terça-feira, 1 de março de 2011

opinião cotidiano, conexao de tempo.

Surgindo profecia além de emergir justiça de fato na vida como feito.

Em um tempo que não é específico por tão pouco predominava a razão de Deus, desta participava ele sendo mais provido entre todos os outros seus irmãos, cada qual semelhante em suas razões também sendo mais ajustadas a todos, quando o tempo se especificava ao fato do feito em cada qual tempo for.
Quando o ser humano compreendia a razão dele semelhante à justiça, para que todos os Deuses seguissem a razão de um, em predominância da realidade qualquer porque o espaço denominado a cada qual seria por um irmão encontrar outra visão contraditória a dele mesmo, partiram todos através dos conflitos deflagrados como indícios de síndrome em abstinência de poder.
Para qual passar a usura porque seria pouco interessante em mitologia “o mitológico Odim não tiraria lok” lembrando que pela razão da existência o mundo se desfez pela razão do poder sobre o poder de poder, mesmo assim os dias continuaram seguindo as noites ou vice versa, enquanto a distância poderia ser enquanto não encontramos forma em conduzir ao individuo o poder necessário para generalizar o poder de Deus, quando se faz justo a justificativa em qualquer razão por ser verdade encontrada no recurso, quando o argumento mais profundo quanto fosse a existência desse pretexto numa ligação de tempo, através de uma onda ou outra ate encontrar na sua profundidade o fundamento dela começar ate finalizar, durante esse tempo especifica se fatos para que a sociedade tenha sua existência classificada.
Como bem se pode dizer a respeito do poder fazer, em qual tempo pela opinião do efeito na onda o fundamento da crítica, ao terceiro dia na visão do terceiro milênio todas as profecias seriam possuídas em razão de fatos, esses concluídos em conjunção dominante aos poderes de Deus, que através da razão de cada qual no feito, para a vida na realidade provar no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 27/02/2011.



Um efeito desprendimento varonil.

Quando acontece averiguação em que mais de uma hipótese se deflagra ao mesmo tempo, é porque o então não se encontra específico pela razão para que somente uma delas relacione o pensamento, quando no devido tempo ocorre razão de variável em qualquer variação, pois a evidência na vida relata o fato como o estado de compromisso pela relatividade da ação que deflagrada tornar-se-ia o feito de um tão somente reagir na condição de estar ao alcance de quem for o movimento individuo característico, na opinião conjunta da sociedade encontrar em todas as etnias miscigenadas.
O efeito de ser individuo compromissado pela razão na existência qualquer, faz com que cada qual tenha a sua opinião, quando a qualidade na reação do alheio refletir trauma posicionando terceiros, além desse movimento de ação transmitir culpa qualificada à sociedade, em qualquer das etnias devolvida forma mais justa justificando o movimento de reação na ação deflagrada em tempo não específico ao fato consumado.
Participaram quantos em cada qual o movimento tem reação relativa à relatividade no individuo, qualificado pela intensidade energética na geração adequada do espaço ocupado a cada individuo necessário, quando a evidência do pensamento relaciona evidência na vida, quando a razão de tempo compreende naquele devido tempo não específico, individuo ocupando aquele espaço está pela energia de pensamento relativo na energia de movimento individuo, ate então a ação poderia ser somente de um, porém a reação traumatiza a todos tendo no retorno, qualidade da culpa na qualificação do trauma no mesmo individuo, qual interesse poderia ser o tempo perdido por terceiros em dizer a qualidade não é neutra além do desvio, isso se a quantidade de terceiros fosse proporcional, o que coloca a sociedade de etnias desproporcionais aos efeitos, porém na alternativa a vida prova o tempo específica na qualidade do feito ser somente do individuo, assim ele poderá carregar a sua cruz ate ao calvário e ser crucificado, mas isso será só depois da quaresma na sexta feira da paixão.
Márcio palafi. 01/03/2011.

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