domingo, 4 de dezembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Feliz é o juízo da verdade, eterno feliz natal. Deus configurou ser humano à semelhança, porque sua razão além de racional compreende necessidade em compensar juízo, pelo final do seu tempo afim se eternizar. Os anos passam novamente outro ano chegará, pois no ciclo constante da vida, compensar juízo entende-se por vencer a morte, por qualquer estado étnico justo cuja justificativa envolve, determinar à verdade casos humanizados, em que toda sociedade em qualquer das camadas estabelece aos níveis reconhecidos, pelas ideologias às distancias em que percorrem, além do próprio tempo à dimensão infinita, pelas verdades que são ditas nos fatos das reações justificadas. Vencendo por mais, outro aniversário ao justo à verdade em sua memória celestial, como efeito no destino das personalidades enfrentam o cotidiano, pela sua fé em Jesus Cristo, quando nascera para que a evolução do ser humano ficasse a critério de Deus, pelo próprio juízo de quem tem a ver com o caminho na verdade da vida, comemora se mais outro natal, que sua paz nos envolva com a justificativa da verdade que é a vida de fé, feliz natal a todos do mundo inteiro sem descriminação, pelo amor de Deus. Márcio palafi. 04/12/2011.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Anos terminam, para outro ano começar. Desses longos períodos éramos personalidades ligadas aos meios sociais, pelos artifícios modernizados nas apuradas características humanas, pois dos tempos todos há mais do que se critique, nas condições dos traumas proporcionarem culpa cuja desinência compreende se às relevantes das contraditórias, mesmo no emprego dos dialetos, através dos audaciosos compromissados em discernir ao mais profundo em todo ser, quando ele próprio entende que aprofundar, por seu caractere específico possibilitá-lo, em realidade qualquer possuir nesse meio, qual concordância atinge seu âmago, além de intervir ao radical por um novo começo; dois mil e onze chega ao fim, quaisquer necessidades provavelmente estarão com maior atividade ao juízo, que pela verdade da vida coloca-o entre outros seres humanos cujo vetor o tem como irmão. Participando em tempo por qualquer entendimento, pela verdade que é de fato necessário justificar; nos anos todos passados, quanto já se envolveu em verdade compensando juízo? Além de assimilar através de quantidades de intensidade, nas reações entre energia à freqüência étnica é humana! Portanto além do vale profundo alcança se imaginário relativo ao próprio tempo, no interior em juízo de verdade, quando ao fundo de qualquer abismo pode se resgatar o ser, mais ao extrato humano em determinação à ética, para que a razão de Deus esteja ajustada ao raciocínio, nesse caminho só de ida, alcançando a paz porque iríamos retornar ao confronto? Conflito é armação secreta no irracional! Atividade de conceito crítico, processo de vida tem característica de fundamento no realismo pelo humanismo, em dois mil e doze há esperança em opinião cotidiano conexão de tempo buscar ao interior, mais humanismo do social nas críticas, onde cada um possui sua opinião como um todo se esse todo é justo à compensar juízo de verdade. Feliz dois mil e doze, votos permanentes na teoria que retrata, Realismo pelo humanismo!!! Márcio palafi, 03122011.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Uma viagem de ida. Num dia desses em que a vida prova Alguém veio de algum lugar, chegou Porque em seu tempo, sua razão Dominou seu ser por inteiro, ate que Percebeu, quando sua visão, nesse Mesmo tempo, lhe ocasionou paz Dentre dialetos, lados escuros daquele Naquele período, passou pelos atalhos Entre os galhos, nenhuma folha, qualquer Fruto do desejo, em outro desejo se faz Aos olhares inofensivos, porque sua Razão dominou seu ser de vez. Márcio palafi. 02/12/2011.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Imagem, sonho de ilusão. O nosso mundo é feito uma imagem em uma casa de ilusão, sobre o tempo, envolve pela distancia uma realidade sem memória, do que seja o formato sua cor, quando a razão foge ao brilho da luz, que aquece de certeza o clarão do novo dia. Assim quando tudo foi A imagem de ilusão voltou, Fez os seus olhos cheios Com as lagrimas da lembrança, Você então esteve de sonho A pairar novamente de manhã Em toda casa, os seus passos Passaram por onde vieram A tempo da imagem, foi se Quando tudo da lembrança Pôs a recordar em sua casa. Acervo, 18/04/00.Márcio palafi. 01/12/2011.

Adversidades nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.

Imaginário relativo à profundidade alcançável. Qualquer definição genética pode depender do alinhamento social no ambiente, na possibilidade do tolerável sofrer reação mais intensa, toda imposição do individuo reflete direto ou indiretamente ao meio, quando essa parte subentende que é necessário ao fator adquirir ordem, pelo movimento entender qual caminho seguir adiante o conflito, que após distúrbio direcionou além do transtorno qualquer definição de personalidade. Pelo imaginário em questão de principio ate à finalidade consentir retorno, do mesmo ser no alinhamento, não pratica ou praticou desvio, quando por esse caminho a verdade pudesse ser o combustível, para que a direção seja definida pela finalidade, que se empregou à reação em movimento constante, após existência em qualquer transtorno de personalidade bloqueada afim de qual distúrbio distribuir em discernimento qualquer razão étnica. Pelo imaginário humano tal ênfase, reforça hipótese na teoria realismo pelo humanismo, através da variável no alinhamento, relativo à genialidade ao genético tem sido prática, na definição da personalidade própria apropriada ao meio em que se vive à razão étnica dos povos miscigenados. Márcio palafi. 01/12/2011.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.

Distancia na profundidade em todo intervalo de tempo. Períodos maciços de tempo formam matéria existente, por pretendentes aos tantos fusos encontrados, a terra se depara aos trancos em denotar traumas entre reações étnicas, porque todo ambiente fica voraz com tratamentos divididos às provisões descendentes ate ascendentes, nos circuitos de verdade como alinhamento relativo dos geniosos intempestivos às circunstancias dos caracteres genéticos nos meios ambientais sociais. Tantos períodos estão em relativas intensidades de energia, nas ligações pelos intervalos, onde quanto mais distancia, quanto mais profunda, para realização em resistivos bloqueios comprometem como surtos de energia aos distúrbios, enfim desvio de personalidade, no conceito de cada etnia relativamente além dos intervalos visualizam a bem dos retornos, quanto mais diversificadas tais intensidades de energia realizando contradições também características das rejeições analógicas, nas camadas sociais alienadas aos transtornos, quando são percebidos como vícios da vida. As condições dos traumas proporcionam culpa, pela incidência de opiniões cotidianas, pois cada etnia possui visões das perspectivas, além das camadas sociais prepararem os artigos nos artifícios, dos povos miscigenados à evolução humana na terra, o realismo pelo humanismo envolve os povos miscigenados, nas sociedades dos meios ambientais nos caracteres, especificando alinhamentos além das miscigenações, para se fazer relativo ao extrato, quando ainda não teria sofrido variação, como contaminação adquirida nos intervalos, onde sofrem depreciação de energia, pois quanto mais profundo o intervalo mais distante se compensa energia relativa comparada ao retorno reconhecido na relatividade, além da resistividade do surto no bloqueio em tempo natural étnico. Márcio palafi. 28/11/2011.

domingo, 27 de novembro de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Árvore abrigo justo. Do amor veio a existência na ternura da mulher, quando o homem fez da compaixão uma fonte entre o ser e a solidão, pois desta brotou galhos densos de folhagens, onde foi banido o frio das noites, enquanto pela manhã todas elas estavam molhadas pelo orvalho da noite, abaixo destes galhos dormiam pessoas entre animais. Acervo, 31/12/99. Márcio palafi. 27/11/2011. Flores de maio. Depois que as laranjas Deram suco para mais De meio litro O sugo fora para Brotar entre os espinhaços. Acervo, 19/09/02. Márcio palafi. 27/11/2011. Toda ação do ser humano tem como reação sua própria sentença. Acervo, 27/01/02. Márcio palafi. 27/11/2011. Uma independência envolve qualquer reação, por isso “qualquer maneira de amor vale a pena, qualquer maneira de amor vale amar” Márcio palafi, 27/11/2011.

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Tempo relativo ao individuo. Quanto mais a presença do tempo se faz em pensamento, pela realidade passa através dos minutos todos os sentidos, onde a humanidade tenta compreender o ritmo do som figurado pela imagem do próprio tempo; esta parte do tempo sem conexão com o passado depende do raciocínio, específico à realidade composta pelos sentidos ao sentido da verdade própria, por ser ela uma imagem de um tempo real, podendo a realidade ser de uma ilusão considerando o tempo não específico. A parte composta depende do equilíbrio das realidades, como forma de busca à procura é pela verdade dentro da sociedade, num tempo todo passível de percepção da própria identidade, assim o caminho é próprio pelo compromisso do próprio tempo, na razão em ser específico ficando o ideal, o próprio sentido da realidade em um tempo não específico. Acervo, 31/07/00. Márcio palafi. 27/11/2011. Conceito à identidade da personalidade própria. As personalidades transportam transcendências nominais, como os fatos nessas as justificam; personalidades sofrem desvios compreendendo reações no radical, qual amor só ele é capaz de construir, mesmo quando após qualquer transtorno sofrido após num distúrbio, pela convivência se faz pela estima, que é perspectiva na visão de alguém capaz de entender profundidade na realidade qualquer, para especificar o tempo de reação compensando juízo preparado à socialização do individuo, pela suas destemidas particularidades, quando além do desvio na personalidade encontra a própria realidade, que em seu interior nunca foi desviada, somente o tempo compensou gerações entendidas às convecções, nas realidades relativas às memórias dessas mesmas, em alinhamento considerados nos genes característicos à personalidade própria. Márcio palafi. 27/11/2011.

sábado, 26 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Ser humano é ser imagem semelhança de Deus. Antigos intrigados em fatos modernizados permeiam conclusões, para que todos os dialetos aprofundados registrem em boa dicção aos entendimentos mais apurados dos fatos, quando justificativas desses realizam marcas exatas, podem ser traumas nas atividades em tempo admirando tal fato perante necessidade em qualquer metodologia, pela aplicação substancial do raciocínio, também poderia articular aos subvertidos, porém as perspectivas das visões nos antecessores já pré-destinados, nas tantas gerações passadas ao acaso sem sombra de duvidas, pelas coincidentes ideologias divergentes entre tantas etnias, que justifica se em propriedade pelo mérito, porque está ou foi necessário algum comentário justificando reações nos fatos mesmo quando nos dialetos se adéquam ao conflito, argumentos neuróticos na realidade em qualquer neurose infindável, pela competência articulada em memória relativa, poderia ser entanto repetidas variáveis afim em dominar processos que envolvem longos períodos destacando assim exemplos, como Jesus Cristo curou o espírito através da matéria; assim ele deu participação de fé em outro tempo para nova razão de cura, somente porque existe matéria no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 26/11/2011. A parte do tempo. Todas as partes do tempo Cabíveis à compreensão humana Esforçam-se na realidade Cuja parte melhor desta Destaca-se neste ritmo Próprio, do coração de quem ama Na melhor parte da vida, Quando se tem o brio No pensamento de cidadão, Lotado numa vasta nação. Acervo, 05/05/00. Márcio palafi. 15/11/2011.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Adversidade nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.

A escuridão é tão profunda, quanto à resistividade na superfície. Os caminhos estreitos nas razões implantam períodos necessários, de acordo com o volume na freqüência de intensidade de energia; quando há reação equilibrada, pela possibilidade ao um profundo absurdo acolhido, se ouve nessa direção desvio o caso entorpece se no desejo oculto à face introvertida da realidade resistiva ate não relativa. Os fatos conformados nesses períodos, pela tangencia supera qualquer coincidência, porque num profundo qualquer da resistividade, relatividade no desvio de personalidade determina distancia em todo intervalo de ligação por incógnitas, quando no sentido do desejo alheio há variação de tempo, que não é próprio. Artifícios denominam pela freqüência em outro tempo, quando mesma energia vária pelo associado, como condômino na profundidade de todo ser encontrado pela incógnita de relatividade, em resistência ao outro tempo não coincidente passando pela tangencia, nos mesmos caminhos estreitados encontramos fixação psiconeuro, sócioneuro, psicosócio indo à atividade mais profunda psicótica sem dominação na superfície; pela reação que rejeita socialmente o meio em que vive ao interesse do alheio, na parte quando captou do desvio na personalidade coincidente ao fato relativo ao seu imaginário. Imaginando que tal aprofundamento é tão obscuro, fatores de sobre saída deveriam ser criados como fontes de luz, em meio à sociedade sensitiva se possui à mesma, pela síndrome quando leva no gene em memória, qualquer ligação de incógnita que passa por intervalos nas variáveis de freqüência à resistividade. Márcio palafi. 25/11/2011.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Adversidade nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.

Principio a realidade afim. A margem de que possa parecer, estariam lado a lado, por seus entes colocados infelizes em partes, onde o tempo os localizara por benefícios ao próprio contato dos tais compromissos naturais desservidos no ar e seu mar de acontecimentos históricos, pois o homem veio do instinto elaborar o raciocínio próprio de si, pela razão da verdade do seu tempo naturalmente físico, assim dá ligações ate então não especificas, por abrangerem domínios codificados pela freqüência do exercício comum em qualquer estação. Sobretudo o céu nos admite por estarmos dentro, em uma tolerância digna da verdade humana, há quem nos reduza a pó, devemos admitir porque o valor da verdade vale enquanto o exercício for fiel ao ser humano abaixo de Deus, em sua matéria revolta de tempo, quando o vento nos traz o ar pela imagem em que à realidade somos nós. Acervo, 12/05/00. Márcio palafi. 23/11/2011. Verificando acervo encontrei algo, quando poderia fazer sentido em adversidades nas intensidades de energia, pois opinião cotidiano conexão de tempo estende naturalmente exercícios próprios, pela necessidade dentro do arbítrio concepções das ligações, como parte nas reações em perspectivas por vetor ser ordem no fator ser progresso, pelo tempo necessário à nação, no dia concluído voluntários percebidos na luta pela República Federativa do Brasil, foram colhidos à margem de que possa parecer tais indivíduos nos objetivos, a fim da liberdade um dia alcançar estão memórias dos voluntários da pátria, para que seus nomes recubram em novo tempo na visão de um novo mundo, o realismo pelo humanismo não poderia deixar apagar se no tempo a memória dos voluntários da pátria. Márcio palafi. 23/11/2011.

sábado, 19 de novembro de 2011

Adversidade nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.

Freqüência de intensidade desconhecida ao meio natural humano. Vários extratos equilibram universo humano, pela coisa das intensidades de energia ser dilema à concepção do próprio estimulo, por reconhecer qualquer freqüência que venha ser relativa à neutralidade, em tempo para adesão por qualquer contaminação. Vários dilemas possuem de acordo à relatividade no estado neutro reconhecendo por outro; relacionamento desconhecido ao meio, sendo relatividade interior do meio desconhecido à freqüência natural do ser humano no realismo pelo humanismo. Neutralidade na freqüência de intensidade, não possui atividade em não ser à parte para se contaminar, porém qualquer intensidade de maior atividade, consumida no distúrbio de energia após bloqueio na personalidade intensifica se nos transtornos de variação, como efeito natural pela memória à contaminação na variável em tempo não específico; quando pode se relacionar imaginário à realidade do ser, pela intensidade de freqüência, que por qualquer motivo desconheça a relatividade, todo efeito sendo desconhecido compreende ao fluxo em figuração “roleta russa” para que realidade obtenha visão pela perspectiva, matéria na realidade necessariamente possui além do transtorno maior entendimento, quando por movimentação tais intensidades de energia se entendem à parte posterior em domínio a realidade. Márcio palafi. 19/11/2011.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Disposição ambiental social. Situações coloquiais das intensidades de energia, quanto mais pelas reações dominam as idéias à ideologia psicossomática, no conteúdo da complexidade dos movimentos, além dos efeitos históricos à política, iniciando às visões dos estados onde constituiriam os artigos contratam desejos nas articulações, sem que os fatos ocorridos sejam causadores de quaisquer distúrbios, dentro no ambiente politizado, pois os aparatos nos maus entendidos além de contribuírem como pretextos, admiradores no entendimento em tempo não específico seria ignóbil aceitação no mesmo ambiente, sendo o entendido não adequado ao tempo próprio. Fatos distantes aos pensamentos nas mesmas intensidades de energia contribuem para que ambientes sejam explorados, nos maus entendimentos quando bloqueios da personalidade causariam transtornos aos mais apurados em suas sensitividades, assim como desconforto diante do estado natural do confronto levado a conflito de personalidades, não está dentro da possibilidade social o desejo em qualquer pensamento fora da situação, quando esse envolve energia de movimento inadequado, pois intermediários aos confrontos bloqueiam burocraticamente o artigo deslocado, em qualquer mal entendido para o tempo não específico focalizar qualquer fato indesejado às intensidades de energia em ação à reação. As afinidades variam para que no fato do desejo, tal ambiente seja misto, onde intensidades são exploradas a partir do desvio da coisa para beneficio de terceiros, quando os terceirizados também não estão ao suporte da mesma situação, dos mais variados nos contingentes ambientais sociais. Márcio palafi. 16/11/2011.

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Reflexo profundo na memória. Uma história infinita profunda e rara envolve cada ser humano, portanto o reflexo de maciço o colocou em um espaço indefinido em seu próprio tempo, no caso o interior permitiu que ele admitisse a sua imagem sendo o reflexo, quando além do tempo a sua história o colocaria diante da própria verdade, provocando uma ilusão, a sua imagem refletida em uma realidade qualquer, no caso aceitando tal imagem sendo ele próprio. A vida reflete cenas inconfundíveis do decorrer de cada conseqüência, onde o ser humano é o reflexo de sua ação refletida pelo tempo. A visão da imagem ele tem na memória do seu ser infinito, quando a capacidade é profunda em seu reflexo social. Acervo, 28/03/00. Márcio palafi. 11/11/2011. Ações praticadas como feitos sociais. O universo das partes inversas flutua pelos interiores do vasto e amplo complexo conteúdo nos poderes da vida, tanto racional quanto irracional. A fronteira entre um e outro é o tempo em que se pratica uma ação, em razão ao desejo por realizar um feito, devido à proporção de uma idéia qualquer para significado social. Temos razão se a razão for uma reação conseqüente, do fato relacionado ao estar social compreendido ou criticado pelos observadores, em um tempo não específico, porque a reação pode ser progressiva benigna ate torna-se maléfica. O estado social impõe limites próprios do ser em situação normal própria adquirida pela capacidade em entender o meio em que se pratica a ação. Acervo, 28/03/00. Márcio palafi. 11/11/2011.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.

Ética freqüente ao cotidiano entre os seres vivos. O tempo quando não se específica à intensidade de energia, em pensamento apropriando das situações, do meio ambiental no paraíso, qualidade equilíbrio fixa termostato regulador partindo do principio evidencias naturais; nos seres vivos fazem às adjacências serem inclusas, pelos domínios nas razões apropriadas ao próprio tempo, quando se específica ao fato concreto justificado, assim os desejos mais profundos nas determinações ativadas das atividades cotidianas envolvem os seres vivos no paraíso. Fatos cotidianos são relatos, nos mais variados efeitos das etnias conhecidas pelos dialetos dos fonemas indicativos, em seus termos diretos ou indiretos, para mais adequação justificada do fato, quando necessário em tempo; nos domínios próprios dos seres vivos, qualquer intensidade de energia registrada, em condição traumática proporciona culpa cujo fato das intensidades nas variações de energia, pois a efeito das compensações nas reações entre intensidades de energia, quando ação é deflagrada situando reação, qual é o efeito em intensidade gama? Qual é o efeito em intensidade alfa? Qual o efeito em intensidade beta? Qualificando os animais no paraíso, para que a sobrevivência do ser humano no realismo pelo humanismo possa em seu cotidiano estabelecer vinculo racional entre os irracionais. Experimentados decerto observam com exatidão, distúrbios nos transtornos eloqüentes, contradições à relevância no cotidiano, opiniões qualificadas em tempo natural, para quando qualquer relatividade de intensidade em fator resistividade, além das síndromes também, nas capacidades de intensidades de energia, instintos pela necessidade à genialidade relativa ou não ao domínio genético, pela face humana em qualquer intensidade de freqüência étnica aflora na profundidade em qualquer emoção, porém com mente sã em corpo sadio. Márcio palafi. 15/11/2011.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Nas montanhas de Minas há boa esperança à visão de um novo mundo. Os intermitentes circuitos analógicos, pelos montes mineiros os estados constituem ao bem em união, após longas caminhadas advindas, nos preparos em razões de um novo mundo, entre montanhas nos vales abundantes em tempo à mineralogia, metalúrgicos consagrados pelas montanhas, Minas Gerais destaca se em seu parâmetro cuja profundidade também consome desses ares, oxigênio apurado das montanhas gerais. Os ares novos puros nas perspectivas de visão contemplam à capitânia, embalados aos ventos desastrosos após tanta calmaria, nas tempestades cuja ancoragem desfez se mais soluções, atirando ao ancoradouro muitas facetas mesmo a paralelos? Adiante enriquecidos sob preceitos modernistas? Aquém? Além desse cais atende a espaços, onde Minas Gerais mineiros constituem efeitos à proclamação da Republica Federativa do Brasil, para mais tempo admirar eloqüências também advindas? Partindo aos casos contundentes nos elaborados argumentos, por mais verídicos quanto forem as distancias entre os vales pela proclamação, independência entendida nas glorias do passado à paz no futuro, salve a Republica Federativa do Brasil!!!! Eu sou Mineiro. Márcio palafi 14/11/2011.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações étnicas miscigenadas.

Preponderâncias a tendências genéticas geniais, como num fluxo aéreo. Um tempo estacionário como várias nuvens no céu de estação não especifica influíra em razão, no pensamento do individuo perceber, que quanto ao objetivo do ser humano, padronizando estados sob artigos entre códigos, no alinhamento dos genes, quando sonhos à memória de intenções mais justificadas condicionaram ao regimento nas primeiras leis quais de Deus. Partiram ao acaso no padronizado argumento, sem muito oferecendo ao conceito ambíguo, quando religiosamente os fatos inseridos, justos à justificativa, porém uma enorme coincidência natural descrimina tal desejo, pois iniciando o marco zero, vindo em seu propósito ratificar a justiça, percebera também que tantas intensidades de energia, reagidas ao impasse não configurado, sem direção por ocasião justa às leis dos mandamentos, além dos distúrbios não atingirem tendências, pois à parte assumiriam ao beneficio de terceiros na intenção do desvio na personalidade ser fluxo desordenado, porque nesse mesmo, decerto João Batista teria sido decapitado e também Jesus Cristo sacrificado, pela razão ao poder do império, antecedendo ao transfigurável tempo não específico, qual a razão do desvio desse tempo? Como hipótese ao regimento das leis, religiosamente estariam aos encargos a qual Deus? Márcio palafi. 11/11/2011.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Destino ordenado. Saímos do sonho acordando Longe, além da montanha O passado lá deixou de existir Entre o esquecimento, abandono Não mais o regresso, pois o tempo Migrou-se à além do futuro Esperando acontecer novamente Durante o dia, o desejo envolto Em formas vazias, destacam-se Entre uma montanha e outra Adotando o modo de um vale, No qual existe uma nascente aberta Onde o liquido límpido jorra, Por beneficio natural da terra Assim os teus filhos não temem A sede, e se banham desta água Colhida pelo leito de um rio, Montanha abaixo todos estão Bem aos cuidados da mãe terra. Acervo, 12/11/01. Márcio palafi. 09/11/2011.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Um fato necessário está pela justificativa na realidade. Contribuindo se assim realidade do real compreende juízo. Fatos realizados justificam personalidades cujas tendências em todo alinhamento, entre genes nas relatividades intempestivas dos geniosos desentendimentos, qualquer conflito a margem em que possa às aparências, não enganam não, enquanto expressões tão profundas fazem do conceito, para memória intuitiva em todo imaginário determinando imposição genética às reações geniosas, em faces sadias subentendem aos objetivos nos indivíduos, estando esses em seus estados constituídos ao tempo, ainda que pensamentos não especifiquem qualquer ação intensidade de energia encontra ao vetor alcançando em fator, fato justificado em tempo mais justo possível, como juízo à verdade de um caminho limpo e pacifico, embora cheio de armadilhas naturais exatas nos bloqueios, através das resistividades, além da memória obstruída relatos são ligações dos transtornos de personalidade, pelas visões fluentes dessas reações, como fluxo à saída é de fé, por uma República Federativa constitucional nos direitos animados aos artigos da constituição. Respaldando! Grandes embaraços advindos aos inconseqüentes destroçam memória, quando fator determina resistividade à genialidade não relativa à genética. Márcio palafi. 07/11/2011.

domingo, 6 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Amor no instinto utópico. Todas as energias fluem em condições próprias, no entanto se estão em condição racional significa amor, em condição do instinto significa atração pelo desejo sexual, por existir a possibilidade da reprodução sob circunstancias, onde a natureza destina o papel do ser em sua própria evolução, diante do seu tempo, além da capacidade em perceber o momento em que esses dois sentimentos tangenciam no interior da matéria, através da forma estruturada do ser humano, pela sua visão social, na sua capacidade em evoluir o próprio sentido, na realidade do propósito comum social, em artifício ético à sua etnia, enfim o amor é o sentimento mais profundo de uma igualdade social, e o instinto o sentimento mais profundo afim, dessa igualdade social do que se trata o instinto à utopia do homem. Acervo, 13/12/02. Márcio palafi, 06/11/2011.

sábado, 5 de novembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Relacionamento relativo ao imaginário finito, pelas facções temporais. Exemplificando traumas para serem relativos à realidade, diagnosticando se pelo efeito paranóia, quando estreita o próprio trauma, entre ao tantos seguidores do Dr. Sigmund Freud, paranóia poderia ser definida por conceito em dez anos de eternidade para alguns? Cinqüenta anos de eternidade para outros? Quais seriam os que consumiriam ao bloqueio? Naturalmente evidenciado pelo Dr. Freud? Seriam bloqueados como fundamento crítico em quaisquer outras eternidades? Existência contida ao preparo nos radicais contenta aos cotidianos, quando às perspectivas de visão os preparados constituem razões aos quantos consomem verdades cujos domínios atingem tempo renovável, quando o estado é competente mesmo se esse tempo não é especificado, como as ações de uns relata reações em outros seres humanos no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 05/11/2011.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O movimento das ondas.

Pensamento quanto mais profundo. Os limites da vida Enquanto os prazeres do sonho Encontram à noite, o desejo Mais tarde à sombra da arvore Floresce o tempo esquecido Jamais lembrado ainda, Pois da parte onde a vida Atende ao seu nome, Mais feliz ficará o irmão, Que sem direção passava Pelo dia às vésperas do jantar, Quando passara do brilho Mais longínquo à esquadra Ardia ao vento, em que O território era o sonho Do limite da vida. Acervo, 08/01/01. Márcio palafi. 03/11/2011.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Opiniões simétricas naturais, mais que naturalizadas. Esperanças pelos poucos estados felizes em que a vida predomina, precedidos às realidades comendas, pelas percepções garantidas aos meios naturais cujo raciocínio, além dos estranhos estratagemas das falsidades fantasia aos desmentidos, quando suas razões não consomem mais que duas medidas ou dois tempos, pela elevação nas intensidades dos diabólicos descriminantes, por menos tempo ainda à suas aptidões transcorrendo mais avassaladoras, pois se compete aos que mencionando medidas regulares, não mais somam quintos plus, em seus múltiplos desejos disfarçam ao máximo, maneiras pelas quais aos olhos vigiam sem notificação às travessias, como milagres ocos menos miolos assumiam adjacências, também fatos se repetem, não além por mais de dois tempos às opiniões a margem do que possa parecer são emitidas, pelas expressões em níveis, austeridades como num passe de mágica aderindo assim ao tributo bi-lateral, para que o tempo faça lhe do poder fazer, além do distúrbio bloqueando aos transtornos de personalidade, variando ate alcançar profundidade posterior ao tempo de partida, em variável competente ao fomento natural perceptivo. Localizados por muitas congruentes, estados confusos em conflitos detectam profundidades, sem que o sentido de realidade evite o inconseqüente, retratado pelo inconsciente aderente em razões inerentes ao sentido localizado. Partiram através dos devaneios então, como os fatos permitam às adjacências naturais em constituir espaços, quanto ao alcance profundo de bloqueio também natural, visíveis tantos aos permitidos compartimentos abertos, pelo consciente às realidades naturais dos genes, que consentem aos gênios intempestivos dos ignóbeis, por mais vezes não relevam aos fatos absurdos, portanto entre tantos desvios, personalidades concentram pela realidade capacidade de adesão constitucional, para verificação do que é verdade, mesmo destorcida dos desviados e desviadas às personalidades sociais, pelo poder da verdade em alinhamento ainda não destorcido, pela margem do que possa parecer em qualquer centro discutido, como razão obvia no desvio da personalidade. Márcio palafi. 02/11/2011.

sábado, 29 de outubro de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Predicativo ao engano. Um grande ornato envolto, pela personalidade Presente, quanto ao passo adiante da visão, Como o tempo não para, fica coberta à blandícia? Pelos dias conseguintes em discórdia intra, Capaz da invisibilidade na alternância, condução Predicadas nas astucias, subterfúgios permeiam Como parte, planilhas pré-sentidas? Outros sim? Partindo assim bradado? chegarás afim? Todo dia Caminhando sobre os lombos estão distantes, pela Propriedade razão estará aquém à bem, como vem? Alcançando também adiante do tempo não parando, Um em outro dia não voltara, sem preço encoberto. Márcio palafi. 25/10/2011.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Beneficio da improbidade. Visíveis perceptíveis longos anos de vida ao espaço destemido e aprofundado, pelos vários vãos livres das amarras em qualquer cais, tributos aos sedimentos das analogias, os cotidianos fazem parte dessa razão, própria na emancipação da família seja do sul ou mesmo em conceito ocidental, esclarecendo por meios expressivos, qualquer dissertativa não tão exposta, com inclusão a conotativas, meios próprios contentes ou não colocam em evidencia traumas dos mais variados desejos, dimensionados às diversas intensidades de energia, quando consumidas às reações qualificam quantidades, declaradas nos fatos da realidade no realismo pelo humanismo. Distorcidos entendimentos estimulados pelos desvios causam deslizes aos mal intencionados, quando atentam pelas improváveis coerências cientificas, todos os conceitos estendem através do cotidiano cujas razões comprometem como esquecimentos paralelos, as dimensões da realidade em qualquer fato, sendo esse causador dos traumas, que proporcionam culpa pelo estado não entendido, por não se aprofundar o bastante, ate classificar qualquer intensidade à ética, pelo conjunto étnico das idéias naturais do seu tempo de realidade, sendo assim o conteúdo da publicação três, zero, zero aplica, como causa vil o desvio da coisa ao entendimento direto, para ser entendimento ao paralelo ocasionando beneficio a terceiros ao entorno, que já foi mencionado anteriormente, autor não é responsável pelo desvio ao ser incluído à história dos fatos o beneficio de terceiros. Márcio palafi. 25/10/2011.

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Predicativo ao engano. Um grande ornato envolto, pela personalidade Presente, quanto ao passo adiante da visão, Como o tempo não para, fica coberta à blandícia? Pelos dias conseguintes em discórdia intra, Capaz da invisibilidade na alternância, condução Predicadas nas astucias, subterfúgios permeiam Como parte, planilhas pré-sentidas? Outros sim? Partindo assim bradado? chegarás afim? Todo dia Caminhando sobre os lombos estão distantes, pela Propriedade razão estará aquém à bem, como vem? Alcançando também adiante do tempo não parando, Um em outro dia não voltara, sem preço encoberto. Márcio palafi. 25/10/2011.

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Desalinhamento como opiniões em terceiros. A dimensão globalizada para qualquer tempo compensa através do racional, os fatos de todos cujos dias atingirem opiniões necessárias aos domínios, pelo caso mais abrangente no termo em aberto, o fundo do mar afim em a parte mais profunda do ser, nos comprime à direção em frente sempre. As visões nas perspectivas incluídas pelas opiniões, além das reações não estão para que as opiniões sejam diferentes das mesmas opiniões entendidas, pois os esquecimentos recaem como as analogias, em forma de detalhes onde as intensidades de energia simulam as dependências, nos tais implementos desconhecidos nos pouco aprofundados nesses mesmos dialetos, portanto o mal entendido, pelo entendimento programado no conteúdo, ainda mais pelo desvio não é de responsabilidade do autor admirando o sucumbir dos necessitados, em tempo ao compromisso, distorcer imagens no dissertar fatos, ficaria fácil sem a presença da imagem, que pelo processo fixação, em qualquer personalidade determina sua finalidade, essa no caso específico é por sinal, não causar transtornos na personalidade, diante distúrbios provocados pelos fatos, nas trajetórias dos trágicos determinando, sem observação desalinho do tempo, não compreendido pelo mesmo estado, onde direção não se define com abrangência cotidiana. As forças nas intensidades, nos mal entendidos reforçam condições traumáticas proporcionando culpa, pela qualidade na quantidade das intensidades de energia, pelos direitos maiores ou menores às adjacências além, nas perturbações cotidianas complementando em opinião cotidiano pela conexão de tempo, possuído à fixação pela verdade, quando não destorcida nos casos mais profundos deixaria autor qualquer, longe do desvio na personalidade, cabendo esse refluxo apenas ao beneficio de terceiros, pelo desvio da coisa causar desentendimentos diários. Márcio palafi. 25/10/2011.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Consoantes nas linguagens vogais. Amontoados indecisos e incompletos descontentes, os imprevisíveis insaciáveis foram verdadeiros incontroláveis aos leigos, nas intenções desconhecidas das realidades, nessas ilusões não percebem que o momento em que o fluxo destina-se além do conhecimento ao estado mais estruturado, e a razão pela imagem deslocada por qualquer movimento terá o contato à quantidade de energia, em intenção medida em um tempo não específico da realidade qualquer, em exercício quase repetitivo, com um mínimo ou uma tangencia própria, de caracteres genéticos ao relativo à energia, em deslocamento à intenção expedida a um receptor de freqüência também relativa ao momento da execução, da ação em movimento à realidade própria. Acervo, 28/10/01. Márcio palafi. 23/10/2011. Um tempo além do trauma paranóico. Um dia a esperança que faça a sua parte pode ser tão grande, e esta parte pode ser tão pequena, que gradativamente esta pequena parte tornar-se-á tão grande, quanto a sua própria vida, por sua parte ser você consciente de sua ação, pela realidade do seu tempo possuir a parte maior de sua consciência de vida, porque a sua parte tornou se grande quanto você. Acervo, 10/10/01. Márcio palafi. 23/10/2011. Complexo do poder. Os espaços indefinidos estão pelas situações em poder do processo qualquer, onde o limite fica além da compreensão, em um complemento de tempo não específico, pois cada qual pela situação própria admite o poder em seu espaço, porém a vantagem em ir além, faz deste poder relacionar-se, por visões impróprias fora de caractere, então torna se um passo em falso à situação, assim visivelmente além não se identifica por vários espaços, quando o recurso do poder é a expressão, considerando o tempo denominado, pela situação nesse espaço de situação está aprofundada, sendo meramente um espaço em situação de poder. Acervo, 05/10/01. Márcio palafi. 23/10/2011.

sábado, 22 de outubro de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Dentro do meu eu em você. O ar toca-me com seus olhos O tempo revolta-me com seu cheiro O dentro retorcido de sua alma Procura-me com suas posses Afastar-te do seu sonho Ate que o seu nome seja lembrado Pelo seu contorno esquecido Não faças do seu poder Um pedestal impiedoso Não prometeras ao próprio interior. Acervo, 18/06/2000. Márcio palafi. 21/10/2011. Além ao onipotente. O! Minha incansável vida Temente ao onipotente Todas as horas do dia ou da noite A parte mais celeste da vida Outrora de garra e lamúria Por outra solidão, alguém Não encontra o próprio tempo Vida incansável de busca Mórbida, veloz, enquanto só A altura vai além, amem, amem. Acervo, 22/06/2001. Márcio palafi. 21/10/2011. Semente dá flor. Pela assimilação do tempo Pela percepção da forma Congênita miscigenação febril Ate ao caminho iluminar De lhe de beber agora De lhe de comer também Para alimento encontrar o que Pela miscigenação praticar para que O tempo todo forma a expressão Qual percebeu em tempo Como a água Amassa o pão Quando a mistura dá flor Do pólen a semente vem Alimentando o ar Pelo caminho do sol Com raios de luz A forma do pão O alimento do tempo Na mistura do ar Em forma de grão Pela massa feliz. Acervo, 28/06/01. Márcio palafi. 21/10/2011. Quando o desejo está para a satisfação, pela parte em que o todo se faz, pois foi possível então o prazer diante à razão a que se propôs à proposta competente ao limite quanto for. Acervo, 22/08/01. Márcio palafi. 21/10/2011. A infância é a melhor fase na vida de um adulto feliz. Acervo, 03/05/00. Márcio palafi. 21/10/2011. Isto era uma idéia escura Quando teus dedos percorriam A corcova numa escuridão infinita Um segredo de morte, o fim. Acervo, 03/05/00. Márcio palafi. 21/10/2011.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Razão em todo ser vivo no segmento da vida. Na realidade todo ser vivo, considerando o racional deveria participar, em seu tempo natural de vida, caracterizando conceitos na memória do complexo hereditário, porém contratempos filosóficos contemplam aos mais atribuídos de emoção, no exemplo clássico dos dialetos, pelos vários entendimentos, não estão totalmente por isso é que a missão mais difusa cuja prensa recorre dos instantes, pelos fatos mais acentuados, quando insistentes analíticos recobram evidencias do inconsciente, sobre o consciente dos seres pensantes, ate que se envolvem ao movimento originando o inconseqüente de razões múltiplas. Todo final de reação contempla qualquer conseqüência, toda inconsciência envolve o estado de percepção analisada, em toda finalidade quando é necessário movimento, com precisão consciente acontecendo no mundo aos conflitos, entre inconsciente e consciente, pelo caso que a paz seja bem acomodada, o que os distúrbios assimilam nesse intervalo, quando se busca bloqueio ao inconseqüente? As respostas coincidem sempre ou se contraditórias, qual o efeito na contradição? Pois mais de várias coincidências, perfeitos contrastes na direção a luminosidade atingem aos tantos processos, mas onde se encontra realidade, não se justifica a consciência, pela necessidade ética em classificações, observada nas diversas camadas sociais, das descriminadas etnias, ate mesmo pela forma burocrática, pois assim dizendo, qual bloqueio social Deus nos colocaria, para a resistividade ser transtornos naturais? Dizendo assim a vida prova no realismo pelo humanismo, para no paraíso acontecer vida reprodutiva aos racionais e também aos irracionais. Acontecendo coincidências à realidade, será que o inconsciente veio novamente tentar uma nova inconseqüência ao consciente, comprovando a vida zumbi no paraíso? As respostas também podem ser discriminatórias, quando estão relativas aos genes hereditários, dos alinhamentos genéticos também contraditórios, das camadas sociais nas distorções verbais em tempos não específicos, na necessidade da contradição do fato justificado à razão natural. Márcio palafi, 21/10/2011.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Teoria da existência. A aceitação da imagem no tempo compreende a parte da energia, em que a matéria origina da existência no humanismo, pela reflexão racional seja a reação da imagem e o pensamento, em tempo não específico original de uma realidade qualquer obtida da realização, por freqüências nas capacidades harmônicas desta aceitação; o homem a serviço de Deus, na fragmentação do tempo, como expansão de espaço, em exercício próprio do interesse coletivo. A matéria e a energia em equilíbrio têm a imagem de luz, quando o espaço é infinito, além do próprio tempo de realidade. Acervo, 08/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011. Contágio contraditório. Para qual parte do tempo O homem instituiu sua capacidade, Além de sua compreensão natural Afastada de sua idéia pervertida Afim, em que tempo imaginara, Qual organismo o detera, Para sua irracionalidade persistir, Como prova de seu desamor, Entre falta de fé e esperança, Pois abandonara os princípios do pai, Por toda caminhada Invadida pelo sarcasmo, Em seu ímpeto irracional, Na própria incompetência Do seu fato, ser humano. Acervo, 10/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011. O homem programou o futuro, a fim de reparar o passado, assim se salvaria, através das profecias admite o erro, recebe o perdão tendo condições de se libertar do seu mundo vil. Acervo, 22/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011. ~ Teoria da existência. A aceitação da imagem no tempo compreende a parte da energia, em que a matéria origina da existência no humanismo, pela reflexão racional seja a reação da imagem e o pensamento, em tempo não específico original de uma realidade qualquer obtida da realização, por freqüências nas capacidades harmônicas desta aceitação; o homem a serviço de Deus, na fragmentação do tempo, como expansão de espaço, em exercício próprio do interesse coletivo. A matéria e a energia em equilíbrio têm a imagem de luz, quando o espaço é infinito, além do próprio tempo de realidade. Acervo, 08/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011. Contágio contraditório. Para qual parte do tempo O homem instituiu sua capacidade, Além de sua compreensão natural Afastada de sua idéia pervertida Afim, em que tempo imaginara, Qual organismo o detera, Para sua irracionalidade persistir, Como prova de seu desamor, Entre falta de fé e esperança, Pois abandonara os princípios do pai, Por toda caminhada Invadida pelo sarcasmo, Em seu ímpeto irracional, Na própria incompetência Do seu fato, ser humano. Acervo, 10/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011. O homem programou o futuro, a fim de reparar o passado, assim se salvaria, através das profecias admite o erro, recebe o perdão tendo condições de se libertar do seu mundo vil. Acervo, 22/08/00. Márcio palafi. 19/10/2011. Contratos dos valiosos, a constituição tem artigos abrangentes. A política entre os políticos não discriminam razões distorcidas das etnias, nos povos artigo ética subentende, pelos apelos dos populares eleitorados, ate a parte em oposição flutuar, em mais outro contra tempo embaraço, pelo circuito da propriedade às vezes não competir com clareza aos estendidos pronunciamentos. Embaraçados contemplam todos os distúrbios nos transtornados, quando aplicam em seus cotidianos, medidas tantas quanto forem para assegurar mais outros mandatos, os atrativos mais competitivos atraem aos mais eloqüentes, pelas práticas nos desvios de personalidade, por eles entre eles conduzirem às controvérsias, dos admiradores militantes partidários nos sucumbidos contratantes; pelo fato em contradição, porém discutem em pauta medidas para coligações, dando audácia aos mais influentes, como posições de amarras clássicas traçadas pela ética do universo político. Classes populares constituintes observam os exatos instantes, para ocorrência dos desvios de personalidade “salvo à constituição federal” por mais intensos quanto formulam opositivos, dos estados mais esclarecidos, entendidos às claras expressões cujos observadores emitindo contas do que é claro. O desvio de personalidade, em regime antigo poderia afirmar conceitos nos bloqueios, quando observados em tempo, nos títulos contraditórios dos pretextos, em monarquistas imperiais destinam; não se sabe para quando fatos direcionados aos iludidos ludibriados, porque a maioria consegue de certa maneira, distância dos entendimentos realistas dos psicanalistas, onde todos não sabem afirmar base do contratante desconhecido, por mais de uma vez não detectado, mediante a ética política partidária ser coligada aos devaneios em medida de segurança. Diante tudo isso e muito mais, o diabo não é ruim, ele sofre de distúrbios na personalidade, por isso é mais visado pelo organismo descompensado do criminoso, por sua fraqueza diante aos bloqueios, nos circuitos em tempo para possuir culpa pelo fato do desvio não lhe oferecer alternativa, em alternância. Márcio palafi. 19/10/2011.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Verdade da intenção. As aparências de uma estrada Com suas curvas e lombadas, Entre os passos depreciaram Além da conta, mais momentos Pela questão da verdade da vida Interessante saber ver, Ouvir com os olhos e ouvidos, Cada verdade de intenção, Quando a realidade em tempo Adormecem entre instintos Os lados opostos a tal fim Aos tantos pretextos convém Ate a totalidade, em qualquer Farsa terminar com a verdade, Por todo o seu tempo que é A própria intenção, Do profundo brotar Para ser de quem for. Acervo, 12/00. Márcio palafi. 17/102011.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Divergências convergentes nas convecções. Atingir tempos para qual realidades obtenham partes, na memória desse mesmo tempo, os espaços estão fixados em imagens, os corações impulsionados pelos sentimentos, tramam opiniões diversas devido a traumas concedidos, como valorosos destaques em que o destino pressiona o ser qualquer pelas ações cotidianas. Propositalmente o período de realidade determina quanto às partes, para que setor venha se classificar, pela mesma parte concedida a várias outras opiniões, sobre o tempo realizado nas reações próprias, fatos adiante dos retornos ao alinhamento, nas decisões necessárias à oportunidade do propósito, realidade no individuo dimensiona intensidades, nesse período em que o pensamento é relativo à necessidade de ação com objetivo. Partindo do instante em que necessidade contempla oportunidade, tal setor classificado flui diante estados relativos à memória dinamizada ao verbo, com estabilidade justa no próprio alinhamento, contudo tarefas simulam capacidades no decorrer proposital, mas o destino opõe ao imaginário, nos sentimentos mais intensos das intensidades múltiplas, sem relatividade natural transtornos contínuos, além dos distúrbios confundem às dimensões, somente quando o setor apropriado, pelo alinhamento dá memória à oportunidade da necessidade de fato, pelas condições dos traumas proporcionarem culpa, todos os adjetivos substantivados avaliam razões, para qualquer ser capaz, na evolução entre intervalos de ligação à memória, em um tempo não específico à razão necessária, quando nenhuma reação ainda não contém retorno, pois está impróprio ao estado de memória, que não é natural, como variável no gene do alinhamento à busca. Márcio palafi. 17/10/2011. Pensamento em forma na intensidade de energia. O pensamento quanto mais profundo, além dos transtornos, pelas intensidades de energia garantem à propriedade, como verdade da fé, que vem do fato como feito na realidade humana entender justamente a necessidade, que o fator distúrbio está devido a qualquer bloqueio, quanto à personalidade para dimensão relativa ao imaginário possuir retorno, como fluxo de saída de visão objetiva do individuo capaz. Márcio palafi. 17/10/2011.

domingo, 16 de outubro de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Crescimento demográfico divergente. Conferindo em opinião cotidiano, contudo respeitosamente os extratos classificados, muito admiram a performance de tais passados, porque no trato moderno da economia, o crescimento desordenado dos infortúnios, a fim em contradizer os mais audaciosos, por muito mais tempo já continuariam a se extinguir dos demais, como se fosse separar o trigo do joio, porém os artifícios dos mais, quanto mutantes proporcionam culpa, pelas condições traumáticas dos menos, esquecidos por questão obvia em conseqüência da falência dos irracionais, por tanto raciocínio chegam a se transformar em gênios da lâmpada, quando guardam o tesouro de Aladim, como nos contos de fadas; a alegria do terceiro mundo é o pac com suas divinas obras, porque sabem onde tirar o sustento mutável, nessas alturas ate os generais imaginam o poder soberano, o que entra pela razão do jogo dos infames, quando não têm nada a perder ou somente impulsionam mais uma ou outra campanha, pois já vem chegando outra eleição, acreditar que a relevância levará aos apropriados métodos, que eles dispõem com toda razão de um dia a vida provar pode ser a opinião cotidiano, quando o recurso de todos os políticos acaba na administração do coletivo, abrangendo a maioria, não tendo como opinar mais a esperança é a ultima que morre, quando no mundo feliz ou triste, um dia menos dia a vida se compensa pela mentalidade em plena convicção, que a realidade não é um sonho, onde todo político se realiza a bem do eleitorado. Márcio palafi. 16/10/2011.

sábado, 15 de outubro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Realismo natural do poder. Os espaços interiores nos destinados em obter razão, através dos tempos não especificados, ainda mais pelas ações dos neuropatas, capazes nesse inicio de século em camuflarem, por entre todos os artifícios possíveis e impossíveis aos olhos, diga se de passagem, olhos de Deus, porém há razões obvias também nesse inicio de século, em a vida provar, pelos indícios esclarecidos, quando o que já está esclarecido pelas profecias mais conscientes, os próprios aliviariam suas performances, em seus digníssimos habitares permanecem imunes tanto impunes, devido ao grande poder, em que os consagram pela razão na existência compreender, que as artimanhas não esclarecidas, nos devidos tempos em que há prova da vida, onde seus feixes colhidos seriam carregados ate a mesa, transformados em alimento aos vorazes famintos, quando um dia nessa mesa degustaram também de colheitas consagradas, estão por sinais perpetuando profecias? Por quanto o peso da colheita no trajeto da vida provar levarás, a pergunta do Frances é a questão, portanto uma nova pergunta é feita, como a vida pode provar? Márcio palafi. 15/10/2011.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Fogo no cio da terra. A terra estava viva Em seu interior magmático Enquanto na superfície O homem absorve o calor do sol Quando é meia noite Forma-se uma tempestade Com ventos furiosos Que varriam as ruas da cidade Num beco escuro Um animal doméstico dorme Perdido de seu dono Espera amanhecer Quando é meio dia O sol bem no meio do céu Os seus raios se comunicam Numa energia solida interior Pois a terra ama o sol. Acervo, 05/98. Márcio palafi. 14/10/2011.

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Místico na magia da noite. No dialeto das criaturas da noite, a magia no brilho prata do luar, justifica como uma noite prateada possui sua distancia, pela busca em qualquer pensamento, mesmo que o sol venha pela manha, com a claridade do dia demonstrar, quais fatos estão específicos aos distantes pensamentos alcançados, através das reações em movimentos naturais, quando ainda com brilho das estrelas participam na clara evidencia, pela ética mais aprofundada nos povos miscigenados. Vários alinhamentos disponibilizam caracteres, pelas mesmas evidencias, quando fatos contraditórios mistificam razões no ocultismo, pois será que não existe ética capaz em quebrar esse decoro? Enquanto mais aprofundamento às questões relativas ao tempo justificado, pela ação na necessidade após sofrer bloqueio, a conduta como transtorno também evidencia várias continuidades, para a evolução além de emergida ser classificada, em qualquer dos estágios, pelo tempo em que ocorre ação necessária, numa noite com brilho de estrela ou luar. Márcio palafi. 14/10/2011.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

O estado confuso hoje é assim? A parte do tempo que ainda não chegaria, seria um estado confuso, quando entraria em conflito ao participar, pelas intensidades de energia, da reação em qualquer relevância, onde esse mesmo estado, quanto mais profundo encontrara relatividade em qualquer realidade, pois o conflito é natural para a realidade, na matéria sendo relativa ao mesmo estado na memória, para em intervalos quanto mais distante em tempo, realidade na matéria como individuo compensa objetivo, porque a verdade é própria do juízo, enquanto a vida prova por meios justificados à razão da necessidade encontrada, pela república quando há fé no que é comprovado, além de justificado. Márcio palafi. 13/10/2011.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Se a verdade é subjetiva o realismo é objetividade no individuo.

Prova de fato necessidade justificada. O pensamento decisivo ao individuo transforma qualquer reação, em movimento capaz de determinar, além do desejo sua verdadeira ideologia, mesmo assim quando estados em conflito, não asseguram que a razão é o termo mais profundo, a existência de esperança redobra por mais algum cotidiano, para que coincidência de tempo mais aproximada seja causa de trauma cuja culpa seria comprovada decorrente em a vida provar. Por muitos adjetivos grandes calamidades sociais atingem parâmetros, pois em todo individuo social de qualquer classificação, as ideologias garantem ele como figura na formação da família, mesmo pela margem na freqüência, quando parece natural que ética mais aprofundada, não faça sentido como valor étnico da classe, que não tenha relatividade ao fato, pois atividades nos tempos não visualizados na amplitude em uma das partes confundem ainda mais, quando qualquer centro em atrito não consegue determinada conclusão satisfatória, então é necessário mais uma vez que a vida prove, pela realidade descrita através de Tomé, “ver para crer” sábio de visão em toda realidade, quando é comprovado o fato mesmo que cause trauma e proporcione culpa, porém o fato a vida prova. Efeitos dessa atividade (a vida prova) deveriam ser justificados, porém o absurdo nos inconseqüentes é capaz em determinar por mais vezes, existe necessidade na contradição das insanidades mentais, dos que se envolvem em atritos, afirmados nos conflitos relacionados ao poder, em tempo na prática da razão qualquer, quando etnias determinam também que há necessidade em preservar capacidades étnicas, nas variedades sociais miscigenadas pela evolução, com intuito emergir na seguridade vocacional, de cada ser humano em seu espaço, quando não existe razão contraditória, para qual efeitos em ondas encontrem nas marés fundamentos justos, pela necessidade de fato. Márcio palafi. 11/10/2011.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Amor intenso na busca da realidade da vida. O pensamento vem de uma imagem inconsciente comparada à visão do movimento, em que se permite uma igualdade ou semelhança, o raciocínio estuda a formação de cada imagem em seu tempo. O tempo por sinal pode ser este ou mesmo distante, porque a semelhança existe em um ou vários locais, entre contatos os imaginários em um sonho retroagem ou se lançam a frente do tempo, pois é o inicio do homem; deu origem um tempo qualquer marcado pela história da ilusão e a comparação entre épocas distintas aos olhos, através de imagens fotografadas, na realidade as imagens e a imaginação são semelhantes. O que podemos fazer, quando imaginamos que a imagem, onde alguém está pensando em um raciocínio possa ter uma imagem real da distancia, que separa o inconsciente do consciente estando de olhos abertos ouvindo sons perdidos, em um local real pode ser a realidade da ilusão do homem, no desejo de possuir um espaço na sociedade, que é controlada por pessoas vistas de diferentes ângulos, por indivíduos que usam a imagem ligando-a a um pensamento imaginado pelo consciente, onde afirmam a existência do inconsciente, como fuga na realidade da ilusão, na distancia da descrição consciente do autor num tempo imaginado pela sociedade e seus indivíduos. Acervo, 04/98. Márcio palafi. 11/10/2011.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.

Tempo na geração conseqüente da realidade. Fazemos coisas provavelmente muito antigas em nosso tempo, por isto repetimos sempre, mas nunca aprendemos na totalidade porque houve desvio de qualquer personalidade, por quem somos ligados em qualquer tempo, quando possuímos os dons levados diante dos nossos olhos, para que eles expliquem o que estão dizendo, de tão maravilhoso o significado, pelo estado físico submetido em cada uma das contradições de vida contidas no próprio ego mantido por um fio, em qualquer discordância de vida, do conteúdo neuro da satisfação de um grupo, não atingido no desvio do sentido, este indo dar em um lugar desconhecido dos críticos. Um dia os pensamentos transformaram-se em satisfações garantidas, pela vida conformada na existência, com conteúdo próprio pode ser mais natural estar em casa também própria e não a de um amigo, apesar de que a casa de um amigo parecer tanto com a própria identidade, contudo as diferenças são mínimas, mas significativas como um todo, pelo principio de uma evidencia de ser e estar no próprio pensamento, pelo raciocínio na própria identidade, quando possuímos o direito de permanecer na totalidade de um exercício, pela vida inteira existir em um local próprio da nossa propriedade, em exercício da paz nos princípios dos direitos humanos dos fundamentos da vida e a terra. Acervo,12/98. Márcio palafi. 10/10/2011.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade no individuo.

Relevâncias nas virtudes encontrando verdades. Certo de que serão pelo amanha, destinos facultam necessidades nos mais variados domínios, porém reivindicantes em anunciados, não percebem razões igualitárias, quanto ao modo específico, na visão competente qualquer argumento procurando como recurso, pela intensidade de energia dissolver ainda mais, intuitos necessários possuindo intensidade de energia relativa à dominação, em extrato mal percebido, porém sua percepção foge ao controle, do consentimento realizado no instante em que naturalmente o consumo de energia está relativo ao mesmo tempo de reação numa unidade relativa de tempo provocando reações inversas. Coexistindo parâmetros aos envolvimentos realizados, nos maus entendidos encontram pretextos naturais, devido ao êxito da relatividade em tempo para admitir, quando verdades assumem o pressuposto, além do sentimento abranger, ate dominar os realizáveis, nas variáveis de todas as intensidades de energia das reações nos distúrbios, além dos transtornos de tempo na personalidade múltipla, nos sentidos deslocados à profundidade encontrada transcende ao que se denomina freqüência da etnia destinada à miscigenação no conflito, em qualquer existência por coerência mal sucedida em conduzir blasfêmia. Márcio palafi. 07/10/2011.

Movimento das ondes em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Dialogando compreendendo fé na vida. A opinião cotidiano considera oportunidade, em realizar coerência entre uma unidade relativa de tempo e uma unidade relativa de valor, pois em parte desse sensato movimento a razão está determinante, para que qualquer descriminante possua evidencia em duas saídas, pela conexão de tempo o gasto nessa evidencia seria parte racional, onde negar o ócio compensaria o juízo, pela classificação da qualidade na quantidade de intensidade de energia envolvida à reação, num tempo que não é especificado sem movimento determinado pela razão da ação, quando harmonia compreende teoria, para a prática capacitar coerência entre instintos, que sempre estão em movimento constante no paraíso, lugar onde todos os animais se reproduzem, indiferente de que possuam raciocínio. Márcio palafi. 07/10/2011.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Relevantes proporcionais ao trauma da culpa. O conceito natural na ideologia, em qualquer cidadão determina sua razão, essa por na sua existência estar percorrendo espaços desconhecidos no seu próprio mundo, onde as pessoas trafegam pelas eloqüências nos dialetos compreendidas, com satisfação na razão processo de vida, pelas localidades no mundo aventureiro. Falsidades ideológicas estão pelas quais, finalidades destorcidas da realidade também não destinam se a qualquer tempo, assim as aptidões nessas são ou ficam depreciadas ao contato com verdades, no circuito em que o próprio tempo provoca em razão da vida provar, quando todos determinados pelo mesmo principio recorrem por situações variadas, no individuo que tem coletividade na cidadania, porque a terra possui além da natureza, quando é natural formar razões adjacentes nos mesmos conceitos, nas variáveis destinadas à sociedade no bem comum. Atividades nos contratempos desarticulam circuitos onde há resistividade, sem perspectiva visual como fluxo de saída, para a idéia se alinhar novamente pós- bloqueio, personalidades tornam se vinculadas por estados de participação social na formação da família, pois a formação está cercada pelos determinantes conteúdos, para que o alinhamento em tempo focalize finalidade do principio, em participar da razão, como necessidade social no objetivo do individuo, pela eloqüência destinada como circuito no dialeto ao entendimento em conexão de tempo na memória, quando há capacidades além da subjetividade no alinhamento ao tempo da história do cidadão em comum na realidade no seu envolvimento social. Portanto debater fatalidades pela subjetividade, no obscuro realizável destina o razoável misterioso, pela eloqüência manter buscas, quando nelas variação e variável perdem sentido, por sair da tolerância natural em qualquer cidadão, para que intensidades de energia sejam transtornos de personalidades, além dos bloqueios formados nos circuitos, ate garantir que circunstancia seja de mesma naturalidade objetiva do individuo social. Márcio palafi. 05/10/2011.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A parte do tempo que ainda não chegou.

Esperança de vida no paraíso. Durante o tempo em que habitamos Encontramos entre vários seres No paraíso Entre os humanos, quando esperam A passagem só de ida ao firmamento, Antes que isso aconteça Ouvimos e vemos todos os tipos Entre anjos do céu e demônios Que fazem do inferno seu lar Controlando a chama dos seus dias Quase todos levados pelas marés Tentando resfrias seus desejos Onde a vingança não para, Paranóicos fazem de tudo Para esquecer seus pecados Porém a justiça não os cobra Antes da desgraça na vida Traumatizar lhes de maneira cruel, Deve ser por isso que vivem tanto E são tão ricos Quando os que estimam Uma refeição, No terceiro mundo Vale ate trocar um prato de comida Por um voto, contrariando A constituição federal. Márcio palafi. 03/10/2011.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica no realismo pelo humanismo.

Liberdade em compreender expressão. Muito interessante que as águas do mar não se revoltem por netuno, nem os ventos do norte não movam moinho, isso porque a razão do poder que é graça de Deus encontraria ao poder da blasfêmia, em um tempo só tão somente só, enquanto isso as atividades do cotidiano são revoltosas aos números dos rótulos empregados pelos falsos, nas suas ideologias políticas politiqueiras, pois teriam a compensação de Colombo observar um mapa pajeia, para pronunciar a visão de um novo mundo, então é natal quando o inverno do norte causa o verão no sul. Enquanto há esperanças das águas de março, não chega à negociação dando sensação de mais poder ao poder, por isso a razão dos nossos dias entram em conflito, quando as intensidades de energia consumidas nas reações em tempos não específicos, as prioridades da tirania encontra opção nos inconseqüentes inconscientes, às insanidades dos paranóicos registram que os traumas são para muitos, mercados de lucratividade coerente às dimensões, onde errar não tem mais testemunho conclusivo, pela compreensão da pena à compaixão da justiça, pois o trauma criado pelo condômino cria fluxo de ser ou fazer com que os condôminos façam parte do mesmo período na eloqüência do mesmo tempo de reação natural no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 03/10/2011.

domingo, 2 de outubro de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.

Quem levou também comeu nikita. Em um tempo conheci um amigo Ele também estava pela esperança De que tivesse em alguma parte Do nosso hemisfério, sendo esse Do sul, possivelmente ele é do norte Sua razão compreendida, ao tempo Que estava específico, também Estava pela eloqüência, para ter Domínio à paz, envolver se à paz de Deus Do outro lado, o mesmo tempo também Não estava específico, pela razão ser dominar Se esse tempo encontrássemos a paz Então pressenti alguém nesse algo Que buscava no ar, a paz como nós Então era nikita, uma fixação Pela idéia de vencer, além do tempo Quando a escrevi, achar tal amigo Como ele encontrou nikita, para que alguém Cantasse e lhe desse calor, numa noite Fria de inverno, pela madrugada afora Ele a encontrou, e a levou Adeus nikita, depois de tanto anos Sei que você continua, lá naquele Lugar, onde não sei onde é, mas está lá. Sei que nunca vou encontra lá Porém se for possível, reencontrar O amigo dela, que também é de paz. Márcio palafi. 02/10/2011.

sábado, 1 de outubro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

Navegando pelos sete mares. Perto do mundo Não muito longe da vida A terra por este universo Navega pela rota orbita Habitando o sonho do homem Que orienta das estrelas Navegando por águas mares Ate os sete se orientarem Pela partida velejando Ate que ancore em algum porto. Acervo, fim de 1998. Marcio palafi. 01/10/2011. Deus deu poder ao ser humano, a razão da loucura é o poder. Márcio palafi. 01/10/2011. Desinências nas manutenções descompensadas. Nosso mundo é criativo na atividade, quando das intensidades de energia podemos afirmar, processo de vida não é processo de morte, ainda mais que a loucura venha fazer parte nisso, nas paranóias vacilantes dos incrédulos, heresias dos mortais não são compreendidas pelos insanos, quando participam apoteoses dos bloqueios, pelo fim da correção mística, embrenham mais ainda nos abismos do ocultismo, como pretexto às incógnitas não fazem ligações, quanto mais participam às insanidades, mesmo quando declarações dos hereges contemplam as insatisfações provocando choro dos imortais. Márcio palafi. 01/10/2011.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

Esquadrias de fronteira. As expressões estavam contidas Nas palavras do texto, agora Com o tempo o compromisso Deve ficar não mais ignorado Em nosso mundo, nem no deles. Acervo, junho/1998. Márcio palafi 29/09/2011. Esperando. A esperança de viver Um dia claro e quente Com uma umidade certa Em encontrar o tempo Em tempo de partir Para um encontro certo De estar perto da hora Hora de correr sem medo Para encontrar alguém Tão entre nós está. Acervo/junho/1998. Márcio palafi, 29/09/2011. Procurando por busca interessante. O que se imagina quando se fala é a conseqüência do pensamento de alguém em relação ao que foi dito, porém ouvido por determinada pessoa a serviço de outra colocada ali a fim de conferir a ação do momento da decisão, a mesma pode contrair ou não um impulso ou estímulo, a partir do interesse ao despertar, no concluir de fato à distância, que existe entre o pensamento o raciocínio, e fala no interesse do ouvinte, a partir de uma adesão sumária, que se inicia à conclusão, a expressão é notificada a fundo e a memória firmada, pelo presente do dado momento. Acervo, junho/1998. Márcio palafi. 29/09/2011.

Opinião cotidiano, conexão de tempo.

Consciência realidade previsível em tempo. Os domínios da consciência refletem ao imaginário, coisas tantas que sempre é preciso compartilhar realidade, para resistir com razão natural. Folhando manuscritos em agenda do acervo, em pesquisa organizada aos princípios do ano 1998, sabendo da conexão de tempo, quem sabe opinião cotidiano faz conexão de tempo? Para seguir incluo no blog. Incógnitas de intervalo. Uma antiga idéia vinha de tempo feito agora, todos estavam se dando conta da existência do tempo de mudança, mas isto não era um acontecimento continuo, para muitos não passava de uma teoria vã. Quando todos imaginavam que o passado acabara, em seguida vinha uma imagem preparada pelo tempo, como se fosse à preparação de algo, qual não poderia se repetir, mas teria ares antigos com mudanças, estas onde a mente do homem estaria de modo a permitir, com mais clareza estudar as condições que se encontra a humanidade, neste tempo as lutas seriam uma questão de isolados casos, quase pessoais sem contágio dos demais. Acervo abril/1998. Márcio palafi. 29/09/2011.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Complexo na racionalidade individual. Durante o decorrer do dia, aspectos adiantam ou atrasam fluências encontradas, assim capacidades desenvolvidas, além dos lastros feitos nas amarrações indicam onde há possibilidades admiradas nos artifícios moderados, nesse tempo de realidade oportunidades destacam se entre reações, nas intensidades de energia qualificadas nos artigos constituindo razões em diversos fluxos estabilizados, para que estágios indiquem melhoras nos visíveis recursos contemplados dos argumentos, fazendo com que ação seja deflagrada em tempo, quando reação da mesma proporção seja relativa, para finalidade do principio estabilizado determinar razão. Dialeto argumentado cujo foco tende promover juízo ou encontrar relatividade por estados entre dois vales, nas intensidades de energia à memória de outro artigo constitui eloqüência, sem que ética seja possuída à hipocrisia, pois razões profundas no individuo, em outro tempo que não é específico determina o exato instante, para ocorrer fixação à convecção racional, quando simplesmente objetivo no individuo possui memória, como ética na miscigenação dos povos na visão de um novo mundo. Visões concentram além dos artigos nos estados emocionais, argumentos impróprios delimitando reações indesejadas nas práticas relevantes, entre duas situações contraditórias no mesmo argumento, no sentido de recurso variado além de obliquo, pelas intensidades miscigenadas fluírem na memória de etnia profunda, porém com possibilidades em aprofundar a tempo de ocorrer qualquer evidência de pensamento à realidade da vida em tempo de realismo. Márcio palafi. 27/09/2011.

domingo, 25 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Variável da verdade humana. Plenitudes decorrentes nos artifícios mais modernos, como entendimento das classificações sócio econômicas, minuciosamente são distinguidas por meios adequados, pois nesse século contribuições em forma de intensidades de energia, quando ficam capazes pelos objetivos, em todo individuo retrata humanismo, na realidade do fato estar fiel à justificativa, sendo recurso natural percebido à participação da paz, quando existência de memória, pela verdade que é situação compensar juízo. Determinante em cada passo, no cotidiano dos seres vivos no paraíso, situações flutuam ou pairam sobre cabeças, como intuitos que são lançados nas opiniões fundamentadas nas críticas compreendidas nos dialetos aprofundando buscas, onde determinar compromisso vem ou fica por muito mais vastidão, em todo argumento fora do recurso, que na realidade é retratado sob intelecto próprio, quando entendimento na realidade traduz o ensejo, pois esperar em qualquer tempo tende a formular transparência se essa focaliza exatidão. O fato de alguém desconhecer qualquer recurso mencionado no argumento indica bloqueio de personalidade muito variada, que em qualquer parte do tempo não ficara solucionada no alinhamento próprio, em tempo à compensação do juízo ao passo que no dialeto também, qualquer busca ainda não se idealizou, pelo artifício sofrer desvio, em mal entendido vindo então assim participar beneficio de terceiros, nessa particularidade os fatores se divergem, pela conclusão das situações não compreendidas serem ou estarem além do desvio, como transtornos de idéias infundadas ou não compreendidas, ainda que mais analisadas em tempo real, que se denominam paranóias, adequando então ao suportar traumas que são erros, na religiosidade são pecados qualificados nos artigos do código penal, quando Deus é paranóia faz parte de tudo e vê tudo, lembrar de Moises o monte Sinai “Tabuas dos dez mandamentos” nos faz mais humanizados capazes de compensar juízo pela memória na verdade da vida que deu fé. Marcio palafi. 25/09/2011.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Opinião cotidiano, conexão de tempo.

Só faltava essa, lado da vitória. Faz muito tempo, que a distância navegada Era pelo vale profundo, no pensamento Sentimento com arte, não dizia nada, vivia Como idéias fluíam, sempre pelo vale Quando mais profundo, distancia mais e mais Novamente com sede, energias sóbrias Atingem margens, em qual das partes Evoluíra, quantas vezes tanta profundidade Pelo vale, rio navegável pensamento só Qual distância, vento ligou ao ar em quanto Pensamento busca, vitoria como lado certo. Márcio palafi. 23/09/2011.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Fronteira dos mundos. Avanços consolidados tramitam pelas ignoradas evidências, que havendo redutos lógicos nos desejos, consumimos determinadas entre obstinadas subjetividades, onde regulam se por adereços, permissões dos mais augustos, nos audazes indeterminados dialetos, pelos quais subjetividades no individuo encontram razões nos cotidianos, desbravando assim mistérios específicos dos fatos mais contundentes deflagrados na história da humanidade. Por tantos mistérios observamos com criatividade, o mistério da fé, quando essa passa por reformas nos inquietos cujas atividades lembram qualquer compromisso, na realidade do ser humano determinar em seu âmago, visões pelos caminhos mais variados, pois existem bloqueios, porém sendo ela participativa em cada fato, na história de cada um, em seu meio intensifica sua relativa conduta aos estados mais próprios tanto quanto profundos, sempre existindo dois lados da moeda, há questão para decidir, enquanto pode se seguir pelos confrontos conflitantes, todos pelas partes mais coerentes, desses dois lados fluem eminentemente aos irradiantes pós-bloqueios das relatividades nas realidades de terceiros, mas como se consome a tal metáfora? Nos dialetos em que se relevam participações descentralizadas, envolve se ética pela distância entre ação, ate essa ser deflagrada como reação, quando for rejeição ao meio, na discriminação em que se pode compromissar poder, em qual tempo praticar além da crítica dominar pelo efeito, nas intensidades de energia nos meios sociais. Nas sociedades conflitos sempre atingem dois lados da moeda, quando há ética no mundo mais de superfície, hipocrisia faz se como nome nos subvertidos, para qual analises em tempo real visionadas sempre, pelo ato do beneficio ser do terceiro, que quase não se encontra nas articuladas reações, onde os fatos são seus entendimentos analógicos, pois fluxos de energia cujos estados ainda alcançarão virtudes, assim caminhando na direção a alcançar juízo, enquanto não se chega à passagem, onde somente passa um, por vez sendo humano, no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 21/09/2011.

sábado, 17 de setembro de 2011

Movimento das ondas em relação crítica.

Variável relativa em variação, pelo conceito étnico miscigenado. Qualquer atividade preventiva sofreria além de qualquer bloqueio, funcionando assim pelo estado conjunto, por transtornos mais elevados se efeitos em traumas proporcionasse culpa, na atividade do organismo não reconhecer qualquer corpo estranho ao próprio estado, pois dimensões disfarçam integridade no individuo, quando ele possui parte ativa, pela eloqüência de sua razão estar naquele circuito ate visualizar circunstancia além do bloqueio. Estados de união transformam dialetos mais aprofundados, em concessões aditivas se moralmente circunstancias empregam pelo circuito, qualquer etnia na formação do individuo, quando objetivo na realidade compreende, que liberdade pode satisfazer igualdade, porém igualdade na adversidade étnica, por mais finita percepção, qualquer bloqueio faz se necessário, não contido em curto prazo ou médio, dimensões pelo longo prazo evidencia soluções variáveis, dentro das variações necessárias ao próprio entendimento, quando esse favorecer integridade física e mental em organismo preparado. Sentimentos despreparados buscam, não satisfazem na integra dessa realidade qualquer disposição, senão pelos intuitos elaborados nos organismos, dispostos aos ensejos mais aprofundados ou mesmo étnicas afinadas aos padrões discretos, dinamizando formulários nas classificações das escalas sociais, onde rejeições denotam nos estados étnicos, nos confrontos sociais essa dinâmica tem iniciativa familiar, entre esses dialetos somente quem emprega determinadas opiniões, apurando que distúrbios acentuados denotam se pelo estado da razão ser transtorno além, no desvio encontra qualquer personalidade perdida pelas mesmas razões óbvias, que seriam nos desfechos étnicos dos padrões familiares na formação da sociedade. Márcio palafi. 17/09/2011.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A parte do tempo que ainda não chegou.

Intervalos onde teoria tem imaginário filosófico. Disparidades denunciam como o arbítrio compete a razões obvias, tolerâncias ativas classificam ou subdividem o mesmo espaço, em opiniões diversas ao que imaginários descentralizados comprometem arbitrariedade, porém fluxos nas intensidades de energia, pelas reações constantes além de neutralizantes, elevam pensamentos lógicos, quando ciências exatas calculadas, em tempo teriam parte pelas condições traumáticas, relativas em outro tempo, assim relacionando carmas distribuídos como variações, além da relatividade à forma, nos raciocínios estendem aos convertidos dialetos globalizando idéias, abrangendo finalidades sendo circuitos ligados pelas freqüências, nas razões em que o próprio tempo seria através da crítica fundamentada, propósitos quanto mais os fundamentalistas recorreriam às ideologias filosóficas. Desconfortos espirituais desconcertantes alcançam além do estado moderado, várias perspectivas analisadas, pelo profundo conhecimento das ideologias, mas apreciações além dos bloqueios fundamentam através dos ideais, conceitos formais de pareceres contraditórios a razões serem em cada etnia diversificada, quando visões imaginárias comprometem também estados emocionais relativos à matéria, somente partindo de bloqueios é que variáveis alcançam o mesmo estado, em outro tempo que não é específico, quando a razão se fundamenta reações paralelas, pelas miscigenadas etnias encontrarem relativas, nas memórias dos traumatizados, não serem convertidos para realidade do raciocínio, na visão concreta do fato ser admitido em juízo, porque a vida prova. Participar teoria por elementos filosóficos pode perecer analogia ideológica fundamentalista em estado crítico, onde o fluxo de saída de estado depressivo regulamenta prevenção capaz em se dominar, porém para teoria o estado compreende razões obvias de sentido pragmático na opinião cotidiano, não participativo a dimensão nas modalidades concedidas pelo destino, na convecção estando localizado ou não qualquer transtorno de tempo, no desvio de qualquer personalidade, quando encontra no individuo além do distúrbio, paridade necessária à sobrevivência natural no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 15/09/2011.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Distância por um vale entre duas montanhas. Os absurdos incontroláveis distanciam nas divergências, enquanto fatos nas reações são como um profundo e vazio, ignorá-los causaria entre razões naturais, múltiplas características podendo ate ser uma delas (profundidade na evidência em qualquer estado de busca) assim o anteposto como desvio, na personalidade comenda outra perspectiva, quando se dá relatividade ao principio em finalidades dos contingentes nos recursos humanos. Os recursos relativos às intensidades de energia são consumidos, na volatilidade do tempo em que se causou distância entre o principio à finalidade, quando a causa traumatiza, como efeito paralelo para formas específicas, nesse efeito formula qualquer fundamento, capacitando tal crítica a não omissão, que se refere à competência do recurso em argumento próprio. Os recursos humanos também são relevantes, diante aos transtornos percebidos nos argumentos confusos, em conflito existencial na resistividade devida em bloqueio, como maneira especifica natural no humanismo compreendido, além do transtorno nesse novo tempo, intensidades tão profundas impulsionam, como se a gota d’água fosse conseqüência na distância tão profunda, quanto às intensidades de energia se volatizam ao mesmo tempo em que passa, passará, passarão pelos pensamentos mais intensos relativos em vales entre montanhas, quando o tempo e a distância diante do vento que sopra, nesses vales tão profundos quanto distantes da verdade, porque a relevância não participa em aplicar do legislar, porém na apreciação condolente em profundidade de trauma, percebido após tantos distúrbios além dos bloqueios provocarem transtornos nos desvios de personalidade, em busca de aprofundamento na verdade, em outro alinhamento na memória. Márcio palafi. 13/09/2011.

domingo, 11 de setembro de 2011

Movimento das ondas.

Passado nos inconseqüentes. Muitas vezes o silencio possui profundidade, quanto mais à distância encontra pelo tempo afora, quando tantos retornos causam embaraço, diante as opiniões de cada ente, pensamento humano nesses destinos cruéis, traumas são resistividades promovidos pelas participações inconseqüentes, porém capacidades mais aguçadas decorrem em tantos, quando conseguem os inatingíveis descontentes, pelas condições desses mesmos traumas invocarem tempos nas proporções de culpa, pois a visão além das montanhas são perspectivas, em caminhar por mais uma ida, por qualquer tempo reencontrar a paz, nesse absurdo do mundo na incoerência da crueldade, ser humano é ser racional, qual diferencia dos irracionais, nessa competência de vida no paraíso, realismo pelo humanismo é processo de vida, que procura sempre negar o ócio, não uma atividade mortal, que leva ao ócio seres humanos inocentes. Márcio palafi. 11/09/2011.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Movimento da ondas.

Sete de setembro de dois mil e onze. No coração de todo brasileiro, para o sete de setembro Com emoção em transmitir estado de união, há razão Nos dizeres da bandeira, com visão comprometida além, Onde uma determinação federativa aflora, pelos objetivos Numa nação, quando seus propósitos sempre em frente Não olham para trás, porque as defesas estão no presente Em tempo de que ontem, as memórias são de glorias; Emergimos, porém os corações na verdade encontram Através do que é justo, opiniões viris. Dizemos da terra Bem garrida se nos bosques tem mais vida, a vitória nos Nos campos é pela dimensão da realidade consistir Nas partes mais profundas, o veio na verdade Da justificativa varonil, em um país agigantado Nos trópicos da natureza solene, basta dizer Brasil. Márcio palafi. 06/09/2011.

sábado, 3 de setembro de 2011

O movimento das ondas.

Tempo de situação ambulatorial. Alcançando em tempo dispositivos naturais à compreensão, lutas compensadas anti manicomial influem diretamente aos desejos mais acentuados, dos que praticam compromissos diários, nesse setor adeptos constituem razões próprias, quando há necessidade em envolver, pelo conhecimento ativo nos parâmetros coletivos, atingem amplidão dos ensaios nos estágios, onde a percepção irradia autonomia capaz em não proporcionar colisão, quando se forma bloqueio na vida, estes fluxos na saída de qualquer distúrbio ao tempo do comportamento; como o pensamento busca igualdade, não conduz assim à descriminação dos que sofrem quaisquer distúrbios posicionados como insanos, nos meios sociais colocam entre tantas memórias, falta de criatividade ao se confrontar às pessoas com qualquer transtorno emocional. A coletividade nos centros urbanos não distingue, em meio aos transtornados, enfim qualquer mal entendido pode intensificar reações obvias na situação de equilíbrio no individuo, quando provoca ou é provocado fora do devido contexto de tempo não compreendido, pela ética pessoal do fato ser desconhecido ou estar fora, na massificação comportamental do temperamento, entre os indivíduos cidadãos e cidadãs, quando se deslocam nos centros urbanos ou bairros periféricos. Ao constituir estados na participação social, indivíduos formulam seus ideais nos compromissos cotidianos, porém não contam com contra tempos naturais relativos à destinação, como os intervalos são vales, estes provocam depressivos contatos nos estágios, para que na vida do ser humano, bloqueios sejam consolidados através da resistividade buscando além dos desvios, algo que o compense pela intensidade no pensamento relativo à razão, em admitir o fato na propriedade pessoal faz ao meio comum, mais passagens no individuo além de objetividade ser realmente o equilíbrio emocional, diante a circunstancias desconhecidas ainda que desejadas como meio de vida. A luta anti manicomial também atinge todo cidadão disposto aos estágios, que além de possuir composição emergente, determina seu cotidiano em não descriminar o alheio por não compreender justificativa legal na etnia de companhia, em seus conteúdos na humanidade no realismo pelo humanismo. Dedico esse conteúdo à luta anti manicomial. Márcio palafi. 03/09/2011.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Dimensões em fatos raros. Algumas confluências resultam em participação direta dos objetivos naturais, como os efeitos fluentes dos aparatos consomem energia, além de compor quadros de alinhamento étnico de gene variável, entre princípios à finalidade globalizada, qualquer variação do argumento tangencia, além das aparências não enganarem, circuitos margeando eixos, centralizando posições adequadas aos propósitos no realismo pelo humanismo, determinam necessidade em obter subjetividade ao fato na realidade possuir relatividade à ética, entre intensidade de energia de pensamento e energia de movimento. Visualizando conseqüências quando imaginário é relativo à memória do fato, genes desencadeiam resultantes, nos movimentos em aceleração ou retardam, diante possível bloqueio positivar desvio de personalidade, participante na integração cujo movimento lembra ondas do mar, quando de repente intensidades de energia entram em reação provocando marés, para que transcendam oportunidades reconhecidas além da relatividade, onde fica visível o contato na realidade, como o feito na memória busca o gene da relatividade naturalmente, antes mesmo de acontecer tal bloqueio, se quando tanto o efeito da maré envolve o montante em ondas levam no sentido, multidões pelos campos abertos, de batalha sem fim nos cotidianos da vida, vindo a mesma provar em tempo não específico ao trato social da família, como os fatos políticos influencia sempre pelas vésperas de eleições, governantes exploram as marés fazendo com que as ondas variem além das montanhas. Aconselhamentos naturais de compromisso anti manicômio flutuam pelas gerações, se quando responsáveis por tais bloqueios, também aceleram os fluxos ate que alcancem distúrbios, para que transtornos sejam visíveis nos traumas das famílias localizadas nos centros sociais de habitação, assim os desvios também podem ser visualizados, pelas contravenções em duvidosos descuidos referentes à perda da memória, seja por amnésia ou por não relacionar beta e alfa em gama fatos raros, quando o efeito da maré sobre as ondas volatiza, pelo tempo em que a memória situa por síndrome na ligação de genes nos fatos socializados. Márcio palafi. 02/09/2011.

O movimento das ondas.

Relatividade entre seres vivos. O ser vivo estende ao humano, esquemas ou planos, quando sua benevolência é achar a variável antes da relatividade apocalíptica, porém a própria relatividade é apocalíptica, então o ser vivo foge ao desejo da morte, pois o conflito na ânsia da morte devendo ser apocalíptico faz com que o ser humano fuga da morte, quanto antes seja sobrevivência através da misericórdia, está perdida à variação em tempo acharia pelo distúrbio, em qualquer transtorno vocálico o mal entendido; na questão étnica além do desvio de personalidade ser uma variável competente ao humanismo, seres vivos se relacionam no paraíso, com efeito justificado na razão do fato ser necessária. Márcio palafi. 02/09/2011.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O movimento das ondas.

Delírio profundo de um delito. Com sentidos analógicos os dispositivos atingem ao conhecimento, através da ciência qualquer trauma suspeito, em nódoa determina níveis paranóicos, afinam artifícios proporcionando culpa, pela ênfase destinada à hipótese aos constantes estados oblíquos, dinâmicos de permanência à trajetória sendo como fato trágico, tal condição vulgarizada pelos distantes desentendimentos, não especificando imagem real como fato assumido em prova à justificativa, tal delírio demanda qualidade em delito no eventual argumento. Relatividade no delírio compromete razões, em que realidade determina prova em recurso, como qualquer delírio possui seus insensatos intermitentes inerentes, por inconseqüência fica absoluta razões delirantes nos delitos de qualidades psicóticas, para qual transcendência tem relatividade à memória de sentido étnico, sem ética favorável, em profundidade individuo transcendendo objetivo, pelo circuito na razão ignorada pela realidade estende conflito, ate que subjetividades incluídas ao argumento focalizem o fato na necessidade em confrontar, eloqüência à parte definida como realidade. Possibilidades nas reações como conflito buscam objetivos, praticamente oferecidos em necessidade possuindo razão, para perda do juízo ou mesmo compensar atenção de qualidade física sem defesa, quando na realidade trata se de um mal entendido, passando o tempo pelo contato exato, qualquer bloqueio provocante aos surtos, pelas reações entre energias aprofundam na variável fora de tolerância capaz em estado de memória relativo à variação, na relatividade da matéria em eloqüência à energia envolvida no trato da quantidade, de realização étnica como objetivo do individuo no realismo pelo humanismo. O estado de inclusão à solidão reformula desejos aprofundados, nos circuitos enfatizados a circunstancia, no efeito de qualquer freqüência de energia encontrar fundamento, argumentando necessidade justificada, em tempo exato no instante de variável entender relatividade à variação tolerante, no raciocínio a converter intensidade de energia de pensamento, em intensidade de movimento necessário de razão étnica no realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 01/09/2011.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Opinião cotidiano conexão de tempo.

Nó piramidal. A mentira é uma droga tão poderosa, que pode fazer a cabeça ate dos mais poderosos, quando compreendem no dia seguinte: os distúrbios coletivos foram criados pelos competentes ao poder, assim a razão poderá ser esperança de em outro dia ser verdade o quanto dizem por ai a respeito dos planos anti corrupção, pois nas emendas dos tratados, todos os dias são possibilidades em remediar conflitos gerados, e entre as marginais trafegam todos os tipos de possibilidades dessas verdades não entrarem em discussões, pelas mentiras atribuídas ao poder compensar o efeito da verdade. Márcio palafi. 30/08/2011.

domingo, 28 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Antes passado depois no presente do futuro. O passado na memória de quem teria grandes laços, pelas glorias dos imortais, quando em lutas embrenharam aos costumes das tradições, em conseqüência de razões obvias também lógicas, para mais tarde fundirem pensamentos tantos, quantos fossem exatidões no humano concentradas, aos meios contratuais dos instantes mais marcantes da história. Conceitos clássicos evidentes se instalam, como se numa contaminação, provocasse traumas nas condições diversas da vida cotidiana, mesmo principiando talvez um novo tempo, como a vez é sempre destinada ao dar certo, participam em prol do quando der, mais uma vez a esperança continuará seu estado de formação relativa à memória, quando declaram dimensões dos fatos, que se situam pelos diversos entendimentos, como se fosse cada intensidade de energia, para reações mais rápidas ou através do destino tortuoso, em outro tempo que não é específico. Os estágios em vida própria comparam através das relatividades, monumentos destinados aos fortes mais fracos, quais dominaram por intermédio das conclusões dos menos entendidos, pois teriam alcançado em outro tempo o mesmo ressentimento pela equivalência em outro estado, como se fosse reprise de programa jornalístico ou informático cultural nas revisões dos contratos, nas carências dos antecessores, quando aguardam uma nova opinião, para continuar seu trajeto diante as dimensões dos aflitos, quando chegam aos complexos na geração dos conflitos. Márcio palafi. 28/08/2011.

A parte do tempo que ainda não chegou.

Revoltas nos estorcidos. O vento revolta as águas do pacífico Tentando admirar a razão, em que O tempo marca seu determinar Em posição, contorcendo sempre Revolta mais uma vez, sem direção Obtida pelos encalços, em toda dimensão Envolve o turbilhão, sem cor definida Volátil, como o pensamento, leva tudo Quando de voltas em voltas, revolta. Márcio palafi. 28/08/2011.

sábado, 27 de agosto de 2011

Adversidades nas intensidades entre reações etnicas miscigenadas.

Seres humanos tendem à semelhança ao raciocínio. Acreditar que o ser humano passa pela vida superando crises, nesse tempo não se especifica intensidades de energia, quando o pensamento voltado para a paz supera através da realidade na matéria, num sentido racional equilibra tais intensidades. O fato da impaciência não devolver paz, em partes que vão e que vem, como ondas do mar, também não são neutralizadas fazendo com que intensidades de energia adquiram intempestivos atributos voluntários a involuntários, então está formada a dita guerra fria, com as profundidades desnecessárias ou necessárias de busca ao mais profundo possível do imaginário, questionado como razão no fato declarado. A vida provoca necessidades cotidianas cujas memórias situam em relatividade genealógica, com grandes ou pequenos reparos, assim que haja adequação á necessidade em empreender a finalidade no principio de qualquer reação envolver a qualquer um, quando venha na formação da família, sociedade como um todo político, na atuação fisiológica dos atributos humanizados, em que se constitui em tempo à compreensão, nas compensações do juízo, em cada ser humano no realismo pelo humanismo. O mundo está globalizado, para que o ser humano supere perante Deus seus bloqueios, Deus estaria por trás disso? Ou estaria Deus por trás disso! Somente se compõe que o raciocínio faz diferenciar dos irracionais, portanto o que é do homem o bicho não come (dito popular). Márcio palafi. 27/08/2011.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Coerências ambíguas de dependência étnica. Outras tantas realidades étnicas consumidas pelo helenismo, não merecem participação ao meio natural contemporâneo, considerando que seu desejo teria sido explorado, ate anteriormente pelo desejo alheio ao submisso, quando memória sofrera torturas para se libertar com sacrifício, do imaginário cristão Jesus Cristo não veio vingar nenhum erro ou pecado do passado, pois sua memória consta de sua vida em adiante, na profecia que ele propôs ser o caminho da verdade é a vida, como não viemos também praticar nenhuma vingança, vivemos para servir, não vivemos para morrer, porém merecemos recursos a bem de nossa própria produção, quando alcançamos dádivas enviadas por Deus, logo vem o Diabo carregar tudo mantendo seu poder em nome de quem está alienado a proposta de vida sob a coerência, sendo qual delas teria influencia deslocada pelo destino. Márcio palafi. 25/08/2011.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Errar sempre justifica o alcance do juízo na terra pagã. Os estados nas reações entre energia aprofundam, ao mesmo propósito que é encontrar relatividade, além da memória possuir na consciência da verdade, caminhos nas adversidades de circuitos freqüência natural, quando pensamento marginal seduz sociedades às rejeições, durante críticas colonizadas em ênfases moderadas, sem causar nenhum adereço modulando, qualquer principio a que faça da finalidade dos tiranos, concebendo a palavra livre, qual de Deus determina em nome do quanto vale a fé, assim o próprio Deus nos enviou suas leis, quando os dez mandamentos consagraram os distúrbios dos mortais, que não se propagam entre imortais, estaria claro, que os dez mandamentos são erros mortais, porém são cometidos por mortais. Márcio palafi. 24/08/2011.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Intensidades de energia em reação, pelos direitos da própria razão. Os organismos de defesa ao ser humano constituem em perspectivas, quando visões amplas dos propósitos necessários, também dignificam cada um deles tramitando por espaços, onde a natureza da razão, emblemática como circuito emprega o valor étnico em toda classe; por ser mais aprimorada circunstâncias do legado humano, para vida no paraíso retoma sempre que alguém possui necessidade, quando através do caminho compete ao estado próprio do direito, quanto ao arbítrio, já avisado não comemora por finalidade, em coligar qualquer principio adjacente, pois algum ser humano diversificado por sua visão justa, consolidada aos princípios mais justificados, não teria ainda confirmação do atalho, que se possuiu adiante no destino em participar de uma ou outra particularidade, natural do compromisso na necessidade de obter direitos a mais ou a menos, ao qual se deferiu fé. Os caminhos à necessidade em argumentar, pelos direitos assistem reações nas intensidades de energia, ao que sofre qualquer diferenciação, no diversificado conteúdo étnico, em atividade nas classificações de interesse publico, o que faz de qualquer razão mesma em diversos espaços, generaliza opinião ao próprio estado de capacidade acima da crítica, pois toda intensidade de energia relativa ao imaginário, organiza demanda para simbolizar os direitos em reagir ou não a realidade da ação, pelo entendimento do próprio direito em organizar o vetor para o fator, no realismo pelo humanismo, defender independência pelos diversos caminhos às posições étnicas aos olhos, como pensamentos intensidades de energia, nas situações dos sonhos que ainda não se realizaram, sempre envolve mais uma ou outra perspectiva de visão, porque existe esperança em um caminho tortuoso, porém em se tratando de racional, compensa evolução além em finitas partes, onde a consciência do ser humano não possui bloqueio, por isso não acontece desvio de personalidade, em qualquer trauma colocado como razão intermitente, no poder da verdade humana em viver por mais alguns anos, na trajetória considerada aventura humana na terra. Márcio palafi. 22/08/2011.