O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
domingo, 31 de julho de 2011
Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.
Fatos na verdade são relativos ao comportamento humano.
O relacionamento humano faz de sua capacidade, no instante em que consigna tempo distribuído pelas metáforas, para quando for realidade na imagem do circuito, ilusões compartilham ao se deparar nos entendimentos conclusivos, como prova começar outro ciclo por outro dia, onde o pensamento se desfaz na razão do imaginário porque não está bem em seu nível comportamental.
O alinhamento em questão da finalidade, no humanismo é entender que o principio de vida classifica por ser verdade, pela necessidade em determinar no fato comportamento na realidade que busca memória, quando a vida em tempo justo faz com que o movimento seja equilibrado, pela intensidade de reação que consegue fixar pela relatividade qualquer metáfora, se quando intensidades de energia movimentam pelas características étnicas, nos povos do mundo na situação globalizada.
Os fatos em todo mundo, nas coligações humanísticas desprendem se do racional, porém suas variações ficam objetivas nas metáforas, pelas relatividades de intensidades nos pensamentos, quando se concentram pela relatividade ao imaginário das variações metafóricas, dos entendimentos humanos em tempo para admitir, que tais variáveis comprometem se após bloqueios, em busca constante da memória, pelas intensidades relativas aos fatos, por esse ou outro tempo da verdade, quando movimentos nos fatos necessitam de aprofundamento.
Realidades por todo um tempo, somente fica conclusiva diante a razão, que é verdade no comportamento humano, de alinhamento mais profundo no imaginário, em memórias relativas pelas intensidades de reação de energia, pelo compromisso localizado aos setores, posicionado em áreas civilizadas dos aprofundamentos genéticos, nas memórias dos fatos ao longo da história do ser humano no paraíso, onde planeja seus enriquecidos argumentos, em razão da verdade nos fatos entender que a história possui na memória, relatividade ao imaginário da ilusão humana.
Márcioi palafi. 31/07/2011.
sábado, 30 de julho de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
A prova de convecção na vida compreende efeito da memória.
O destino como tempo indefinido, pela qualquer realidade na intensidade que registra o fato, diante da história disserta o feito de maneira, que a verdade tem intensidade relativa, na perspectiva de visão para qualquer imagem de pensamento possuir eloqüência, dentro de tal registro cuja verdade por mais subjetiva, dignifica objetivo quanto mais variável, na individualidade de realidade qualificar razão relativa ao tempo não específico.
Dados nessas posições de registro, também sofrem variações devido ao empenho alheio, quando não alcançam o mesmo espaço revigora ao imaginário, no tempo não específico da atividade semelhante, como razão tangente à participação paralela, por qualquer estado ambíguo de origem virtual relativo a intenções, quando se originam pelo mesmo imaginário de tempo, de ilusões relativas à memória dos sentidos, nos circuitos de circunstancia semelhante em variações, como se fosse galhos numa arvore de porte muito grandioso.
As intenções poderiam trazer ilusões relativas aos imaginários, nas perspectivas de visão registradas na memória variável, porém a finalidade como circunstancia estende somente ao um espaço físico, que pratica feito de fato na razão da realidade qualquer, com projeção relativa à memória na participação, que a verdade tem necessidade a prática de qualquer ato semelhante em tempo, para razão ser exata na conclusão do argumento no tempo da realidade registrada na memória.
As perspectivas de visão se intensificam além do tempo, nas variações de intensidades relativas, pois variáveis na memória da semelhança relacionam a necessidade da verdade objetiva, porque individuo tem subjetividade, além do tempo possibilitar realidades nas variáveis com necessidade da verdade ser participação exata na razão como prova a vida.
Capacidades nas ansiedades deprimentes atrasam ou se adiantam, mediante a necessidade em qualquer transtorno ou distúrbio após bloqueio, quando qualquer surto sofrido em desvio de personalidade desalinha a verdade, pois sendo o tempo não específico à necessidade do fato é variável, como variação no registro da memória semelhante.
Márcio palafi. 30/07/2011.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.
O homem tem qualidade de cura.
O lado prático da vida tem na interação importante período, qual informação deriva no temperamento, quando valor étnico se diversifica pelos conhecimentos teóricos ao comportamental, para que intensidades de energias não sofram rejeições diante da sociedade civilizada, no trato do caso diversificado dimensionado pelas circunstancias, nas reações comunitárias de razões emergentes, já encontrando conhecimento, valores étnicos são classes em exercício que compreendem qualquer relatividade social, de atividades também diversificadas, por isso não sofre rejeição de afeto ou amor ao próximo.
O mundo inteiro teria no terceiro milênio princípios, que chegassem a finalidades humanizadas, pela convecção racional dos instintos humanos que comprometem pensamentos em intensidades de energia, nos constantes movimentos ocupando espaços, onde a matéria visível por sua quantidade de intensidade tem como prova movimentos, características étnicas variadas pela miscigenação das espécies civilizadas, em tempo de se adaptar ao convívio social.
Circuitos a generalizar empenhos, quase sempre para tal período intensificam se pela falta de presença socializada, dos vários valores étnicos onde somente um valor caracteriza o poder em nome de Deus, haja vista que não foi Deus quem inventou o poder, sendo o homem na qualidade de santo envolvendo a cura, assim a energia nas diversas intensidades adapta se como intensidade maior, por fluxo direcionado tem competência generalizada, porém a sociedade como um todo participa suas leis além dos artigos constitucionais, quando o estado é federal percebe razão federativa, nas adversidades de intensidades de energia em movimento constante, como forma de pensamentos que são instintos humanos.
O homem ao sinal de santo foi feito de barro, porém sua imagem reflete paz ao espírito no alcance da razão, nas leis de Deus, porque o homem na sua intenção colocaria energia direcionada ao milagre em nome de Deus, quando percebeu suas leis no caminho da verdade, em poder de sua razão pelo principio da ética na finalidade de seu teor, quando a energia curou pela verdade de sua razão.
No entanto a razão de Deus é justa, graças a Deus o Diabo não entende o homem na qualidade de santo.
Márcio palafi. 29/07/2011.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Se a verdade é subjetiva a realidade é objetuvidade do individuo.
Interações em compartilhar nas variações não específicas na variável.
Interações entre seres sociais exprimem em compartilhar ao meio, opiniões diversas nas quais pensamentos dispersam razões, entre tantas objetividades de realismo, nas fixações imaginárias de cada um, quando ocupa lugar sendo esse seu espaço pelo estado em contato com a necessidade de reação.
Atividade na realidade do humanismo desprende ações voltadas ao circuito próprio, no exercício em propriedade no devido tempo, quanto reação nele, não se específica compartilhar, nesse mesmo instante certamente interação, mesmo de foco cujo seja necessário, tal atividade quando mais rápida intensificar, naturalmente busca relatividade, diante de bloqueio à interação por terceiros.
Visivelmente ações contraditórias revoltam princípios de finalidades destorcidas, em relação circunstancial retorna, como se tamanha intensidade sofresse qualquer contaminação por qualquer corpo estranho, porém essa oportunidade é única tal relativa, pelo compartilhar na interatividade promovida por terceiros.
Partindo desse dialeto toda interação se destorce, em relação ao tempo que não se específica diante da razão necessária à oportunidade, na qual a interação para compartilhar vinda está pelos compromissos, quando a vida prova, em qual capacidade do ser, pela etnia na miscigenação entre os povos, desde a compensação do juízo em determinar, que o caminho da verdade é a vida ate mesmo ate negar o ócio.
Atividades de interação no realismo pelo humanismo, sem oportunidades do compromisso não traz capacidades se não pelas formas de bloqueios, dos compartilhar necessários à sociedade em dinamizar através do cotidiano, suas aptidões perante resistividades, pelos artifícios dos artigos compensatórios das ações em tempo de admitir, que o necessário na resistividade fornece reação de visão nas perspectivas imaginárias nas ações interativas.
A finalidade no principio está por perspectivas criadas diante reações, nos bloqueios porque é necessário compartilhar, no realismo pelo humanismo afim em que a realidade do ser humano seja de prosperidade, diante da razão justa na verdade da vida cotidiana dos compromissos, nas oportunidades em tempo de realizar através das interações sociais, atividades compartilhando intensidades cujos capazes na sociedade compreendem, viver e deixar viver é interação no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 26/07/2011.
sábado, 23 de julho de 2011
A parte do tempo que ainda não chegou.
A matéria se originou da energia.
O ser de ativismo humano intensifica através da realidade, fomentos capazes de capacitá-lo diante das resistividades criadas ao longo das especificações cotidianas, em fatos contraditórios aos princípios, quando não continuam por não haver mais outra contradição em demasia, criando novas resistividades nas intenções imaginárias de realização natural humana.
Quando fatores de dimensões, que pelas intensidades consolidam intenções, fatos distantes finalizam atividades de principio, porém razões dessas intenções por ser verdade a capacidade, tanto de finalidade ligando ao principio ou inversamente proporcional possui relatividade.
Intuitos radicalizados sofrem variações involuntárias, que pelos fatores estabilizam diante da necessidade em tempo não específico, pela eloqüência cuja vida prova tal relatividade nos dialetos, que por suas variáveis disposições anulam ou sofrem mais reações, como busca voluntarias em compreensivas analogias discretamente desenvolvidas às civilizações.
Alçando a finalidades retornos de relatividades entre reações, energias variáveis nos dialetos aprofundam em razões indesejadas as rejeições cujas camadas sociais se posicionam diante dos fatos, pelas contradições cotidianas das etnias dos povos por freqüências aprofundando ate onde alcança, tal relatividade pela resistividade a estabilizar tais fomentos; partindo desse dispositivo em pensamento, como intensidade de energia que: se compreendêssemos através do realismo pelo humanismo, o que originou a matéria antes fosse a energia, porque assim teríamos um indo e vindo infinito.
Márcio palafi. 23/07/2011.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Opinião cotidiano, conexão de tempo.
O valor do preconceito é variável.
Já faz tempos em que descrever consolidando literatura, destaca razões para gerações estenderem seus artifícios sociais, em prol a diversidades de circuitos nas civilizações abrangentes, onde a permanente conclusão divide de certa maneira ambientes sociais nos valores étnicos, de proporções assíduas nas analogias politizadas, das apologias discretas ou indiscretas, pelas partes do tempo emissões de ritmos variados, de misturas étnicas dos povos vem acontecendo, em razão da miscigenação das espécies humanizadas nas circunstancias.
Descrever formas literárias nos ritmos cotidianos alegra, nas discretas intimidades para nas apologias consolidarem aos egos dos mais aflitivos; linguagem poética com ritmos faz das capazes prosas atingirem o âmago sem restrição de camada social, possivelmente a discriminação venha acontecer com a falta de conhecimento, no ambiente onde o ritmo na rima permite a comunicação mais profunda, onde cada ser humano é diferente de cada um, por isso o gosto por um ou outro detalhe dentro da rima aciona reações, classificando apologia ou analogia simplesmente algoz.
Márcio palafi. 20/07/2011.
Opinião cotidiano, conexão de tempo.
Fomentos dos náufragos distantes do cais.
O ser humano se afasta do seu interior, em busca da concordância a partes do tempo para sua capacidade de adesão concluir do fato, intensidades equivalentes ao equilíbrio no domínio em razão de existir.
A permanência no paraíso consegue ser estabilizada sendo seu habitar natural, para que seu fluxo reprodutivo encontre através das tantas intensidades, em reações constantes que por modos venham persuadi-lo, pela temática da vida ao concluir paz entre essas tantas reações.
Toda dominação como no próprio interior alcança além das perspectivas, instrumentos que consomem nos retornos características da propriedade em si, porque instintos também apropriados estimulam entendimentos, empregados nos feitos dos cidadãos analisados no convívio civilizado das sociedades étnicas dos povos.
Todo dia quando acordamos permanecemos dispostos, em captar envolvimentos entre síndromes, nas intensidades de energia localizadas em meio aos distantes imaginários, nas ilusões dos despreparados pelo poder do exercício impróprio, das eloqüências destinadas a tais persuasivos indiscretos dos náufragos, onde nunca alcançariam o cais, assim suas embarcações fomentam a deriva, com o lançamento de tais reações de síndromes sendo amarras sem lastro.
Márcio palafi. 20/07/2011.
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