quinta-feira, 14 de abril de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

A decadência do fascismo absolutista.

Decorrente nesse tempo, atualmente em principio ao século XXl, nas participações além de emergentes, o estado do ser humano é evoluir para uma ou outras razões mais ajustadas ao juízo, encontrando liberdade de viver compreendendo a igualdade de direitos.
Por mais que compreensivo isso se deflagra a uma participação fascista, ultrapassada e decadente aos tramites desse novo século, que tem inicio as margens do terceiro milênio.
As idéias do fascismo já não encontram estabilidade, pois os apocalipses declarados, tanto da besta ou da justiça se consomem com clareza nesse principio de vida, quando a finalidade iguala ao direito de liberdade do cidadão ser igual ao do próximo, dentro do seu próprio desempenho social.
Quanto conduzir existência de participação ativa ou passiva nos compromissos diários, sociedades em diversos patamares discutem seus melhores interesses, como distribuição de renda nos enfáticos delírios dos fascistas, aclamados pelos poderes destinados a consagração do absoluto, divisões de classes sociais denominam entre ênfases das hipóteses obscuras do poder do fascismo decadente.
O conteúdo nesse dialeto traz lembrança de liberdade, com o raciocínio em questão do ser humano entender que antes de ser igual, é preciso estar livre da alienação cotidiana além de independente.
As condições dos traumas se proporcionam culpa, a atividade de terceiros entra em evidencia, porém em parte disso acerca dos escudos ate mesmo na burocracia, antecipadas reações nos mais acentuados ou intempestivos podem nas intenções tecnocratas de finalidade compreensiva nos argumentos direcionados, como encontrar nos recursos mais ênfase, para hipóteses na realidade antepor ao fascínio do delírio ultrapassado na ilusão do imaginário se desfazer.
Portanto fazer nas condições dos traumas proporcionarem culpa, desviou através da linha do tempo, a história do ser humano participar na realidade dos compromissos diários, em cada etnia na tradição dos valores étnicos, dos povos do mundo já miscigenados, para que o terceiro milênio seja liberdade compreendendo igualdade de valor étnico no alinhamento dos genes hereditários das intensidades de energia, nas reações sociais em todo entendimento no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 14/04/2011.

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