A razão de Deus é justa.
A tempos as afinidades participavam o terceiro mundo, relativo ao mundo antigo com ênfase ao primeiro mundo, acontecendo afim miscigenações entre as etnias no paraíso quanto envolve a terra, compreendida na cavidade de uma limitação reprodutiva, por mais os enlouquecidos rejeitavam a espécie humana, não reconhecendo a irmandade continuamente, praticada pelos ignóbeis de lados opostos do planeta à percepção das energias quando entravam em reações diversas.
Alinhando a positividade sensitiva da razão humana, o pensamento em intensidade de energia encontraria no tempo, além do alinhamento dos planetas a evidência dos circuitos mitológicos? Ou povos étnicos só compreendem o que está pela sua relatividade contemporânea, se o modernismo aplicar a existência somente em um ritmo, para competir a mais nenhum sequer dentro de qualquer expressão ética, para encontrar uma variedade de condições traumáticas, tornando a proporção da culpa relativa a qualidade, quando o fato era o que se deflagrava entre um nível social a outro.
Expressar um dilema ético quase sempre faz com que tendências ordinárias possuam a continuação de partes, para quando a finalidade do sistema encontre a relatividade material, assim cristo veio para converter a ira do pai, pois era desconhecido ate então que o justo tivesse a sua razão diante do império, ou o fascínio do monarca, atinado pela parte da riqueza ser o poder supremo.
Quando Deus ordenou ao velho, que levasse o filho dele primogênito ate à montanha e o sacrificasse, o que teria Deus o conceito da usura em relação à justiça? Estaria ele afirmando que o justo pagaria pelo pecador? Assim sendo creio que Cristo além de converter a ira do pai, não veio praticar nenhuma vingança então ele não pratica a tirania, Deus embora queira a prática da justiça não iria usar a incapacidade do alheio em relação a sua razão mais justa.
01/01/2011. Márcio palafi.
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