A chama dos conflitos.
Imagine se todo conflito estiver generalizado ao próprio individuo.
Aponta para que o qual representante conselho se segurança, pela paz entre os povos, poderíamos expor que para os seguidores no mundo de ala, a razão da morte significa a libertação para a eternidade, porém o infinitivo quanto imperativo entra em conflito ao se deparar com variáveis étnicas dos povos dominados, que nunca alcançam a tal sonhada liberdade, por isso esperando a dominação total em todos os tempos, quais forem tanto eternizados, admirar libertação do conceito médio oriental classifica o poder sobre os demais, quantos não são solucionados a bem do império, pois estariam todos eles alinhados com o intuito de dominação, regulando qual liberdade à dominação do fogo, quantos os desconhecidos iriam apagar toda chama acessa que brotava por entre as torres, ate se tornar a base carburada em mistura etanológica apropriada nos circuitos de cidadania livre do imperialismo decadente, no mundo dos aflitos em conflito, sempre que tentam apagar a chama eterna adotada nos tempos não especificados, ate à eternidade de ala se possível entrar em contradição com o seu próprio tempo também não específico, para que a liberdade seja infinitamente eterna, enquanto a chama do fogo esteja acessa; porque não a chama do amor ao Deus justiça, e não a do temor ao Deus império pela contradição do conflito?
Márcio palafi. 07/03/2011.
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