sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.

Preponderâncias a tendências genéticas geniais, como num fluxo aéreo. Um tempo estacionário como várias nuvens no céu de estação não especifica influíra em razão, no pensamento do individuo perceber, que quanto ao objetivo do ser humano, padronizando estados sob artigos entre códigos, no alinhamento dos genes, quando sonhos à memória de intenções mais justificadas condicionaram ao regimento nas primeiras leis quais de Deus. Partiram ao acaso no padronizado argumento, sem muito oferecendo ao conceito ambíguo, quando religiosamente os fatos inseridos, justos à justificativa, porém uma enorme coincidência natural descrimina tal desejo, pois iniciando o marco zero, vindo em seu propósito ratificar a justiça, percebera também que tantas intensidades de energia, reagidas ao impasse não configurado, sem direção por ocasião justa às leis dos mandamentos, além dos distúrbios não atingirem tendências, pois à parte assumiriam ao beneficio de terceiros na intenção do desvio na personalidade ser fluxo desordenado, porque nesse mesmo, decerto João Batista teria sido decapitado e também Jesus Cristo sacrificado, pela razão ao poder do império, antecedendo ao transfigurável tempo não específico, qual a razão do desvio desse tempo? Como hipótese ao regimento das leis, religiosamente estariam aos encargos a qual Deus? Márcio palafi. 11/11/2011.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Destino ordenado. Saímos do sonho acordando Longe, além da montanha O passado lá deixou de existir Entre o esquecimento, abandono Não mais o regresso, pois o tempo Migrou-se à além do futuro Esperando acontecer novamente Durante o dia, o desejo envolto Em formas vazias, destacam-se Entre uma montanha e outra Adotando o modo de um vale, No qual existe uma nascente aberta Onde o liquido límpido jorra, Por beneficio natural da terra Assim os teus filhos não temem A sede, e se banham desta água Colhida pelo leito de um rio, Montanha abaixo todos estão Bem aos cuidados da mãe terra. Acervo, 12/11/01. Márcio palafi. 09/11/2011.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Um fato necessário está pela justificativa na realidade. Contribuindo se assim realidade do real compreende juízo. Fatos realizados justificam personalidades cujas tendências em todo alinhamento, entre genes nas relatividades intempestivas dos geniosos desentendimentos, qualquer conflito a margem em que possa às aparências, não enganam não, enquanto expressões tão profundas fazem do conceito, para memória intuitiva em todo imaginário determinando imposição genética às reações geniosas, em faces sadias subentendem aos objetivos nos indivíduos, estando esses em seus estados constituídos ao tempo, ainda que pensamentos não especifiquem qualquer ação intensidade de energia encontra ao vetor alcançando em fator, fato justificado em tempo mais justo possível, como juízo à verdade de um caminho limpo e pacifico, embora cheio de armadilhas naturais exatas nos bloqueios, através das resistividades, além da memória obstruída relatos são ligações dos transtornos de personalidade, pelas visões fluentes dessas reações, como fluxo à saída é de fé, por uma República Federativa constitucional nos direitos animados aos artigos da constituição. Respaldando! Grandes embaraços advindos aos inconseqüentes destroçam memória, quando fator determina resistividade à genialidade não relativa à genética. Márcio palafi. 07/11/2011.

domingo, 6 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Amor no instinto utópico. Todas as energias fluem em condições próprias, no entanto se estão em condição racional significa amor, em condição do instinto significa atração pelo desejo sexual, por existir a possibilidade da reprodução sob circunstancias, onde a natureza destina o papel do ser em sua própria evolução, diante do seu tempo, além da capacidade em perceber o momento em que esses dois sentimentos tangenciam no interior da matéria, através da forma estruturada do ser humano, pela sua visão social, na sua capacidade em evoluir o próprio sentido, na realidade do propósito comum social, em artifício ético à sua etnia, enfim o amor é o sentimento mais profundo de uma igualdade social, e o instinto o sentimento mais profundo afim, dessa igualdade social do que se trata o instinto à utopia do homem. Acervo, 13/12/02. Márcio palafi, 06/11/2011.

sábado, 5 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Relacionamento relativo ao imaginário finito, pelas facções temporais. Exemplificando traumas para serem relativos à realidade, diagnosticando se pelo efeito paranóia, quando estreita o próprio trauma, entre ao tantos seguidores do Dr. Sigmund Freud, paranóia poderia ser definida por conceito em dez anos de eternidade para alguns? Cinqüenta anos de eternidade para outros? Quais seriam os que consumiriam ao bloqueio? Naturalmente evidenciado pelo Dr. Freud? Seriam bloqueados como fundamento crítico em quaisquer outras eternidades? Existência contida ao preparo nos radicais contenta aos cotidianos, quando às perspectivas de visão os preparados constituem razões aos quantos consomem verdades cujos domínios atingem tempo renovável, quando o estado é competente mesmo se esse tempo não é especificado, como as ações de uns relata reações em outros seres humanos no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 05/11/2011.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O movimento das ondas.

Pensamento quanto mais profundo. Os limites da vida Enquanto os prazeres do sonho Encontram à noite, o desejo Mais tarde à sombra da arvore Floresce o tempo esquecido Jamais lembrado ainda, Pois da parte onde a vida Atende ao seu nome, Mais feliz ficará o irmão, Que sem direção passava Pelo dia às vésperas do jantar, Quando passara do brilho Mais longínquo à esquadra Ardia ao vento, em que O território era o sonho Do limite da vida. Acervo, 08/01/01. Márcio palafi. 03/11/2011.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Opiniões simétricas naturais, mais que naturalizadas. Esperanças pelos poucos estados felizes em que a vida predomina, precedidos às realidades comendas, pelas percepções garantidas aos meios naturais cujo raciocínio, além dos estranhos estratagemas das falsidades fantasia aos desmentidos, quando suas razões não consomem mais que duas medidas ou dois tempos, pela elevação nas intensidades dos diabólicos descriminantes, por menos tempo ainda à suas aptidões transcorrendo mais avassaladoras, pois se compete aos que mencionando medidas regulares, não mais somam quintos plus, em seus múltiplos desejos disfarçam ao máximo, maneiras pelas quais aos olhos vigiam sem notificação às travessias, como milagres ocos menos miolos assumiam adjacências, também fatos se repetem, não além por mais de dois tempos às opiniões a margem do que possa parecer são emitidas, pelas expressões em níveis, austeridades como num passe de mágica aderindo assim ao tributo bi-lateral, para que o tempo faça lhe do poder fazer, além do distúrbio bloqueando aos transtornos de personalidade, variando ate alcançar profundidade posterior ao tempo de partida, em variável competente ao fomento natural perceptivo. Localizados por muitas congruentes, estados confusos em conflitos detectam profundidades, sem que o sentido de realidade evite o inconseqüente, retratado pelo inconsciente aderente em razões inerentes ao sentido localizado. Partiram através dos devaneios então, como os fatos permitam às adjacências naturais em constituir espaços, quanto ao alcance profundo de bloqueio também natural, visíveis tantos aos permitidos compartimentos abertos, pelo consciente às realidades naturais dos genes, que consentem aos gênios intempestivos dos ignóbeis, por mais vezes não relevam aos fatos absurdos, portanto entre tantos desvios, personalidades concentram pela realidade capacidade de adesão constitucional, para verificação do que é verdade, mesmo destorcida dos desviados e desviadas às personalidades sociais, pelo poder da verdade em alinhamento ainda não destorcido, pela margem do que possa parecer em qualquer centro discutido, como razão obvia no desvio da personalidade. Márcio palafi. 02/11/2011.