Ate que ponto a razão seria a existência humana?
Não estou muito bem certo do que seja a origem hispânica em nossa dialética, porém sendo brasileiro com descendência vinda do outro lado do atlântico, acredito que as dominações dos termos estejam miscigenadas, porém a profundidade finda no lírico podendo ter à parte boas evidências nas trovas e prosas, dos menestréis líricos medievais, quando buscavam a fonte mais profunda do sentimento através do âmago ou o narcisismo, acontecendo o lançamento ao erudito para constituir a razão do hoje na existência do amanha.
O passado não ficou tão distante se existe o pigmento na memória do ser humano, onde o individuo procura através da subjetividade o objetivo da realidade, em qualquer fato semelhante que seja real, na forma de realização de qualquer sonho em pensamento, quando existe um estímulo para se lançar através do tempo a propriedade de viver melhor, na circunstância da vida social e civilizada.
Poderíamos nos consolidar em beneficio da liberdade de expressão, se essa, em seu conteúdo trouxesse a verdade da vida à tona, porém a potenciação no arbítrio se desqualifica em razão descompensada da realidade virtual do sonho.
Nessa parte da existência o domínio do ser humano se perde em sua insanidade transtornada por um distúrbio em propriedade pelo seu tempo, não ser apropriado ao momento ideal fora de sintonia à razão do alheio, quando ele se perde mais ainda afim em conseguir se adaptar a outro, ate chegar a sua integridade não transtornada ai ele estará pronto para o juízo final.
06/12/2010. Márcio palafi.
v
Nenhum comentário:
Postar um comentário