Uma unidade relativa de tempo.
Todo movimento entre energias está diretamente envolvido pela relatividade de qualquer gene, sendo variável em situação de risco, quando não se detecta por síndrome de qualquer natureza.
Quando tal unidade de tempo compensa a realidade da matéria na criação de um circuito para a circunstancia ser deferida a uma variável de qualquer nível social ou econômico político com razão nos níveis ou subniveis, projetados pelo destinatário, ocorrendo alem da própria liberdade manifestar uma visão abrangente de realidade afim, relativo a uma realidade de ilusão, por isto conseguimos nos adaptar a um circuito próprio, onde a maneira comum do fator, levará ao fato mais lógico na formação de um ingresso ou regresso das vontades indeferidas, em um tempo não especifico por não haver tal vetor para o fator admitir o movimento, através da realidade da matéria relativa a realidade da ilusão através do gene no alinhamento, em tempo de uma reação normal em se tratando de XY, para o meio social compreender a circunstancia na razão do fato obtido, na finalidade do fator ser o principio de sua visão social.
Sendo o alinhamento da relatividade normal, o espaço de tempo torna se o objetivo para o individuo além da relatividade manter uma idéia para a subjetividade formar através de um tempo não especifico, uma idéia que faça parte de um circuito próprio em uma variável confortável ao raciocínio ser uma condição de vida de principio social.
A realidade no tempo variável tem a partir do movimento, um alinhamento onde o gene característico passa a fazer parte de um circuito para a circunstancia participar de um entendimento, e a ilusão formar quanto mais for o imaginário especifico como envolvimento étnico encontrado ate mesmo decodificado como sinais do circuito onde levam a sociedade a sua codificação relativa a compensação da própria energia, no relacionamento especifico como nível sócio-econômico razoável ao seu bem estar.
20/05/2010. Márcio paláfi.
M1380.205. 297.899.316-20.
Os desejos materiais podem estar além dos espirituais.
As vésperas de uma divulgação através dos trópicos
Pronunciaram vários artigos, todos de predominação
Mais que particular, estariam de olhos bem abertos
Quanto ao que conseguiram, diante de seus possíveis
E imaculados pensamentos com adversidade, proposta
De limites não estavam dentre as totalidades, passaram
Estes tempos pelos estados de conservação.condições
Ate mesmo de aferir, destinavam todos os artifícios com
Sabores. Somente um determinado porque na finalidade
A compensação não seria de acordo com a portaria do
Município, e sim pelo conhecimento ora sim descrito ao
Passo para sobre passo ou outra viria de uma lástima
Inconseqüente à capacidade de raciocínio mais rápido
Sendo possível, outrora acabando logo, em principio
Ao do mais elevado pensamento a razão será, troféu
Límpido para outra, competir recomeçar a partir do meio
Em que, o ou o qual teve a idéia de servir em seu passo
Pois muito mais rápido, sua matéria chegaria ou pódio.
02\01\2010. Márcio Paláfi.
M1380.205. 297.899.316-20.
Palavras fora de foco.
Soube que estaria em campo de batalha
Para metralhar, mesmo sem metralha
Não consegues me enganar, jamais
Porque além do limite, a água não deixou
Que o fogo se propagasse, porém ele foi
Capaz ate de competir, com uma notada
Capacidade, competente de amargurar
Toda a sua volúpia, em um esquema,
Mais para onde a ilusão do seu tempo
Jamais chegaria, pois o foco desse seu
Nome já não mais existe, nem entre cinzas
Porque o tempo foi bastante, para o rio
Inundar, isolando toda sua energia fora
De serie, é mesmo o conjunto de faróis
Quando iluminaram a escuridão de toda
Energia apagada, famosa pelo breu total
Não mais ardeu, em forma de tempo sair
Para no profundo, do risco estrelado ruir. 02\07\2010. Márcio Palafi. M1380.205. 297.899.316-20.
O interesse do ser humano compreender as leis de Deus.
Muitas horas por muito tempo, o ser humano enquanto meditava com efeito da sua razão acontecer, pelo movimento denotado através dos sentidos apropriados em seus afetivos interesses, por mais definitivos que se argumentassem, existiria em algum outro tempo a inclusão de interesses alheios por fazerem parte de etnias diversas, porem também humanas.
Há atividades divergentes de forma que, não se dessem conta de algum e amplo estado em afetividade própria, podendo assim não fazer parte do ser humano, a razão do individuo no seu interior não admitir que a sua mais profunda reação se da para um elemento radical, podendo ser um pigmento de energia, encontrado um dia por ser próprio, a reação na qual seria o amor de Deus.
Depois bem mais tarde, ele próprio descobriu também que através do homem e a mulher, obtinha tal reação para a reprodução humana, nesse dado espaço percorrido por tal reação, o individuo realizou múltiplas experiências em tal objetivo na evolução da espécie, adquirindo a partir do movimento, lançar uma intensidade em quantidade de energia, indo além do próprio seu tempo ter animação em tempo de fé através das reações para outras matérias se reproduzirem para efeito do ser humano emergir do seu interior e se deparar com uma nova e distante intensidade de energia à reagir em seu espaço interior.
Encontramos para tão somente o bem praticar a reação, em tempo para possui o direito em orientar que observaria além de seu tempo praticando tais reações em forma de amor, sendo uma dominação no interior do ser humano para ele alcançar sua razão em outro tempo por mais distante que for.
Imagine que através desse interesse no interior do ser humano próprio dele se realizar, fixou suas leis sendo elas dez artigos em propriedade do tempo para que acontecesse o juízo, e assim em entendimento, juízes poderiam compreender que a pena para a justiça, valeria como compensação do ser humano alcançar além, onde pudesse buscar a sua fé em outro tempo, permanecer próprio dele o seu interior, mesmo quando o interesse for do alheio.
04\07\2010. Márcio Paláfi.
M1380.205, 297.899.316-20.
A ilusão no esquecimento sem reação brilhante.
De uma noite bem mais escura, de uma estrela sem luz
Brotou ilusão tamanha, quando estava capaz em medir,
Todos os dias na existência mais febril, incapaz de dar
Vivendo assim no alento desfeito, trazia a miséria inteira
Sem distanciar certamente do espaço, onde ocupava sua
Inteira razão, pois esta estava mais profunda, mais que
Qualquer ilusão, quanto não encontrava forças de brilho
Era novamente escondido ali, de cara com os instantes
Foi partindo tudo quanto retornava, ate sua incoerência
Pois sem escuridão não existe luz que ilumine a forma
E estando inconseqüente buscava talvez, mais profundo
Em toda sua ilusão, algo que pudesse iluminar todo seu
Estado de procura, em talvez mais reações encontradas
Talvez jamais avistaria o seu próprio brilho sem razão
Para ser brilhante, esquecera totalmente o estado ruiu
Em outra ilusão normalmente incapaz, como seria a volta
De uma noite na esquina, onde existe um bar de nome
Qual não aceitaria outra parte, em se tratando de dormir
Para jamais acordar numa escuridão de ilusão sem fim.
06\07\2010. Mácio Paláfi.
M1380.205. 297.899.316-20.
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