sábado, 23 de julho de 2011

A parte do tempo que ainda não chegou.


A matéria se originou da energia.

O ser de ativismo humano intensifica através da realidade, fomentos capazes de capacitá-lo diante das resistividades criadas ao longo das especificações cotidianas, em fatos contraditórios aos princípios, quando não continuam por não haver mais outra contradição em demasia, criando novas resistividades nas intenções imaginárias de realização natural humana.
Quando fatores de dimensões, que pelas intensidades consolidam intenções, fatos distantes finalizam atividades de principio, porém razões dessas intenções por ser verdade a capacidade, tanto de finalidade ligando ao principio ou inversamente proporcional possui relatividade.
Intuitos radicalizados sofrem variações involuntárias, que pelos fatores estabilizam diante da necessidade em tempo não específico, pela eloqüência cuja vida prova tal relatividade nos dialetos, que por suas variáveis disposições anulam ou sofrem mais reações, como busca voluntarias em compreensivas analogias discretamente desenvolvidas às civilizações.
Alçando a finalidades retornos de relatividades entre reações, energias variáveis nos dialetos aprofundam em razões indesejadas as rejeições cujas camadas sociais se posicionam diante dos fatos, pelas contradições cotidianas das etnias dos povos por freqüências aprofundando ate onde alcança, tal relatividade pela resistividade a estabilizar tais fomentos; partindo desse dispositivo em pensamento, como intensidade de energia que: se compreendêssemos através do realismo pelo humanismo, o que originou a matéria antes fosse a energia, porque assim teríamos um indo e vindo infinito.
Márcio palafi. 23/07/2011.


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