectivas de visão façam das intensidades de energia, o que está relativo no fato se a realidade relaciona memória da verdade de fato no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 07/07/2011.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

critica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Poder relativo em tempo necessário à prática.

Há clara evidência nas reações em que nos cotidianos, naturalmente ocorram relatividades entre intensidades de energia, à parte significa em tempo não específico a margem do parecer, quanto há relatividades entre essas energias consumidas pelos fatos, para toda necessidade de envolvimento no ser seja objetivo, pois o individuo relaciona a realidade pelo seu propósito em exercício.
As trajetórias sempre possuem nesse mesmo tempo de prática, razões de perspectivas preliminares porque tais visões, no posterior denominam praticidade no exercício próprio cujos relacionamentos, na ciência das reações entre energia combinam caracteres pelo tempo, como forma necessária de participação mutua entendendo que justifica se resistência, para obter fluxo da reação em tempo de visão, nas perspectivas do tempo na claridade do fato, necessário pela reação que o domina, quando pelo fator entende se que vetor de saída está para qualquer parte, se objetividade em tempo está justificada pela razão no tempo de reação da prática em poder do individuo.
Posicionar relatividade na realidade, quase sempre envolve energia nas dimensões espirituais, porém não significa que tal parte seja capaz de ser dominada como risco em se compartilhá-la ao evangelho, pois se trata de determinação doutrinaria ficando assim invariável pelo espaço, quando significa ação necessária em tempo de realização na realidade em exercício próprio, como domínio do poder praticar ação na realidade de compromisso necessário de empregar tal poder em tempo.
Relatividade no realismo pelo humanismo compreende ao propósito doutrinário, como parte desse mesmo tempo, quando se emprega quantidades de energia por qualidade justificada ao fato, isso pelo efeito de traumas proporciona culpa cuja justificativa de passagem nesse tempo, qualifica tempo de ação pela distância em que tal reação provoca qualquer trauma, para proporcionar culpa justificada pela necessidade envolvida na qualidade de intensidade de energia, termo de qualidade forma resistência se quando teria ligação, pela ética como etnia de povos miscigenados, além de compensar ao juízo, freqüências ligam intervalos nas facções de perspectivas de intensidade moral, na ética formal de necessidade em cada freqüência nas intensidades de energia.
Marcio palafi. 03/04/2011.

sábado, 2 de julho de 2011

opinião cotidiano, conexao de tempo.

O preço à cobiça ao poder.

Os fatos congruentes à convergência divergem diante as fantasias retóricas, enriquecendo o poder dos destinados cumpridores das razões dele, em que seu conteúdo próprio satisfaz plenamente a própria integridade dos que o usam.
Totalmente tal poder cobiçaria a catástrofe em qualquer cotidiano, não cumprido por tamanho dever, o poder significa algo além da morte?
Por dimensão dos alegóricos retóricos, nos cotidianos é que a vida prova, pois Pilatos ao perceber que um homem colocaria em risco o seu domínio diante do imperador, achou melhor que o povo julgasse a morte do poder, porém imagine que Cristo por ser verdade não teria dito? O poder do imperador não o faria desistir do caminho da verdade, como ficaríamos diante da blasfêmia do poder?
Márcio palafi. 02/07/2011.