Nó piramidal.
A mentira é uma droga tão poderosa, que pode fazer a cabeça ate dos mais poderosos, quando compreendem no dia seguinte: os distúrbios coletivos foram criados pelos competentes ao poder, assim a razão poderá ser esperança de em outro dia ser verdade o quanto dizem por ai a respeito dos planos anti corrupção, pois nas emendas dos tratados, todos os dias são possibilidades em remediar conflitos gerados, e entre as marginais trafegam todos os tipos de possibilidades dessas verdades não entrarem em discussões, pelas mentiras atribuídas ao poder compensar o efeito da verdade.
Márcio palafi. 30/08/2011.
O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Antes passado depois no presente do futuro.
O passado na memória de quem teria grandes laços, pelas glorias dos imortais, quando em lutas embrenharam aos costumes das tradições, em conseqüência de razões obvias também lógicas, para mais tarde fundirem pensamentos tantos, quantos fossem exatidões no humano concentradas, aos meios contratuais dos instantes mais marcantes da história.
Conceitos clássicos evidentes se instalam, como se numa contaminação, provocasse traumas nas condições diversas da vida cotidiana, mesmo principiando talvez um novo tempo, como a vez é sempre destinada ao dar certo, participam em prol do quando der, mais uma vez a esperança continuará seu estado de formação relativa à memória, quando declaram dimensões dos fatos, que se situam pelos diversos entendimentos, como se fosse cada intensidade de energia, para reações mais rápidas ou através do destino tortuoso, em outro tempo que não é específico.
Os estágios em vida própria comparam através das relatividades, monumentos destinados aos fortes mais fracos, quais dominaram por intermédio das conclusões dos menos entendidos, pois teriam alcançado em outro tempo o mesmo ressentimento pela equivalência em outro estado, como se fosse reprise de programa jornalístico ou informático cultural nas revisões dos contratos, nas carências dos antecessores, quando aguardam uma nova opinião, para continuar seu trajeto diante as dimensões dos aflitos, quando chegam aos complexos na geração dos conflitos.
Márcio palafi. 28/08/2011.
A parte do tempo que ainda não chegou.
Revoltas nos estorcidos.
O vento revolta as águas do pacífico
Tentando admirar a razão, em que
O tempo marca seu determinar
Em posição, contorcendo sempre
Revolta mais uma vez, sem direção
Obtida pelos encalços, em toda dimensão
Envolve o turbilhão, sem cor definida
Volátil, como o pensamento, leva tudo
Quando de voltas em voltas, revolta.
Márcio palafi. 28/08/2011.
sábado, 27 de agosto de 2011
Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.
Seres humanos tendem à semelhança ao raciocínio.
Acreditar que o ser humano passa pela vida superando crises, nesse tempo não se especifica intensidades de energia, quando o pensamento voltado para a paz supera através da realidade na matéria, num sentido racional equilibra tais intensidades.
O fato da impaciência não devolver paz, em partes que vão e que vem, como ondas do mar, também não são neutralizadas fazendo com que intensidades de energia adquiram intempestivos atributos voluntários a involuntários, então está formada a dita guerra fria, com as profundidades desnecessárias ou necessárias de busca ao mais profundo possível do imaginário, questionado como razão no fato declarado.
A vida provoca necessidades cotidianas cujas memórias situam em relatividade genealógica, com grandes ou pequenos reparos, assim que haja adequação á necessidade em empreender a finalidade no principio de qualquer reação envolver a qualquer um, quando venha na formação da família, sociedade como um todo político, na atuação fisiológica dos atributos humanizados, em que se constitui em tempo à compreensão, nas compensações do juízo, em cada ser humano no realismo pelo humanismo.
O mundo está globalizado, para que o ser humano supere perante Deus seus bloqueios, Deus estaria por trás disso? Ou estaria Deus por trás disso! Somente se compõe que o raciocínio faz diferenciar dos irracionais, portanto o que é do homem o bicho não come (dito popular).
Márcio palafi. 27/08/2011.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Coerências ambíguas de dependência étnica.
Outras tantas realidades étnicas consumidas pelo helenismo, não merecem participação ao meio natural contemporâneo, considerando que seu desejo teria sido explorado, ate anteriormente pelo desejo alheio ao submisso, quando memória sofrera torturas para se libertar com sacrifício, do imaginário cristão Jesus Cristo não veio vingar nenhum erro ou pecado do passado, pois sua memória consta de sua vida em adiante, na profecia que ele propôs ser o caminho da verdade é a vida, como não viemos também praticar nenhuma vingança, vivemos para servir, não vivemos para morrer, porém merecemos recursos a bem de nossa própria produção, quando alcançamos dádivas enviadas por Deus, logo vem o Diabo carregar tudo mantendo seu poder em nome de quem está alienado a proposta de vida sob a coerência, sendo qual delas teria influencia deslocada pelo destino.
Márcio palafi. 25/08/2011.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Errar sempre justifica o alcance do juízo na terra pagã.
Os estados nas reações entre energia aprofundam, ao mesmo propósito que é encontrar relatividade, além da memória possuir na consciência da verdade, caminhos nas adversidades de circuitos freqüência natural, quando pensamento marginal seduz sociedades às rejeições, durante críticas colonizadas em ênfases moderadas, sem causar nenhum adereço modulando, qualquer principio a que faça da finalidade dos tiranos, concebendo a palavra livre, qual de Deus determina em nome do quanto vale a fé, assim o próprio Deus nos enviou suas leis, quando os dez mandamentos consagraram os distúrbios dos mortais, que não se propagam entre imortais, estaria claro, que os dez mandamentos são erros mortais, porém são cometidos por mortais.
Márcio palafi. 24/08/2011.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Intensidades de energia em reação, pelos direitos da própria razão.
Os organismos de defesa ao ser humano constituem em perspectivas, quando visões amplas dos propósitos necessários, também dignificam cada um deles tramitando por espaços, onde a natureza da razão, emblemática como circuito emprega o valor étnico em toda classe; por ser mais aprimorada circunstâncias do legado humano, para vida no paraíso retoma sempre que alguém possui necessidade, quando através do caminho compete ao estado próprio do direito, quanto ao arbítrio, já avisado não comemora por finalidade, em coligar qualquer principio adjacente, pois algum ser humano diversificado por sua visão justa, consolidada aos princípios mais justificados, não teria ainda confirmação do atalho, que se possuiu adiante no destino em participar de uma ou outra particularidade, natural do compromisso na necessidade de obter direitos a mais ou a menos, ao qual se deferiu fé.
Os caminhos à necessidade em argumentar, pelos direitos assistem reações nas intensidades de energia, ao que sofre qualquer diferenciação, no diversificado conteúdo étnico, em atividade nas classificações de interesse publico, o que faz de qualquer razão mesma em diversos espaços, generaliza opinião ao próprio estado de capacidade acima da crítica, pois toda intensidade de energia relativa ao imaginário, organiza demanda para simbolizar os direitos em reagir ou não a realidade da ação, pelo entendimento do próprio direito em organizar o vetor para o fator, no realismo pelo humanismo, defender independência pelos diversos caminhos às posições étnicas aos olhos, como pensamentos intensidades de energia, nas situações dos sonhos que ainda não se realizaram, sempre envolve mais uma ou outra perspectiva de visão, porque existe esperança em um caminho tortuoso, porém em se tratando de racional, compensa evolução além em finitas partes, onde a consciência do ser humano não possui bloqueio, por isso não acontece desvio de personalidade, em qualquer trauma colocado como razão intermitente, no poder da verdade humana em viver por mais alguns anos, na trajetória considerada aventura humana na terra.
Márcio palafi. 22/08/2011.
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