Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.
As compensações especificadas além em qualquer tempo perecem capazes para ser compreendidas, porque a distância da realidade, entre o pensamento e a sociedade, transmite como foco a verdade que não vai maquiar se pelo fosso profundo não encontrado por Narciso, no mundo em que as coisas são transmitidas, mesmo se alguém por razões dessa profundidade, como relatividade entre genes à superfície viver um tempo individual, quando for para encontrar ainda quando radical.
A margem do que possa parecer, o mesmo tempo se adianta para que a visão em outro permanecer, por fixação a caminhos do labirinto entre a ilusão e a devoção, podendo assim a obrigação passar por estágios ordinários, quando o dever dessas intensidades de energias, sofrem reação no principio como no radical, ate ao ego social de etnias variadas, colocando toda sociedade em níveis, para observar sub níveis, porque o desnível tem proporções indefinidas, não se especifica tempos de realidades quaisquer, em tempos também não específicos.
Colocando em razão da realidade dos sonhos, não realizados pelos intolerantes rejeitos, camuflados nas mais profundas particularidades por assim ser quanto se faz, as intensidades entram pelas reações, e os tempos são de realismo para a capacidade no humanismo, em compensar ate mesmo além do juízo na forma de memória pacifica, de quem alcança a paz por mérito real, dessa realidade quando não vem do sonho de realizações mal sucedidas, das realidades não especificadas em outros tempos.
05/01/2011. Márcio palafi.
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