quinta-feira, 10 de março de 2011

opinião cotidiano, conexao de tempo.

Este texto me faz lembrar,”A comilança”.

As vezes pelo mundo os povos estão emitindo coisas entre dados relevantes, quais as estrofes planejam ate mesmo saciar os desejos mais profundos dos cidadãos consumidores das cidades ou periferias, contentes com seus poderes ativos ou passivos, de acordo com oportunidades concluídas dos retornos.
Para a massa deslumbrante o que seria irrelevante não vem ao caso, pois talvez nem chegariam, pensando que o poder seria retribuído em troca de casos famintos, de que?
O que é de interesse da nação está para o mundo do ser humano, quando se depara com a fome de que?
O desejo é diversificado entre os povos, porém a fome não descarta a hipótese do poder conseguir o poder de que?
Mais adiante o ser humano tem interesse em saciar a fome, obtendo a energia por conta da razão da fome?
O ser que se diz superior está sentado em seu porte maior para que o poder seja o domínio de que o desejo um dia seja o poder de saciar a fome em troca de outra fome, porque a distância entre a água e o ar não existe, só porque o poder não tem ate o ponto, a compensação de outro dia sem fome, pois o poder dominou ate a fome.
Será ate quando a incógnita emergir do abismo entre dois vales saciados de apetite, que o poder caberá ao prato mais completo do dia.
O cotidiano depende muitas vezes de outros cotidianos em conjunto formam calendários e os cardápios estão em seus devidos locais, a mercê dos poderes pegares e olhares o que queres comer, queres comer poder?
A distinção não vem ao caso dependendo da fome, e é isso que compõe outro caso em outro dia compensar ou não o desejo de comer.
Márcio palafi. 10/03/2011.

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