quinta-feira, 21 de abril de 2011

O movimento das ondas

Intensidade do pensamento na composição social, nas energias em movimento.

Os componentes dos extrativistas alinham seus paradigmas com valor, e o imaginário fixa os presságios a fim de que cada ação seja deflagrada em tempo a visualizar, contemplar sem mais o dialeto não decifrado pelo pensamento, quando ainda não existe nada além da eloqüência na concordância étnica.
O mesmo presságio fica relativo ao tempo de reação, quando ao imaginário pouco fundo de participação racional envolve de instinto o pensamento como ação, para várias ate intempestivas realidades fluírem como gota d’água fosse saída de qualquer ilusão sem percepção na realidade, se o valor étnico não está relativo ao mesmo tempo não específico nas realidades quaisquer.
Afinal chegar ao extrativismo através dos paradigmas, quando se alinham valores também intensidades de energia focalizam realidades descentralizadas, fazendo com que memórias adquiram no instinto humano, pensamentos equivalentes nas relatividades de reação entre energia, só por haver relatividade nas intensidades faz se possível através de dialetos entendimentos aos imaginários, específicos a realidades diversificadas das concepções sociais.
A velocidade do pensamento não realiza movimento em tempo a ser deflagrada realidade, porém o valor étnico está relativo ao pensamento, como instinto de proporção variável no meio social, relevando há competência no setor pragmático de relatividade entre povos éticos, nos pensamentos também estão do imaginário, como fixação na memória, quando gota d’água compreende paranóias, se formado nos intervalos entre gerações, na relatividade entre o pensamento e imaginário.
As intensidades variadas são consumidas na variação de tempo, ate alcançar relatividade nas circunstâncias próprias, de movimento necessário dentro justificado à sociedade ambiental, de visão no imaginário circuito sem dominação na realidade, por quanto o tempo na vida busca as margens de relacionamento étnico, como rejeição material tal relatividade de reação, não tem ou não encontra finalidade como principio em viver e deixar viver, pois esse conflito interior poderá ser a própria rejeição de variável fora do circuito não relativo à finalidade do próprio viver. Márcio palafi. 20/04/2011.



O fato relativo ao imaginário.

Por mais que o dispositivo pensamento encontre razões
Pensamentos se constituem pelas intensidades intensas
Nas reações, que o tempo na duração oportunista
Cataloga outra parte ao interior, sem relatividade própria
Então o modo em pensar, pode ter sido a ação na reação
Não deflagrada na realidade, porque a finalidade não
Participa do rejeito como conflito sem relatividade na ação
Porque a reação não constituiu domínio, na variável em
Que o tempo também não se compôs, pelo movimento
Quando a relatividade, não se encontra relativa ao circuito
Porque o tempo de domínio não fez da realidade a relatividade
Ao imaginário inexistente a circunstancia na realidade.
Márcio palafi. 20/04/2011.

Nenhum comentário:

Postar um comentário