quarta-feira, 20 de julho de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.


O valor do preconceito é variável.

Já faz tempos em que descrever consolidando literatura, destaca razões para gerações estenderem seus artifícios sociais, em prol a diversidades de circuitos nas civilizações abrangentes, onde a permanente conclusão divide de certa maneira ambientes sociais nos valores étnicos, de proporções assíduas nas analogias politizadas, das apologias discretas ou indiscretas, pelas partes do tempo emissões de ritmos variados, de misturas étnicas dos povos vem acontecendo, em razão da miscigenação das espécies humanizadas nas circunstancias.
Descrever formas literárias nos ritmos cotidianos alegra, nas discretas intimidades para nas apologias consolidarem aos egos dos mais aflitivos; linguagem poética com ritmos faz das capazes prosas atingirem o âmago sem restrição de camada social, possivelmente a discriminação venha acontecer com a falta de conhecimento, no ambiente onde o ritmo na rima permite a comunicação mais profunda, onde cada ser humano é diferente de cada um, por isso o gosto por um ou outro detalhe dentro da rima aciona reações, classificando apologia ou analogia simplesmente algoz.
Márcio palafi. 20/07/2011.

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