A relatividade do pensamento na realidade de virtude.
Quando o tempo faz parte em qualquer reação de intensidade de energia, a posição encontrada na realidade ficaria relativa ao fato do pensamento, quando o estado de necessidade fosse pela razão do movimento somente, sem condições favoráveis em dois tempos:
-----primeiro o que se pensa está envolvido com certa quantidade de energia relativo ao movimento.
-----segundo o movimento exige da intensidade uma fusão, pois o tempo não sendo específico, o que se obtém é tão somente a realização no imaginário relativo ao retorno desse pensamento em tempo natural na realidade.
O fato de não relacionar o tempo de ação com a metáfora, em pouco espaço a reação seria de anomatopeia, acontecendo no conceito pelo mal entendido paranóia específica sem conclusão.
Apesar de o tempo intensificar a razão afim, a virtude na existência como quarta dimensão, não teria maiores efeitos além do mal entendido ser paranóia.
Diga se de passagem: na realidade o tempo não para, pois a expressão também não espera além do pensamento ficar envolvido pelo movimento numa intensidade de reação racional ou irracional.
Então o que se encontra no decorrer da vida, em delírios alucinados dos imaginários, poderia ser a insatisfação desse movimento não encontrar razão em ser dominado em qualquer espaço de tempo, porque a realidade dessa razão não se encontra em tempo real, poderia ser uma imagem em forma de intensidade de energia formando ilusão de um movimento imaginário, sem expressão na realidade para intensificar no paralelo um mundo bizarro.
Pelas metáforas além das anomatopeias, se fosse formação em dois mundos quantos desses exemplos teria relatividade com a realidade, nas intensidades de energia para acontecer adianto ou atraso nas condições de traumas serem proporções de culpa?
A razão na reação em participar trauma de culpa, nas intensidades em reações pode ser cominhos paralelos, para que em um dos estados ficasse a vida diante do espelho, porque Narciso não se viu bem na imagem do seu paralelo, pois também existiu somente ele, na realidade do seu tempo que não ficou específico à sua realidade.
Márcio palafi. 15/02/2011.
Nenhum comentário:
Postar um comentário