quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A família na formação social.

Comparativa, tempo x razão x energia x fé.

Alguma intensidade de energia compara-se com igualdade, pela variação por qualquer ponto, onde a origem estabelece como principio uma nova reação, entre as formas de pensamento com seu movimento comparativo, à relatividade em um percurso de tempo cujo não se específica a ilusão pelo momento de energia entre os organismos de situação primaria.
Todo instinto possui o mesmo efeito de situação paralela ou marginal, porém o imaginário mais profundo, estando distante a própria personalidade, origina-se de acordo ao ambiente, família sociedade desprezando a lógica do exercício próprio em um grupo étnico, fazendo da reação a parte de relação ao gene, mas a gravidade fica entre energia x gene x matéria, com a renovação sem transtorno ou convecção em conflito no racional mais intenso do realismo pelo humanismo, obrigado ou interligado a outros grupos por meio de forças éticas das etnias.
Acervo, 01/01/2004. ///// Márcio palafi. 12/01/2011.


Passagem infinita.

Das finalidades como contatos pelos termos intermitentes, as variações mais freqüentes reconhecidas, quando os momentos perdidos entre uma fronteira têm quem em nossos estímulos, desfrutam dos desejos mais diversos com mais razão sem disposição total.
Os instintos despejam das energias reações também diversas à espera do sabor incontido em intermitências ou mesmo deflagram pela miscigenação no arbítrio do ser humano, feliz nas leis como gravidade sem forma, dispôs-se ao encontro ignorado pela própria intermitência, acrescida do desejo influente pelo tempo, porém contraditório em razões implícitas por mais que estejam explicitas à tangência lembrada por uma figura qualquer, mesmo que seja obliquo o traçado no tempo, em escala musical com ritmo de movimento intermitente, porém tangente.
Acervo, 04/10/2003. ///// Márcio palafi. 12/01/2011.




Dias de vida, credo!

Na pressão do tempo
Nenhuma força equilibra-se pelo
Instinto, porém o caso pigmenta-se
Por opiniões diversas, todas quais
Construímos os dias mais felizes
Capazes de existir como fato
Outra vez, a mente apóstola
Das raízes nos pigmentos
Ate toda manha de sol
A vida viver realmente
Sem a visão, puro credo!
Com a face despida
Quando a noite brilhante
Com todo esplendor da lua cheia.
Acervo, 14/11/2003. ///// Márcio palafi. 12/01/2011.


Quando se é relativo.

O ser humano reconhece o efeito por miscigenação, com características diversas dentro do conteúdo pacífico na vida em comum, dos que a constituem em nome da justiça preparada pelos justos, afim dos próprios justos, pelos tempos não específicos na razão da paz entre os povos, o conceito de física prepara para Newton, as leis de Deus para seu próprio domínio, ate encontrar a própria razão de forma mais adequada ao ambiente social familiar.
Então a miscigenação pode ser constituída dentro das leis por mais justas quanto forem as existências, dos períodos latentes na busca da origem pelo destino ate chegar a hora.
Acervo, 08/11/2003. ///// Márcio palafi. 12/01/2011




Realidade sem fim.

Um ciclo de tempo fechado
Naturalmente como termo fecho,
Cai diante da vida o amor terno
Além da visão para o efeito
Acontece que a vida silenciou-se
Após o bem da partida do mau
Quando o mau distante adiante
Não foi delírio à reação posição
Foi mais que em tempo partir
Também a procura do estado
Bem como físico como limite
A busca do conforto foi suave
Porém o mandamento tão profundo
Partia do principio ate perto do fim.
Acervo, 12/11/2003. //// Márcio palafi.

Estágios.

Os elos da corrente são de ferro
Os olhos do meu coração são de luz
Minha luz quando abro os olhos
Aparecem clareando tudo
Na verdade na noite não tenho estrelas
A lua toda cheia com sua prata
Prateando tudo que vejo
Quando durmo lá no fundo
É também tudo claro como dia
Claro como a noite de lua cheia
Se em meu quarto acordo
E acordo sendo ainda noite
Perto da cama ligo o interruptor.
Acervo, 14/10/2003. //// Márcio palafi. 12/01/2011.


Alienado.

O homem se queimou
Olhou além do horizonte
Percebeu que a vida
Pertence ao amigo
Que o protege
E não vê dentro dele
O que se passa adiante do seu nariz
Mas consegue reunir-se
Para não saber descrever
Por não saber, ajude-o
Depois não precisará mais
Orientando-o de certo
Para você mesmo.
Acervo, 20/05/1998. ///// Márcio palafi, 12/01/2011.

O tempo sem fim sem volta.

Então onde vai o dia?
O sol se Poe, atrás a tarde
Quando noite conto estrelas
Elas brilham todo dia
Hoje amanha e depois
Meus olhos através do horizonte
Além de perceber outro dia
As estrelas contam sem nuvens
Pelos olhos do horizonte sem rumo
Ate uma pétala de flor
Adormece quando noite
O sol sem fim
Se põe ao horizonte todo dia
Ah! Estrela onde vai então?
Acervo, 2004. Márcio palafi. 12/01/2011.

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