quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Nó piramidal. A mentira é uma droga tão poderosa, que pode fazer a cabeça ate dos mais poderosos, quando compreendem no dia seguinte: os distúrbios coletivos foram criados pelos competentes ao poder, assim a razão poderá ser esperança de em outro dia ser verdade o quanto dizem por ai a respeito dos planos anti corrupção, pois nas emendas dos tratados, todos os dias são possibilidades em remediar conflitos gerados, e entre as marginais trafegam todos os tipos de possibilidades dessas verdades não entrarem em discussões, pelas mentiras atribuídas ao poder compensar o efeito da verdade. Márcio palafi. 30/08/2011.

domingo, 28 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Antes passado depois no presente do futuro. O passado na memória de quem teria grandes laços, pelas glorias dos imortais, quando em lutas embrenharam aos costumes das tradições, em conseqüência de razões obvias também lógicas, para mais tarde fundirem pensamentos tantos, quantos fossem exatidões no humano concentradas, aos meios contratuais dos instantes mais marcantes da história. Conceitos clássicos evidentes se instalam, como se numa contaminação, provocasse traumas nas condições diversas da vida cotidiana, mesmo principiando talvez um novo tempo, como a vez é sempre destinada ao dar certo, participam em prol do quando der, mais uma vez a esperança continuará seu estado de formação relativa à memória, quando declaram dimensões dos fatos, que se situam pelos diversos entendimentos, como se fosse cada intensidade de energia, para reações mais rápidas ou através do destino tortuoso, em outro tempo que não é específico. Os estágios em vida própria comparam através das relatividades, monumentos destinados aos fortes mais fracos, quais dominaram por intermédio das conclusões dos menos entendidos, pois teriam alcançado em outro tempo o mesmo ressentimento pela equivalência em outro estado, como se fosse reprise de programa jornalístico ou informático cultural nas revisões dos contratos, nas carências dos antecessores, quando aguardam uma nova opinião, para continuar seu trajeto diante as dimensões dos aflitos, quando chegam aos complexos na geração dos conflitos. Márcio palafi. 28/08/2011.

A parte do tempo que ainda não chegou.

Revoltas nos estorcidos. O vento revolta as águas do pacífico Tentando admirar a razão, em que O tempo marca seu determinar Em posição, contorcendo sempre Revolta mais uma vez, sem direção Obtida pelos encalços, em toda dimensão Envolve o turbilhão, sem cor definida Volátil, como o pensamento, leva tudo Quando de voltas em voltas, revolta. Márcio palafi. 28/08/2011.

sábado, 27 de agosto de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.

Seres humanos tendem à semelhança ao raciocínio. Acreditar que o ser humano passa pela vida superando crises, nesse tempo não se especifica intensidades de energia, quando o pensamento voltado para a paz supera através da realidade na matéria, num sentido racional equilibra tais intensidades. O fato da impaciência não devolver paz, em partes que vão e que vem, como ondas do mar, também não são neutralizadas fazendo com que intensidades de energia adquiram intempestivos atributos voluntários a involuntários, então está formada a dita guerra fria, com as profundidades desnecessárias ou necessárias de busca ao mais profundo possível do imaginário, questionado como razão no fato declarado. A vida provoca necessidades cotidianas cujas memórias situam em relatividade genealógica, com grandes ou pequenos reparos, assim que haja adequação á necessidade em empreender a finalidade no principio de qualquer reação envolver a qualquer um, quando venha na formação da família, sociedade como um todo político, na atuação fisiológica dos atributos humanizados, em que se constitui em tempo à compreensão, nas compensações do juízo, em cada ser humano no realismo pelo humanismo. O mundo está globalizado, para que o ser humano supere perante Deus seus bloqueios, Deus estaria por trás disso? Ou estaria Deus por trás disso! Somente se compõe que o raciocínio faz diferenciar dos irracionais, portanto o que é do homem o bicho não come (dito popular). Márcio palafi. 27/08/2011.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Coerências ambíguas de dependência étnica. Outras tantas realidades étnicas consumidas pelo helenismo, não merecem participação ao meio natural contemporâneo, considerando que seu desejo teria sido explorado, ate anteriormente pelo desejo alheio ao submisso, quando memória sofrera torturas para se libertar com sacrifício, do imaginário cristão Jesus Cristo não veio vingar nenhum erro ou pecado do passado, pois sua memória consta de sua vida em adiante, na profecia que ele propôs ser o caminho da verdade é a vida, como não viemos também praticar nenhuma vingança, vivemos para servir, não vivemos para morrer, porém merecemos recursos a bem de nossa própria produção, quando alcançamos dádivas enviadas por Deus, logo vem o Diabo carregar tudo mantendo seu poder em nome de quem está alienado a proposta de vida sob a coerência, sendo qual delas teria influencia deslocada pelo destino. Márcio palafi. 25/08/2011.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Errar sempre justifica o alcance do juízo na terra pagã. Os estados nas reações entre energia aprofundam, ao mesmo propósito que é encontrar relatividade, além da memória possuir na consciência da verdade, caminhos nas adversidades de circuitos freqüência natural, quando pensamento marginal seduz sociedades às rejeições, durante críticas colonizadas em ênfases moderadas, sem causar nenhum adereço modulando, qualquer principio a que faça da finalidade dos tiranos, concebendo a palavra livre, qual de Deus determina em nome do quanto vale a fé, assim o próprio Deus nos enviou suas leis, quando os dez mandamentos consagraram os distúrbios dos mortais, que não se propagam entre imortais, estaria claro, que os dez mandamentos são erros mortais, porém são cometidos por mortais. Márcio palafi. 24/08/2011.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Intensidades de energia em reação, pelos direitos da própria razão. Os organismos de defesa ao ser humano constituem em perspectivas, quando visões amplas dos propósitos necessários, também dignificam cada um deles tramitando por espaços, onde a natureza da razão, emblemática como circuito emprega o valor étnico em toda classe; por ser mais aprimorada circunstâncias do legado humano, para vida no paraíso retoma sempre que alguém possui necessidade, quando através do caminho compete ao estado próprio do direito, quanto ao arbítrio, já avisado não comemora por finalidade, em coligar qualquer principio adjacente, pois algum ser humano diversificado por sua visão justa, consolidada aos princípios mais justificados, não teria ainda confirmação do atalho, que se possuiu adiante no destino em participar de uma ou outra particularidade, natural do compromisso na necessidade de obter direitos a mais ou a menos, ao qual se deferiu fé. Os caminhos à necessidade em argumentar, pelos direitos assistem reações nas intensidades de energia, ao que sofre qualquer diferenciação, no diversificado conteúdo étnico, em atividade nas classificações de interesse publico, o que faz de qualquer razão mesma em diversos espaços, generaliza opinião ao próprio estado de capacidade acima da crítica, pois toda intensidade de energia relativa ao imaginário, organiza demanda para simbolizar os direitos em reagir ou não a realidade da ação, pelo entendimento do próprio direito em organizar o vetor para o fator, no realismo pelo humanismo, defender independência pelos diversos caminhos às posições étnicas aos olhos, como pensamentos intensidades de energia, nas situações dos sonhos que ainda não se realizaram, sempre envolve mais uma ou outra perspectiva de visão, porque existe esperança em um caminho tortuoso, porém em se tratando de racional, compensa evolução além em finitas partes, onde a consciência do ser humano não possui bloqueio, por isso não acontece desvio de personalidade, em qualquer trauma colocado como razão intermitente, no poder da verdade humana em viver por mais alguns anos, na trajetória considerada aventura humana na terra. Márcio palafi. 22/08/2011.

domingo, 21 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Ação quando deflagrada, como reação obvia. A evolução é um estado de compensação racional, onde o juízo justifica fatos em que o ser humano consegue fluxo de saída, por sua convecção nas intensidades de energia fluir pelo modo direcional, como circuito pretende circunstância adicionar necessidade, para consentimento natural do obvio atingir lógica na variável, em tempo não específico qualidade de busca recai aos estágios, nas competências adjacentes naturais, nos meios sociais cujo ensaio étnico possui tangência em cada ser humano. Estados evolutivos compensados elaboram ao meio de vida, pelo arbítrio das gerações, capacidade em cada formalidade praticar modalidades cujas intensidades de energia alcançam através das reações fatos justificados, de convecção racional em unidade considerada pela tangência, pela adversidade do emprego temperamental, onde o comportamental nas perspectivas de visão ao imaginário, no fluxo de reação, sempre em estágios de apreciação ou depreciação de energia produzir opiniões de críticas. Alcançando forma ao modo, apreciação ou depreciação, estágios dessas perspectivas buscam convecções racionais à evolução humana, dando ao ser humano capacidade em dimensionar freqüências, em que setores são partes de organismo direcionado, através da espera, ate chegar ao ponto em que ação se deflagra pela necessidade, do fato ser justificado pela razão, como ética da etnia compensar juízo. Passando pelas necessidades a tempo em compensar, quantidades de intensidades de energia qualificam reações humanas, para qual sadismo e masoquismo enfrentam se, pelo efeito da lógica no ser humano destinar o obvio como atividade de convecção, atividades da compensação compreendidas, através de traumas localizam qualidades proporcionando culpa, quando há pena em que o ser humano compense o juízo, em justificativa étnica, por sofrer ao meio social rejeição pelas intensidades diversificadas ao racional, de convecção natural ao obvio. Márcio palafi. 21/08/2011.

sábado, 20 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Individuo compensa variável no juízo próprio. Observar intensidades de energia, que venham sofrer reações diversas à sociedade como um todo, facultou colocar conteúdos analógicos, pelos cotidianos realizados às civilizações, quando relevância alcança às intensidades, se envolvem nas adversidades classificações enérgicas, espaços diários observados poderiam ser dimensionados a fim em posicionar fatos, diante relevância histórica à eloqüência empregada ao humanismo, por suas atividades étnicas também diversificadas, entre povos adaptadas em tempos não específicos são comensuráveis, ate mesmo a subjetividades nas quais individuo distingue objetivos racionais, para convecção ser competente, quando suas razões em participar como necessário à vida, no social da relatividade própria à memória compensem ao juízo. O firmamento conclusivo em cada etnia diverge, assim também aproxima convergência, numa tangência do individuo natural, por sua espécie conceder lhe moral, na realidade do fato relevante de necessidade étnica, pois se tanto é capaz, intensidades sofrerem rejeições, interior no fator da suspensão aciona fato irrelevante, ocorrendo desvio à personalidade, toda propriedade na finalidade relativa busca princípio racional, quando há capacidade de convecção no instinto, se a razão compensada ao juízo é própria. Márcio palafi. 20/08/2011.

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Intensidades de realidade afetiva. Várias dimensões afetivas colaboram eminentemente, como fluxos de energias, para diversidade de intensidades da relatividade, nesse tempo propriedades relativas combina à memória, tal fluxo em que espaço substrato relaciona imaginário, atividade natural do ser humano em discutir opiniões tão diversas, quanto à capacidade de busca estabelece metas ate alcançar perspectivas de fixação ao juízo. Componentes da analogia humana estão relativos ao juízo, para o tempo de vida possuir no indivíduo objetivo da relatividade, onde através de dimensões, subjetiva a distancia entre duas margens, por elas (as margens) o que pode parecer pelas aparências, o engano também se torna relativo a tais intensidades, porque a memória mesmo estando em outra parte, na razão subjetiva como convecção, no segmento a opinião poderia ser em optar pelo instinto mais que obvio, por isso é tão dimensionado o circuito do ser humano usar lógica, no conceito ideológico de razão como segmento já convertido, enquanto outro seria necessário em tempo que não é especifico raciocinar, pois entre diversas intensidades de energias relativas, se encontra mais evidente a da memória por outro estado, onde a relação para a realidade não é tão relativa à memória, por se encontrar em outro tempo também não específico pelas diversidades de intensidades de energia no realismo pelo humanismo. Como o tempo não para, crueldades pela vida afora afloram ate ao juízo possuir capacidade, cruel talvez não seja ser verdade o fato por ser trágico, em sim manter a verdade coberta por faixa, onde se consente bloqueio a blasfemar ao poder não consentir verdade do fato. Márcio palafi. 20/08/2011.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.

Esperança, um cais além das marés formadas pelas ondas. Alguns imaginários consignam pelas subjetividades, relativas memórias envoltas por mantos, uns mais transparentes outros mais obscuros, porém qualquer que seja verdade, tal manto não se repara, a mais realidade contida em interesse, tanto sob quanto sobre variações provocadas pelos náufragos à esperança do cais mais próximo. Márcio palafi. 18/08/2011.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Interação ativa de competência olímpica. Competitividade entre os seres vivos, pela aventura humana na terra, capacidade do ser humano naturalmente sobressai, pois não depende só de convecção de intensidade de energia, na reação além da convecção de instinto, é necessário raciocínio, assim transformando por vetor que é estado, no fator que é compromisso, intensidades de energias são relativas ao estado de memória, em que a vida disponibiliza necessidade à capacidade, do direito constituído na oportunidade de ação a interagir em reação, quando consolidar ao próximo, qualquer refluxo que no instante a vida venha nos transmitir perspectiva de visão, pois fatos nos emanam se capacidades na interatividade, consolidam interesses mútuos, para que a presença razão traduza do próximo, propriedade de interação consolidada do principio ativo no realismo pelo humanismo. Oportunidades destinadas aos cinco continentes representam símbolo olímpico, para as espécies humanas se confrontarem, de maneira simples e objetiva na realidade do comportamento refletir para a humanidade talentos brilhantes, como os estilos de competitividade, as equipes preparadas estão determinadas às competições, estilos olímpicos também determinam, que artifícios sejam regulados a bem dos regulamentos. Compreendendo atividades nos artigos compensam capacidades olímpicas, nos fatos mais interagidos dos atletas, para que o juízo de cada um seja observado, como busca dos direitos civilizados, em qualquer equipe competitiva, o raciocínio é além da convecção das intensidades de energia dos movimentos ordenados. A vida prova através do cotidiano, semelhanças tantas quanto forem necessidades de interação social, quando estão competentes nas buscas comprovadas nos fatos, do ser humano compartilhar intensidades de energia, para participação além de cívica, que está ao interior do ser humano, gerações aplicam indumentárias nas classificações, nos objetivos afinal alcançar compensação ao juízo, que por toda trajetória, o destino faz com que pedras estejam pelo caminho, porque quanto mais difícil a vida, há atividade racional para convecção dos movimentos sociais consolidam interações, no entanto o ser humano é capaz, aos olhos de Deus a certeza do ser humano competir, faz das intensidades de energia realizações dos movimentos civilizados nas atividades olímpicas, pelo mundo na competência dos continentes no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 16/08/2011.

sábado, 13 de agosto de 2011

Ligações pelas incógnitas.

Os intervalos são pelas incógnitas. O espaço distante além das emoções, corações perdidos à memória lamentam não fazer parte desse mesmo tempo, efeito nos conceitos modernos em que novas gerações, inoportunas à qualidade dos que não partiram, pois em vão não foram classificados entre as manchas causadas como traumas, que no passado não conseguiram também enfrentar qualquer imprevisto, porque seu tempo esteve vigiado em concordar ou não com mais um convenio; sem permanecer dúvidas as marcas do passado são lamentos, dos quais qualidades em quantidades, nas intensidades de energia, pelo codificar ao tempo posterior, somente cumpriria se destino fosse diversificado, pela razão do ser humano possuir raciocínio, que se dá como convecção a instintos, quantos já se extinguiram das memórias, não estão relativos desse lado como razão. Visualidades discretas entram pelas contradições, aos meios concluindo pelo lado à parte em destaque deferida, no argumento metódico sem alusão cujas energias são em descontroles, metade da evolução somente classifica fatos coerentes, de lá contradição moderna ou erudição medieval destacam se pelos menestréis, líricos ensaios entre lamentos, os corações penetrados aos domínios da evolução, enfrentam à globalização, maneira ou outra nas linhas tangentes da vida, coerência entre poder viver para fazer, o que lhe convier como seqüência de profundidade subjetiva na eloqüência à modernidade, qual além de domestica aliada ao interesse dos povos, valores comprometidos sem razão total admirando outra verdade, após esta lamentar instantes tão distantes ficam assombrados, aos olhares desviados nas fixações, projetando tudo como se fosse um agora vamos ver, para recurso a justiça é cega, somente estão esquecidos os desmemoriados nos intervalos da vida. Márcio palafi. 13/08/2011.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

relatividade no tempo disposta à razão.

Paz assim na terra como no céu. Os acontecimentos diários distinguem, entre intensidades de energia raciocínio, para que convecções seja prática no humanismo, em perceber qual além do abismo, criado entre racional e irracional tenha aprisionado, pelo tempo afora na vida dos povos, quando freqüências formulam ética para etnias consagrarem seus feitos, como razões eloqüentes ate que se justifique o bem causado no trauma à saída desse, seja de um vale profundo, na relatividade entre realidade e imaginário focalizado no instante em que se deu reação de Fé ao fato, na perspectiva do fluxo de saída ser visão, além da eloqüência dos dialetos no argumento sendo recurso humano. Imaginários também envolvem razões relativas, na memória em qualquer feito relativo ao tempo que não é específico, tal razão de reagir, na visão além do vale profundo, quando se torna ilusão, em um abismo sem retornar à realidade, sem relatividade a qualquer etnia em qualquer povo civilizado. Alçando ao pressuposto todo fato exige força, para que possa especificar uma razão, por essa ser verdade, pois encontra a finalidade que se deu ao fato, como principio que teria o feito relativo à necessidade na prática, dessa força a direção concentra poder além do tempo, que fica relativo à razão na realidade, quando um elemento capaz consegue tal ética, quanto na eloqüência necessidade se faça por obstrução ou bloqueio, por ser essa passagem única do ser humano. Imaginários à evolução humana, retornam sempre aos requisitos, quando Deus enviou ao mundo dos mortais as suas leis, como pretexto à separação racional do irracional, assim seu mundo nas alturas, poderia influir ao cotidiano no paraíso, pois a reprodução humana se depara em meio aos todos, que nesse mesmo tempo às leis do homem assemelham às leis de Deus, ao alcance do juízo, que ele próprio evidenciou ao paraíso, para reprodução da imagem semelhança além de suas leis. Márcio palafi. 12/08/2011.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Relatividade no tempo disposta à razão.

Relatividade do pensamento necessário ao fato. Quantos todos instantes poderão se fixar pelos mesmos ideais, com satisfatórios feitos transformados em traumas, marcam nos dias cada distância, quando através de intensidades de energia consegue relatividade à finalidade, principio equivalente se nessa imagem de travessia, todas as intensidades ficam relativas, para que um feito no qual instante possui exatidão, parte desse fato ate no inteiro da razão em praticá-lo, registra necessidade da realidade na fixação ao imaginário, um feixe de intensidade total na quantidade de energia em reação, realiza qualquer razão pelo próprio desejo da necessidade, pois pensamento todos diversificados pelo tempo, exploram razões diversas cujas necessidades diversas, regulamentam qualidades dos fatos, quando tais intensidades ficam diversificadamente envolvidas a finalidade, tanto pelo principio eficaz ao relacionamento, como racional somente um permanece capaz em possuir perante o tempo, em que ação se deflagra, para reação por um de um instante só, entende qual é a relatividade no realismo pelo humanismo, em praticar somente o necessário, o extraordinário é demais. Márcio palafi. 11/08/2011.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Vivendo a vida na realidade de um sonho. Destino de vida plena sem encontrar origem, pela transição ou convecção entre reações de energia, qualquer contradição coincide ao fato de houve que idéias assistidas, por tempos diversos para qual esse é de realidade relativa ao imaginário, em cada ser que vive a vida, também plena de gozo pelo seu arbítrio direcioná-lo, no contato social de competência na razão desse tempo de realidade conceder-lhe razão. Dissemos coisas, fazemos também o que não é possível dizer, além do sonho a se realizar, determinamos o trajeto considerado ideal, com objetivos tantos quantos forem às razões neles reparados pelas críticas, dos que observam relevância ate mesmo contraditória nessas ambigüidades necessárias, nas tantas palavras importantes ouvidas, muitas delas são capazes de muitos sonhos realizarem, nos substantivos adjetivados como freqüência, nas eloqüências dos dialetos tão esquisitos, que ao entender-los nossos corações humanizados se chocam diante a fragilidade, em que o ser humano possui, para desenvolver e determinar os compromissos ideológicos ao longo da vida, plena de gozo no arbítrio da veracidade, quando os fatos comprovados nos ajudam, na realidade dos sonhos realizados um dia, talvez quando tal sonho seja realizado, aquele que o realizou entenda qual destino pode estar somente por razões, nas intensidades de energia, quando entram por reações nos temperamentos, enfatizam expressões quase tão destorcidas, quanto é a realidade de um sonho impossível ser realizado com exatidão, em todos os sentidos da razão humana, de destinos felizes na história da humanidade, na participação social possuir razão própria, capaz em assumir o sonho realizado como vitória na vida. Diante da opinião cotidiano, conexão de tempo em qualquer intensidade de energia, por sofre alterações nos intervalos das realidades relativas ao imaginário, informando com capacidade envolvendo valor teórico, para admitir um dia um sonho realizado além das proporções, em que condições como efeitos traumáticos não desfazem ao ego, submissão pelas expressões não alcançadas, pois a liberdade do ser humano evolui quando ele se faz capaz, em realizar sonhos não só dele, porém conseguir que também vários possam, a partir dele realizar vida plena no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 10/08/2011.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

O não saber interpretar termos, não o torna incapaz a outros setores. Os atributos cordados por expressões, não estão conotativas pelos amistosos, pois as predicações regulamentam figuras, metodologias morfológicas mais discutidas se à denominação coloquial, ate para formalidades textuais não atingem totalmente qualquer ideologia, se esta também não é precedida em qualquer razão, em o qual faz leitura impossibilita a partir dos adjetivos, para determinar analogias das expressões, quando essas estão pelos domínios das comprovações em suas ideologias, fazer contratações nos textos cujos conteúdos são determinados ao compromisso, em que o autor dispõe das opiniões dos alheios aos entendimentos recíprocos, não possui qualquer participação em modificar maneiras, nas incompatibilidades dos que apreciam razões incompreensivas, fora dos setores a serem revolvidos às expressões mal interpretadas por suas analogias. Vou referir ao entendimento próprio de quem tem, partindo do não modificar maneiras de incompreensão das expressões mal resolvidas, nas delineadas garantias que escritores possuem, em conduzir seus conceitos sobre qualquer tipo de composição, o fato do não entendimento em expressão denominada pela composição sintática dos termos, não confere à crítica modificar termos nos quais todo entendimento situa pelo conteúdo total, da maneira em que se pontua não compete ao determinar a total compreensão, se tal não existir pelo setor não oferecer capacidade ao inserir termos ou modificar pontuações, sendo esta incoerência regulada por artigos do código penal, não satisfazendo tal expressão de leitura por termos, procuraria ao setor capaz à compreensão a averiguar veracidade, no conferente à modificação pontual, dado que os entendimentos ficam voltados aos setores, em disposição ideológica cabendo ate conceito de pena, por tal expressão sofrer desvio, assim a conduta do escritor poderá ser interpretada de maneira incoerente ao que se desviou. Procuraria alguém capaz dentro do setor a ser dominado, às expressões serem próprias do compromisso comprovado por contatos intitulados, pois a insatisfação dos que não tem coerência gramatical, não faz do setor cabimento dentro de literatura, quando o setor a ser reparado pela crítica cotidiana do escritor autor, sofre de maneira modificações de pontuação ou troca de termos, regula infração à ideologia colocada à personalidade do autor, comprometendo em administrar termos não literários ou mesmo que for, desfaz seu vinculo diante do desvio de qualquer expressão preparada ao setor competente ao entendimento não desviado termo qualquer. Márcio palafi. 09/08/2011.

O movimento das ondas.

Tempo tropical. O dia inteiro ensolarado, America equatorial Conquista as mentes dos naufragados, lua cheia Quantos reflexos completamente relaxados, brio Possui diante das energias, da noite passada Nesse novo dia, quando de sol e calor manha Vem pela madrugada aquecendo, verão tem Fevereiro, carnaval, praia e mar se na areia O vento vem suave refrescar, seus cabelos Espalham aromas, das flores inverno de lá Donde chegaram, ressentem ilusórias danças Movidas pelas nuvens, quando outras avistam. Márcio palafi. 07/08/2011.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

                  Variações dos desejos ambíguos na relatividade da obsessão.

         O encontro vazio de ilusões estaciona resíduos para conclusões domésticas, fora do seu conhecimento induziria retratar vários conceitos, todos por ocasiões do fato em blasfêmias localizadas, se o feito mais direcionado ainda obtivesse razões obvias, em qualquer desvio de personalidade estando esta própria, apropriada pela conclusão no tempo não específico, pois assim o espaço ocupado, ao desvio encontraria razões conseqüentes aos estados inconclusivos, em andamento pelo propósito a que se denominasse, exercício com forma de desejo voluntariamente prévio no circuito ate a conclusão pela finalidade.
        O estado de conclusão na razão denominada a tempo, em qualquer fecho na reação como fluxo de energia em reação, pelo desvio estabiliza do concreto, atividade de projeção à obsessão em opressão, pelo imaginário relativo à realidade qualquer, sem direção específica pelas variações conclusivas, das adversidades se voltarem ao mesmo tempo de determinação, pelo acaso encontrar também relatividade no objetivo da conclusão, certa de que o involuntário seja tangente ao espaço natural, quando se volta ao pensamento mais oportuno, no trato da reação voluntária de relatividade ambígua, com predominação do acaso adversidades dos circuitos semelhantes, transtornam se após bloqueio à personalidade consolidada ao espaço relativo, ao fato da conclusão ser blasfêmia, sem conclusão na realidade da verdade que é linha de ilusão paralela ao estado próprio.
        O exercício apropriado ao fato consumado, como imaginário encontra razão voluntária, pois o estado ambíguo mais profundo de busca consente alinhamento direcionado à opressão, caso cárcere possuir da submissão, fatores relacionados aos mesmos desejos de classe concorrente, à verdade da razão do desejo ambíguo em um só tempo.
        A ciência da transformação, nas intensidades de energia do estado, mais regula variação entre reações, para quando variáveis entender que ilusões também relativas, em tempos não específicos emitem estímulos, quando recepção como retorno estão pela mesma razão, na espera dos circuitos relativos de mesma intensidade, pelos estados em que psicopata, sociopata, neuropata todos são grupos relativos, quando percebem variável à variação num fecho, pelo tempo não específico esta diversifica todas as reações relativas, nos mesmos desejos de ideologia ao imaginário da ilusão.
                                                    Márcio palafi. 08/08/2011.

domingo, 7 de agosto de 2011

Crítica de moviento natural no realismo pelo humanismo.


Memória relativa ao estado natural.

Imagine que individuo venha instituir razão aos meios sociais, onde seu tempo constitui pelo espaço natural, qualquer intensidade de energia localizada ao seu estado de busca, no conteúdo de outro tempo ocupando mesmo espaço, definindo necessidade de qualidade, tais intensidades entram pelas reações no devido tempo, pois já encontrando neutralidade, esquemas difusos seriam previstos pela estabilidade no realismo, quando realidade em capacidade racional diferencia-o dos outros animais no paraíso.
Os estímulos são espaços ocupados pelas intensidades, quando em ações subdivididas, como retorno em qualquer bloqueio de reação relativa ao deslocamento, se deflagra em circuitos alcançando circunstância de desejo mais interior dentro do possível, pela condição em informação a analogia no objetivo do individuo, para a sociedade nos meios comunicando fatos, que venham conduzir afinidade afável em cada ser humano, sendo elemento nas características genealógicas de etnia fundamentada pela crítica.
O ser humano renova seu estado natural, quando consente que indivíduo realize através do desejo mais aprofundado, ética no objetivo social conhecendo razões alheias, semelhantes aos elementos processuais nos caracteres, assim atividades subjetivas projetam relatividades, quando imaginário das formas semelhantes instituem memórias nas analogias, nos espaços envolvidos nas ações, para que reações relativas renovem esse mesmo espaço, por outro estado constituído pela necessidade, em que se dá razão ao denominar tempo, pela condição proporcionar ao se identificar, quando existe semelhança de memória natural, concedida em tempo de deflagração da ação mesmo subjetiva de relatividade, como objetivo do individuo no realismo pelo humanismo.
Márcio palfi. 07/08/2011.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.



Cotidiano além das intensidades variáveis.

O progresso estimativo nos compromissos diários, em tempo integral busca objetivo, além da capacidade individual do ser humano interagir, quando em seu meio compreende que é possível compartilhar socialmente, pois família compensada pelo intenso dispor alternativo, para questão variável de determinação conjunta, além dos imprevistos, coincidências de fatos em que a memória relaciona relatividade há níveis de competência, realiza como bem atribuições alinhadas ao temperamento, quando esse tem foco direcionado, em fluxos de saída no individuo, que através das intensidades de energia, nas reações contidas como elementos pensantes república em direção natural ao seu estado, onde encontra nesse fluxo intensidade de qualquer oportunidade, para disponibilizar direção incluindo artigos instalados, como se refere tal intensidade de energia em situação variável, não concluindo diretamente ao fluxo, por variar em tempo, outra parte da razão teria pela subjetividade, qualquer estado onde tamanha eloqüência faz da relatividade, na realidade do fato não ser estranho ao ambiente, outra ênfase destaca se em outro estado de tempo, além da hipótese ser principio que se refere argumento na finalidade da vida ser utilizada, de maneira direcionada singular além de própria.
Estimulados às intensidades de energia, todas em reações variam pelas capacidades nos ambientes, pois freqüências nas atividades sociais, pelos traumatizantes errantes proporcionam culpa, compondo deslocados aos meios à comunicação.
Movimentos articulados não determinam que o ser humano possua atividade a tempo de compreender o exercício no cotidiano, para a razão competente também não fazer do próprio entendimento, busca por composições através das reações, nas intensidades direcionadas sociedades emergentes desfrutam de suas lutas, nas glorias do poder mais intenso, no entanto gerações estimam pelas subjetividades, que objetivos são como ondas, trafegam em razão do tempo, quando necessidade se encontra num bloqueio, para exatamente ser encontrado alinhamento em um contratempo subjetivo ate determinar, das intensidades de energia reação de qualquer ser humano competente.
Márcio palafi. 05/08/2011.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.


Crítica ao conceito do preconceito.

Durante o tempo em que o espaço, onde o ser humano constitui sua ocupação, participa através das resistividades nas intensidades de energia, sua visão se destaca por ser a mais abundante em distância, declarada pelo interior mais profundo dos seus artifícios, artigos para competência nas razões em se projetar, seja memorável na finalidade, assim princípios racionais alcançando movimentos relativos às idéias, nos projetos desencadeia fatos progressivos, além dos efeitos considerados pela sociedade, críticas renovam bloqueios para novas reações ativarem preceitos mais que voluntários, em admitir que errar faz parte das margens de acertos cotidianos.
Intensidades de energias têm pelas formas naturais, seres humanos em destaque no paraíso, porém na formação social pela família, atividades próprias atingem entre projeções nas convecções, vários dialetos presentes nas gerações compensadas por ondas nas freqüências, onde captá-las faz dos seres criticados em seus projetos, novas expressões adjuntas nos constituídos artigos, considerando-o mais ativo participando em primeiro plano, se envolve a dinâmicas mais elevadas de semelhanças à misericórdia, em tempo para que sua visão elimine os absurdos, porque em seu estado de alcance, razões elevadas projetam para segundo plano, vida material nos circuitos declarados pelas críticas, quando constituem aos artigos, devassa aos meios abusivos, dos que querem o poder acima da existência humana em não alcançar, pois tal projeção não tem sua intensidade natural, conceito de crítica ao próprio projeto de vida.
Relevando sempre períodos pelos tempos alcançados, retornam evidências dessas projeções posicionadas aos circuitos de freqüência natural no realismo pelo humanismo, podendo estimar ao paraíso objetivo à reprodução pelos meios racionais, quando suas leis valem como artigos de projeção à proteção natural, como formação da família na sociedade, capaz em administrar retornos dos projetos aprimorando-os ao tempo, quando for necessário ao abrigo pacifico, que somente o ser humano com suas naturalidades ideológicas possui na interação abaixo das conclusões, como justificativas às razões do ser humano existir, reproduzir além de evoluir seus conhecimentos, aprofundando ao bem da memória que lhe oferece distância abundante, se emite como freqüência tal ciclo se fecha, pela razão que é própria, como prova de conclusão no pensamento próprio de quem emite pela necessidade natural, entre os seres vivos poderia o ser humano predominar ao paraíso por sua reprodução construtiva e evolutiva.
Márcio palafi. 04/08/2011.



terça-feira, 2 de agosto de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.



Estação sem memória.

As estações do ano encontram sempre nos cantos
Noções das dificuldades, quando marés noturnas
Relembram revoltas, nas voltas aos hemisférios
Por quase tantos instantes das lembranças
As nuvens não totalmente se chocam com qualquer
Ventania, que arrastam os medos inconscientes
Assim as pessoas moram em suas casas cobertas
Telhados atingem, com o brilho do luar cantigas
De antigas ensolaradas avenidas, onde jaz
Lembranças, reproduções das guerras analógicas
Nas cabeças dos destroçados, que em vão
Não recordavam, querendo se adaptar, querendo
Voltar ao instante ate que outra estação, adormece
Sem o ruído voraz, em vão não recordam, repetiriam
Por não haver lembrança dessa estação?
Márcio palafi. 02/08/2011.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.


Fatos verdadeiros são visíveis a olho nu.

Os métodos eloqüentes encontrados pela vida afora concentram dados, todos eles de situação temperamental comportamental, para o qual requisitos nominais empregados nos advérbios sejam selecionados a bem do efeito mais justificado, no devido tempo que necessariamente é compreendida tal justificativa, adequada à parte do movimento exato ocorrendo o fato.
As artimanhas incluídas entre os espaços vazios, da capacidade à inclusão determinar quantidade de energia nas intensidades envolvidas, se nas reações genealógicos traços encontram pela relatividade, necessidade além da memória não existir, ainda pela resistividade que é o próprio bloqueio, convecção na inclusão está racional no realismo pelo humanismo.
Somente quando há resistividade que o ser humano entende estado dúctil, por sua reação possuir fluxo de saída, para a finalidade ser necessária como o feito, justo na justificativa em tempo comum no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 01/08/2011.