sábado, 11 de dezembro de 2010


Imagem mística, iara mãe d’agua.

A imagem passava em ventos murmurantes
Que estimulava as cantoras da tempestade
Quando canta, dia indo noite encobrir, sonho
Quando  mar aberto, longe viu margem boreal
Mais uma vez o destino não veio fazer, aurora
Mística sem vontade não partirá, talvez sentindo
Clareza na distância, ficando perto pela margem
Além do que possa perecer, outro tempo ainda
Dividindo, assim tão de repente que não sente
Da aurora, crepúsculo entardecido bem cedo
Não participava nas manhas, outras vivas iaras
Cantando das tempestades, do outro temporal
Lembrando apenas imagem, ventos murmuram
Ate não ficar nenhuma margem do que pareça.
                                          Márcio palafi.  10/12/2010.

O sentido do vento na lágrima adormece.
Pensava que distante choravas a um fim
Pois enfim apavoras vindo das distantes
Parecia ouvir tanto choro, adormeci alento
Embora outro dia, amanheci desperto, lá
Em outro fim, não ouvia mais outro tempo
Para acontecer novamente, tudo de bom
A tristeza por não findar, qual magoa trás
Agora quando qualquer coisa não ruiu
Das poucas ruínas, não mais existe choro
Despertando, algo inocente de prever além
Quando chegar, poderia não existir, alguém
Participando de sua vontade, saberia quanto
Adormecendo em prantos, nocivos ao Leo
Aqueça-te, pois o tempo não para, outrora
Toda lágrima seca, sendo brisa suave.
                                       10/12/2010.    Márcio palafi. 
Relevância verbo nominal.

        Quando há capacidade para reparar o erro, antes que aconteça efeito em qualquer trauma, as contaminações regulam proporção de culpa, tanto se especifica a espera que quanto, outro paradoxo faz do tempo ser o fator, tornar relativo uma das partes; a visão do paralelo poderia ser entendida em reação paranóica com efeito versátil, compreendendo a falta de informação a respeito da intensidade na reação provocada pela visão paralela na porcentagem de acerto.
        O tempo de reação também passa a ser um dispositivo para visão, se for correspondente o gene na memória em estado transcendente, quando o circuito na ligação permitindo co-relatividade de partes em comum, predominando nessa finalidade a razão como forma do principio ser apenas admitido ao termo de finalidade, portanto a ação limita à reação na relatividade genética, do principio analógico na razão contida para em meados participar, na possibilidade de enfim acontecer a relatividade em um tempo não especificado pelos fatos.
        As formalidades não contidas intencionam outras intempestivas classes por colisão, quando relacionadas nas variações encontradas nas variáveis, relativas dos genes de ligações finitas do alinhamento no tempo e a distância, enquanto desses extremos, justificam os meios, nas reações diversas dos fatos contemplados nas dimensões étnicas das sociedades diversificadas, pelas visões em reações, sendo quaisquer das etnias, envolvidas na realidade de qualquer fato, que se faz em todo desejo, querer poder alcançar a razão quando no circuito, se posicionar em tempos mais justos, consecutivos à eloqüência dos tempos não específicos, das sociedades diversificadas nas dimensões das existências nos seres vivos, sendo seres pensantes.
                                                  09/12/2010.     Márcio palafi.       
      
O ser humano não compreende o raciocínio no paraíso.

        O ser racional é tão frágil a ponto de o irracional dominá-lo, para lhe conduzir a uma perpetua imagem totalmente traumatizada, e a conseqüência desse destino poderia ser a incompatibilidade consangüínea, mas isso não é administrado como fato depreciativo, porque o âmago não compreende a razão do sofrimento da tortura antológica em um tempo mais feliz.
        Cristo nasceu em meio a pobreza, porém a sua visão estava além da possibilidade do fim existir um dia talvez, entre o tal e o  vez encontra-se um intervalo de tempo, onde ocorre várias reações entre intensidades de energia, cada uma delas está direcionada a uma circunstância, como o estado é de depressão a saída poderia ser usada com violência, porque só assim conseguiria força para o racional se tornar irracional numa fração de tempo, inferior ou domínio do próprio tempo de compensação do pensamento, relativo a visão em outro tempo de saída desse estado de depressão.
        A base da convecção está para a visão do próprio tempo relativo ao fato, em forma de síndrome, quando encontra ênfase, supõe se falsa modéstia, pois o alheio não compreende o fato estando fora do seu alcance, porém é bastante interessante quando se trata de desvio fora de sua visão, ocorreria dessa síndrome outro surto tão profundo, que toda energia seria para o tempo, confundido com a realidade em outro estado de percepção paralela a própria intenção.
        A vida no paraíso é tão somente o encontro do próprio tempo, para formar outra parte do mesmo tempo, em outra conseqüência quando está não compensa o próprio  pensamento, fazendo do interior uma busca incessante entre síndromes, nos sentimentos dos que não possuem recursos, e os argumentos ficam fora de sintonia à ética improvável, de uma situação de risco constante dos seres humanos entre os demais, que na maioria não se informam da verdade no fato da realidade.
                                                                      08/12/2010.   Márcio palafi.        

A vida reconhecida em um pigmento na memória.

        A necessidade acomoda a tempo, para que a harmonia existente, como todas as euforias adjacentes, não faça do resto justificado pelo instante do principio ao final da fala, e a visão por todo o processo acontece, quando há prova de em cada ser vivo do planeta.
        Melhor seria se a ilusão do sonho fosse realidade, com todos os seus parâmetros concretizados pelas razões mais ajustadas possíveis, entretanto o domínio não fornece na totalidade a quantidade de energia, para que o fluxo perceba o possível acontecimento, somente um conteúdo apropriado como o do tempo em exercício, daria a objetividade natural ao individuo, a idéia já contida pela intensidade de ser certa como razão própria e daí propagada como retorno em estímulos concentrados.
        Estando concentrados os retornos dos estímulos, logo são relativos às intensidades reconhecidas, vindo a fazer parte da existência em sintonia ética.
        Quando essas compreendem da miscigenação, numa forma além do próprio tempo, aconteceria a neutralidade para ser adaptada a quantas intensidades forem especificadas por fatos reais, há geração de síndromes para que a razão seja através da reação, distribuída em reformas de energias diversificadas a identidades do interior próprio na sintonia apropriada.
                                                      08/12/2010.   Márcio palafi.  

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O ser humano não compreende o raciocínio no paraíso.

        O ser racional é tão frágil a ponto de o irracional dominá-lo, para lhe conduzir a uma perpetua imagem totalmente traumatizada, e a conseqüência desse destino poderia ser a incompatibilidade consangüínea, mas isso não é administrado como fato depreciativo, porque o âmago não compreende a razão do sofrimento da tortura antológica em um tempo mais feliz.
        Cristo nasceu em meio a pobreza, porém a sua visão estava além da possibilidade do fim existir um dia talvez, entre o tal e o  vez encontra-se um intervalo de tempo, onde ocorre várias reações entre intensidades de energia, cada uma delas está direcionada a uma circunstância, como o estado é de depressão a saída poderia ser usada com violência, porque só assim conseguiria força para o racional se tornar irracional numa fração de tempo, inferior ou domínio do próprio tempo de compensação do pensamento, relativo a visão em outro tempo de saída desse estado de depressão.
        A base da convecção está para a visão do próprio tempo relativo ao fato, em forma de síndrome, quando encontra ênfase, supõe se falsa modéstia, pois o alheio não compreende o fato estando fora do seu alcance, porém é bastante interessante quando se trata de desvio fora de sua visão, ocorreria dessa síndrome outro surto tão profundo, que toda energia seria para o tempo, confundido com a realidade em outro estado de percepção paralela a própria intenção.
        A vida no paraíso é tão somente o encontro do próprio tempo, para formar outra parte do mesmo tempo, em outra conseqüência quando está não compensa o próprio  pensamento, fazendo do interior uma busca incessante entre síndromes, nos sentimentos dos que não possuem recursos, e os argumentos ficam fora de sintonia à ética improvável, de uma situação de risco constante dos seres humanos entre os demais, que na maioria não se informam da verdade no fato da realidade.
                                                                      08/12/2010.   Márcio palafi.        


A vida reconhecida em um pigmento na memória.

        A necessidade acomoda a tempo, para que a harmonia existente, como todas as euforias adjacentes, não faça do resto justificado pelo instante do principio ao final da fala, e a visão por todo o processo acontece, quando há prova de em cada ser vivo do planeta.
        Melhor seria se a ilusão do sonho fosse realidade, com todos os seus parâmetros concretizados pelas razões mais ajustadas possíveis, entretanto o domínio não fornece na totalidade a quantidade de energia, para que o fluxo perceba o possível acontecimento, somente um conteúdo apropriado como o do tempo em exercício, daria a objetividade natural ao individuo, a idéia já contida pela intensidade de ser certa como razão própria e daí propagada como retorno em estímulos concentrados.
        Estando concentrados os retornos dos estímulos, logo são relativos às intensidades reconhecidas, vindo a fazer parte da existência em sintonia ética.
        Quando essas compreendem da miscigenação, numa forma além do próprio tempo, aconteceria a neutralidade para ser adaptada a quantas intensidades forem especificadas por fatos reais, há geração de síndromes para que a razão seja através da reação, distribuída em reformas de energias diversificadas a identidades do interior próprio na sintonia apropriada.
                                                      08/12/2010.   Márcio palafi.  

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ate que ponto a razão seria a existência humana?

        Não estou muito bem certo do que seja a origem hispânica em nossa dialética, porém sendo brasileiro com descendência vinda do outro lado do atlântico, acredito que as dominações dos termos estejam miscigenadas, porém a profundidade finda no lírico podendo ter à parte boas evidências nas trovas e prosas, dos menestréis líricos medievais, quando buscavam a fonte mais profunda do sentimento através do âmago ou o narcisismo, acontecendo o lançamento ao erudito para constituir a razão do hoje na existência do amanha.
        O passado não ficou tão distante se existe o pigmento na memória do ser humano, onde o individuo procura através da subjetividade o objetivo da realidade, em qualquer fato semelhante que seja real, na forma de realização de qualquer sonho em pensamento, quando existe um estímulo para se lançar através do tempo a propriedade de viver melhor, na circunstância da vida social e civilizada.
        Poderíamos nos consolidar em beneficio da liberdade de expressão, se essa, em seu conteúdo trouxesse a verdade da vida à tona, porém a potenciação no arbítrio se desqualifica em razão descompensada da realidade virtual do sonho.
        Nessa parte da existência o domínio do ser humano se perde em sua insanidade transtornada por um distúrbio em propriedade pelo seu tempo, não ser apropriado ao momento ideal fora de sintonia à razão do alheio, quando ele se perde mais ainda afim em conseguir se adaptar a outro, ate chegar a sua integridade não transtornada ai ele estará pronto para o juízo final.
                                                06/12/2010.   Márcio palafi.   
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