sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Talvez um dia a discórdia tenha fins pacíficos.

Se quando for necessário permitir a compreensão no contexto, o objetivo para concepções do arbítrio aos direitos humanos, adotado pelos organismos a monitorar as evidências de razões ajustadas, em tempo poderia admitir que o imperialismo contra atacando, só seria poder em razão do poder, porém aconselhando apoiar formação de conduta, os integrantes quando formam no conselho conseguiria além, visão ao interagir para compartilhar poder de razão, aos direitos conseguidos pelos membros de organizações, permitindo que o argumento seja raciocinado para visão de um posterior mais pacífico, gratificante ao ser humano saber que tem raciocínio, porém não pode ser tratado como convecção em certos compromissos, quem consegue poder constitucional direciona a razão humana em existir por mais tempo, procurando melhorar a vida a partir de negociações ajustadas, no direito em contra proposta, compartilhar do termo em discutir de maneira legal, esse conteúdo em parte é somente argumento envolvendo valor teórico no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 25/02/2011.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Semelhança relativa.

Quando por vez em tal, qual tempo
Quando assumindo, semelhança
Mesmo se não for própria, em sua
Estigma, no sonho de realidade
Somente quando matéria praticável
Ligarias tanto tempo definidamente
Ate que encontras neles raiz,
Pois assim o tempo sem copula
Não sendo mais para os animais
Em jejum, sem relatividade de vida
Por nódoa síndrome, profundo medo
Partirias de vez, em tal aceno.
Márcio palafi. 23/02/2011.

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

O desejo polivalente das sete cabeças autoritárias apocalípticas.

O que o mundo acontece em tempo para admitir, existe afim da consistência na matéria há presença, o ser humano quando procura além da vida virtude da paz, prosseguindo a razão do poder, o detalhe no poder da razão compete por conexões abrangentes entre as etnias capazes em participar diretamente, estando no caminho da verdade, combinando o estado com a eloqüência, o predicativo é nominal, pois estende se além da matéria, esta ficando visivelmente idolatrada constitui qualquer artigo, quando há qual oportunidade a vida estabelece através do caus a opinião contrária ao principio de finalidade encontrada à parte, quando não se consegue fé, também não se admite o apocalipse, para o efeito entre as ondas não estabelecerem nada aquém da opinião nos farizeus descontentes, colocados como escudos buscando na burocracia mais outro tempo, onde o estado de percepção possa alcançar o posterior se bem alimentados.
O conceito é radical a ponto de acontecer entre os escombros vidas ainda em ritmo a alcançar a virtude sem contaminação pelo trauma da culpa, desejada um dia pela contradição adquirida em tempo de convecção ou raciocínio não visível ao contrato genial do absolutismo indesejado ao poder da razão.
Assim fazem através do circuito uma circunstância previsivelmente contaminada será possível a cura do desejo anafilático das bestas do apocalipse?
Márcio palafi. 23/02/2011.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Movimento das ondas.

Direcionado ao Google adsense, artifício moderado.

Tendo a referência do site correspondente ao fator, onde se tramita expressões qualificadas depositadas diretamente, em demandar conceitos elaborados em cotidiano, é que expressar razão não conotativa direcionada em eloqüência, se depara ao tempo não específico havendo compreensão na clareza da expressão, não justificada como impressão a termos não compreendidos, assim não sendo aconselhável obter o conteúdo sem a devida composição pelo tempo relativo à realidade, qualquer talvez ate impregnada ao fato da compreensão total dos termos em discussão possivelmente não estariam satisfatórios a adeptos menos esclarecidos, aos dialetos relativos a intensidades de energia em movimento constante, para que o envolvimento racional seja naturalmente esclarecido tanto compreendido, situa se no ensejo o Google.com como parte de abertura em entendimento recíproco da razão para tal demanda teórica, qualifica se dentro do conceito básico da relatividade entre energias, esperando assim retorno dessa compreensão ao longo em próspero cotidiano dos mais esclarecidos no setor relacionado à ciência da energia; fazer agradecimentos tem sido ao longo desse percurso, razão natural da eloqüência em poder do desvio não esclarecido, para o conceito na verdade ser mais abrangente diante da justiça, quando abrevia condição do trauma a proporcionar tamanha compensação do juízo em razão natural compreensiva na vida em qualquer seguidor.
Márcio palafi. 22/02/2011.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Os extremos apocalípticos.

Estavam esperando entendimento das palavras dimensionadas às metáforas, quando das profecias o homem entenderia quando? Não somos totalmente analfabetos, os que fazem no mercado para a vida essas condições da morte, para que o tempo da razão seja praticado em um amplo conceito de justiça, onde os justos pagam pelos pecadores? Se para o mundo cristão cada qual carrega a sua cruz, digamos que essa cruz esteja em cada consciência em cada tempo que não é específico, já está escrito que dariam à besta mais poderosa o poder de acabar com o mundo qual deles? Como valor traumático contribuindo para culpa coletiva, quando o fator transição pela democracia seria desenvolvido pelo imperialismo absoluto ou pelo fascínio do reinado, pelo qual os súditos estariam felizes em admirar a beleza sutil da monarquia escravocrata, ou na demência do imperador, quando ficaria tão enfurecido pois não conseguira algum feito não adaptado a genialidade em seus conselheiros, na história se diz que Zeus tivera cinco, para lhe doar com gratidão tudo que tem direito o poder além do poder, nas concepções de tempo já mencionados através dos tempos nas profecias, qual dos apocalipses tem maior incidência, o apocalipse do não conveniado ou o apocalipse dos justos quando carregaram cada qual a sua cruz? De uma forma ou de outra isso irá acabar, qual desses mundos será vencedor?
Márcio palafi. 21/02/2011.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Tempo adequado razão exata entre milhões de processos não consegue tempo.

Estive observando a desinência na disputa intelecto instrutiva entre super processadores de dados e dois seres humanos, a conclusão tecnológica em um processador constitui memória a mais de que a velocidade, por todo o trajeto da questão, há projeção em quantas oportunidades de abertura quando o tempo se fez em uma das utilidades na tecnocracia, pois o modelo está combinado em ate certo estado emocional, circulando a razão fisiológica em adquirir informações ate certo ponto, a ordem cronológica não se adianta ou se atrasa, pois o emocional não permite a razão intolerável em vários dados no tempo não específico, quando uma em todas as partes do movimento não se consegue, com precisão milimétrica ate a distância percorrida pelo pensamento em memória, por circuitos genéticos na possibilidade do genoma contribuir a um dado tão profundo, em sua linha que não fazia parte daquele tempo outra reação relativa ao movimento, ser de um trauma não encontrado na realidade em exercício, de opinião singular ate se pluralizar nos desafios como egos adjacentes de consolidação nominal, combinando ao tempo qual verbo se classificou relativo a aquela questão na intensidade de energia própria.
O mecanismo venceu o homem ate que ponto da memória em seu estado de subjetividade na emoção gradual como objetivo no individuo?
Márcio palafi. 19/02/2011.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Movimento das ondas.

O milagre genial está compensado pelo pai na justiça de Deus?

Os plenos planos traçados entre linhas vividas vinham assombrar dos detalhes, abismados os mais aprofundados enviam subjetivas intensidades de energia, relativas pela realidade participar qual tempo ficaria disposto, além do pensamento retornar aquém, para não encontrar afinidade de quem demora em toda praia de areia invicta, somente envolvida pela crítica para quaisquer ondas de analises vividas.
Toda qualquer analise reporta estado de realização, encontrando resistência somente reagindo à resistividade em alimentar tal ilusão sem imaginário de fixação, listando qualquer variação quando entre vividas linhas, alcançam qualquer razão relativa à intensidade adquirida em plano pleno de opinião afável na crítica de profundidade objetiva do individuo na realidade do seu tempo.
Nessa vastidão o abrupto intempestivo estaria fora da tolerância, no seu principio de finalidade humana além da relatividade, a intensidade de energia eleva ao pensamento, imagem real de tempos não específicos relativos em realidade qualquer na posição de resistividade relativa na ilusão e a intensidade, no contato com a realidade fecharem em mesmo determinado intervalo, quanto mais profundo realiza o alinhamento entre genes dos variados galhos.
A vida encontra a realidade e a ilusão relativa em espaço indefinido de tempo para a reação, se eficaz toda realidade se desloca em tempo imaginário na oportunidade de retorno dessa profundidade sofrer depreciação de energia, para a realidade do individuo fazer do objetivo a compensação de energia, raciocinando ou convertendo através do movimento dessa resistividade encontrada em espera, não premeditada cuja razão já é conceito como virtude encontrada na linha do gene, não ser a ilusão tão profunda quanto se parece compreender a realidade na compensação justa.
Para o tempo não específico o que teria cristo na sua passagem pela terra, administrar matéria na sua energia em forma obter milagre, sem que sua genialidade fosse ligada à razão de Deus, quando equilibrasse o pai possuído pela visão justa recolhendo do pecador os traumas de culpa para compensá-los, quando alguém do gênio pratica ao artifício intenção compreensiva no trauma do pecado não ligá-lo ao pai, cristo com inteligência profetizou a vida no caminho da verdade além do gênio também praticar o milagre.
Márcio palafi. 18/02/2011.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

O pensamento de realizar um dia o que se imaginou.

O universo das coisas visualizadas na intendência, onde o ser humano fica capaz em seu espaço físico, percebido em tempo de sua realidade possuir conhecimento bem aprofundado da razão, no conteúdo como retorno do estímulo que partiria em tempo não específico, quando a espera seria enquanto chegava a qualquer finalidade racional pelo principio em sua intensidade de energia.
Os espaços estão todos ocupados pelas coisas, com forma em qualquer disposição onde o imaginário se projeta na razão em realidade qualquer, pois a verdade que fixa o entendimento do retorno, mesmo destorcido está mais para dentro de tolerância do que instinto quanto não racional, tendo também sua intensidade de energia relativa à profundidade quando percebe a realidade em qualquer tempo.
A visão do ser na terra depende do humanismo livre de seus intrigantes complexos místicos, ate que se esclareça através da opinião a contradição no efeito da ética pela etnia, quando no tempo se aprofundou na visão do posterior.
A verdade da realidade é projetada além do que seja imaginário, porque a fim de entender o pensamento, medite quando se for imaginar o que pensa ou pensar o que imagina, para que o propósito da realidade esteja realizável, favorável em tempo de estar justo o que se projetou um dia qualquer, por realidade num tempo não específico para ser opinião do outro tempo quando não teria chegado, pela razão da espera ser além em qualquer desvio provocado pelo destino.
O ser que ocupa seu espaço para a sociedade em seu tempo, teria o compromisso além da visão que se fez constituir, para oportunizar em equilíbrio outra razão natural relativa ao pensamento imaginário, quando eventualmente o destorcido destino fosse, complexos de sociedades nas intensidades de energia, intensificadas pelas razões ambíguas nos desvios encontrados além dos planos sociais naturais, acontecendo pela verdade em tempo de oportunizar qualquer noção mais justa, onde se constituiu a razão humana pelo raciocínio natural da humanidade, diversificada na miscigenação das etnias sendo povos unidos por pacíficos entendimentos.
As intensidades de energia estão em relatividade nas razões étnicas, dos povos da humanidade nos conteúdos constitucionais nos estados de consolidação dos povos compensados pela justiça do juízo racional.
Márcio palafi. 17/02/2011.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

A relatividade do pensamento na realidade de virtude.

Quando o tempo faz parte em qualquer reação de intensidade de energia, a posição encontrada na realidade ficaria relativa ao fato do pensamento, quando o estado de necessidade fosse pela razão do movimento somente, sem condições favoráveis em dois tempos:
-----primeiro o que se pensa está envolvido com certa quantidade de energia relativo ao movimento.
-----segundo o movimento exige da intensidade uma fusão, pois o tempo não sendo específico, o que se obtém é tão somente a realização no imaginário relativo ao retorno desse pensamento em tempo natural na realidade.
O fato de não relacionar o tempo de ação com a metáfora, em pouco espaço a reação seria de anomatopeia, acontecendo no conceito pelo mal entendido paranóia específica sem conclusão.
Apesar de o tempo intensificar a razão afim, a virtude na existência como quarta dimensão, não teria maiores efeitos além do mal entendido ser paranóia.
Diga se de passagem: na realidade o tempo não para, pois a expressão também não espera além do pensamento ficar envolvido pelo movimento numa intensidade de reação racional ou irracional.
Então o que se encontra no decorrer da vida, em delírios alucinados dos imaginários, poderia ser a insatisfação desse movimento não encontrar razão em ser dominado em qualquer espaço de tempo, porque a realidade dessa razão não se encontra em tempo real, poderia ser uma imagem em forma de intensidade de energia formando ilusão de um movimento imaginário, sem expressão na realidade para intensificar no paralelo um mundo bizarro.
Pelas metáforas além das anomatopeias, se fosse formação em dois mundos quantos desses exemplos teria relatividade com a realidade, nas intensidades de energia para acontecer adianto ou atraso nas condições de traumas serem proporções de culpa?
A razão na reação em participar trauma de culpa, nas intensidades em reações pode ser cominhos paralelos, para que em um dos estados ficasse a vida diante do espelho, porque Narciso não se viu bem na imagem do seu paralelo, pois também existiu somente ele, na realidade do seu tempo que não ficou específico à sua realidade.
Márcio palafi. 15/02/2011.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Movimento das ondas.

A entrega do ser à liberdade no arbítrio.

Fazer coisas que venham viabilizar dos conceitos nos exercícios apropriados, reduzem gradativamente a concepção dos que não estão tão condignos com os efeitos ajustados, quando alguns antecipam na história do seu tempo visões através de sensitividades envolvidas nos dons, desmistificam pelo caminho desencontros entre razões étnicas.
As participações nos meios sociais se debatiam, quando das suas afinidades não se davam conta da parte tecnológica não ser a mesma, sem o conceito ideológico do ser humano, além de armazenar seus dados imprevistos nas memórias dos estudos, não entendem justamente como funciona a mente humana, porém insistem em que o poder de seus dados lados místicos, daria conta dessa razão pelas mil e outras tantas possibilidades dos seres racionais, mas por uma ou outra contradição interpelar pela condição saudosista do efeito imperativo.
Como não conseguem suportar a sustentabilidade dos fatos novos não estarem fazendo parte de memórias controláveis ainda, pois outra memória se fez com uma recordação a menos de dois milésimos de segundo, quando nem tinha começado o pensamento ou por um processo intuitivo, porém humano em decorrência da coerência dos fatos mais novos, terem relatividade à memória própria da razão em qualquer tempo.
O efeito lógico não precisa ser evidência de um pensamento humano ser analisado por várias metáforas, entre conceitos das etnias quase todas miscigenadas, além da justiça de Deus estar em primeiro plano, situa se em segundo plano a justiça do homem semelhante ao estado divino mais coerente à razão, quando se deve observar o juízo consagrado final pelo apocalipse.
A entrega a esse plano de vida livre no emprego da expressão não contraditória, e possui também o arbítrio de cometer erros, possivelmente isso não teria em outro tempo afinidades para qualquer tipo de alienação, pois o ponto de vista do juízo recorre a compreender a pena que a justiça sofre em razão do trauma proceder da culpa, somente porque aconteceu qualquer fato qualificado entre os seres humanos esse trauma se qualifica pela proporção da culpa interior somente, porque o exterior não teria manipulado o beneficio na perda, ser o dano da sociedade qualquer em tempo étnico de esperança de vida além do juízo.
Márcio palafi. 13/02/2011.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Movimento das ondas.

Qualquer detalhe de uma versão submissa, controla o inconsciente?

Os alicerces introvertidos das razões humanas exploram a realidade do tempo favorável à competência do ser em possuir mentalidade organizada, capaz pelo suporte fisiológico participar com aplicação o estado natural concedido por Deus nos seus dialetos.
A palavra com sinal livre e expressiva dentro do contexto desfaz se diante da realidade não específica, do fato não ter acontecido, porém como poeira uma longa distância ainda não seria o aniversário, encontrando naquela opinião do dia outra relatividade, porque não utópica? Outra vez o tempo nos prepara a partir da realidade, para o detalhe do estado inconsciente precisar totalmente a subversão, qual o tema seja discutido aberto e em bom tom entendida na expressão, de onde se emergiu a conseqüência coerente do argumento estar ligado ao fato como recurso natural, porque nesse tempo a vida prova.
Márcio palafi. 13/02/2011.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Incógnita de intervalos.

A condição do trauma se diversifica entre as etnias populacionais.

A capacitação do instante quando denominado, prevalece enquanto a distância em qualquer razão encontra se necessária ao fato no feito ser argüido com qualidade especulativa, parte desse envolvimento está contido pela proporção qualquer de tempo que não é específico a qualquer realidade, na condição de qualquer trauma possuir efeito encontrado na crítica do leitor.
Determinado o tempo de abertura como principio, a finalidade fica disposta enquanto há espera, possuindo compromisso na ocupação do pensamento em forma de intensidade de energia, admitindo conexão de tempo qualquer em exercício continuo com arbítrio de interação, para compartilhar a razão no feito de qualidade proporcional a culpa causada na condição do trauma.
O espaço por não ser um âmbito familiar, faz do meio social comunitário a identidade em numero maior em grupos étnicos, trazendo os costumes e tradições sob interação religiosa, construído ao meio as superstições atribuindo razão às ilusões imaginárias das eloqüências das raízes entre os povos nos valores étnicos, para estabelecer através dos dialetos regionais diversificados em territórios, nas populares civilizações.
Fechando ciclos pela interação onde a finalidade antecede ao principio, a atividade nos meios são atribuídas às razões institucionais dessas mesmas eloqüências serem ligadas como intervalos, nos quais as intensidades de energia estão relativas pela matéria na realidade do exercício, portanto da intensidade mais evidente do pensamento, focaliza no estado fator o feito em qualquer visão racional, para entender que o retorno não está qualificado como trauma em qualquer etnia, mesmo assim a nodoa de qualidade possui proporção de culpa, não entendendo a família como segmento na razão em qualquer tempo.
O realismo pelo humanismo visa situar a relatividade através da interação entre as etnias, quando as rejeições são impostas nos ímpetos de ações intempestivas dos povos menos esclarecidos, como éticas das etnias civilizadas nos centros mais populosos do planeta, além da miscigenação ainda não ser compreendida quando não alcança tal profundidade desenvolvida nos dialetos de todas as regiões, encontradas nos grandes centros populosos mesmo divididos pelas continuidades sociais de subdivisões familiares da justiça, por ser igual para todos, porém a qualidade do trauma proporciona a culpa diversificada entre elas ou todos os povos.
Márcio palafi. 11/02/2011.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O movimento das ondas

As razões nas extremidades divinas.

As caricaturas foram criadas pelas criaturas elevadas ao pensamento, que na ilusão estariam presentes em mitológicos estados estatizados pelas apologias em qualquer exercício onde a fixação, compromete a razão sendo ela o presente celestial em desencanto, para ser determinada outra eficácia contraditória por ser do moral étnico de cada povo na realidade em qualquer tempo.
A decomposição em demasia por intensidades de energias, nos quais valores étnicos consigam realizar através da realidade contraditórias ilusões, podendo a razão contradizer o efeito da amplitude em outra dimensão arqueológica em questão fisiológica menos psicológica.
Entendendo a realidade além da ilusão, no imaginário o dialeto está conhecido conseqüente a depoimentos, todos intensificados pela energia moralista na boa expressão natural em todo ser vivo qual serve para viver.
O contraditório é que a razão para viver passa por intervalos nos quais os vales entreabertos nas dúvidas, formam abismos capazes em trazer efeito de circunstancias traumáticas encontradas nos desvio, pois eles os desviados causadores dos desvios vão ignorar a poder de escudos sucateados, por quanto tempo ou ficariam inertes esperando a esperança não acabar para começar de novo outro desvio, ate se tornar anafilático o bastante para se consagrar o divino Deus da extremidade derrocada nos suportes contraditórios dos blasfemados, ate atingirem outra extremidade do tempo não específico ao dialeto, onde se compreende a razão no raciocínio como convecção, quando energia em forma de pensamento processado como reações em energia no movimento o bastante para se opor como conflito interior para traumatizar o exterior.
Os mesmos acusados do erro por agir enganados, escudam os próximos enganados esganados pelo poder absoluto do nosso Deus, extremista o bastante para deixar frestas capazes de passar multidões, quis não sofreram o trauma ou não contraíram a culpa por usarem o raciocínio, convertendo tais energias através do realismo pelo humanismo, talvez o ser vivo compreenda o que é ser humano.
Márcio palafi. 07/02/2011.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

O valor exato da lógica, mesmo com mil evidências uma é a exata.

O dialogo em argumento para o conteúdo ser voltado ao recurso, quanto à ilusão no virtual não compreender a realidade em exercício, é sim ainda menos quanto esse argumento, qual o verbo em sua forma temporal ficaria desprovido de competência, quando o foco fosse formas paralelas ao entendimento de qualquer atividade de posicionamento étnico.
Enquanto toda etnia estende o fato quando justo, sem pretensão no paralelo da coisa inútil, obedece ao tratamento como finalidade sem principio de evidência lógica mesmo sendo lógico o pensamento de conclusão, o paralelo é inútil apenas, nada mais consegue se além da lógica do paralelo.
Márcio palafi. 04/02/2011.


O valor da ética na memória encontrando relatividade entre energias.

Notados os princípios quando seriam afirmar que toda finalidade compete à razão, equivale quanto mais for pela energia em reação, no contato natural em exercício próprio de quem determina além do pensamento, outra inclusão afim em qualquer tempo porque a realidade estende se ao passo que o raciocínio é compreendido como convecção:____ Qual energia em tom de pensamento, na reação quanto intensidade de energia, empregando no movimento quanto mais justo, e ainda pela justificativa de tal fato ser na realidade útil ao âmbito social.
Por todo quanto tempo o fator sendo cotidiano, como pode se afirmar que tal quantidade de intensidade foi bastante, a ultrapassar os limites étnicos das sociedades miscigenadas, não destorce através de corridas ao paralelo para não ser admitido pela convecção como raciocínio, por fim a compreensão no realismo pelo humanismo passa pelo vale entre as extremidades fixado como abismo.
Enquanto encontrando temporal no comportamental, a dimensão absorve a intensidades de energias nos seres vivos, em desatino ao destino incontrolável dos que aprofundam em tal busca, sem sua devida capacidade em encontrar do outro lado, a própria evidência do tempo esquecido na ilusão da memória, sem relatividade natural ao âmbito desse movimento sem razão de ser, por não compreender a própria existência.
A estabilidade entre energias em reação valoriza tais intensidades nos seres capazes de fazer das dimensões entre intensidades de energia, os âmbitos para diversificados circuitos nos valores étnicos, sofridos em parte por acontecer reação natural sem rejeição, e outra por acontecer reação de rejeição no fato, quando não justo estando fora da tolerância étnica empregando no âmbito, qualquer adaptação sem efeito contingente favorável ou útil à memória perdida, da qualquer razão étnica encontrada semelhante quando mais valor a vida prova.
Márcio palafi. 05/02/2011.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

opinião cotidiano, conexao de tempo.

A ilusão é uma forma de esquecimento em uma realidade qualquer.

Para se especificar qualquer razão dominando qualquer realidade, como qualquer fato poderia ser recondicionado além da memória, os espaços vazios no mesmo tempo envolvido em outro raciocínio semelhante à razão, os acontecimentos reformam a idéia na compensação do pensamento, encontrando agora a condição em que se formou qualquer trauma em proporcionar culpa, pela parte em que a história da humanidade teria esquecido, por um motivo lógico que a levaria a recobrar um pensamento semelhante ao tempo real do fato estar marcado.
Não existindo lembrança do fato, o esquecimento novamente seria lembrado como efeito em qualquer ilusão da realidade semelhante, quando acontecia uma ou outra variação de personalidade devido ao bloqueio, pela qual sociedade semelhante ao tempo, para que o retorno não fosse à memória perdida por qualquer motivo obvio de toda razão não encontrada.
Acontecendo em tempo outra visão para qualquer semelhança ao tempo esquecido, quando também fosse semelhante à memória na realidade não encontrada, enquanto não passa nenhum motivo em lembrar por razão esquecida, então porque há lembrança? Se o fato não existiu por não existir evidências, mesmo assim “a vida prova” mesmo quando o esquecimento for uma ilusão qualquer não encontrada na realidade de um tempo não específico.
Márcio palafi. 03/02/2011.

opinião cotidiano, conexao de tempo.

A visão mais ideológica em constituição federal.

Pela opinião cotidiano conexão de tempo, a justiça como fluxo de saída ao juízo consegue perceber, quanto a finalidade que está no principio em avisar a respeito da compensação final do caminho, onde se explora ao juízo, quando acontece senso crítico do avisado em admitir, tal visão de finalidade no principio justo, da justiça perceber em avisar, poderia nessa razão de concepção, ser obtida formas para convecção antes que seja tarde.
Márcio palafi. 03/02/2011.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

O tempo confeccionado pela vastidão no conflito.

Há vastidão vazia nos olegarios qual constitui, pela visão inatingível consagrada por antecipações contribuídas em envolvimentos sociais éticos, porém somente apenas a distância, destorcida pelo desvio, quando no caso torna mais raro encontrar a evidência de poderes absolutos sem previsão, nem conceito de oposição, fazendo como um circuito para a circunstância formar uma ou outra centralizada sem poder contínuo.
A situação capaz em conduzir a partir da insanidade coloca nesse mesmo centro o principio, para a finalidade não possuir um contato realmente necessário ao meio.
Por isso o próprio meio fica peculiar à razão em existir a partir de pensamentos em conflito, assim o espaço fica também incompreensivo a qualquer razão sem finalidade, em que não há conexão entre pensamento e ação em nenhum outro tempo por não haver outro tempo, em uma das partes em conflito não encontrar o entendimento entre o pensamento em forma de energia, qual ficaria perdido sem forma qualquer de retorno a qualquer estímulo próprio do raciocínio.
Por isso a vastidão envolve razões tão distantes e tão obvias que a convecção faz do conflito o inesperado, sem retorno de qualquer razão, por não haver entre o espaço em que se admite o poder absoluto, destorcer a razão de condutibilidade em não sofrer tamanha resistência além no conflito ser territorial, o território passa a não ser propriedade, pois o conflito entre energias não constitui qualquer razão de convecção, dominando totalmente o instinto em outra parte do tempo não específico a essa razão de uma realidade qualquer.
Márcio palafi. 02/02/2011.

opinião cotidiano, conexao de tempo.

Que a justiça seja feita naturalmente.

Com efeito visionário observo e agradeço a determinação justa do ser humano, ser semelhante a Deus, fazendo na medida do possível com as leis sejam cumpridas diante dos processos, argumentados com seus devidos recursos, sem sombra de duvidas, a justiça de Deus pode ser presença natural na sociedade, e um dia a vida converterá a morte.
Márcio palafi. 01/02/2011.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O movimento das ondas

O movimento das ondas.

As ondas nos movimentos constantes desencadeiam ações, cujas reações desembocam em qualquer parte do tempo, estando ele relativo à resistividade na intensidade em que é emitido o impacto do retorno pela situação da maré, em evidência na realidade.
O choque entre as marés cujas freqüências bloqueadas são envolvidas num reboliço transtorno, como refluxo de interação de energias por tempo indo e vindo sem parar, por isso o movimento é constante, com variação de intensidade de energia, quando a maré está mais alta ou mais baixa.
A vida interessante do tempo não específico é o retrato de cada onda na intensidade de energia em cada freqüência, pois existe a reação em toda ação em que a maré realiza o movimento de equilíbrio entre baixa e alta.
Acervo, 20/04/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2011.

Visibilidade.

A psicologia pelo ritmo nas intensidades de energia por suas reações diversas nas razões do humanismo está disposta a percorrer um caminho de busca em contingência.
O arbítrio embora dentro da ética sucumba aos entremeados dos passos reativos como dependência em síndromes, divididas pelas supostas opiniões analógicas, porém a razão real da busca pode a si mesmo, dependendo da reação destas intensidades de energia por todos quais ambientes, nas percepções mais próprias de cada um em seu domínio.
A razão nas intensidades vem como instintos e as reações estão envolvidas pelo racional ao meio social familiar, nas linhas de adaptação em relatividade genética entre energia maior ou igual, energia maior ou igual gene maior ou igual matéria, e o espaço físico envolvido pela característica das interações de níveis pela evolução real, tornando-se caráter ativo pelo tempo de realidade em exercício então dado o realismo pelo humanismo.
Acervo, 20/04/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2011.



Uma onda inspirações.

A cada volta pela arte o tempo devolve para sempre o que foi um dia, um pensamento incluso à questão do tom real, da palavra sem movimento, o efeito de observar através da imaginação, vai ate o mais profundo espaço ocupado pela energia em movimento constante, distribuída como argumento próprio de quem deseja obter de si a reação racional, no exemplo aplicado pelo entendimento na busca da própria intensidade de energia, efetuada pela miscigenação nos genes em direção “linha viva”, posteriormente não detectado por haver ainda o próprio tempo, interligado ate a ação em movimento trazer fé, como esperança para um tipo de reação de movimento no acaso, novamente encontrando a intensidade de freqüência relativa, ao instante do movimento para ser humano poder viver a vida.
Acervo, 04/06/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2011.


Um reflexo interior.

Uma visão além vem de dentro para o reflexo ser então, reagido em tempo não específico, porém o fim extremo é específico, dentro da ação à própria visão, quando pode ser dividida em desejo mais profundo ou percepção posterior, quão alinhamento do tempo está para a possibilidade de um retorno em forma do som, que ecoa pela vastidão do tempo qualquer.
Encontramos a realidade qualquer dentro do alinhamento pelo ambiente, para o instinto humano perceber seu teor, na intensidade de energia freqüente de movimento constante ao instante pelo ideal, assim tal energia em movimento como variável também se repete pela freqüência, tendo o teor semelhante tal em cada movimento possuído pelo racional tão somente racional; temos a convecção de energias para o movimento de ação de um tempo qualquer, em uma realidade não específica na compensação da ação quando reação.
Acervo, 04/06/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2011.






Necessidade formal.

No efeito conseqüente de um estado de personalidade, pela forma de ação em que o tempo transmite a razão na existência humana, os fatos estão para a própria personalidade na sociedade de um povo de consciência democrática cuja luta traz em tempo a característica feito nação.
Na qualidade de estado próprio da personalidade, pelo qual está referente passa pelo tempo que for, para melhor entendimento do espaço em ocupação, pelo direito assistido na lei constituinte e código de leis, então para a situação referente o transmitido envio afim em recobrar as intenções ávidas, pelo regresso ao âmbito familiar das aptidões exigidas, afim do cumprimento de cidadão responsável, onde trabalho está escasso para o meu voto à democracia, porém referir ao desleixo faz com que refira ao pedido de emprego, pois necessito possuir fundos, e a tempos não consigo uma colocação em qualquer emprego, atendido fico assim a serviços.
Acervo, 15/04/2003. ///// Márcio palafi. 01/02/2011.


A lua e o sonho.

O sonho dos povos de paz abre das cores, as pétalas invadidas pelo magma da terra sofrida por fendas, pois dentro de uma delas, ocorre o que o pensamento tem como pesadelo em qualquer instante de luta.
Há mais de um sonho entre os povos, porém os costumes e tradições nos levam por tais fendas, ate uma profundidade cuja energia, oferece o mais relativo em tempo de pensar, por onde o ser humano passa a marca de seus passos marcam a terra diante do peso nos seus ombros, os pensamentos invadem as fendas fazendo com que o magma lave as marcas das pegadas, cujo pensamento um dia se fez, vindo daquele sonho invadido pela fumaça cinzenta, e arderam pelos olhos quando um choro de velar, claro por velas, não mais tocaram seus mais próximos e antigos sonhos de paz, a terra se ofende com o vento da tempestade em fúria tempestuosa, devastando totalmente a lua.
Acervo, 13/08/2003. ///// Márcio palafi. 01/02/2011.




Imagem do pensamento.

Alguém desloca seu olhar para que o tempo da memória em outro olhar, contemple pela reação de sua fé, além da própria idéia de pensamento.
Alguém também não tem afim do mesmo tempo, uma idéia própria quando a imagem em outro olhar lhe parece em tal, realidade de ilusão, porém a margem do que possa parecer, a idéia de pensamento tem por coincidência uma mesma intensidade de energia, embora a reação de toda ação esteja nas entre linhas, grafadas nas imagens pelo deslocamento de alguém, em razão do tempo em seu olhar.
Acervo, 30/03/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2011.

A paz não é ilusão.

Um sensível e confortável artifício, veio em tempo para dividir distributivamente por inteiro, porém a forma como razão estava mais afim do exercício, pela prática infinitamente ética ate ao principio étnico, onde a realidade compensa qualquer ação sendo reação do mesmo tempo com a realidade qualquer.
O conflito exige um estado de razão ambiental social, embora esse exercício sofra realizações adversas de qualidade extras ambientais, pois assim mais vale o conhecimento do interior próprio, pela razão profunda de existência capaz de admitir sem descriminação, a capacidade em reparar socialmente, para que o tempo esteja envolvido na razão em todo estado de energia, reconhecido ate mesmo pela realidade invalida da ilusão.
Acervo, 30/03/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2011.










Equivalência.

Na realidade todos os organismos estabelecem direções contidas por situações, cujas intensidades de energia, são reagentes próprios em forma de equilíbrio encontrado pelas reações, equivalentes entre energias relativas aos estágios de consideráveis entendimentos, todos quais não se especificam o tempo nem tal propriedade como ocorrência de ações em movimentos constantes dos ambientes diversos por suas afinidades sociais qualificadas desde o imaginário do abstrato ate ao domínio da própria reação como movimento racional dando qualidade à quantidade de inteligência fluente em intensidade de energia neutra, não possuindo um sistema de síndrome em qualquer tempo no encontro da equivalência de tempo.
Acervo, 21/10/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2003.



Elo perdido.

Afinal existe uma prova
A liberdade no tempo evolui
Compreende da existência
O nome na própria razão
O ser humano é o ser vivo
Cavidade do ócio determinado
Pelo repouso além do fim
A estrada enfim numa curva
O tempo, e a liberdade existem
Aos olhos em que a realidade
Encontre no imaginário distante
Um meio próprio no segmento
Outro pelo conflito miscigenado
Admirando em qualquer razão de ser.
Acervo, 16/11/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2011.




Distancia.

Como eu posso pensar
Desta maneira longínqua
De lá me vejo aqui
Querendo lhe dizer
Coisas no ouvido
Que durem bastante tempo
Ou ate mesmo sejam
Inesquecíveis
Recobro-me lá
Daquele dia em diante
Resolveria pensar de novo
Alguma coisa lhe dizer
Outra vez, assim bem perto
Voltando ao inesquecível.
Acervo, 14/10/2003./// Márcio palafi. 01/02/2011.

Bebum.
Vou dizer pouco
Mas o bastante
O entretenimento contato
Não consome todo álcool
As sobras, divindades
Modernizadas aromatizados
Colares de marfim,
Na solidão do giz
Num momento esvai
Na claridão do sol
Sonolento, depois da ira
Se apaga
Para a noite
A lua iluminar.
Acervo, 14/10/2003. Márcio palafi. 01/02/2011.


Principio de estado mórbido.

Toda parte da energia é envolvida pelo tempo em qual, da matéria mais resistiva possui relatividade entre os mais profundos instintos, como prova das intensidades diversas em movimento constante, ao som variável de uma nota cheia ate uma totalmente vazia; porém se o interior deste mesmo tempo não contem variação nem movimento, alguém que se encontra pode ser como detalhe, na fração mínima de onde a resistência de um corpo, evolui de acordo com a capacidade do dado tempo está relativo à razão do movimento, como ação na relação de busca em uma tangência, instinto racional, de intuito sem qualquer emoção ou ilusão da parte em decurso, como realidade da realização do desejo mais profundo de personalidade infinita num momento de um movimento.
Acervo, 21/03/2003. ////// Márcio palafi. 01/02/2011.

opinião cotidiano, conexao de tempo.

A razão do poder em nome do não envolvido pela culpa.

A prática constante do medo aterroriza a noção de finalidade em qualquer principio de vida por qualquer tempo, porém há capacidade na memória pelos entes cuja dominação persiste por uma visão acentuada, onde a razão se adéqua em fluxos para o retorno de um pensamento, quanto ficou distante da realidade em qualquer tempo vindo encontrar através na circunstância, algo relativo a esse pensamento distante, no principio de vida que se torna a finalidade de razão social do cidadão justo, quando pelo imaginário reforça a capacidade de que não pagará pelos pecados omitidos dos errantes pecadores, no qual pelo tempo tentam além do desvio da coisa colaborar em fazer com que a culpa, seja também pelo nome do que veio tirar ou sanar a consciência pecaminosa da usura incondicional dos delírios covardes nos quais não percebem recurso, logo muito menos argumento envolto por esse recurso, quando houve desvio no sentido da coisa em nome do consagrado, pela paz celestial universal no tempo em exercício.
Por várias entidades essas adequações constituíram pela razão da moral e bons costumes, porém isso está antes ou depois do ocorrido desvio do nome, cujo trauma trouxe a razão da culpa embutida pelo que se diz? Para quando o argumento percebido em qualquer situação ficaria visivelmente não percebido por uma oposição a esse recurso inexistente nesse argumento tão delirante, pois a insensatez do amoral não possuir culpa de qualquer trauma ou depositar o argumento em nome do não pecador, também poderia ser um protesto em razão nos delírios dos vadios e vadias não estarem presentes quando a responsabilidade é de moral político social de povos de quaisquer etnias.
A finalidade em tempo para admitir o erro pode ser a capacidade em perceber, que existem dois mundos paralelos, e que a não condição traumática poderia fazer do não traumatizado, a razão em não possuir culpa nenhuma, não havendo nenhum pecado em condicional, atribuir pouco ou muito para que a sociedade esteja envolvida pela fé dos que usam o desvio, colocando em nome do não desviado todo poder que a razão contém, para que o diabo viva bem sem razão do trauma ser o pecado da culpa do seu conceito ficar em nome do poder, por toda e qualquer etnia regulada pelos povos de todo mundo.
Márcio palafi. 01/02/2011.