Leitura escrita cabendo titulo, em outro qualquer, saber quando foi que é.
Que titulo colocaríamos nesse texto?
Os acontecimentos primordiais dos ensejos, examinados um dia, foram deflagrados em muitos outros dias, após, a consciência no estado em que se encontrava toda opinião contrária, ardia quando o artifício não admitia a temporária dimensão do esquecimento congênito do pecado.
Um dia a metáfora foi descrita por prosopopéias, convencendo qual o momento da razão perdida, não mais estaria fazendo parte do tempo em que foi solucionada a equação; nessa tanto finalidade quanto principio teriam o mesmo dialeto, passando por várias tangentes nas variações inadequadas do poder sumário em questão, no instante tão esperado, se diz na hora “H”.
Ao um ou outro acontecimento foram; enfrentar a diabo transfigurado na razão incógnita do poder perdido um dia, pois daí em diante foi todo desfiladeiro desviado para a garganta, formando um grande e profundo vale, dotado mesmo de abismo não sendo decifrável a continuidade em questão incógnita do principio estar em outro tempo não ainda admitido pela razão encontrada; lá bem no fundo, quando mergulhou o próprio não voltando mais, teria em tempo que seria outro, a razão semelhante a tal finalidade perdida em um abismo de paixão irracional, incompreensiva, porém audível, para outros, incomensurável, calando a inteira expressão por força inelegível no instante de visão maior de um olho cego de temor a Deus, por não possuir da misericórdia o que os outros não têm a ver com o passado que ficou tão distante.
A razão de alguém escrever, mesmo o conteúdo sendo levado o um não entendimento, do ao explicável, possui inteiras medidas de realização, para a realidade em qualquer tempo, por isso é que passam, entre outros passa, e ate quando todos passarão? O tempo não para por ser finito indo afim enfim.
03/12/2010. Márcio palafi.
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