quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Vivendo a vida na realidade de um sonho. Destino de vida plena sem encontrar origem, pela transição ou convecção entre reações de energia, qualquer contradição coincide ao fato de houve que idéias assistidas, por tempos diversos para qual esse é de realidade relativa ao imaginário, em cada ser que vive a vida, também plena de gozo pelo seu arbítrio direcioná-lo, no contato social de competência na razão desse tempo de realidade conceder-lhe razão. Dissemos coisas, fazemos também o que não é possível dizer, além do sonho a se realizar, determinamos o trajeto considerado ideal, com objetivos tantos quantos forem às razões neles reparados pelas críticas, dos que observam relevância ate mesmo contraditória nessas ambigüidades necessárias, nas tantas palavras importantes ouvidas, muitas delas são capazes de muitos sonhos realizarem, nos substantivos adjetivados como freqüência, nas eloqüências dos dialetos tão esquisitos, que ao entender-los nossos corações humanizados se chocam diante a fragilidade, em que o ser humano possui, para desenvolver e determinar os compromissos ideológicos ao longo da vida, plena de gozo no arbítrio da veracidade, quando os fatos comprovados nos ajudam, na realidade dos sonhos realizados um dia, talvez quando tal sonho seja realizado, aquele que o realizou entenda qual destino pode estar somente por razões, nas intensidades de energia, quando entram por reações nos temperamentos, enfatizam expressões quase tão destorcidas, quanto é a realidade de um sonho impossível ser realizado com exatidão, em todos os sentidos da razão humana, de destinos felizes na história da humanidade, na participação social possuir razão própria, capaz em assumir o sonho realizado como vitória na vida. Diante da opinião cotidiano, conexão de tempo em qualquer intensidade de energia, por sofre alterações nos intervalos das realidades relativas ao imaginário, informando com capacidade envolvendo valor teórico, para admitir um dia um sonho realizado além das proporções, em que condições como efeitos traumáticos não desfazem ao ego, submissão pelas expressões não alcançadas, pois a liberdade do ser humano evolui quando ele se faz capaz, em realizar sonhos não só dele, porém conseguir que também vários possam, a partir dele realizar vida plena no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 10/08/2011.

Nenhum comentário:

Postar um comentário