O preço à cobiça ao poder.
Os fatos congruentes à convergência divergem diante as fantasias retóricas, enriquecendo o poder dos destinados cumpridores das razões dele, em que seu conteúdo próprio satisfaz plenamente a própria integridade dos que o usam.
Totalmente tal poder cobiçaria a catástrofe em qualquer cotidiano, não cumprido por tamanho dever, o poder significa algo além da morte?
Por dimensão dos alegóricos retóricos, nos cotidianos é que a vida prova, pois Pilatos ao perceber que um homem colocaria em risco o seu domínio diante do imperador, achou melhor que o povo julgasse a morte do poder, porém imagine que Cristo por ser verdade não teria dito? O poder do imperador não o faria desistir do caminho da verdade, como ficaríamos diante da blasfêmia do poder?
Márcio palafi. 02/07/2011.
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