O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
domingo, 28 de agosto de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Antes passado depois no presente do futuro.
O passado na memória de quem teria grandes laços, pelas glorias dos imortais, quando em lutas embrenharam aos costumes das tradições, em conseqüência de razões obvias também lógicas, para mais tarde fundirem pensamentos tantos, quantos fossem exatidões no humano concentradas, aos meios contratuais dos instantes mais marcantes da história.
Conceitos clássicos evidentes se instalam, como se numa contaminação, provocasse traumas nas condições diversas da vida cotidiana, mesmo principiando talvez um novo tempo, como a vez é sempre destinada ao dar certo, participam em prol do quando der, mais uma vez a esperança continuará seu estado de formação relativa à memória, quando declaram dimensões dos fatos, que se situam pelos diversos entendimentos, como se fosse cada intensidade de energia, para reações mais rápidas ou através do destino tortuoso, em outro tempo que não é específico.
Os estágios em vida própria comparam através das relatividades, monumentos destinados aos fortes mais fracos, quais dominaram por intermédio das conclusões dos menos entendidos, pois teriam alcançado em outro tempo o mesmo ressentimento pela equivalência em outro estado, como se fosse reprise de programa jornalístico ou informático cultural nas revisões dos contratos, nas carências dos antecessores, quando aguardam uma nova opinião, para continuar seu trajeto diante as dimensões dos aflitos, quando chegam aos complexos na geração dos conflitos.
Márcio palafi. 28/08/2011.
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