A ilusão é uma forma de esquecimento em uma realidade qualquer.
Para se especificar qualquer razão dominando qualquer realidade, como qualquer fato poderia ser recondicionado além da memória, os espaços vazios no mesmo tempo envolvido em outro raciocínio semelhante à razão, os acontecimentos reformam a idéia na compensação do pensamento, encontrando agora a condição em que se formou qualquer trauma em proporcionar culpa, pela parte em que a história da humanidade teria esquecido, por um motivo lógico que a levaria a recobrar um pensamento semelhante ao tempo real do fato estar marcado.
Não existindo lembrança do fato, o esquecimento novamente seria lembrado como efeito em qualquer ilusão da realidade semelhante, quando acontecia uma ou outra variação de personalidade devido ao bloqueio, pela qual sociedade semelhante ao tempo, para que o retorno não fosse à memória perdida por qualquer motivo obvio de toda razão não encontrada.
Acontecendo em tempo outra visão para qualquer semelhança ao tempo esquecido, quando também fosse semelhante à memória na realidade não encontrada, enquanto não passa nenhum motivo em lembrar por razão esquecida, então porque há lembrança? Se o fato não existiu por não existir evidências, mesmo assim “a vida prova” mesmo quando o esquecimento for uma ilusão qualquer não encontrada na realidade de um tempo não específico.
Márcio palafi. 03/02/2011.
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