terça-feira, 19 de julho de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.


Contratempos induzem à resistência na relatividade.

Atividades de contratempo inconstitucionais afinam se como ativismo em debilidades racionais, portanto as características de visões concretas descartam se pelos pareceres, quando são argumentos denominados inconscientes, pois formalizam inconseqüências, pelo extrato conseqüente ao domínio, qual venha do poder na dominação de se constituir qualquer razão, logo cai como blasfêmia porque não encontra finalidade na consistência, mesmo no subjetivo da imposição legal da prova, que vem do recurso de fundo, quando argumento estrutura na realidade fatos como contradição em tempo à depreciação, para depressões causadas pela falta de combinação no tempo relativo à verdade, que é a prova da vida quando venha sofrer à ânsia da morte.
O realismo nas atividades forma sempre direção tortuosa, quando o poder na resistência destorce relatividade como variável, principiando pela variação ate encontrar finalidade, retornando ao principio como razão na existência legal do objetivo, quando individuo relaciona o racional converte à subjetividade natural à prova da vida negar a morte.
Os estágios relativos se estruturam das razões, pelo tempo de realismo cujo foco em memória, na finalidade ocorre como desvio, à parte constitui se de capacidade na busca, quando a vida prova em principio verdade na conclusão em poder, na estrutura do tempo de realidade em qualquer parte da razão.
Para finalidade como principio que localiza razão, além da variável desde que variação à relatividade conseqüente ao tempo não específico, entre condutibilidade nas partes de resistividade assinaladas como bloqueios, desvios em tortuosidades equilibram poderes, afim das convecções racionais visões nas perspectivas entre razão do poder e poder da razão, em focos cujos destaques na memória transcendem naturalmente como dádiva de verdade, que vem do brio mais profundo quanto mais audaz, nas alturas em poder do imaginário da reação em realidade qualquer no tempo não específico, assim os estágios dos estados iminentes emergem com estrutura na veracidade da razão, para quando for subjetiva ao realismo é objetividade no individuo classificado como dominador de si, em que constitui razão no fato na realidade da razão subjetiva na variação relativa à variável do próprio tempo.
Márcio palafi. 19/07/2011.

Tempo mais que infinitivo.

O tempo em que transtornam as partes infinitivas, qual boa antecipação congênita regula coisas em sentidos oblíquos contradizendo intuitos imperativos, das subjetividades no individuo como objetivo, pelo subjuntivo retornaria nos fatos dos acontecimentos, capazes de um ou mais distanciamentos em tempo, entre reações nas etnias dos povos transmitindo do imaginário à memória de qualquer ilusão, na permanência natural como lei da prova de realidade, em cujas etnias agrupam nos centros populacionais civilizados, adjetivos compostos pela razão mais justificada, como entendimento da maioria tais retornos contraditórios, simplesmente seriam reguladores de energia nas intensidades qualificadas pela quantidade, na razão do feito proporcional à condição traumática de contradição étnica.
As perspectivas de visão nesses tempos oblíquos vêm como parte mais afim, do que dispositivo de realidade, ao imaginário retrata razões também fictícias, quando dependem mais uma vez de subjetividade no alinhamento próprio congênito, mesmo de estagnação a variar, do variável denomina relatividade à veracidade dádiva, da memória na realização gradativa em seu tempo natural de vida, para negar a morte, por isso tal vida prova, mais uma vez que a variação acontece, pelo fato na tortuosidade da verdade querer poder encontrar no infinito, qualquer retorno de visão na perspectiva de razão humana no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 19/07/2011.


domingo, 10 de julho de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.


E se errar for por ser enganado.

Exemplos lógicos de que um dia a vida nas verdades dos conceitos enganosos seria em conduzir pelas razões, para que erros transmitissem através das disposições, abrangentes conteúdos diversificando ao desmembrar a verdade, como nos radicais variando relações em tempo para dos artifícios legais, quando não causam traumas à lógica não proporciona culpa, nos extrativistas desmembrando altos conteúdos compreendidos ao prazo da compensação da verdade, que é na comprovação na realidade de fato.
Variações múltiplas diversificam qualquer desmembrar, enquanto os enganos solucionam na variável profundidade da verdade na virtude cuja justificativa qualifica através do fator, fato necessário em tempo na realidade da razão no feito próprio.
Atualidades aprofundam através dos tempos, não especificando razão em outras partes da vida, na ilusão da realidade qualquer por mais um ou outro engano levar ao erro, ate que o espaço certifique que não ouve justificativa na variável, pois o pretexto não encontra finidade de conclusão, em participar de ilusões pelos tempos onde a razão fora ignorada pelo poder do erro do engano.
Ações do engano justificam diversidade nas dimensões da verdade, na virtude da contradição em tempo de realidade, porém pode-se começar de novo diante a realidade própria consentir a si o que é necessário em tempo, para o complemento na variável levar por atalhos, no desmembrar para um novo dia de um novo tempo, na visão de um novo mundo no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 10/07/2011.

sábado, 9 de julho de 2011

opinião cotidiano, conexão de tempo.


Cronologia maleável no tempo útil não específico.

Nos dialetos as intensidades de energia complementam-se, diante das razões necessárias ao cotidiano dos povos, que participa do fluxo no implemento, quando ao cambio é oferecida multiplicidade entre essas intensidades de energia, compreendido tal cambio, como efeito compensatório do estado que se adéqua, pela compensação o tempo não fica específico, porém visões nas perspectivas são consideradas analógicas devido a tais reações atrasarem ou adiantarem, devido ao implemento no cambio, diante a necessidade do feito no diagnostico comprometer o exercício moral da razão do próprio, entendido como fundamento na crítica; sem mais para oferecer, ao complemento no retorno de tal compreensão retrata disposição em pretensão, premeditação, premunição ou preocupação do fascismo, que é capaz de ir se adequando pelo bem da evolução no ser humano da terra, por isso o tempo não é especifico também no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 09/07/2011.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.


Característica da energia na ciência da religião.

Através dos tempos longos períodos flutuam em determinados caracteres, diante de potentes extratos naturalmente se energizam, como idéia de sempre se renovar, porém ao longo desses longos períodos, formas se adequaram aos princípios fisiológicos dos segmentos analógicos, cujos períodos ocorrem em memória, essa por situação dissimula energia em intensidades variáveis condizentes às necessidades pelos tempos não especificados, assim ao imaginário toda energia em sua reação fixa intensidade adequada ao próprio interesse da razão humana administrá-la.
Os espaços percorridos pelas intensidades nas reações, intervalos de ligação se aprofundam como incógnitas, nas intensidades de energia imagem de pensamento no domínio racional se converte em movimento, para que a ciência ocorra, tais ações ao tempo de reações, por intensidade mais elevada caracteriza opinião inversamente proporcional ao principio, que liga em tempo finalidade no movimento da energia encontrar no fato, atividade justa necessária à realidade qualquer.
As sociedades miscigenadas pela fixação, feixes das intensidades regularam em memória intensidades tantas, quanto foram ás eloqüências nos movimentos imaginários sem razão na realidade, nesse tempo intensidades de energia, quando no controle racional, como surtos generalizados, não diversificam diante à dominação equivalente à prepotência.
Ao bem do ser humano as energias se situam como entendimento racional, para intensidades nas reações em surtos adequaram ao raciocínio, na ciência da energia ser usada por movimentos justos nas razões diversificadas, das etnias de povos livres porque um dia se o milagre sagrou se genial, para o ser humano dominar intensidades de energia em seu domínio racional, onde há matéria ate em seu estado natural suportar intensidades dos surtos genealógicos, nas razões da ciência compreender, que o homem prática o milagre pelo seu estado racional dominar intensidades de energia, através da matéria do seu conceito religioso estar justificado, como justiça de ser humano no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 08/07/2011.

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.


Realidade no fato de verdade ser virtude justificada.

Características como virtudes consignam ao imaginário, além do conceito relativo tangenciar legados próprios ainda, por existir na realidade conteúdos nas fixações de memória, pois o tempo quando relativo à lembrança focaliza ao meio, figurações objetivas se o estado é capaz de ativar no organismo atividades, quando nos redutos sociais étnicos imagens mistificam razões éticas, afim em conduzir através dos espaços, idéias nas lembranças onde a memória caracteriza objetivos para que o indivíduo retome ao legado uma nova idéia, pelos motivos que na realidade mediam fatos, para memória ser renovada, outro tempo relativo ao imaginário da ilusão, porque no momento em que se deflagra tal ação, como reação do ego, para na memória aprofundar ate onde alcança conceito étnico, não pode mais ser imaginado como ilusão, porém fatos na realidade abrem perspectivas futuristas, fora do fascínio da reação ao imaginário na memória renovada.
No mesmo tempo que não é específico, todos os fatos relativos cujos estados estão ou se encontram relacionados em memória, objetivam toda e qualquer realidade, assim mesmo fatos de tangências na mesma memória de luta étnica, não satisfaz porque tal reduto social também se encontra miscigenado, afim dos princípios étnicos serem relacionados a outros estados de realização ao imaginário, por outra realidade de memória na característica encontrada das virtudes no tempo de realidade.
Há capacidade em relacionar um novo tempo não especificado ao imaginário da realidade nos fatos, assim ele deteriorou pela razão no desvio da verdade, quando conteúdos eficazes nas intensidades de energia aprofundam ate ao âmago, que consolida ao radical dessa mesma proporção de intensidade, valor étnico envolvendo povos, miscigenados às memórias ao tempo de realidades nas verdades, para imaginar que os fatos justificados estão pelas virtudes, em adaptar outros tempos, nos exercícios relativos à memória em estado de realidade qualquer, na concepção de compromissos objetivos, para que perspectivas de visão façam das intensidades de energia, o que está relativo no fato se a realidade relaciona memória da verdade de fato no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 07/07/2011.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

critica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Poder relativo em tempo necessário à prática.

Há clara evidência nas reações em que nos cotidianos, naturalmente ocorram relatividades entre intensidades de energia, à parte significa em tempo não específico a margem do parecer, quanto há relatividades entre essas energias consumidas pelos fatos, para toda necessidade de envolvimento no ser seja objetivo, pois o individuo relaciona a realidade pelo seu propósito em exercício.
As trajetórias sempre possuem nesse mesmo tempo de prática, razões de perspectivas preliminares porque tais visões, no posterior denominam praticidade no exercício próprio cujos relacionamentos, na ciência das reações entre energia combinam caracteres pelo tempo, como forma necessária de participação mutua entendendo que justifica se resistência, para obter fluxo da reação em tempo de visão, nas perspectivas do tempo na claridade do fato, necessário pela reação que o domina, quando pelo fator entende se que vetor de saída está para qualquer parte, se objetividade em tempo está justificada pela razão no tempo de reação da prática em poder do individuo.
Posicionar relatividade na realidade, quase sempre envolve energia nas dimensões espirituais, porém não significa que tal parte seja capaz de ser dominada como risco em se compartilhá-la ao evangelho, pois se trata de determinação doutrinaria ficando assim invariável pelo espaço, quando significa ação necessária em tempo de realização na realidade em exercício próprio, como domínio do poder praticar ação na realidade de compromisso necessário de empregar tal poder em tempo.
Relatividade no realismo pelo humanismo compreende ao propósito doutrinário, como parte desse mesmo tempo, quando se emprega quantidades de energia por qualidade justificada ao fato, isso pelo efeito de traumas proporciona culpa cuja justificativa de passagem nesse tempo, qualifica tempo de ação pela distância em que tal reação provoca qualquer trauma, para proporcionar culpa justificada pela necessidade envolvida na qualidade de intensidade de energia, termo de qualidade forma resistência se quando teria ligação, pela ética como etnia de povos miscigenados, além de compensar ao juízo, freqüências ligam intervalos nas facções de perspectivas de intensidade moral, na ética formal de necessidade em cada freqüência nas intensidades de energia.
Marcio palafi. 03/04/2011.

sábado, 2 de julho de 2011

opinião cotidiano, conexao de tempo.

O preço à cobiça ao poder.

Os fatos congruentes à convergência divergem diante as fantasias retóricas, enriquecendo o poder dos destinados cumpridores das razões dele, em que seu conteúdo próprio satisfaz plenamente a própria integridade dos que o usam.
Totalmente tal poder cobiçaria a catástrofe em qualquer cotidiano, não cumprido por tamanho dever, o poder significa algo além da morte?
Por dimensão dos alegóricos retóricos, nos cotidianos é que a vida prova, pois Pilatos ao perceber que um homem colocaria em risco o seu domínio diante do imperador, achou melhor que o povo julgasse a morte do poder, porém imagine que Cristo por ser verdade não teria dito? O poder do imperador não o faria desistir do caminho da verdade, como ficaríamos diante da blasfêmia do poder?
Márcio palafi. 02/07/2011.