terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

opinião cotidiano, conexao de tempo.

A razão do poder em nome do não envolvido pela culpa.

A prática constante do medo aterroriza a noção de finalidade em qualquer principio de vida por qualquer tempo, porém há capacidade na memória pelos entes cuja dominação persiste por uma visão acentuada, onde a razão se adéqua em fluxos para o retorno de um pensamento, quanto ficou distante da realidade em qualquer tempo vindo encontrar através na circunstância, algo relativo a esse pensamento distante, no principio de vida que se torna a finalidade de razão social do cidadão justo, quando pelo imaginário reforça a capacidade de que não pagará pelos pecados omitidos dos errantes pecadores, no qual pelo tempo tentam além do desvio da coisa colaborar em fazer com que a culpa, seja também pelo nome do que veio tirar ou sanar a consciência pecaminosa da usura incondicional dos delírios covardes nos quais não percebem recurso, logo muito menos argumento envolto por esse recurso, quando houve desvio no sentido da coisa em nome do consagrado, pela paz celestial universal no tempo em exercício.
Por várias entidades essas adequações constituíram pela razão da moral e bons costumes, porém isso está antes ou depois do ocorrido desvio do nome, cujo trauma trouxe a razão da culpa embutida pelo que se diz? Para quando o argumento percebido em qualquer situação ficaria visivelmente não percebido por uma oposição a esse recurso inexistente nesse argumento tão delirante, pois a insensatez do amoral não possuir culpa de qualquer trauma ou depositar o argumento em nome do não pecador, também poderia ser um protesto em razão nos delírios dos vadios e vadias não estarem presentes quando a responsabilidade é de moral político social de povos de quaisquer etnias.
A finalidade em tempo para admitir o erro pode ser a capacidade em perceber, que existem dois mundos paralelos, e que a não condição traumática poderia fazer do não traumatizado, a razão em não possuir culpa nenhuma, não havendo nenhum pecado em condicional, atribuir pouco ou muito para que a sociedade esteja envolvida pela fé dos que usam o desvio, colocando em nome do não desviado todo poder que a razão contém, para que o diabo viva bem sem razão do trauma ser o pecado da culpa do seu conceito ficar em nome do poder, por toda e qualquer etnia regulada pelos povos de todo mundo.
Márcio palafi. 01/02/2011.

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