Mesmo com o peso das pedras.
Percebendo um dia que qualquer sonho teria razão
Quando chegasse a hora de possuir por completo
Qualquer que fosse a metade do qual tempo
Lembrando que nem sempre, foi permitido sonhar
Sem menos toda vida, passa como um raio devagar
Vai bem mais forte, sem fazer conta da realidade
Acordando em outro dia, a metade a meia idade
Encontra se novo, outro parte para afinar vindo
Amanhecer, nem sempre por razão
Se a costa fica perdida, o tempo não esquece
Não se sabe qual tempo ficou perdido
Por qual afinidade acreditou
Porém há um sonho vivo que é real
Viver livre, quando alço vôo livre
Sem hora marcada, para voltar
Colocar os pés no chão onde da pé
O caso pode ser, acredite a vida
O tempo volta como outra onda
A lembrança não está esquecida
Sem razão para sonhar outro vôo
Alçaria no mesmo ritmo de mar.
Márcio palafi. 13/03/2011.
O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
segunda-feira, 14 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Para o imaginário o impossível teria relatividade além do limite da fronteira.
Os limites em qualquer estado correspondem às fronteiras, quando são vistas como ponto, em interseção fazem da própria intensidade de energia o fluxo pela miscigenação, nessa competência o raciocínio busca na subjetividade a relatividade em objetivo no individuo.
As miscigenações por estados competitivos alinham os níveis entre etnias, quando variam dos subniveis formando espaços entre nível e subnivel, naturalmente os intervalos nas características sofrem relatividade em desníveis, para quanto tempo que não é específico, facilitar a atividade de memória também relativa; há capacidade do individuo em si, para quando o imaginário influir direto ou indiretamente ao meio social, porque o ambiente também de maneira está relativo ao tempo não específico
O impossível por qualquer razão estaria influente como competência de classes, em trechos não deflagrados na história, onde o individuo mantém o interesse no ambiente em seu meio social, para transferir tal relatividade em interseção pelo objetivo coletivo relativo, ainda mais quando verdade fosse subjetiva, buscando em qualquer pretexto incontido qual clama se inconsciente.
Em constituição “versão incontido” corresponde a qualquer parte, na interseção não relativa não encontrada em tempo porque o imaginário, na ilusão fica temporariamente sem fluxo de limites, perdendo quando em tempo a razão de estar pelo contratempo encontrado no pretexto, na verdade mais profunda de um ciclo que não se fechou por ter sofrido convecção como raciocínio, porém fica a relatividade na memória na ênfase do outro período, formado por um estado de espera dentro da fronteira relativa, além do limite incontido no fluxo impossível ao imaginário sem projeção real.
No entanto a realidade se torna cruel e difícil, para admitir tal tempo não especifico, porém a razão mais profunda quanto for identificar por síndromes a relatividade volátil, em outra qualquer evidencia de pensamento à realidade de vida se desfaz, quando o destino no trauma não proporciona culpa, ate a tal profundidade não estender ao raciocínio na convecção do próprio tempo, tendo síndrome relativa ao variável da variação encontrada pela interseção mesmo volatizada, exerce a razão em estar novamente em outro dia, após o imaginário identificar que o impossível não existe.
Márcio palafi. 13/03/2011.
Os limites em qualquer estado correspondem às fronteiras, quando são vistas como ponto, em interseção fazem da própria intensidade de energia o fluxo pela miscigenação, nessa competência o raciocínio busca na subjetividade a relatividade em objetivo no individuo.
As miscigenações por estados competitivos alinham os níveis entre etnias, quando variam dos subniveis formando espaços entre nível e subnivel, naturalmente os intervalos nas características sofrem relatividade em desníveis, para quanto tempo que não é específico, facilitar a atividade de memória também relativa; há capacidade do individuo em si, para quando o imaginário influir direto ou indiretamente ao meio social, porque o ambiente também de maneira está relativo ao tempo não específico
O impossível por qualquer razão estaria influente como competência de classes, em trechos não deflagrados na história, onde o individuo mantém o interesse no ambiente em seu meio social, para transferir tal relatividade em interseção pelo objetivo coletivo relativo, ainda mais quando verdade fosse subjetiva, buscando em qualquer pretexto incontido qual clama se inconsciente.
Em constituição “versão incontido” corresponde a qualquer parte, na interseção não relativa não encontrada em tempo porque o imaginário, na ilusão fica temporariamente sem fluxo de limites, perdendo quando em tempo a razão de estar pelo contratempo encontrado no pretexto, na verdade mais profunda de um ciclo que não se fechou por ter sofrido convecção como raciocínio, porém fica a relatividade na memória na ênfase do outro período, formado por um estado de espera dentro da fronteira relativa, além do limite incontido no fluxo impossível ao imaginário sem projeção real.
No entanto a realidade se torna cruel e difícil, para admitir tal tempo não especifico, porém a razão mais profunda quanto for identificar por síndromes a relatividade volátil, em outra qualquer evidencia de pensamento à realidade de vida se desfaz, quando o destino no trauma não proporciona culpa, ate a tal profundidade não estender ao raciocínio na convecção do próprio tempo, tendo síndrome relativa ao variável da variação encontrada pela interseção mesmo volatizada, exerce a razão em estar novamente em outro dia, após o imaginário identificar que o impossível não existe.
Márcio palafi. 13/03/2011.
quinta-feira, 10 de março de 2011
opinião cotidiano, conexao de tempo.
Este texto me faz lembrar,”A comilança”.
As vezes pelo mundo os povos estão emitindo coisas entre dados relevantes, quais as estrofes planejam ate mesmo saciar os desejos mais profundos dos cidadãos consumidores das cidades ou periferias, contentes com seus poderes ativos ou passivos, de acordo com oportunidades concluídas dos retornos.
Para a massa deslumbrante o que seria irrelevante não vem ao caso, pois talvez nem chegariam, pensando que o poder seria retribuído em troca de casos famintos, de que?
O que é de interesse da nação está para o mundo do ser humano, quando se depara com a fome de que?
O desejo é diversificado entre os povos, porém a fome não descarta a hipótese do poder conseguir o poder de que?
Mais adiante o ser humano tem interesse em saciar a fome, obtendo a energia por conta da razão da fome?
O ser que se diz superior está sentado em seu porte maior para que o poder seja o domínio de que o desejo um dia seja o poder de saciar a fome em troca de outra fome, porque a distância entre a água e o ar não existe, só porque o poder não tem ate o ponto, a compensação de outro dia sem fome, pois o poder dominou ate a fome.
Será ate quando a incógnita emergir do abismo entre dois vales saciados de apetite, que o poder caberá ao prato mais completo do dia.
O cotidiano depende muitas vezes de outros cotidianos em conjunto formam calendários e os cardápios estão em seus devidos locais, a mercê dos poderes pegares e olhares o que queres comer, queres comer poder?
A distinção não vem ao caso dependendo da fome, e é isso que compõe outro caso em outro dia compensar ou não o desejo de comer.
Márcio palafi. 10/03/2011.
As vezes pelo mundo os povos estão emitindo coisas entre dados relevantes, quais as estrofes planejam ate mesmo saciar os desejos mais profundos dos cidadãos consumidores das cidades ou periferias, contentes com seus poderes ativos ou passivos, de acordo com oportunidades concluídas dos retornos.
Para a massa deslumbrante o que seria irrelevante não vem ao caso, pois talvez nem chegariam, pensando que o poder seria retribuído em troca de casos famintos, de que?
O que é de interesse da nação está para o mundo do ser humano, quando se depara com a fome de que?
O desejo é diversificado entre os povos, porém a fome não descarta a hipótese do poder conseguir o poder de que?
Mais adiante o ser humano tem interesse em saciar a fome, obtendo a energia por conta da razão da fome?
O ser que se diz superior está sentado em seu porte maior para que o poder seja o domínio de que o desejo um dia seja o poder de saciar a fome em troca de outra fome, porque a distância entre a água e o ar não existe, só porque o poder não tem ate o ponto, a compensação de outro dia sem fome, pois o poder dominou ate a fome.
Será ate quando a incógnita emergir do abismo entre dois vales saciados de apetite, que o poder caberá ao prato mais completo do dia.
O cotidiano depende muitas vezes de outros cotidianos em conjunto formam calendários e os cardápios estão em seus devidos locais, a mercê dos poderes pegares e olhares o que queres comer, queres comer poder?
A distinção não vem ao caso dependendo da fome, e é isso que compõe outro caso em outro dia compensar ou não o desejo de comer.
Márcio palafi. 10/03/2011.
quarta-feira, 9 de março de 2011
opinião cotidiano, conexao de tempo.
Travessia, uma plataforma tão distante do fim.
O ser humano nasce em algum tempo para ocupar tal lugar no espaço, e ainda mais tentar ser útil, para que no conteúdo social familiar, faça a sua parte superando as tentações, vindas das ações cotidianas envolvendo em seu meio ambiental.
A justiça do homem, embora seja em parte, tenta ser semelhante à justiça de Deus, enfim no caminho indo ao mais profundo, toda verdade tem seu principio na finalidade de vida, quando o juízo é compensado, obrigado meu Deus se estou diante do espelho e posso dizer, sou justo comigo mesmo, porque não vou culpar ninguém por que provoque trauma, por isso não culpo, nem vou cobra seja, nem vou trair a razão de Deus.
Márcio palafi. 09/03/2011.
O ser humano nasce em algum tempo para ocupar tal lugar no espaço, e ainda mais tentar ser útil, para que no conteúdo social familiar, faça a sua parte superando as tentações, vindas das ações cotidianas envolvendo em seu meio ambiental.
A justiça do homem, embora seja em parte, tenta ser semelhante à justiça de Deus, enfim no caminho indo ao mais profundo, toda verdade tem seu principio na finalidade de vida, quando o juízo é compensado, obrigado meu Deus se estou diante do espelho e posso dizer, sou justo comigo mesmo, porque não vou culpar ninguém por que provoque trauma, por isso não culpo, nem vou cobra seja, nem vou trair a razão de Deus.
Márcio palafi. 09/03/2011.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
A chama dos conflitos.
Imagine se todo conflito estiver generalizado ao próprio individuo.
Aponta para que o qual representante conselho se segurança, pela paz entre os povos, poderíamos expor que para os seguidores no mundo de ala, a razão da morte significa a libertação para a eternidade, porém o infinitivo quanto imperativo entra em conflito ao se deparar com variáveis étnicas dos povos dominados, que nunca alcançam a tal sonhada liberdade, por isso esperando a dominação total em todos os tempos, quais forem tanto eternizados, admirar libertação do conceito médio oriental classifica o poder sobre os demais, quantos não são solucionados a bem do império, pois estariam todos eles alinhados com o intuito de dominação, regulando qual liberdade à dominação do fogo, quantos os desconhecidos iriam apagar toda chama acessa que brotava por entre as torres, ate se tornar a base carburada em mistura etanológica apropriada nos circuitos de cidadania livre do imperialismo decadente, no mundo dos aflitos em conflito, sempre que tentam apagar a chama eterna adotada nos tempos não especificados, ate à eternidade de ala se possível entrar em contradição com o seu próprio tempo também não específico, para que a liberdade seja infinitamente eterna, enquanto a chama do fogo esteja acessa; porque não a chama do amor ao Deus justiça, e não a do temor ao Deus império pela contradição do conflito?
Márcio palafi. 07/03/2011.
Imagine se todo conflito estiver generalizado ao próprio individuo.
Aponta para que o qual representante conselho se segurança, pela paz entre os povos, poderíamos expor que para os seguidores no mundo de ala, a razão da morte significa a libertação para a eternidade, porém o infinitivo quanto imperativo entra em conflito ao se deparar com variáveis étnicas dos povos dominados, que nunca alcançam a tal sonhada liberdade, por isso esperando a dominação total em todos os tempos, quais forem tanto eternizados, admirar libertação do conceito médio oriental classifica o poder sobre os demais, quantos não são solucionados a bem do império, pois estariam todos eles alinhados com o intuito de dominação, regulando qual liberdade à dominação do fogo, quantos os desconhecidos iriam apagar toda chama acessa que brotava por entre as torres, ate se tornar a base carburada em mistura etanológica apropriada nos circuitos de cidadania livre do imperialismo decadente, no mundo dos aflitos em conflito, sempre que tentam apagar a chama eterna adotada nos tempos não especificados, ate à eternidade de ala se possível entrar em contradição com o seu próprio tempo também não específico, para que a liberdade seja infinitamente eterna, enquanto a chama do fogo esteja acessa; porque não a chama do amor ao Deus justiça, e não a do temor ao Deus império pela contradição do conflito?
Márcio palafi. 07/03/2011.
quinta-feira, 3 de março de 2011
crítica do movimento natural no realismo pelo humanismo.
Para o juízo final.
Ao participar de declarada elaborada demanda em envolvimento descrito, portanto a razão da vida edifica viver, deixar viver para que, no entanto a justiça de Deus à vida prove, através do caminho na verdade diversificar condições traumáticas afim das proporções de culpa ser qualificação social, concedendo assim a compreensão da pena, em compaixão ate compensar o juízo, além de possuir esperança de que o meio ambiente seja afável como meio social, onde os seres que esperam dádiva do céu possam, embora desproporcional compensar os que preferem o apocalipse final de todos os tempos.
Como todo entendimento deixa de ser recíproco quando tal dádiva em tempo, relaciona interação para buscar subjetividade objetivo individuo, mantém relatividades entre energias, quando entram em reação no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 02/03/2011.
Ao participar de declarada elaborada demanda em envolvimento descrito, portanto a razão da vida edifica viver, deixar viver para que, no entanto a justiça de Deus à vida prove, através do caminho na verdade diversificar condições traumáticas afim das proporções de culpa ser qualificação social, concedendo assim a compreensão da pena, em compaixão ate compensar o juízo, além de possuir esperança de que o meio ambiente seja afável como meio social, onde os seres que esperam dádiva do céu possam, embora desproporcional compensar os que preferem o apocalipse final de todos os tempos.
Como todo entendimento deixa de ser recíproco quando tal dádiva em tempo, relaciona interação para buscar subjetividade objetivo individuo, mantém relatividades entre energias, quando entram em reação no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 02/03/2011.
terça-feira, 1 de março de 2011
opinião cotidiano, conexao de tempo.
Surgindo profecia além de emergir justiça de fato na vida como feito.
Em um tempo que não é específico por tão pouco predominava a razão de Deus, desta participava ele sendo mais provido entre todos os outros seus irmãos, cada qual semelhante em suas razões também sendo mais ajustadas a todos, quando o tempo se especificava ao fato do feito em cada qual tempo for.
Quando o ser humano compreendia a razão dele semelhante à justiça, para que todos os Deuses seguissem a razão de um, em predominância da realidade qualquer porque o espaço denominado a cada qual seria por um irmão encontrar outra visão contraditória a dele mesmo, partiram todos através dos conflitos deflagrados como indícios de síndrome em abstinência de poder.
Para qual passar a usura porque seria pouco interessante em mitologia “o mitológico Odim não tiraria lok” lembrando que pela razão da existência o mundo se desfez pela razão do poder sobre o poder de poder, mesmo assim os dias continuaram seguindo as noites ou vice versa, enquanto a distância poderia ser enquanto não encontramos forma em conduzir ao individuo o poder necessário para generalizar o poder de Deus, quando se faz justo a justificativa em qualquer razão por ser verdade encontrada no recurso, quando o argumento mais profundo quanto fosse a existência desse pretexto numa ligação de tempo, através de uma onda ou outra ate encontrar na sua profundidade o fundamento dela começar ate finalizar, durante esse tempo especifica se fatos para que a sociedade tenha sua existência classificada.
Como bem se pode dizer a respeito do poder fazer, em qual tempo pela opinião do efeito na onda o fundamento da crítica, ao terceiro dia na visão do terceiro milênio todas as profecias seriam possuídas em razão de fatos, esses concluídos em conjunção dominante aos poderes de Deus, que através da razão de cada qual no feito, para a vida na realidade provar no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 27/02/2011.
Um efeito desprendimento varonil.
Quando acontece averiguação em que mais de uma hipótese se deflagra ao mesmo tempo, é porque o então não se encontra específico pela razão para que somente uma delas relacione o pensamento, quando no devido tempo ocorre razão de variável em qualquer variação, pois a evidência na vida relata o fato como o estado de compromisso pela relatividade da ação que deflagrada tornar-se-ia o feito de um tão somente reagir na condição de estar ao alcance de quem for o movimento individuo característico, na opinião conjunta da sociedade encontrar em todas as etnias miscigenadas.
O efeito de ser individuo compromissado pela razão na existência qualquer, faz com que cada qual tenha a sua opinião, quando a qualidade na reação do alheio refletir trauma posicionando terceiros, além desse movimento de ação transmitir culpa qualificada à sociedade, em qualquer das etnias devolvida forma mais justa justificando o movimento de reação na ação deflagrada em tempo não específico ao fato consumado.
Participaram quantos em cada qual o movimento tem reação relativa à relatividade no individuo, qualificado pela intensidade energética na geração adequada do espaço ocupado a cada individuo necessário, quando a evidência do pensamento relaciona evidência na vida, quando a razão de tempo compreende naquele devido tempo não específico, individuo ocupando aquele espaço está pela energia de pensamento relativo na energia de movimento individuo, ate então a ação poderia ser somente de um, porém a reação traumatiza a todos tendo no retorno, qualidade da culpa na qualificação do trauma no mesmo individuo, qual interesse poderia ser o tempo perdido por terceiros em dizer a qualidade não é neutra além do desvio, isso se a quantidade de terceiros fosse proporcional, o que coloca a sociedade de etnias desproporcionais aos efeitos, porém na alternativa a vida prova o tempo específica na qualidade do feito ser somente do individuo, assim ele poderá carregar a sua cruz ate ao calvário e ser crucificado, mas isso será só depois da quaresma na sexta feira da paixão.
Márcio palafi. 01/03/2011.
Em um tempo que não é específico por tão pouco predominava a razão de Deus, desta participava ele sendo mais provido entre todos os outros seus irmãos, cada qual semelhante em suas razões também sendo mais ajustadas a todos, quando o tempo se especificava ao fato do feito em cada qual tempo for.
Quando o ser humano compreendia a razão dele semelhante à justiça, para que todos os Deuses seguissem a razão de um, em predominância da realidade qualquer porque o espaço denominado a cada qual seria por um irmão encontrar outra visão contraditória a dele mesmo, partiram todos através dos conflitos deflagrados como indícios de síndrome em abstinência de poder.
Para qual passar a usura porque seria pouco interessante em mitologia “o mitológico Odim não tiraria lok” lembrando que pela razão da existência o mundo se desfez pela razão do poder sobre o poder de poder, mesmo assim os dias continuaram seguindo as noites ou vice versa, enquanto a distância poderia ser enquanto não encontramos forma em conduzir ao individuo o poder necessário para generalizar o poder de Deus, quando se faz justo a justificativa em qualquer razão por ser verdade encontrada no recurso, quando o argumento mais profundo quanto fosse a existência desse pretexto numa ligação de tempo, através de uma onda ou outra ate encontrar na sua profundidade o fundamento dela começar ate finalizar, durante esse tempo especifica se fatos para que a sociedade tenha sua existência classificada.
Como bem se pode dizer a respeito do poder fazer, em qual tempo pela opinião do efeito na onda o fundamento da crítica, ao terceiro dia na visão do terceiro milênio todas as profecias seriam possuídas em razão de fatos, esses concluídos em conjunção dominante aos poderes de Deus, que através da razão de cada qual no feito, para a vida na realidade provar no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 27/02/2011.
Um efeito desprendimento varonil.
Quando acontece averiguação em que mais de uma hipótese se deflagra ao mesmo tempo, é porque o então não se encontra específico pela razão para que somente uma delas relacione o pensamento, quando no devido tempo ocorre razão de variável em qualquer variação, pois a evidência na vida relata o fato como o estado de compromisso pela relatividade da ação que deflagrada tornar-se-ia o feito de um tão somente reagir na condição de estar ao alcance de quem for o movimento individuo característico, na opinião conjunta da sociedade encontrar em todas as etnias miscigenadas.
O efeito de ser individuo compromissado pela razão na existência qualquer, faz com que cada qual tenha a sua opinião, quando a qualidade na reação do alheio refletir trauma posicionando terceiros, além desse movimento de ação transmitir culpa qualificada à sociedade, em qualquer das etnias devolvida forma mais justa justificando o movimento de reação na ação deflagrada em tempo não específico ao fato consumado.
Participaram quantos em cada qual o movimento tem reação relativa à relatividade no individuo, qualificado pela intensidade energética na geração adequada do espaço ocupado a cada individuo necessário, quando a evidência do pensamento relaciona evidência na vida, quando a razão de tempo compreende naquele devido tempo não específico, individuo ocupando aquele espaço está pela energia de pensamento relativo na energia de movimento individuo, ate então a ação poderia ser somente de um, porém a reação traumatiza a todos tendo no retorno, qualidade da culpa na qualificação do trauma no mesmo individuo, qual interesse poderia ser o tempo perdido por terceiros em dizer a qualidade não é neutra além do desvio, isso se a quantidade de terceiros fosse proporcional, o que coloca a sociedade de etnias desproporcionais aos efeitos, porém na alternativa a vida prova o tempo específica na qualidade do feito ser somente do individuo, assim ele poderá carregar a sua cruz ate ao calvário e ser crucificado, mas isso será só depois da quaresma na sexta feira da paixão.
Márcio palafi. 01/03/2011.
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