quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O ser humano não compreende o raciocínio no paraíso.

        O ser racional é tão frágil a ponto de o irracional dominá-lo, para lhe conduzir a uma perpetua imagem totalmente traumatizada, e a conseqüência desse destino poderia ser a incompatibilidade consangüínea, mas isso não é administrado como fato depreciativo, porque o âmago não compreende a razão do sofrimento da tortura antológica em um tempo mais feliz.
        Cristo nasceu em meio a pobreza, porém a sua visão estava além da possibilidade do fim existir um dia talvez, entre o tal e o  vez encontra-se um intervalo de tempo, onde ocorre várias reações entre intensidades de energia, cada uma delas está direcionada a uma circunstância, como o estado é de depressão a saída poderia ser usada com violência, porque só assim conseguiria força para o racional se tornar irracional numa fração de tempo, inferior ou domínio do próprio tempo de compensação do pensamento, relativo a visão em outro tempo de saída desse estado de depressão.
        A base da convecção está para a visão do próprio tempo relativo ao fato, em forma de síndrome, quando encontra ênfase, supõe se falsa modéstia, pois o alheio não compreende o fato estando fora do seu alcance, porém é bastante interessante quando se trata de desvio fora de sua visão, ocorreria dessa síndrome outro surto tão profundo, que toda energia seria para o tempo, confundido com a realidade em outro estado de percepção paralela a própria intenção.
        A vida no paraíso é tão somente o encontro do próprio tempo, para formar outra parte do mesmo tempo, em outra conseqüência quando está não compensa o próprio  pensamento, fazendo do interior uma busca incessante entre síndromes, nos sentimentos dos que não possuem recursos, e os argumentos ficam fora de sintonia à ética improvável, de uma situação de risco constante dos seres humanos entre os demais, que na maioria não se informam da verdade no fato da realidade.
                                                                      08/12/2010.   Márcio palafi.        

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