O olho que não vê, não entende.
Um lado sombrio da noite a clara apaga o mesmo brilho de ontem, sem que olhar de meus, seus instintos passos atiram sem magoa o brilho da lua cheia, mais tarde quase de novo o tempo todo escurece outra vez sem razão.
A estrada de poeira avista muito longe, a vinda em tempo de partir sem razão, feroz para ser alguém sem porque novamente afim.
A razão de querer ler é entender a parte em que o brilho não se apaga, pois a semente do que seria alguém, não trouxe a metade de seus traços, sem energia viu se sem razão, outra vez a parte escura de sua sorte não veio, outra vez amanha o seu brilho sem luz se apagou, o entendimento na expressão não houve e nem ouviu dizer, não soube e nem saberá o que de novo haverá, sem razão de nunca ter sido o brilho de um a noite sem lua, apagou.
Acervo, 15/07/2003. ///// Márcio palafi. 14/01/2011.
O tempo em seu inicio social.
As partes dentre as coisas mais satisfatórias, estão para o tempo em todo inicio, assim a realização no movimento acontece quando uma realidade tem sua busca, além do próprio tempo.
Todos os instantes esquecidos formam em qualquer tempo, uma razão como lembrança por seus genes se localizar em um estado físico como um todo ambiental, reencontrando tal intensidade na reação do momento em que a memória faz então, objetiva ate subjetivamente suas interseções por um conceito próprio de memória.
O estado em olhares abstratos diverge se por situações coloquiais, ate formais dentro da sociedade vinda do compromisso, na memória do gene ambiental da família e sua tradição social, assunto de fé na esperança que se renova a cada geração de novas realizações, por intensidades similares ou semelhantes a da memória em exercício no espaço ambiental da família na sociedade.
Acervo, 15/17/2003. ////// Márcio palafi. 14/01/2011.
Alcançando um instante de tempo.
A energia desprendida em um pensamento, não possui efeito total em qualquer reação, por ser não decodificada na razão do tempo como memória de uma genética de realismo racional, então isto se distribui como intensidade própria sem emissão realizável, embora ao instinto somente uma ação em razão do mesmo tempo ocupe um movimento inteiramente racional, possui além da convecção a capacidade em não se decodificar em tempo não se codifica ao mesmo tempo, intensidade mórbida sem alcance exterior, partindo de um movimento próprio de seqüência natural afim.
Porém a infinidade de intensidades de energias possui uma infinita atividade evoluindo o mesmo tempo não específico, tal realidade qualquer abrevie em razão da necessidade de tal energia na memória do gene, ambiente sócio econômico político do estado físico em que a matéria tem o álibi na relação do tempo em fuso não específico.
Acervo, 17/07/2003. ///// Márcio palafi. 14/01/2011.
O ser humano em seu conceito natural de existência alcança em curso, o momento em que o pensamento se estende por uma ou outra lacuna, formada por um tempo em que são levadas por ondas, as partes interessantes banalizadas pela ética ou a insensatez dos desprovidos de moral ou amorais, entendendo o conceito próprio de que a parte mais íntima e mais profunda de todo ser vivo, não oferece nenhuma atividade em tempo de intensidade de energia qual venha equilibrar o alheio, a não ser por uma especialidade dádiva pelo conhecimento em tese própria, pode estar retroativo a qualquer tempo, por isso é específico em qualquer realidade decorrente pela história na vida do ser vivo.
Acervo, 10/08/2003. ///// Márcio palafi. 14/01/2011.
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