A contradição no fato.
Porém ao estabelecer um importante desempenho pelo exercício, a quem se interessasse a bem do conjunto de opiniões, o tempo está para o tempo como se fosse o ilimitado percurso preferido, onde a imagem real adquirisse segmento através da expressão do anteposto pensamento por suas vias mais freqüentes do próprio tempo, pois a partir daí a visão do interior buscasse mais fé pela procura na explicação ao fato em si.
Porém a distância estivera aquém da passagem, ao serem deflagradas as opiniões sem o devido entendimento. Então o caminho uma vez simultaneamente transmitido, colocaria a questão do propósito em discussão própria, em que o próprio exercício não fosse contaminado pela incompetência dos que vivem à ilusão da vida real, mais além ainda à incompetência, a imagem que é formada em razão desta opinião, ficara mais distorcida levando em conta o sentido da coisa e o caminho por onde é levada a ser absorvida a bem dos que levam em si a idéia alheia.
A formação da imagem requer um exercício, mesmo quando o fato não suporta na totalidade o total da expressão, no mínimo a previsão é de atenção ao risco pela má interpretação do seu conteúdo. O que é elaborado em um raciocínio é exemplo de propriedade e o seu conteúdo total não é encontrado na duvida em quem quer que seja, pois o propósito racional a bem em qualquer código, especifico ou não atinja a profundidade esporadicamente entendida, mesmo quando o caminho de direção oposta mas, de mesmo sentido encontre paz em respirar o ar na profundidade da fé.
Acervo em 15/07/2002. Publicado em 31/12/2010. Márcio palafi.
A distinção do ser humano.
A distinção humana competitivamente, como o tempo situa-se pelo complexo de idéias diante da propriedade em si, todavia o que tornara completamente por suas idéias, se estabiliza pelo racional, contudo geneticamente está propicio ao primordial, uma vez que seu instinto que é o pensamento o levaria a não perceber de onde vem, para onde vai ao poder de sua intuição, após fortalecer deixando o mundo dos vivos, podendo arder em uma neurose a consciência infeliz nas superstições dos tempos lamentosos, em pensar a respeito da morte relacionada ao mundo dos vivos, La onde Deus pai colocou, esteja em paz para todos, porque os que estão vivos lamentam a tortura da morte e a perda de alguém tão próximo no próprio tempo.
Acervo 26/10/2000. Publicado 31/12/2010. Márcio palafi.
Um compromisso sociável.
Tudo o quanto começa, realizável, em tal consciente a trajetória capaz se distante, onde o inicio tornar-se-á evidente à razão por existir matéria, então tudo ou a maioria das capacidades estão eminentes, nas quais a matéria envolve-se de energia caracterizando o racional, participando os impulsos ate os estímulos à uma tangencia de pensamentos ou movimentos interiorizados na ênfase moderada ou não de qualquer tempo das realidades especificas a tal competência por realizar, em qualquer tempo as funções normais conscientes obtendo da sociedade um retorno, assim sendo reação afim, em âmbitos sociais de destinatários, pelos compromissos diversos de ser humano relacionando matéria, energia, na razão dos movimentos próprios, cujas reações dependem de ações especificas pelos ambientes nas diversas camadas, planos ou níveis sociais. O intuito por sinal, é a característica da energia relativa a qualquer matéria capaz de se movimentar, diante do tempo com forma de razão, onde a ação é sociável.
Acervo 15/07/2002. Publicado 31/12/2010. Márcio palafi.
O compromisso é o ideal.
Uma infinidade de pensamentos transcorre adiante da prosperidade no homem em seu habitar natural, e o calor das palavras o levou a uma breve intuição, repentina e vazia, desde sua formação, ate que o próprio pensamento assimilou com um movimento, antecedendo a ação. Então o pensamento foi transformado em ação, de forma mais formal, pois alguém em tal formalidade se dedicara ao comprometimento do ato, com capacidade em ampliar seus atuais e expressivos movimentos. Ao detectar a ação apreciara algo em comum, por satisfazer tal movimento, o próprio pensamento em busca do afeto.
Bastaria um olhar apenas para que o seu desejo fosse restabelecido, desde o inicio ate onde estivesse em tempo real, colaborando assim ao projeto a que se propôs o ego próprio, alternando esta infinidade de pensamentos, como se fosse ou tivesse consolidando em si o raciocínio, no qual viera em forma de imagem o som de um pensamento, próprio de seu ideal comum em comum ao qualquer que fosse tal pensamento ou som especifico ou não à imagem sugerida em qual conformidade, captada como energia em seu meio, onde a característica fosse ou fizesse parte do seu código genético. Por quanto mais tempo, nós nos atiramos em meios aos artifícios, onde temos nossas, as nossas partes no conteúdo da memória, as passagens nos deixam bem esclarecida a idéia pela opinião, quando o conhecimento faz parte da consciência humana, e o irmão possivelmente também venha compreender o pensamento, mesmo que este não seja tão semelhante. Então temos o abrigo genético da vida na qual nos coloca a prova do nosso conhecimento. Em seu meio, onde a característica fosse ou fizesse parte do seu código genético.
Focalizo o pensamento como um fluido profundo e especifico de cada qual, fazendo parte da sociedade com seu depoimento dentre a realidade a que venha entender de si, além do domínio próprio, porque existe o psíquico onde de aprimora à idéia da realidade, mesmo subjetiva podemos determiná-la através da composição, no estado social pelo conhecimento do que é mais justo ao ser humano, dotado de opinião ou crítica, podendo viver assim uma democracia. Ao bem da sociedade envolve então, o estudo da crítica, para que esclareça a qualquer suposto mal entendido, pois a mais que se espere de um estado em conservação à dignidade no exercício democrático de um povo.
Acervo 27/09/2000. Publicado 31/12/2020. Márcio palafi.
O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
O dia a dia na democracia.
Por quantas forem as terminações verbais, através do tempo apropriado a cada uma delas, consolidamo-nos em nossos exercícios diários, preponderando aos arredores, nossas dimensões ativas pelos nossos ideais. Eis que em tempos mais recentes constatamos o preço das investidas, claras por nossas partes, mesmo o exato realizado não sendo causador de prática, o tempo está em componentes aos limiares nas condições do próprio exercício, a quem damos fé em contribuirmos para que a conclusão do hoje seja aproveitada, quando atingir o espaço, onde fora ameaçado no então destino pela atividade social, é que estamos buscando a parte mais, do momento ao qual discute se, em razão à movimentação gramatical sendo da comunidade o compromisso do amor próprio. Além do mais temos o dia normal, em que as situações onde é indispensável um pouco mais de paciência, para muitos a parte mais difícil deste contexto em dia. Então nos situamos no mais profundo possível, através da fé temos o papel de estar em ordem ao destino desordeiro na vida da cidadania, onde o conjunto é abstrato quando o tato resume se em praticar de uma ilusão normal e a razão não própria de quem tem competência à praticar atos, promovendo uma emocionante história como forma de mais esperar pelo amanha. As noticias correm às reações diversas, pois os comentários são livres de quem pode saber dizer o obvio ou criticar o temperamento alheio. Onde estão as opiniões mais concretas dos possuidores nas disposições em seus normais exercícios, ao caso a sociedade da comunidade discute o que é justo e a voz do povo, como que tem a palavra final na sabedoria da democracia por mais tempo de fé em exercício da memória.
Acervo em 11/11/2000. Para começar de novo e contar comigo, porém se publicado em 30/12/2010. Além da proporção a terminação também é em 1 para o novo tempo a esperança estar melhor. Márcio palafi.
A esperança é para em condição de movimento pela democracia, em uma republica federativa.
Por quantas forem as terminações verbais, através do tempo apropriado a cada uma delas, consolidamo-nos em nossos exercícios diários, preponderando aos arredores, nossas dimensões ativas pelos nossos ideais. Eis que em tempos mais recentes constatamos o preço das investidas, claras por nossas partes, mesmo o exato realizado não sendo causador de prática, o tempo está em componentes aos limiares nas condições do próprio exercício, a quem damos fé em contribuirmos para que a conclusão do hoje seja aproveitada, quando atingir o espaço, onde fora ameaçado no então destino pela atividade social, é que estamos buscando a parte mais, do momento ao qual discute se, em razão à movimentação gramatical sendo da comunidade o compromisso do amor próprio. Além do mais temos o dia normal, em que as situações onde é indispensável um pouco mais de paciência, para muitos a parte mais difícil deste contexto em dia. Então nos situamos no mais profundo possível, através da fé temos o papel de estar em ordem ao destino desordeiro na vida da cidadania, onde o conjunto é abstrato quando o tato resume se em praticar de uma ilusão normal e a razão não própria de quem tem competência à praticar atos, promovendo uma emocionante história como forma de mais esperar pelo amanha. As noticias correm às reações diversas, pois os comentários são livres de quem pode saber dizer o obvio ou criticar o temperamento alheio. Onde estão as opiniões mais concretas dos possuidores nas disposições em seus normais exercícios, ao caso a sociedade da comunidade discute o que é justo e a voz do povo, como que tem a palavra final na sabedoria da democracia por mais tempo de fé em exercício da memória.
Acervo em 11/11/2000. Para começar de novo e contar comigo, porém se publicado em 30/12/2010. Além da proporção a terminação também é em 1 para o novo tempo a esperança estar melhor. Márcio palafi.
A esperança é para em condição de movimento pela democracia, em uma republica federativa.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sono infiel.
a natureza em recortes de jornal
lembranças de um tempo, assim
nas cores das geraçoes ativas
pelos conceitos das operações.
mas a felicidade dos corações
nas cores berrantes, nas novas
faz das opiniões diversas, sem
nenhum encanto, recorte vil,
além do que se prega, verdades
mentiras, enquanto o poder marca
a visão no temperamento ocasional
mas casos picantes pessados
traz no peito as formas do amor
esquecidas pelo calor dos sonhos.
acervo em 16/07/2002. publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
a natureza em recortes de jornal
lembranças de um tempo, assim
nas cores das geraçoes ativas
pelos conceitos das operações.
mas a felicidade dos corações
nas cores berrantes, nas novas
faz das opiniões diversas, sem
nenhum encanto, recorte vil,
além do que se prega, verdades
mentiras, enquanto o poder marca
a visão no temperamento ocasional
mas casos picantes pessados
traz no peito as formas do amor
esquecidas pelo calor dos sonhos.
acervo em 16/07/2002. publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
As especificações pelas formas mais definidas.
Tendo o homem sua forma definida, sai em busca do seu próprio domínio para o relacionamento a bem da sociedade em comum ao seu estado aparentemente detectado, afim de como definir os conceitos, em opiniões familiares. Desde então o seu papel torna-se de âmbito social, e o seu espaço nas ações diante do tempo em exercício, naturalmente explicito nos compromissos diários, onde estão todos os conectados aos espaços como ambientes estruturados em tal forma. Os espaços são tantos quanto os domínios sociais correlacionados aos dialetos e visualizações ordinárias ou não, desde que se estruture uma nova predisposição já destilada como bem estar ao ser humano. Não existe fuga além da verdade, por não possuir estrutura à mentira detectada através da ação comprovada. Nossos dotes são específicos de detalhes pelo ambiente, como se estrutura a sociedade no âmbito familiar por estar conectada ao ambiente do seu domínio, como qual este, se faz através de suas condições na capacidade em possuí-lo, fazendo parte dele. Ate então os princípios favoráveis aos detalhes específicos têm sido alvo de críticas menos favoráveis pelos entendimentos mais profundos, onde ainda não se deram conta que não estão tão profundas, quanto deveriam ser, para obterem convencimento além da verdade que dá fé. As partes especificam bem como propositais notáveis pelas ações, já que cada estruturação é formada em cada ação do homem em relação ao espaço domínio ambiente social, no qual ele exerce suas leis, sendo um estado social democrático, para emprego do bem pelo exercício na profundidade da ação como entendimento próprio.
Relata a psicologia da ação, pelo entendimento nas especificações como prova na realidade, em qualquer fato visível ao homem e aos demais, dotados de raciocínio em exercício social. O ambiente promove sua estrutura, e a sociedade estrutura-se em poderes nos quais o homem estabelece como governo das nações formais de um governante, estar dentro do seu conteúdo partidário, pois bem que a conjugar os artifícios do próprio punho, devera situar-se pela condição a bem do seu domínio próprio, uma ação onde o conhecimento entre as opiniões diversas espreitam forjar uma incapacidade, não estabelecida em seu interior. A visão do homem permanece ainda em tempo classificada por uma profundidade. Diria então como busca do profundo, a atualidade de uma ação tendo em vista a realidade pelo bem comum, e o merecimento do reconhecimento social de cada um esteja estampado como “O REALISMO PELO HUMANISMO”.
Acervo em 17/11/2000. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
A função de tempos em uma realidade consciente.
A imagem de um pensamento tem a energia em movimento, por um tempo não especifico, fazendo existir na realidade a comprovação de tal movimento, assim o instinto também está percebido por finalidades, nos comportamentos capazes em se distinguir, no desejo sendo o mais profundo, ate a percepção da vontade em uma realização infinita da busca, pois há fusão quando a satisfação está plena e segura, pela individualidade mais profunda no seu espaço de ação total, ação consciente em sã consciência. Qualquer conflito nessa infinidade de desejo, tornar-se-á distorcida a vontade na realidade, e a ilusão limita-se sem ser um movimento do instinto, em um pensamento se razão de ser, pela realidade definida da fusão desses instintos na terceira idade, em que o homem tende a preencher com a ilusão ao transcender caracteres genéticos na memória em uma realidade qualquer de um tempo não especifico.
Acervo em 16/04/2002. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
O homem e o pensamento.
O homem quando pensa tem imediatamente quando for uma ação, está ação é alimentada a partir de uma reação, envolve a visão em um tempo não específico, determinado pelo próprio exercício em ambientes tais como, o que o levou a estar em tal plano de vida pela estrutura ambiental, em seu tempo ou geração. A sua capacidade se dá decorrente ao fluxo de energia, no qual consegue reagir pelo domínio do seu próprio conteúdo, a partir de sua idéia sobre a forma do seu desejo, então o pensamento flui, de acordo com o seu envolvimento a parte em tal ambiente.
Podemos então nos referir à evolução do homem em principio ao próprio pensamento, como foi definido que somos o que comemos, também podemos ser o que pensamos, dentro de um pensamento próprio em nossa proporção de tempo no ambiente pelo domínio de espaço. Quando ficamos estudando algo sobre a forma ou conteúdo, o pensamento já poderia estar formado desde que a visão não fosse a primeira em um circuito de evolução de vida pois, estamos para mudar o pensamento através da ação na realidade quando a busca encontra se estruturada pelo homem em seu principio de reação pelo entendimento da verdade do seu ato, a profundidade tem como existência o segmento, e o segmento a capacidade de tal reação em seu próprio tempo.
A bem de estudos isto requer tempos, em que o homem tem a evolução como forma de segmento da idéia em evoluir. Considerando que exista raciocínio somente na matéria então podemos obter uma geração voltada a mudar, e porque não mudar para a paz, teremos tempo para analisar os nossos próprios ideais dentro de um ambiente próprio do nosso interior à evoluir em razão da verdade que da fé. A idéia no pensamento é mais profunda que se pensa, além da capacidade em existir, Deus nos deu a capacidade em evoluir, desde que tenhamos dentro, no nosso exercício de vida a verdade, onde somos a conseqüência da nossa ação em nosso tempo, porque estamos sendo capazes de evoluir através de uma revolução pacifica, quando temos o raciocínio e pensamos em paz proporcionar paz.
Acervo em 27/10/2000. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
O tempo inverso.
Podemos observar o instinto de maneira irreal, com imagem de expressão subjetiva, onde a realidade se opõe nas contraditórias ao pensamento em qualquer parte no curso do tempo, pela proporção da idéia de forma autentica em equilíbrio, sobre matéria e energia.
O tempo afim remove das partes obscuras, os desejos mais profundos em que a terra devolve ao ser humano, seus filhos ilustres, a preponderância de responsabilidade em possuir do pai, Deus todo poderoso do momento feliz, uma carta afim decorrente o homem, entre seus filhos e o tempo em sua história, pois a realidade com efeito de sua ação própria, em razão de ser racional, como parte integrante da sociedade o cidadão por sua nacionalidade tem seus domínios em equilíbrio na evolução do ser, através do realismo pelo humanismo.
Acervo em 06/03/2002. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
Tendo o homem sua forma definida, sai em busca do seu próprio domínio para o relacionamento a bem da sociedade em comum ao seu estado aparentemente detectado, afim de como definir os conceitos, em opiniões familiares. Desde então o seu papel torna-se de âmbito social, e o seu espaço nas ações diante do tempo em exercício, naturalmente explicito nos compromissos diários, onde estão todos os conectados aos espaços como ambientes estruturados em tal forma. Os espaços são tantos quanto os domínios sociais correlacionados aos dialetos e visualizações ordinárias ou não, desde que se estruture uma nova predisposição já destilada como bem estar ao ser humano. Não existe fuga além da verdade, por não possuir estrutura à mentira detectada através da ação comprovada. Nossos dotes são específicos de detalhes pelo ambiente, como se estrutura a sociedade no âmbito familiar por estar conectada ao ambiente do seu domínio, como qual este, se faz através de suas condições na capacidade em possuí-lo, fazendo parte dele. Ate então os princípios favoráveis aos detalhes específicos têm sido alvo de críticas menos favoráveis pelos entendimentos mais profundos, onde ainda não se deram conta que não estão tão profundas, quanto deveriam ser, para obterem convencimento além da verdade que dá fé. As partes especificam bem como propositais notáveis pelas ações, já que cada estruturação é formada em cada ação do homem em relação ao espaço domínio ambiente social, no qual ele exerce suas leis, sendo um estado social democrático, para emprego do bem pelo exercício na profundidade da ação como entendimento próprio.
Relata a psicologia da ação, pelo entendimento nas especificações como prova na realidade, em qualquer fato visível ao homem e aos demais, dotados de raciocínio em exercício social. O ambiente promove sua estrutura, e a sociedade estrutura-se em poderes nos quais o homem estabelece como governo das nações formais de um governante, estar dentro do seu conteúdo partidário, pois bem que a conjugar os artifícios do próprio punho, devera situar-se pela condição a bem do seu domínio próprio, uma ação onde o conhecimento entre as opiniões diversas espreitam forjar uma incapacidade, não estabelecida em seu interior. A visão do homem permanece ainda em tempo classificada por uma profundidade. Diria então como busca do profundo, a atualidade de uma ação tendo em vista a realidade pelo bem comum, e o merecimento do reconhecimento social de cada um esteja estampado como “O REALISMO PELO HUMANISMO”.
Acervo em 17/11/2000. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
A função de tempos em uma realidade consciente.
A imagem de um pensamento tem a energia em movimento, por um tempo não especifico, fazendo existir na realidade a comprovação de tal movimento, assim o instinto também está percebido por finalidades, nos comportamentos capazes em se distinguir, no desejo sendo o mais profundo, ate a percepção da vontade em uma realização infinita da busca, pois há fusão quando a satisfação está plena e segura, pela individualidade mais profunda no seu espaço de ação total, ação consciente em sã consciência. Qualquer conflito nessa infinidade de desejo, tornar-se-á distorcida a vontade na realidade, e a ilusão limita-se sem ser um movimento do instinto, em um pensamento se razão de ser, pela realidade definida da fusão desses instintos na terceira idade, em que o homem tende a preencher com a ilusão ao transcender caracteres genéticos na memória em uma realidade qualquer de um tempo não especifico.
Acervo em 16/04/2002. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
O homem e o pensamento.
O homem quando pensa tem imediatamente quando for uma ação, está ação é alimentada a partir de uma reação, envolve a visão em um tempo não específico, determinado pelo próprio exercício em ambientes tais como, o que o levou a estar em tal plano de vida pela estrutura ambiental, em seu tempo ou geração. A sua capacidade se dá decorrente ao fluxo de energia, no qual consegue reagir pelo domínio do seu próprio conteúdo, a partir de sua idéia sobre a forma do seu desejo, então o pensamento flui, de acordo com o seu envolvimento a parte em tal ambiente.
Podemos então nos referir à evolução do homem em principio ao próprio pensamento, como foi definido que somos o que comemos, também podemos ser o que pensamos, dentro de um pensamento próprio em nossa proporção de tempo no ambiente pelo domínio de espaço. Quando ficamos estudando algo sobre a forma ou conteúdo, o pensamento já poderia estar formado desde que a visão não fosse a primeira em um circuito de evolução de vida pois, estamos para mudar o pensamento através da ação na realidade quando a busca encontra se estruturada pelo homem em seu principio de reação pelo entendimento da verdade do seu ato, a profundidade tem como existência o segmento, e o segmento a capacidade de tal reação em seu próprio tempo.
A bem de estudos isto requer tempos, em que o homem tem a evolução como forma de segmento da idéia em evoluir. Considerando que exista raciocínio somente na matéria então podemos obter uma geração voltada a mudar, e porque não mudar para a paz, teremos tempo para analisar os nossos próprios ideais dentro de um ambiente próprio do nosso interior à evoluir em razão da verdade que da fé. A idéia no pensamento é mais profunda que se pensa, além da capacidade em existir, Deus nos deu a capacidade em evoluir, desde que tenhamos dentro, no nosso exercício de vida a verdade, onde somos a conseqüência da nossa ação em nosso tempo, porque estamos sendo capazes de evoluir através de uma revolução pacifica, quando temos o raciocínio e pensamos em paz proporcionar paz.
Acervo em 27/10/2000. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
O tempo inverso.
Podemos observar o instinto de maneira irreal, com imagem de expressão subjetiva, onde a realidade se opõe nas contraditórias ao pensamento em qualquer parte no curso do tempo, pela proporção da idéia de forma autentica em equilíbrio, sobre matéria e energia.
O tempo afim remove das partes obscuras, os desejos mais profundos em que a terra devolve ao ser humano, seus filhos ilustres, a preponderância de responsabilidade em possuir do pai, Deus todo poderoso do momento feliz, uma carta afim decorrente o homem, entre seus filhos e o tempo em sua história, pois a realidade com efeito de sua ação própria, em razão de ser racional, como parte integrante da sociedade o cidadão por sua nacionalidade tem seus domínios em equilíbrio na evolução do ser, através do realismo pelo humanismo.
Acervo em 06/03/2002. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
As especificações pelas formas mais definidas.
Tendo o homem sua forma definida, sai em busca do seu próprio domínio para o relacionamento a bem da sociedade em comum ao seu estado aparentemente detectado, afim de como definir os conceitos, em opiniões familiares. Desde então o seu papel torna-se de âmbito social, e o seu espaço nas ações diante do tempo em exercício, naturalmente explicito nos compromissos diários, onde estão todos os conectados aos espaços como ambientes estruturados em tal forma. Os espaços são tantos quanto os domínios sociais correlacionados aos dialetos e visualizações ordinárias ou não, desde que se estruture uma nova predisposição já destilada como bem estar ao ser humano. Não existe fuga além da verdade, por não possuir estrutura à mentira detectada através da ação comprovada. Nossos dotes são específicos de detalhes pelo ambiente, como se estrutura a sociedade no âmbito familiar por estar conectada ao ambiente do seu domínio, como qual este, se faz através de suas condições na capacidade em possuí-lo, fazendo parte dele. Ate então os princípios favoráveis aos detalhes específicos têm sido alvo de críticas menos favoráveis pelos entendimentos mais profundos, onde ainda não se deram conta que não estão tão profundas, quanto deveriam ser, para obterem convencimento além da verdade que dá fé. As partes especificam bem como propositais notáveis pelas ações, já que cada estruturação é formada em cada ação do homem em relação ao espaço domínio ambiente social, no qual ele exerce suas leis, sendo um estado social democrático, para emprego do bem pelo exercício na profundidade da ação como entendimento próprio.
Relata a psicologia da ação, pelo entendimento nas especificações como prova na realidade, em qualquer fato visível ao homem e aos demais, dotados de raciocínio em exercício social. O ambiente promove sua estrutura, e a sociedade estrutura-se em poderes nos quais o homem estabelece como governo das nações formais de um governante, estar dentro do seu conteúdo partidário, pois bem que a conjugar os artifícios do próprio punho, devera situar-se pela condição a bem do seu domínio próprio, uma ação onde o conhecimento entre as opiniões diversas espreitam forjar uma incapacidade, não estabelecida em seu interior. A visão do homem permanece ainda em tempo classificada por uma profundidade. Diria então como busca do profundo, a atualidade de uma ação tendo em vista a realidade pelo bem comum, e o merecimento do reconhecimento social de cada um esteja estampado como “O REALISMO PELO HUMANISMO”.
Acervo em 17/11/2000. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
A função de tempos em uma realidade consciente.
A imagem de um pensamento tem a energia em movimento, por um tempo não especifico, fazendo existir na realidade a comprovação de tal movimento, assim o instinto também está percebido por finalidades, nos comportamentos capazes em se distinguir, no desejo sendo o mais profundo, ate a percepção da vontade em uma realização infinita da busca, pois há fusão quando a satisfação está plena e segura, pela individualidade mais profunda no seu espaço de ação total, ação consciente em sã consciência. Qualquer conflito nessa infinidade de desejo, tornar-se-á distorcida a vontade na realidade, e a ilusão limita-se sem ser um movimento do instinto, em um pensamento se razão de ser, pela realidade definida da fusão desses instintos na terceira idade, em que o homem tende a preencher com a ilusão ao transcender caracteres genéticos na memória em uma realidade qualquer de um tempo não especifico.
Acervo em 16/04/2002. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
O homem e o pensamento.
O homem quando pensa tem imediatamente quando for uma ação, está ação é alimentada a partir de uma reação, envolve a visão em um tempo não específico, determinado pelo próprio exercício em ambientes tais como, o que o levou a estar em tal plano de vida pela estrutura ambiental, em seu tempo ou geração. A sua capacidade se dá decorrente ao fluxo de energia, no qual consegue reagir pelo domínio do seu próprio conteúdo, a partir de sua idéia sobre a forma do seu desejo, então o pensamento flui, de acordo com o seu envolvimento a parte em tal ambiente.
Podemos então nos referir à evolução do homem em principio ao próprio pensamento, como foi definido que somos o que comemos, também podemos ser o que pensamos, dentro de um pensamento próprio em nossa proporção de tempo no ambiente pelo domínio de espaço. Quando ficamos estudando algo sobre a forma ou conteúdo, o pensamento já poderia estar formado desde que a visão não fosse a primeira em um circuito de evolução de vida pois, estamos para mudar o pensamento através da ação na realidade quando a busca encontra se estruturada pelo homem em seu principio de reação pelo entendimento da verdade do seu ato, a profundidade tem como existência o segmento, e o segmento a capacidade de tal reação em seu próprio tempo.
A bem de estudos isto requer tempos, em que o homem tem a evolução como forma de segmento da idéia em evoluir. Considerando que exista raciocínio somente na matéria então podemos obter uma geração voltada a mudar, e porque não mudar para a paz, teremos tempo para analisar os nossos próprios ideais dentro de um ambiente próprio do nosso interior à evoluir em razão da verdade que da fé. A idéia no pensamento é mais profunda que se pensa, além da capacidade em existir, Deus nos deu a capacidade em evoluir, desde que tenhamos dentro, no nosso exercício de vida a verdade, onde somos a conseqüência da nossa ação em nosso tempo, porque estamos sendo capazes de evoluir através de uma revolução pacifica, quando temos o raciocínio e pensamos em paz proporcionar paz.
Acervo em 27/10/2000. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
O tempo inverso.
Podemos observar o instinto de maneira irreal, com imagem de expressão subjetiva, onde a realidade se opõe nas contraditórias ao pensamento em qualquer parte no curso do tempo, pela proporção da idéia de forma autentica em equilíbrio, sobre matéria e energia.
O tempo afim remove das partes obscuras, os desejos mais profundos em que a terra devolve ao ser humano, seus filhos ilustres, a preponderância de responsabilidade em possuir do pai, Deus todo poderoso do momento feliz, uma carta afim decorrente o homem, entre seus filhos e o tempo em sua história, pois a realidade com efeito de sua ação própria, em razão de ser racional, como parte integrante da sociedade o cidadão por sua nacionalidade tem seus domínios em equilíbrio na evolução do ser, através do realismo pelo humanismo.
Acervo em 06/03/2002. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
Tendo o homem sua forma definida, sai em busca do seu próprio domínio para o relacionamento a bem da sociedade em comum ao seu estado aparentemente detectado, afim de como definir os conceitos, em opiniões familiares. Desde então o seu papel torna-se de âmbito social, e o seu espaço nas ações diante do tempo em exercício, naturalmente explicito nos compromissos diários, onde estão todos os conectados aos espaços como ambientes estruturados em tal forma. Os espaços são tantos quanto os domínios sociais correlacionados aos dialetos e visualizações ordinárias ou não, desde que se estruture uma nova predisposição já destilada como bem estar ao ser humano. Não existe fuga além da verdade, por não possuir estrutura à mentira detectada através da ação comprovada. Nossos dotes são específicos de detalhes pelo ambiente, como se estrutura a sociedade no âmbito familiar por estar conectada ao ambiente do seu domínio, como qual este, se faz através de suas condições na capacidade em possuí-lo, fazendo parte dele. Ate então os princípios favoráveis aos detalhes específicos têm sido alvo de críticas menos favoráveis pelos entendimentos mais profundos, onde ainda não se deram conta que não estão tão profundas, quanto deveriam ser, para obterem convencimento além da verdade que dá fé. As partes especificam bem como propositais notáveis pelas ações, já que cada estruturação é formada em cada ação do homem em relação ao espaço domínio ambiente social, no qual ele exerce suas leis, sendo um estado social democrático, para emprego do bem pelo exercício na profundidade da ação como entendimento próprio.
Relata a psicologia da ação, pelo entendimento nas especificações como prova na realidade, em qualquer fato visível ao homem e aos demais, dotados de raciocínio em exercício social. O ambiente promove sua estrutura, e a sociedade estrutura-se em poderes nos quais o homem estabelece como governo das nações formais de um governante, estar dentro do seu conteúdo partidário, pois bem que a conjugar os artifícios do próprio punho, devera situar-se pela condição a bem do seu domínio próprio, uma ação onde o conhecimento entre as opiniões diversas espreitam forjar uma incapacidade, não estabelecida em seu interior. A visão do homem permanece ainda em tempo classificada por uma profundidade. Diria então como busca do profundo, a atualidade de uma ação tendo em vista a realidade pelo bem comum, e o merecimento do reconhecimento social de cada um esteja estampado como “O REALISMO PELO HUMANISMO”.
Acervo em 17/11/2000. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
A função de tempos em uma realidade consciente.
A imagem de um pensamento tem a energia em movimento, por um tempo não especifico, fazendo existir na realidade a comprovação de tal movimento, assim o instinto também está percebido por finalidades, nos comportamentos capazes em se distinguir, no desejo sendo o mais profundo, ate a percepção da vontade em uma realização infinita da busca, pois há fusão quando a satisfação está plena e segura, pela individualidade mais profunda no seu espaço de ação total, ação consciente em sã consciência. Qualquer conflito nessa infinidade de desejo, tornar-se-á distorcida a vontade na realidade, e a ilusão limita-se sem ser um movimento do instinto, em um pensamento se razão de ser, pela realidade definida da fusão desses instintos na terceira idade, em que o homem tende a preencher com a ilusão ao transcender caracteres genéticos na memória em uma realidade qualquer de um tempo não especifico.
Acervo em 16/04/2002. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
O homem e o pensamento.
O homem quando pensa tem imediatamente quando for uma ação, está ação é alimentada a partir de uma reação, envolve a visão em um tempo não específico, determinado pelo próprio exercício em ambientes tais como, o que o levou a estar em tal plano de vida pela estrutura ambiental, em seu tempo ou geração. A sua capacidade se dá decorrente ao fluxo de energia, no qual consegue reagir pelo domínio do seu próprio conteúdo, a partir de sua idéia sobre a forma do seu desejo, então o pensamento flui, de acordo com o seu envolvimento a parte em tal ambiente.
Podemos então nos referir à evolução do homem em principio ao próprio pensamento, como foi definido que somos o que comemos, também podemos ser o que pensamos, dentro de um pensamento próprio em nossa proporção de tempo no ambiente pelo domínio de espaço. Quando ficamos estudando algo sobre a forma ou conteúdo, o pensamento já poderia estar formado desde que a visão não fosse a primeira em um circuito de evolução de vida pois, estamos para mudar o pensamento através da ação na realidade quando a busca encontra se estruturada pelo homem em seu principio de reação pelo entendimento da verdade do seu ato, a profundidade tem como existência o segmento, e o segmento a capacidade de tal reação em seu próprio tempo.
A bem de estudos isto requer tempos, em que o homem tem a evolução como forma de segmento da idéia em evoluir. Considerando que exista raciocínio somente na matéria então podemos obter uma geração voltada a mudar, e porque não mudar para a paz, teremos tempo para analisar os nossos próprios ideais dentro de um ambiente próprio do nosso interior à evoluir em razão da verdade que da fé. A idéia no pensamento é mais profunda que se pensa, além da capacidade em existir, Deus nos deu a capacidade em evoluir, desde que tenhamos dentro, no nosso exercício de vida a verdade, onde somos a conseqüência da nossa ação em nosso tempo, porque estamos sendo capazes de evoluir através de uma revolução pacifica, quando temos o raciocínio e pensamos em paz proporcionar paz.
Acervo em 27/10/2000. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
O tempo inverso.
Podemos observar o instinto de maneira irreal, com imagem de expressão subjetiva, onde a realidade se opõe nas contraditórias ao pensamento em qualquer parte no curso do tempo, pela proporção da idéia de forma autentica em equilíbrio, sobre matéria e energia.
O tempo afim remove das partes obscuras, os desejos mais profundos em que a terra devolve ao ser humano, seus filhos ilustres, a preponderância de responsabilidade em possuir do pai, Deus todo poderoso do momento feliz, uma carta afim decorrente o homem, entre seus filhos e o tempo em sua história, pois a realidade com efeito de sua ação própria, em razão de ser racional, como parte integrante da sociedade o cidadão por sua nacionalidade tem seus domínios em equilíbrio na evolução do ser, através do realismo pelo humanismo.
Acervo em 06/03/2002. Publicado em 30/12/2010. Márcio palafi.
A execução de um louco, de estado moral.
Numa fabulosa história de vida, um ser alimenta uma ocasião
Na qual todas as coisas situam pela própria intolerância
Ao seu próprio domínio, porém toda passagem histórica
Das civilizações, afirmam que o poder não é suportável
Ao individuo natural em toda razão normal, comportamental
Admirando esse poderio, suas asas sobrevoam os montes
Eternos da loucura, incontrolável na razão do poder, passar
Mais uma vez, por não conseguir o fluxo de saída, em tanta
Por mais essas reações entre energias, afastam se todos
Diante do poder falar, e não ser possível nenhuma visão
Porque como seria a saída de um estado, em depressão
Onde são constantes os surtos, nas reações entre energias
Procurando a saída desse estado, sem saída moral
Talvez um esbaforido, ainda não encontre a saída desse
Fosso, no qual todo individuo entra para um dia não achar
Como sair, o surto ocorre por existir bloqueio, logo se
Encontra por desvios, porém seria a saída?
Ou seria uma penetração por mais distante que profunda
Estava a visão do segmento moral com toda sua carga.
30/12/2010. Márcio palafi.
Numa fabulosa história de vida, um ser alimenta uma ocasião
Na qual todas as coisas situam pela própria intolerância
Ao seu próprio domínio, porém toda passagem histórica
Das civilizações, afirmam que o poder não é suportável
Ao individuo natural em toda razão normal, comportamental
Admirando esse poderio, suas asas sobrevoam os montes
Eternos da loucura, incontrolável na razão do poder, passar
Mais uma vez, por não conseguir o fluxo de saída, em tanta
Por mais essas reações entre energias, afastam se todos
Diante do poder falar, e não ser possível nenhuma visão
Porque como seria a saída de um estado, em depressão
Onde são constantes os surtos, nas reações entre energias
Procurando a saída desse estado, sem saída moral
Talvez um esbaforido, ainda não encontre a saída desse
Fosso, no qual todo individuo entra para um dia não achar
Como sair, o surto ocorre por existir bloqueio, logo se
Encontra por desvios, porém seria a saída?
Ou seria uma penetração por mais distante que profunda
Estava a visão do segmento moral com toda sua carga.
30/12/2010. Márcio palafi.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
A ilusão do homem.
Por quanto tempo o homem estará se realizando? Diante da mulher isto se projeta por tempo indefinido pois, os acontecimentos históricos datam a passagem de ambos pela postura na sociedade nos audaciosos planos, quando em tempo a consciência formulada através da formação do homem pelo homem, tendo um papel praticante sagrado, a mulher em seu lado de progenitora na guarda familiar, incluindo seus caracteres específicos, além de sua fé em busca da condição feliz do seu próprio ser, focalizando como pessoa pela sociedade. Entretanto a posição da sociedade venha ignorar este espaço, em forma a discriminá-la, embora a parte onde esteja a formalidade seja a participação como mãe em qualquer circunstância for, depende dela a natalidade e o segmento da vida, quando por ela o pensamento de mulher obtiver a condição de mãe. Em todas as etapas do tempo, foi possível o segmento ao homem compartilhando com a mulher, coexistindo a parte psíquica em ambos mas, à detalhar a estruturação familiar, podemos nos enquadrar no cristianismo, como mais adequada ao segmento da vida em tempo melhor a cada geração.
Em cada tempo o homem se concentra em partes bem definidas da história, afim de se afirmar, quando se esquece do seu verdadeiro fundamento, a pratica se perde à teoria diante o fluxo de energia não direcionado dentre ambos em um ambiente familiar, não se trata de dogmas ou de regimes e sim: democracia, na qual um amplo e abrangente estado de percepção no entendimento próprio é satisfatório a bem do direito, formalizado a cada membro no seu posicionamento social, independente de sexo pois, trata se de um tempo mais especifico ao entendimento, não conotativo, porém dissertativo à compreensão do homem em razão da mulher na sociedade em geral.
O espaço do homem está em razão da mulher pelo seu segmento social, isto abrange desde o lírico ate alcançar as partes mais superficiais da ilusão em proporção à razão em ambos no recinto familiar, neste exercício deparam se à psiquo-genética existente ao mistério da fé, em beneficio ao bem estar social. Nada posso caracterizar a este conceito, porque envolve a ilusão do homem em busca da memória, pelo seu segmento além no exercício da memória, esta ilusão estando perdida passa a ser desilusão e a criação de paranóias entre outros influentes dominam o conteúdo psicológico em ambos os sexos sem discriminação.
Texto retirado de acervo digitado em 26/09/2000.
Publicado em 29/12/2010. Mácio palafi.
O ideal do catolicismo.
A proporção do sonho variou de acordo de percepção à mentalidade pois, a pessoa a quem se declarou tal visão estava em um lugar, onde detectar o fato era de sua alçada, visto a função qual lhe permitia o tempo por fazer parte de uma comunhão a bem das pessoas cercadas pelo exercício: tarefa em conduzir aqueles quais o admitiam como porta voz da natureza, quando alcançava a um estado pela imagem do tempo, vista à razão na qual propusera a condição de portar a forma pelo próprio exercício na realidade em qualquer tempo.
Este propósito é fundido diante à razão em forma de ilusão, quando o tempo lhe permite que tenha prova real da forma na realidade, assim através da geração na qual percebeu capaz de estar em situação racional à espécie como prova de si pois, é possível à realidade a percepção através do sonho. Temos um ciclo de vida e está à realidade sua parte destinada a coisas pelo temperamento não além de sua capacidade, afinal somos todos filhos de Deus e temos nosso compromisso individualmente, capaz de exercer a bem do destino quando o caminho traçado é racional e não instintivo.
Temos a religiosidade, forma de nos concentrar pelo fundamento cristão no qual seguir a partir do marco “0” da era atual, daí temos os ensinamentos, além dos dez mandamentos de Deus, qual energia que atua em tudo e nos faz capaz de raciocinar. Compreendendo o raciocínio como reação do pensamento à realidade do fato em ação, isto não é discriminativo a cor raça ou religião, tendo em vista a catolicismo, todos temos o direito a vida e o devido merecimento no próprio ideal a bem da sociedade comum, como realização da parte de cada um, que é o próprio exercício pelos caracteres à memória concedida por Deus. Então a forma cujo Deus nos proporcionou é competente aos caracteres pelo mistério da fé, onde vem de tão longe reagir à questão social em beneficio da estabilidade do homem em seu meio social. Esta parte porém liga-se diretamente a estrutura ambiental, qual possui além da memória a nossa forma estrutural contida na propriedade, exercitada pela razão do nosso tempo.
A formalizar quanto a etnia, o homem parte do homem em seu estado natural de ser, contemplado sua razão nos fundamentos, onde o que é proposto está na verdade em seguir o caminho mais justo á própria memória em um tempo não especifico da sua realidade, ou mesmo porque pode estar na ilusão, detectada em seu meio caracterizado pela memória em exercício. O meio ambiente conta a um meio social, pois está relacionado à característica da razão, por estar em equilíbrio no seu ambiente sociologicamente próprio de seu estado de condição à verdade no exercício da memória. Se temos a Bíblia como alimento de verdade ao espírito, temos o código de leis penais à manter a ordem em harmonia da sociedade, tendo o cidadão condição de se manter em segurança mas, não além da realidade em exercício.
Acervo, digitado em 24/09/2000.
Publicado em 29/12/2010. Márcio palafi.
Por quanto tempo o homem estará se realizando? Diante da mulher isto se projeta por tempo indefinido pois, os acontecimentos históricos datam a passagem de ambos pela postura na sociedade nos audaciosos planos, quando em tempo a consciência formulada através da formação do homem pelo homem, tendo um papel praticante sagrado, a mulher em seu lado de progenitora na guarda familiar, incluindo seus caracteres específicos, além de sua fé em busca da condição feliz do seu próprio ser, focalizando como pessoa pela sociedade. Entretanto a posição da sociedade venha ignorar este espaço, em forma a discriminá-la, embora a parte onde esteja a formalidade seja a participação como mãe em qualquer circunstância for, depende dela a natalidade e o segmento da vida, quando por ela o pensamento de mulher obtiver a condição de mãe. Em todas as etapas do tempo, foi possível o segmento ao homem compartilhando com a mulher, coexistindo a parte psíquica em ambos mas, à detalhar a estruturação familiar, podemos nos enquadrar no cristianismo, como mais adequada ao segmento da vida em tempo melhor a cada geração.
Em cada tempo o homem se concentra em partes bem definidas da história, afim de se afirmar, quando se esquece do seu verdadeiro fundamento, a pratica se perde à teoria diante o fluxo de energia não direcionado dentre ambos em um ambiente familiar, não se trata de dogmas ou de regimes e sim: democracia, na qual um amplo e abrangente estado de percepção no entendimento próprio é satisfatório a bem do direito, formalizado a cada membro no seu posicionamento social, independente de sexo pois, trata se de um tempo mais especifico ao entendimento, não conotativo, porém dissertativo à compreensão do homem em razão da mulher na sociedade em geral.
O espaço do homem está em razão da mulher pelo seu segmento social, isto abrange desde o lírico ate alcançar as partes mais superficiais da ilusão em proporção à razão em ambos no recinto familiar, neste exercício deparam se à psiquo-genética existente ao mistério da fé, em beneficio ao bem estar social. Nada posso caracterizar a este conceito, porque envolve a ilusão do homem em busca da memória, pelo seu segmento além no exercício da memória, esta ilusão estando perdida passa a ser desilusão e a criação de paranóias entre outros influentes dominam o conteúdo psicológico em ambos os sexos sem discriminação.
Texto retirado de acervo digitado em 26/09/2000.
Publicado em 29/12/2010. Mácio palafi.
O ideal do catolicismo.
A proporção do sonho variou de acordo de percepção à mentalidade pois, a pessoa a quem se declarou tal visão estava em um lugar, onde detectar o fato era de sua alçada, visto a função qual lhe permitia o tempo por fazer parte de uma comunhão a bem das pessoas cercadas pelo exercício: tarefa em conduzir aqueles quais o admitiam como porta voz da natureza, quando alcançava a um estado pela imagem do tempo, vista à razão na qual propusera a condição de portar a forma pelo próprio exercício na realidade em qualquer tempo.
Este propósito é fundido diante à razão em forma de ilusão, quando o tempo lhe permite que tenha prova real da forma na realidade, assim através da geração na qual percebeu capaz de estar em situação racional à espécie como prova de si pois, é possível à realidade a percepção através do sonho. Temos um ciclo de vida e está à realidade sua parte destinada a coisas pelo temperamento não além de sua capacidade, afinal somos todos filhos de Deus e temos nosso compromisso individualmente, capaz de exercer a bem do destino quando o caminho traçado é racional e não instintivo.
Temos a religiosidade, forma de nos concentrar pelo fundamento cristão no qual seguir a partir do marco “0” da era atual, daí temos os ensinamentos, além dos dez mandamentos de Deus, qual energia que atua em tudo e nos faz capaz de raciocinar. Compreendendo o raciocínio como reação do pensamento à realidade do fato em ação, isto não é discriminativo a cor raça ou religião, tendo em vista a catolicismo, todos temos o direito a vida e o devido merecimento no próprio ideal a bem da sociedade comum, como realização da parte de cada um, que é o próprio exercício pelos caracteres à memória concedida por Deus. Então a forma cujo Deus nos proporcionou é competente aos caracteres pelo mistério da fé, onde vem de tão longe reagir à questão social em beneficio da estabilidade do homem em seu meio social. Esta parte porém liga-se diretamente a estrutura ambiental, qual possui além da memória a nossa forma estrutural contida na propriedade, exercitada pela razão do nosso tempo.
A formalizar quanto a etnia, o homem parte do homem em seu estado natural de ser, contemplado sua razão nos fundamentos, onde o que é proposto está na verdade em seguir o caminho mais justo á própria memória em um tempo não especifico da sua realidade, ou mesmo porque pode estar na ilusão, detectada em seu meio caracterizado pela memória em exercício. O meio ambiente conta a um meio social, pois está relacionado à característica da razão, por estar em equilíbrio no seu ambiente sociologicamente próprio de seu estado de condição à verdade no exercício da memória. Se temos a Bíblia como alimento de verdade ao espírito, temos o código de leis penais à manter a ordem em harmonia da sociedade, tendo o cidadão condição de se manter em segurança mas, não além da realidade em exercício.
Acervo, digitado em 24/09/2000.
Publicado em 29/12/2010. Márcio palafi.
Meu entendimento de vida.
Quando percebi que a compreensão
Fazia parte de um entendimento
Não sabendo bem a proporção exata
Precavi-me de reivindicar por amenizar
De forma a dialogar com o tempo
O tempo inteiro discutindo, as vezes
Porque era o então compromisso possível
Embora impossível fosse da possibilidade
Tudo era tão perdido, tão longínquo
A igualdade estava tão distante, mas a liberdade
Parecia o caminho mais discreto, pois do que
Se passava o conhecimento pouco percebera a lição
Quando o interior, portava de maneira sempre
Sempre era possível me descartar compreendendo-me
Melhor quanto mais perdidos partissem ate então.
Notifiquei palavras, sonhos, caminhos como estradas
De difícil acesso para que a memória não tivesse
Que ser destruída, mas algumas etapas somente
Pensadas motivava-me de certos trechos de inteira
Solidão, como o tempo não para, as coisas vão acontecendo,
O entendimento possibilitou melhor compreender
A idéia num sentido próprio e global do sistema
Preparado pelo homem em relação aos instintos
Possivelmente herdados dos animais, o pensamento
Foi pelo homem absorvido e em tempo veio o raciocínio
Equiparado, diante de versos, ate mesmo um certo
Lirismo as vezes calculado antes mesmo de ser
Dissertando, o então compromisso estava diante dos olhos
Do homem pela idéia de meu entendimento comigo
Mesmo e todos que venham fazer parte de minha vida
Sigo desde então sempre ciente da minha compreensão
Através do entendimento comigo mesmo. Márcio palafi. 29/12/2010.
A parte mais profunda do ser.
O espaço existe porque em sua profundidade infinita, o ser humano coloca todo o seu poder de busca, atravessando fronteiras na amplidão do seu estado imaginário muitas vezes não compreendido pelo processo do sistema ordinário da realidade. Este nosso imenso país, está o exemplo claro do poder demagogo no exercício das camadas políticas, onde o homem tem nas mãos a situação própria desconhecendo esta profundidade, não porque queira desconhecer mas, porque não lhe interessa descobrir qualquer falha em sua tão venerada campanha, para que seus dotes de bons e subdesenvolvidos aparelhos sejam deflagrados com curto espaço de tempo. A história desta profundidade percorre de espaços onde possa obter a devida permissão para quem sabe, no decorrer do tempo permitir através da própria ação do homem, colaborar com o próprio conteúdo. A nação nos envolve em um manto, cujo tecido são nossas próprias afirmativas ao longo e infinito processo de busca à liberdade e a paz, nossas mentalidades estão diretamente ligadas ao processo da realidade através do raciocínio e a ação do homem no ideal, no qual proporciona fé.
Então observamos a profundidade desta busca, estruturando nos na realidade da ação própria do ser, em sua profundidade de busca a qual declaro.
Exercício da memória e este é o compromisso do ideal na realidade desta busca. Ao acaso observamos atitudes impróprias, não nos compete criticar porém procurar entender tal atitude de proporcional valor ético em tempo. Todas as lições de vida onde nossos pecaminosos caminhos nos permitem ao não atingir o mais profundo qual podemos participar nossa perfídia. Então nos envolvemos com Deus e seus mandamentos, eles foram colocados diante do homem afim de que possa constituir uma sociedade mais justa ao passo do processo de libertação do homem na sociedade em comum acordo pois, seus integrantes fazem a parte mais profunda do ser sentir-se mais humana na realidade da vida.
Textos retirados de acervo digitado em 2000.
Publicado em 29/12/2010. Márcio palafi.
O transeunte.
Pois quando pela prática interminável do homem em seu direito próprio de conduzir o seu próprio destino. Deus se fez presente em algum estado por um pensamento livre de conceito profundo.
Pois quando de uma presença do homem por qual caminho tão livre o determinasse do seu merecido conhecimento, além do que imaginaria, do mesmo tempo o principio do pensamento seria a liberdade pelo seu merecimento na vida própria.
Pois então o homem caminhasse com suas pernas ainda não o permitira o tempo, a condição do seu desejo de liberdade, vinda de um homem próprio do seu poder absoluto sobre os demais mas, tinha duvida do seu merecimento por Deus em seu interior, um dia se indagado além do seu principio, por saber quando o quanto ele o valera pela própria realidade.
Retirado de acervo digitado em 06/2001.
Publicado em 29/12/2010. Márcio palafi.
Arvoredos brotavam entre as montanhas
Dentre eles, floridos os galhos
Pesados despencavam com o tempo
Somente os quais argüiram
Pois das flores em cachos
Sem limites de sobrevivência
Mesmo ao chão coloriam
Com tantas palavras toscas
Para transeuntes não importa
Mas, sim o lucro de efeito social.
O desejo de um transeunte
Está em sua colocação social
Pois o que dizem a respeito de
Não lhe faz da memória
Uma parte do todo tempo
Cuja vida de cada um
Repita sempre o mesmo estado
Estado físico em uma das partes
Repetindo o mesmo formato
Para a posteridade se é pois.
Retirado de acervo digitado em 06/2001.
Publicado em 29/12/2010. Márcio palafi.
Instinto um instante em reflexão de paz.
Enquanto não se percebem, envolvem-se entre instintos saturados aos seus próprios desejos transcendentes milenares, quando através da própria imagem, conseguem deixar fluir do fundo, em seus semelhantes, os mesmos instintos. A partir do poder radical em que o profundo persiste mais forte, qual realidade os subestimaria? Sabendo que em seus desejos milenares ainda percorre em suas veias as marcas dos instintos, onde buscam a vingança infeliz dos que foram levados ao encontro de sabe quem? Quando o assunto é paz, então a paz também é milenar, pela semelhança do irmão que partiu em busca da maioria pela paz.
Sol e chuva.
Mistura a água da chuva, às horas
Os minutos contam em tempo
E as metades em si tão forte
Que a luz do dia fazem de raios
Há formação de lamaçal ao meio dia
Quando se deliciam a valer, os porcos
Naquele imenso lamaçal sem fim
Além do arco-iris o horizonte mais além
Fazem do composto honroso tenaz
Ao forjar a lembrança à liberdade. 29/09/2000.//29/12/2010. Márcio palafi.
Quando percebi que a compreensão
Fazia parte de um entendimento
Não sabendo bem a proporção exata
Precavi-me de reivindicar por amenizar
De forma a dialogar com o tempo
O tempo inteiro discutindo, as vezes
Porque era o então compromisso possível
Embora impossível fosse da possibilidade
Tudo era tão perdido, tão longínquo
A igualdade estava tão distante, mas a liberdade
Parecia o caminho mais discreto, pois do que
Se passava o conhecimento pouco percebera a lição
Quando o interior, portava de maneira sempre
Sempre era possível me descartar compreendendo-me
Melhor quanto mais perdidos partissem ate então.
Notifiquei palavras, sonhos, caminhos como estradas
De difícil acesso para que a memória não tivesse
Que ser destruída, mas algumas etapas somente
Pensadas motivava-me de certos trechos de inteira
Solidão, como o tempo não para, as coisas vão acontecendo,
O entendimento possibilitou melhor compreender
A idéia num sentido próprio e global do sistema
Preparado pelo homem em relação aos instintos
Possivelmente herdados dos animais, o pensamento
Foi pelo homem absorvido e em tempo veio o raciocínio
Equiparado, diante de versos, ate mesmo um certo
Lirismo as vezes calculado antes mesmo de ser
Dissertando, o então compromisso estava diante dos olhos
Do homem pela idéia de meu entendimento comigo
Mesmo e todos que venham fazer parte de minha vida
Sigo desde então sempre ciente da minha compreensão
Através do entendimento comigo mesmo. Márcio palafi. 29/12/2010.
A parte mais profunda do ser.
O espaço existe porque em sua profundidade infinita, o ser humano coloca todo o seu poder de busca, atravessando fronteiras na amplidão do seu estado imaginário muitas vezes não compreendido pelo processo do sistema ordinário da realidade. Este nosso imenso país, está o exemplo claro do poder demagogo no exercício das camadas políticas, onde o homem tem nas mãos a situação própria desconhecendo esta profundidade, não porque queira desconhecer mas, porque não lhe interessa descobrir qualquer falha em sua tão venerada campanha, para que seus dotes de bons e subdesenvolvidos aparelhos sejam deflagrados com curto espaço de tempo. A história desta profundidade percorre de espaços onde possa obter a devida permissão para quem sabe, no decorrer do tempo permitir através da própria ação do homem, colaborar com o próprio conteúdo. A nação nos envolve em um manto, cujo tecido são nossas próprias afirmativas ao longo e infinito processo de busca à liberdade e a paz, nossas mentalidades estão diretamente ligadas ao processo da realidade através do raciocínio e a ação do homem no ideal, no qual proporciona fé.
Então observamos a profundidade desta busca, estruturando nos na realidade da ação própria do ser, em sua profundidade de busca a qual declaro.
Exercício da memória e este é o compromisso do ideal na realidade desta busca. Ao acaso observamos atitudes impróprias, não nos compete criticar porém procurar entender tal atitude de proporcional valor ético em tempo. Todas as lições de vida onde nossos pecaminosos caminhos nos permitem ao não atingir o mais profundo qual podemos participar nossa perfídia. Então nos envolvemos com Deus e seus mandamentos, eles foram colocados diante do homem afim de que possa constituir uma sociedade mais justa ao passo do processo de libertação do homem na sociedade em comum acordo pois, seus integrantes fazem a parte mais profunda do ser sentir-se mais humana na realidade da vida.
Textos retirados de acervo digitado em 2000.
Publicado em 29/12/2010. Márcio palafi.
O transeunte.
Pois quando pela prática interminável do homem em seu direito próprio de conduzir o seu próprio destino. Deus se fez presente em algum estado por um pensamento livre de conceito profundo.
Pois quando de uma presença do homem por qual caminho tão livre o determinasse do seu merecido conhecimento, além do que imaginaria, do mesmo tempo o principio do pensamento seria a liberdade pelo seu merecimento na vida própria.
Pois então o homem caminhasse com suas pernas ainda não o permitira o tempo, a condição do seu desejo de liberdade, vinda de um homem próprio do seu poder absoluto sobre os demais mas, tinha duvida do seu merecimento por Deus em seu interior, um dia se indagado além do seu principio, por saber quando o quanto ele o valera pela própria realidade.
Retirado de acervo digitado em 06/2001.
Publicado em 29/12/2010. Márcio palafi.
Arvoredos brotavam entre as montanhas
Dentre eles, floridos os galhos
Pesados despencavam com o tempo
Somente os quais argüiram
Pois das flores em cachos
Sem limites de sobrevivência
Mesmo ao chão coloriam
Com tantas palavras toscas
Para transeuntes não importa
Mas, sim o lucro de efeito social.
O desejo de um transeunte
Está em sua colocação social
Pois o que dizem a respeito de
Não lhe faz da memória
Uma parte do todo tempo
Cuja vida de cada um
Repita sempre o mesmo estado
Estado físico em uma das partes
Repetindo o mesmo formato
Para a posteridade se é pois.
Retirado de acervo digitado em 06/2001.
Publicado em 29/12/2010. Márcio palafi.
Instinto um instante em reflexão de paz.
Enquanto não se percebem, envolvem-se entre instintos saturados aos seus próprios desejos transcendentes milenares, quando através da própria imagem, conseguem deixar fluir do fundo, em seus semelhantes, os mesmos instintos. A partir do poder radical em que o profundo persiste mais forte, qual realidade os subestimaria? Sabendo que em seus desejos milenares ainda percorre em suas veias as marcas dos instintos, onde buscam a vingança infeliz dos que foram levados ao encontro de sabe quem? Quando o assunto é paz, então a paz também é milenar, pela semelhança do irmão que partiu em busca da maioria pela paz.
Sol e chuva.
Mistura a água da chuva, às horas
Os minutos contam em tempo
E as metades em si tão forte
Que a luz do dia fazem de raios
Há formação de lamaçal ao meio dia
Quando se deliciam a valer, os porcos
Naquele imenso lamaçal sem fim
Além do arco-iris o horizonte mais além
Fazem do composto honroso tenaz
Ao forjar a lembrança à liberdade. 29/09/2000.//29/12/2010. Márcio palafi.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A natureza do ser humano semelhante de Deus.
Em todas as partes do tempo, existem incógnitas da razão para o ser humano ser semelhante a Deus, ate em tudo além da justiça e também do amor, como reação mais profunda quanto mais semelhante, a razão em que resume se, duas intensidades de energias inversamente proporcionais.
A natureza do ser humano é a maravilha, assim também como a natureza de Deus, para ele esculpir suas idéias, mais analíticas do que prevenir, por comparativas, pois sendo Deus único pensamento do universo capaz de ser a perfeição, o ser humano tem semelhança em que tempo da razão? Mantendo o pensamento no que ele faz como beneficio de si ou do alheio a compartilhar o espaço, quando ocupa divisões nos setores das áreas dos condomínios, para sua permanência pacifica sobre sair em razão pela sua continuidade de compensação natural.
Por compreender essa imagem de Deus, o semelhante colocou ao seu conforto as alegorias disponíveis por imaginar, quanto relaciona a realidade do seu tempo em comum.
Participando toda sociedade também semelhante na justiça, além de justificar o amor a Deus, os seres semelhantes já imaginam que a natureza de Deus é fazer da primavera, um novo ciclo natural do tempo, quando se assemelha às coisas mais belas e sadias da vida, o ser humano poderia também classificar a sua destruição ambiental, como justificativa inversa à semelhança ao amor de Deus, podendo ser atividades por temor a Deus, então nos deparamos com dois Deuses inversos, a atividade por amor a Deus e outra atividade por temer a Deus, qual das duas seria a destruição, para ser outra um novo ciclo, de que seja o reflorestamento da terra, assim o amor a Deus será capaz de renascer para um novo tempo, renovando o que está sendo destruído por atividades que não são semelhantes.
28/12/2010. Márcio palafi.
Em todas as partes do tempo, existem incógnitas da razão para o ser humano ser semelhante a Deus, ate em tudo além da justiça e também do amor, como reação mais profunda quanto mais semelhante, a razão em que resume se, duas intensidades de energias inversamente proporcionais.
A natureza do ser humano é a maravilha, assim também como a natureza de Deus, para ele esculpir suas idéias, mais analíticas do que prevenir, por comparativas, pois sendo Deus único pensamento do universo capaz de ser a perfeição, o ser humano tem semelhança em que tempo da razão? Mantendo o pensamento no que ele faz como beneficio de si ou do alheio a compartilhar o espaço, quando ocupa divisões nos setores das áreas dos condomínios, para sua permanência pacifica sobre sair em razão pela sua continuidade de compensação natural.
Por compreender essa imagem de Deus, o semelhante colocou ao seu conforto as alegorias disponíveis por imaginar, quanto relaciona a realidade do seu tempo em comum.
Participando toda sociedade também semelhante na justiça, além de justificar o amor a Deus, os seres semelhantes já imaginam que a natureza de Deus é fazer da primavera, um novo ciclo natural do tempo, quando se assemelha às coisas mais belas e sadias da vida, o ser humano poderia também classificar a sua destruição ambiental, como justificativa inversa à semelhança ao amor de Deus, podendo ser atividades por temor a Deus, então nos deparamos com dois Deuses inversos, a atividade por amor a Deus e outra atividade por temer a Deus, qual das duas seria a destruição, para ser outra um novo ciclo, de que seja o reflorestamento da terra, assim o amor a Deus será capaz de renascer para um novo tempo, renovando o que está sendo destruído por atividades que não são semelhantes.
28/12/2010. Márcio palafi.
O efeito do desvio do sentido, inutilidade na finalidade sem principio.
Várias relatividades fixaram se pelas intensidades de energias, para um alinhamento de genes, numa arvore genealógica percorrendo espaços entre os galhos, copando daí ate a margem do possa parecer, na formação dos circuitos semelhantes de ligação interativas circunstancias, abrangendo o conhecimento relativo em cada gene, integra na memória no devido intervalo de tempo que não é especifico; tais relatividades variam de acordo com a razão mais intensa, formando núcleos onde os componentes seguem a mesma dependência causada por diversas intensidades, classificadas em visões variáveis das variações nos inferiores ate as mais superiores, porque não estancam a vazão no ego administrado em radicais, determinando ao âmago eloqüência para empregar o próprio tempo diversificando genes ativos pelas relatividades.
Ao mesmo tempo não especifico a variação desse tempo interage a variáveis, concluindo formas de intensidades semelhantes, para toda e qualquer fluência relativa no espaço entre cada razão étnica de toda etnia, concluir do desvio no sentido da expressão, podendo a variação competente ao relativo, da variável de mesmo estado na composição ética de várias etnias de circuito quando formara da circunstancia a relatividade, sem distúrbio ou transtorno, sendo o bloqueio um artifício para a variação tornar relativa à variável classificando assim toda circunstância quando se fixou relatividade entre energia e matéria.
Na finalidade o desvio de tempo seria capaz, como competência principio na relatividade entres genes de memória dentro de todo circuito ético, para todas as etnias serem capazes de em cada variação encontrar seu estado de intensidade relativa à variável, em qualquer tempo nos intervalos entre uma geração e outra, na memória dos povos miscigenados por razões múltiplas em todos os tempos, além da capacidade na realidade ter sustentabilidade em outro justificado fato, sem contradição interessante aos espaços nas variáveis das variações, nas quais do tempo se fez acontecer tais desvios corporativos dentro de toda razão étnica, de efeitos mais ajustados dos direitos dos cidadãos, quando intensificam aglomerados nas civilizações.
28/12/2010. Márcio palafi.
Várias relatividades fixaram se pelas intensidades de energias, para um alinhamento de genes, numa arvore genealógica percorrendo espaços entre os galhos, copando daí ate a margem do possa parecer, na formação dos circuitos semelhantes de ligação interativas circunstancias, abrangendo o conhecimento relativo em cada gene, integra na memória no devido intervalo de tempo que não é especifico; tais relatividades variam de acordo com a razão mais intensa, formando núcleos onde os componentes seguem a mesma dependência causada por diversas intensidades, classificadas em visões variáveis das variações nos inferiores ate as mais superiores, porque não estancam a vazão no ego administrado em radicais, determinando ao âmago eloqüência para empregar o próprio tempo diversificando genes ativos pelas relatividades.
Ao mesmo tempo não especifico a variação desse tempo interage a variáveis, concluindo formas de intensidades semelhantes, para toda e qualquer fluência relativa no espaço entre cada razão étnica de toda etnia, concluir do desvio no sentido da expressão, podendo a variação competente ao relativo, da variável de mesmo estado na composição ética de várias etnias de circuito quando formara da circunstancia a relatividade, sem distúrbio ou transtorno, sendo o bloqueio um artifício para a variação tornar relativa à variável classificando assim toda circunstância quando se fixou relatividade entre energia e matéria.
Na finalidade o desvio de tempo seria capaz, como competência principio na relatividade entres genes de memória dentro de todo circuito ético, para todas as etnias serem capazes de em cada variação encontrar seu estado de intensidade relativa à variável, em qualquer tempo nos intervalos entre uma geração e outra, na memória dos povos miscigenados por razões múltiplas em todos os tempos, além da capacidade na realidade ter sustentabilidade em outro justificado fato, sem contradição interessante aos espaços nas variáveis das variações, nas quais do tempo se fez acontecer tais desvios corporativos dentro de toda razão étnica, de efeitos mais ajustados dos direitos dos cidadãos, quando intensificam aglomerados nas civilizações.
28/12/2010. Márcio palafi.
A produção de um reflexo.
O interesse da razão poderia existir, no humanismo
Quase sempre contém naturalidades expostas pelas
Propriedades, que na integridade não produz, totalidade
Essa, encontrada finalidade, estabiliza críticas normais
Equilibrando realidades, num exercício constante
Porque o principio do pensamento, envolve se
Por ângulos formando arestas, retirando o reflexo
A imagem do espelho, também não encontra ou
Não era capaz de encontrar narciso, em qualquer
Outra parte do tempo, pois perdido é inconsciente.
Márcio palafi. 28/12/2010.
Numa arvore tamanho do universo.
No natal uma arvore gigantesca seria totalmente transcendida
Todos os galhos enfeitados, com cores do bem em viver, luzes
É mesmo a arvore da vida, quando novamente iluminada, neles
Galhos, espaços entre tempos teria qualidade virtual mais justa
Quando luz graça da vida, verdade o natal justifica cura do mau.
Márcio palafi. 24/12/2010.
Objetividades em meios das civilizações.
A capacidade do ser humano se tornar um transeunte combina, para que ele possa argumentar pela razão, quando encontra outra parte do tempo, para relacionar exemplos nos fatos, passando ao imaginário sem motivos de reação, composta pelas intensidades de energias fluentes do meio que compreende; na realidade vivemos todo tempo razões de princípios, onde as ações são deflagradas para se tornarem pretextos além da moral na civilização.
Por isso o tempo está presente, como o fator leva ao fato, não havendo percepção para possibilidade visionária, ligando a qualquer fluxo nos surtos de energias, em meio a alterações nos desníveis, quando são afetados pelo descontrole emocional, portanto a finalidade nesse principio recorre à razão desfocada, quando o tempo pode ter sido, ou sofrido desvio, para posicionar os dois lados da moeda, no interesse de terceiros; quanto mais fora do meio emocional.
Contudo tornaria se bastante difícil como espaço federativo, cujas expressões da união desses desníveis, quanto ao tempo compartilhar através dos aplicativos nos envolvimentos das intensidades de energias, ou então seria o principio, na finalidade encontrar quando fato, estados depreciativos para se estender através, nos surtos sem fluxo de saída formando razões estressantes, de níveis ou sub-níveis, sem razão de saída em qualquer tempo.
No entanto as razões competiriam múltiplas, por tantas etnias reconhecidas dentro do âmbito social, de vivencias dos grupos de atividades em comum, porém somente o especifico fator quando eleva ao fato, compensaria a visão além do imaginário, na finalidade do pretexto bem como os escudos da burocracia, para interação natural da vida numa compensação entre lados opostos, nas formas entre as espécies em desencanto, não iria sofrer por tanto reconhecer o estado natural, em que participa na emoção do ser humano dentro da sociedade civil, encontrar a razão de cidadão quando possui valor étnico em toda sociedade, afim em compensar o pensamento vivo em estado de republica federal, de noção que é conhecida no paraíso fiscal, tendo afinidade com a exploração processual, enfim todo fluxo de saída encontra razão justa ate o juízo final, se Deus quiser. 28/12/2010. Márcio palafi.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Todo romance pode estar relacionado além, no limite da fronteira do amor.
Estabelecer condições de fronteira, sempre dimensiona exemplos para que o tempo seja percebido afim em qualquer argumento, ainda para o bem alcançar novas realizações seria do destino, estender ao longo de qualquer percurso natural da vida, compreender que nada é feito a troco de nada poderia dificultar tornando se paranóia, por isso em tal novo tempo arcar de conseqüências não tão naturais, tornaria relativo dois inversos de tempos não específicos, quando a naturalidade não possuir principio em qualquer finalidade, para o expressionismo causar impressões em origens manipuladas além da fronteira de um cotidiano natural, para não ocorrer em todo e qualquer romance, a condição em dificuldades de compensação do juízo.
Todavia são argumentos próprios onde a razão, suporta ou não a finalidade em tal principio de vida natural, são dois inversos de tempo desencontrados, como destino de participação social, de toda família contida por desejos estruturados em participações sócio-econômicas em toda etnia pela transição em qualquer tempo natural de vida.
A religiosidade em grandes centros urbanizados promete diversificar, como etnias fora do entendimento interior, por haver um desequilíbrio social dentro da sociedade, que é invadida, estando além da fronteira da vida natural em todo interior do ser humano, porém mais profundo que esse interior, em qualquer tempo a vida é resultante dos artifícios, na visão que quase sempre também não é compreendida, tal finalidade ficar tão distante, que o principio não é relacionado à razão natural, considerando o tempo não especifico, acredito que os romancistas tentam encontrar dentro da fronteira, a razão na qual a relatividade se destaca além do limite, para um relacionamento social participar, sabe se quando, do interior equilibrado dentro de civilizações envolvidas pela arte de amar enquanto se vive para deixar viver.
Ninguém é capaz de ser Deus para proporcionar a razão em qualquer tempo, por isso obtendo um interior mais justo, a vida é capaz de provar e ser aprovada nas ações de relacionamento natural em todo ser humano.
Márcio palafi. 26/12/2010.
sábado, 25 de dezembro de 2010
A liberdade é um intervalo entre a noção em imaginar ver o que se pensa.
Uma participação consciente no prazer, não retrata a usura como forma de liberdade em qualquer expressão, todo desejo vem da necessidade em obter algo necessário ao cotidiano do ser humano.
O tempo de realização do pensamento e a virtude de cada um conseguir realizar um desejo, que está na razão em todo cotidiano, para mais, a liberdade é conseguida sim, porém em outro tempo de colisão entre a realidade e a necessidade de se envolver, por buscas relativas ao meio, para viver na intensidade que obedece a fluxos entre estímulos e retornos de energias no meio natural de convivência real.
Duas linhas paralelas em todo cotidiano são fatores, uma é o imaginário e outra é realização real, quando está em tudo que se vê, pois a ilusão é tudo que se pensa imaginar ver; quando acontece a necessidade que é o desejo, a intensidade de energia faz da incógnita um labirinto, em questão do fator passar a ser a eloqüência humana, para enfatizar a razão em obter no desejo a opção pelas partes em evidência lógica.
Quase sempre dizem que disso à parte vem do inconsciente, porém também pode fazer que o vetor seja o consciente, desejando algo real na vida cotidiano, para obter das ligações entre intensidades de energia o que a sociedade, tem como forma étnica em conseguir o estado, para constituir o exercício nacionalizado coerente em razões sociais humanitárias, levando a qualquer etnia a liberdade de exercer a ética para não acontecer discordância social, vivenciando assim o realismo pelo humanismo.
25/12/2010. Márcio palafi.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Realidade vida.
É preciso viver melhor o tempo
Que vem acontecendo dia-a-dia
O dia quando está melhor, haver
Entender para quem fazer melhor
O dia não veio, raiar manha de sol
Por onde estou, o caminho é feliz
Porque também é de pedra, raiz
Em que tempo estou fazendo o que
Partirá ao anoitecer, quando há lua
Amanha de sol, vai chegar outro dia
Outro dia talvez melhor, acontecer
/ / Vamos viajar para viver melhor!
/ / Viver a vida de hoje e sempre!
12/11/2010. Márcio palafi
Enquanto assistia entrevista, Milton/Jô ----01:30.
Todo desejo de um dia buscar a vida através da vida.
O sentimento quanto mais profundo, quando qual conteúdo procede próximo da quantidade de tempo, sendo propriedade de busca, pode estar competente ao extrativismo, tendo no radical a semelhança nem sempre total, não determina a convecção em outro tempo, para a outra razão alcançar quando se aproxima em qualquer realidade, pode não ser determinada pelo tempo, quando se alcança a própria integridade, e o seu poder supera a opinião nem sempre tão profunda quanto se parece.
Por isso a distância entre dois estados consiste em admitir que, o alheio se sinta bem em seu âmbito sem compromisso de realização, projetada pela intensidade de reação, não denominada ainda pela realidade de propriedade sem vinculo.
Afim de que esse estado tenha consistência, a razão do interior sendo pigmentada e ainda distante, para uma dimensão, a procura se repete ate haver coincidência de princípios, dentro da tolerância à variação do desejo para encontrar dessa, a variável relativa ao mesmo principio também variável, dentro de uma tolerância inversa, mas de relatividade ate a finalidade ser especifica pelo fato natural em tempo.
Além do conceito ser, ondas indefinidas aos estados de realização, ainda em tempo poderia se realizar todos os desejos, para a realidade ter o prosseguimento na participação social devido ao meio, como determina a razão no entanto a partir da finalidade ligar diretamente o principio no objetivo de vida em comum.
Assim todo desejo está definido em sua realização para o bem em comum à sociedade, porém se há adversidade no estado familiar, o principio se situaria pela necessidade direta da sociedade, buscar uma afinidade mesmo indireta como propósito de fatores na transição temporal, para todo exercício natural da ação que se deflagrada é reação de fato, não ser um estimulo de retorno danoso ao estado próprio de principio pigmentado na razão de ser humano.
16\07\2010. M1380.205.
Márcio paláfi. 297.899.316-20.
Definição de rock.
Um conjunto de sons que acompanham os acordes de uma guitarra.
Quanto ao rock’in roll é tão somente a ligação para o pop.
No mais tente ouvir um rock sem o som de guitarra.
Márcio palafi M1380.205.
297.899.316-20 16\07\2010.
Não voltariam novos tempos.
Hoje bem pela manhã nossos desejos, quase se difundiram em meio aos instantes, proporcionados além do vento, não havia mais nada afim dos primeiros raios de sol, definir a temperatura mais agradável ao ambiente.
Deveria ser de verdade uma grande gratidão do tempo, descolorir a bem do instante mais esperado do dia, como alvorecer, nascer diante da manha a razão do medo, então partira novamente, não ouvi mais nada a não ser o soluço de sua vontade em permanecer mais um instante, mesmo sem lenço nem documento.
Observei durante algum tempo todo principio, quando a esperança em recomeço para que acontecesse, não se saberia em que tempo, toda razão em existir e lutar à medida do possível não admitir sequer uma pergunta, para onde tudo estava direcionado, afim de outro instante fazer novamente e trazer um novo tempo em um novo começo, ate esses dias ficarem esclarecidos no emergir, em tempo de não ter ainda sucumbido distante da improbidade na incoerência normal.
Ficando assim um distúrbio na paixão, pois hoje é outro alvorecer podendo estar mais quente ate mais tarde, não acontecer novamente uma despedida, pois o ser que veio voltou ao seu instante de visão ainda em outro tempo, mais que a sua distancia ficaria para mais os preconceitos participar.
Márcio paláfi. M1380.205.
297.899.316-20. 16\07\2010.
O estímulo é próprio de quem deseja, para intensidade retornar em tempo.
Qualquer intensidade de energia transcorre como estímulo a um pensamento eficiente, atendendo para retorno em tempos não específicos, para que a atividade no tempo faça coerência à razão do instante em que a ação é deflagrada e se torne uma reação, dando origem a um movimento de conclusão em tempo ou procura por uma adesão a qualquer efeito que se torna critica mesmo se essa for uma rejeição, mau interpretada como discriminatória em conta ao circuito qual levará a uma circunstância fechando um ciclo de tempo esperado, em qualquer desejo naturalmente do estímulo ao retorno do pensamento.
Encontrando um fechamento de qualquer ciclo, tanto for divergente para novamente convergir, assim a intensidade de energia também poderá atingir um estado, quanto tanto for passivo afim de que aconteça uma transição desconhecida ate ser deferida a frente de busca na finalidade do principio conhecendo o estímulo.
Quando existe a possibilidade de ser reconhecida mesmo em parte, o pensamento para o tempo,encontra sua razão e se torna novamente com adesão de intensidades desconhecidas, pois o fechamento reconhece a intensidade maior por uma parte em que se fechou mesmo fora de ciclo não esperado porém praticado com razão em outro tempo.
A humanidade reconhece a partir da miscigenação das espécies quase todos os estímulos divergentes para convergir, converter e divergir novamente em forma de pensamento, ou praticar atividades quando tal circuito é levado a uma circunstância de razão sendo ela no portador do desejo intensificado através da necessidade dele próprio, pois a fato será considerado dele, para outros circuitos leva se em conta o beneficio sendo um retorno.
O ser humano possui os seus legados competentes em tais princípios, o que faz a destinação ser para sinas atingidas, mesmo com a incoerência dessa razão própria no tempo em que se emitiu o estímulo de intensidades variadas por encontrar também variações relativas a necessidade em tempo de ser admitida como reação em tempo, pode se afirmar que essa é uma característica do humanismo, para que a realidade seja pouco a pouco mais transcendente ao instante em que se denota o fato, mais provável sendo ele normal de quem o pratica na razão de ser o beneficio, entendimento provável ainda em tempo da liberdade de se expressar sem transtornos causados por traumas de intensidade, no rejeito de desvios na personalidade de quem possui envolvimento com a liberdade alheia ou a própria integridade física e mental.
O pensamento pode ser encampado, estando a intensidade de energia neutralizada, para formar todo o principio que a finalidade em tempo para tal ciclo de tempo se formar, quando o estímulo encontra um retorno de paz.
18\07\2010. Márcio paláfi,
M1380.205. 297.899.316-20.
Dois lados em um tempo.
O rio desce pela encosta alcançando
Ao horizonte
Uma nova aparência em todo instante
O ruído de suas águas agradam a gente
Que observa o dia além da noite, clara
Quando envelhece, o firmamento passa
De uma original a cada instante, radical
Fazendo acontecer a bem da vida, a parte
De quem fica novamente, pensando que
Todo tempo não passou de uma alegria
Só cheio de esperança, aconteceu outro
Para o tempo inteiro, participou caminhado
Vale pelo formato de um galho torto, para
Na escuridão deixar que o tempo entenda
Para um movimento constante de águas
Descendo por um, passando a um extrato
Bem como seu rumo, seguirá tortuoso
Indo assim participar lá além do tempo
Que jamais voltaria, pois nunca chegaria,
Possuímos toda a esperança, para o bem
De livre a observar dois rios indo para o mar.
Márcio paláfi. 19\07\2010.
238.899.316-20 M1380.205.
Atendimento de minuta.
Quando um raio acontece, em poucos segundos destrói
Quanto mais o fogo que veio do raio arde mais queima
Quando alguém tem a maneira de abafar todo movimento
Deixa de fazer, pois a energia provocaria com toda força
A ultima que se acendeu depois dessa acabou apagada
Novamente com uma distancia arqueológica ficou novo
Acabou se tudo o que havia em movimento depois danou
Quanto mais se foi partindo para o fundo, lá no vale entrou
Para não voltar e aprendeu a consumir melhor atendeu lá.
20\07\2010. Márcio palafi.
M1380.205. 298.899.316-20.
Deflagrando uma ação para a reação no cotidiano.
Estando o cotidiano de todos disposto pelo sofrimento em reações, todas elas estão estabelecidas para uma margem, de onde o ser humano pode compreender melhor o seu complemento, que ira suprir o amanha com um novo entendimento, e o seu método de agir ficaria mais competente assim que ele se comprometesse a reação mais justa em seus atos para com terceiros mesmo se esse tivesse lhe devorado, com a finalidade em seu contrato, para possuir o seu total conhecimento da vida.
Empregaríamos no caso a primeira lei de Newton porque só assim poderíamos encontrar através do seu feito o fator que abriria uma nova ação para ser levada a uma reação logo que deflagrada em tempo à adquirir um novo movimento em uma razão, no contexto, compreendido para a razão existir em tempo de praticar uma nova ação para ser novamente deflagrada e assim sucessivamente implementando o cambio com efeito da onda e o fundamento na critica.
22\07\2010. Márcio paláfi.
M1380.205. 297.899.316-20.
O tempo além, na razão do poder dela própria.
Em uma ocasião pretendida pelo tempo, na reação mais que normal, o ser humano percebeu que sentiria muito melhor se ele próprio percebesse que esta vivendo a partir de muito mais tempo quanto imaginasse sua vida, entre todas etnias possíveis. em tempo de se sentir livre do pensamento contraditório na razão do seu principio sendo elaborado na finalidade que uma noite, quando pela manha ,chegara a noticia quando esperava o seu desejo ser concluído.
Assim fizeram todos os outros que imaginaram um dia se livrar também daquela contradição, do seu pensamento no movimento, em tempo ,que ainda não chegara a ser percebido na sua ou seu raciocínio ser concluído além da vida lhe garantir uma união de povos livres da imagem no absurdo que faziam da imagem no seu reflexo bastante distante, assim quando todos se livrassem do desvio, e a poeira da estrada se desfizesse no ar, poderiam sentir através da visão mais distante a realidade no desejo próprio em cada um dos seus movimentos, não esqueceriam mais dos tempos mais fieis a própria integridade física e mental, porque estavam percebendo a bem da realidade que o sonho de se livrar, ou alcançar o trajeto, foi só por motivo de viver um tempo muito melhor que um sonho só de liberdade, porque sentiríamos nossa independência qual assistia no sonho de libertar, para viver livre.
Márcio paláfi. 22\07\2010.
M1380.205. 297.899.316-20.
Da forma ao espaço na razão federativa.
Além do tempo percebido em razão no entendimento mais evidente, afim de que a disposição no exercício tornasse a parte mais real do composto étnico, a capacidade ate ao compromisso, está contido, porém a propriedade em se tratando, ao conhecimento ainda tendo forma, esta aconteceria em tempo mais real ainda quando o âmbito estivesse para o alcance no ébano.
Talvez a razão em parte à federativa atingisse a total escuridão, como prática no movimento concreto, usaria a tempo; a chama do fogo, a luz dos raios dia podendo ser ate mesmo a capacidade de amar!
Márcio palafi. 26\07\2010.
M1380.205. 297.899.316-20.
Os veículos e o precipício.
Acontecia um movimento muito grande na estrada do matão
Todos os carros corriam em direção, ao fim na marca do raio
O tal movimento entre carros, movimentavam veículos no dia
Pois a noite recostavam entre as clara bóias, assistiam estrelas
Cintilantes, e estando entre arbustos não dormiam mais que
Poucos instantes além do encontro, não iriam mais, estendidos
Todos participariam como foi descrito em razão, propriedade e
Foram todos em outro dia, quando mais tarde, já era tempo mais
Participavam à distancia não existir, era mais concreto quando
Ardiam todos, um dia participaram e ouviram muito mais, quando
Não existia mais nada além de um precipício bem a frente.
Márcio paláfi. 28\07\2010.
M1380.205. 297.899.316-20.
Ate onde chega o fascismo do fascínola, charlatão?
Enquanto a esperança de um estado constituído pela parte interessante influir diretamente, mesmo estando em cima de outra perspectiva, poderia afirmar que estima se o principio; é o beneficio em uma disponibilidade de conceitos étnicos distribuídos para que a mentalidade do ser humano consiga afinidade, entre o tempo em exercício e a razão desse movimento, afim de encontrar a distancia entre a reação da ação e o fato em um tempo não especifico.
A característica desse encontro que é o feito, em dominância de razão própria do fator levar a qualquer entendimento dentro de cada concessão étnica, para que a ética de cada etnia seja a verdade mais adequada ao próprio trauma criado pela reação em movimento constante.
Ate mesmo levaria a imagem do pensamento, visto de cada ângulo para a continuidade da reação chegar ate a uma finalidade especifica ao fato no feito consumado, e a um retorno de qualquer estímulo divergente, seja convergido para uma nova convecção, portanto para onde levar a imagem refletida pela ação, o instante em que se torna reação envolve a quebra de nova finalidade de principio regulado em uma nova intensidade de energia de um novo principio.
Quando em tal domínio para a ação refletida, ate se tornar uma reação de movimento ou pensamento o estado se encontra para também definir o tempo em cada etnia de cada valor étnico.
Estamos agora em uma grande miscigenação entre espécies, e todas as etnias estão dentro de todas as reações desses tempos não específicos em cada uma delas reagir com principio na finalidade própria de cada uma ou a de razão dominante por ser qual talvez mais justa em tempo de reação a outra ação deflagrada no exercício da vida social em cada estado próprio para onde tem sua liberdade de observar o pensamento em movimento ate reagir em uma conclusão, necessária a não omitir a sua opinião, quando poderia haver dano ao fator procedente ao fato.
Esta reação pode resvalar estando divergente, por uma onda onde Maria vai com as outras, através da paranóia que a imagem do pensamento deixa se não tiver o contato na realidade do recurso de onde progrediu a ação para criar a reação em variedades de intensidades de energia em movimento constante.
30\07\2010. Márcio palafi.
M1380.205. 297.899.316-20.
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