terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Os fatos do dia convergem com normalidade para o tempo ser divergente.




Almofadinhas.

        As pessoas deveriam se responsabilizar pelas coisas, dos seus atos praticados e também nos efeitos causados pelas reações que visualizam, amenos que essas coisas praticadas, sejam envolvidas por outras incógnitas, mau sucedidas pela realidade, quando o trato respeito não sucumbe, pela razão da visão racional ou de humanismo, os seres humanos praticam atos com visão além da evolução, estando assim sempre emergindo para alcançar as suas possibilidades, afim praticadas por um único individuo, por que não ele mesmo?.
        As revoltas do tempo encontram sempre reações adversas, nestas conclusões, porque as vezes ele próprio “qual argumentou” não possui o recurso qual declare a razão encontrada no conteúdo temporal verbal.      
                                                              Marcio palafi.  05/10/2010.
                                                              M1380.205.    297.899.316-20.

Conseguimos encontrar a razão do ego perdido do alheio no irmão?

        Quantos foram os anos quais verificaram, de qualidades múltiplas para serem direcionada uma própria, quando alguém ouvir um ruído estranho, não vá pensando coisas, pois a paranóia depende de, qualquer parte não alcançada pelo individuo que não se preparou para entender, extensões entre reações de energias, porém todos se insinuam por uma visão não especifica, porque o centro da razão possui a reação, como um dogma se o mesmo não se desfaz? Acompanha-lhe traumas complexos de sua forma, ate ao seu equilíbrio, não consegue se aprofundar, por um significativo pensamento medo, qual serve de proteção incoerente a ação do alheio, o que o afeta profundamente pelo que, o arbítrio está generalizado a bem do domínio em um estado impróprio, assim o consumismo descreve a dimensão do conteúdo pouco entendido, pois a razão do dogma não foi encontrada em outra ou varias etnias consolidadas, pelo desejo em conseguir uma união bastante duradoura, ficaria facilmente fragilizada à contaminação por trauma não encontrado   também, por ser parte de síndromes em outros tempos. 
        Ate mesmo comunidades praticantes da usura não estariam em comum acordo, também porque estariam perdidas, por outras defasagens, pois o tal núcleo qual se deu a reação de síndrome, não foi encontrado em nenhum tempo, quando a vida quase não foi declarada, em determinante de tempo aproveitável ao domínio da razão do alheio, sem se manifestar, a propriedade não permite, outra intermediaria podendo ser responsabilizada?. Aqui fica a pergunta, quanto a resposta deve ser justificada, de maneira que o tempo empregado além de não perdido, esteja em relatividade com a realidade da razão mais justa, entre todas as que se enfocam como união bastante tenaz, pelo juízo final.
                                                                                      Marcio palafi. 06/10/2010.
                                                                               M1380.205.   297.899.316-20.

Um conceito de relatividade étnica.

 
        A participação entre indivíduos são retratados, para qual a emoção dominada no realismo, é especifico do entendimento deflagrado no conteúdo, sendo ele próprio, à propriedade em exercício, sem marcas traumáticas ainda não diminuídas ao cotidiano da razão eficaz, porém o circuito estando divergente torna as vezes retroativo ao desfecho de qualquer ação, tal desfecho determina além da subjetividade em relatividades dos genes de erudição própria, para apropriação convergente que tem o individuo  objetivo, quando seu seguimento corrige a possibilidade de carmas relativos aos traumas cotidianos.
        Todo seguimento possui graus de intensidades, dentro das etnias relacionadas além do meio sócio político econômico, entendendo a condição em cada relatividade pelo humanismo, as intensidades se relacionam durante a parte da variação, em que o tempo focaliza uma variável, uma vez que a ética encontrada pela razão dos doutores Hipocrates e Sócrates esses, também não determinavam o nível das intensidades, quando entravam em reação, mais tarde essa parte seria definida pela relatividade encontrada por Albert Aenstain, sendo a sua teoria um ponto exato para a extra matéria, não achar mais o nível de relatividade em outro tempo, o que se confunde ao apocalipse, não bem denominado à razão da matéria.
        Conseguindo da parte encontrar através do nível em intensidades de energia, o que se torna dentro da variação perceber a variável, mesmo tendo saído da tolerância, essa mesmo seria relativa a qualquer outro tempo de nível coerente ao circuito que levaria a uma circunstancia, na razão envolvendo qualquer intensidade étnica, da condição variável mais justa, quando percebe se que isso não causa rejeição em qualquer das intensidades variáveis das variações encontras dentro da tolerância, em que o ser humano consegui manter se em equilíbrio no ambiente social.
        Do senso para todos e quaisquer tempo, o admissível é encontrar a etnia variável, quando tal tolerância para qual for convergida, além, de divergida possa ser convertida em tempo de não sofrer outra variável, agradecendo assim a possibilidade no seguimento tolerável, quando a razão encontra se por ser justa na exatidão apocalíptica em outro tempo, para a razão mais competente entender que o tempo não é o mesmo por isso existe a reação, e a intensidade variando dentro de qualquer tolerância, conseguiríamos nos relacionar socialmente sem qualquer rejeição dos níveis de intensidades de energias através do cotidiano no realismo pelo humanismo.
                                                               07/10/2010.   Márcio palafi.
                                                               M1380.205.   297.899.316-20.
      
 
      





Quando o tempo passa.

O tempo da vida influenciou as horas
Para que o desejo transformasse tudo
Quanto está possível, tornar visível na
Idade mais contemporânea, de passar
Em um mesmo instante, irrealidade já
Porque a realidade está visível em cor
Com reflexos de naturalidade, pratica
Todas influenciados, contentes ficam
Quando observam a vida tão longe
Chegar, pois já é hora quanto tempo
Foi que passou em todas essas horas. 
                                        Márcio palafi. 09/10/2010.
                                        M1380.205.  297.899.316-20.




































Evidencia do pensamento à evidencia da vida na razão do tempo.



        Geralmente as pessoas acreditam em fatos, para que as partes superficiais impliquem em alguma de suas desilusões, ou relacionam com seus pensamentos, em tempo de colocar todos os desejos assimilados as tais assimilações, sofrendo relatividades, estando essas aprofundadas a níveis ainda não solucionados, isso é um artifício do ser humano conseguir a adesão social.
        Muitas vezes o fato traz para o tempo real, a questão em aberto pelo estado de imaginação, empregado por mecanismos apropriados, fazendo do ambiente, hipóteses incógnitas, e uma dessas hipóteses para o cotidiano é, “a luta do individuo está cada vez mais aprofundada, pelo seu exercício gramatical, colocando o tempo à disposição, uma vez que o pensamento em sua intensidade de energia encontra, no desfecho cotidiano da vida, a razão para em um ponto qualquer do tempo praticar a razão em um movimento, que coincidentemente é compreendido, através da satisfação, na visão superficial ate a profundidade do sentimento”.
        Enquanto a forma utilizada na reação fica a critério, da irradiação em  interesse, para que o foco seja dirigido a um outro ponto equivalente, fazendo da coincidência, outro objetivo esquecido pelo fato anterior ao acontecimento, suprimindo assim, como se fosse ondas irradiadas, não muito envolventes, tais, quais assimilam projeções não muito aceitáveis, porque fere profundamente a razão no interesse não encontrado.
        A realização sendo o bem comum social, admite assim mais uma forma de onda, para formalizar outra crítica, ate que a angustia seja tanta, ate que a solidão não de vazão, ate que o interesse seja inviolável, ate mesmo que o objetivo do individuo seja trazer do mais profundo do ser a sua verdadeira prática de vida, realizando em seu meio, o que está disponível em seu tempo, para o próprio, encontrar a propriedade em tempo, se destacar pelo equilíbrio entre energias, qual assimilações implicam em caminhar em frente, seguir um caminho real, que a realidade esteja sempre quando emitir um estímulo, esse lhe retorne, percorrendo do seu mais profundo ate o mais superficial.
        A parte mais profunda do ser encontra se cada qual interessante, quanto ao radical, que é a formação do próprio, funciona como digitais que se relacionam em tempo de compensar o juízo, pois as pessoas enganam a outros, fazendo do seu interior mais profundo sempre um conflito que se destaca, deixando de compensar o próprio juízo, vindo assim compensar o juízo de quem tem mais para pagar
                                                           12/10/2010. Márcio palafi.
                                                            M1380.205.   297.899.316-20.








Partindo em tempo iríamos acontecer numa transição aberta e capaz.




        Numa noite os múrmuros alcançados ao tempo como ébano ébrio, não teria a mesma dimensão, quando o tempo quanto aconteceu tal relatividade em, ou numa metamorfose continua, naquela parte da razão ainda não acontecia alguma opinião, enquanto o místico visto pela presença dos passados anteriores aos dos antepassados, surtiria à incógnita para o tempo decidir qual a condição desse breu no seu cotidiano, acontecendo sempre que a propriedade, passava por relatividades entre energias, fazendo daí o maior desafio do ser humano em posicionar diante da diversidade socialista das Américas.
        Nessa ocasião por outros parâmetros, na concepção entre intervalos, para onde destinava a contradição no termo, estava também divergente as intensidades quando se relacionadas a realidades entre etnias diversificadas, mesmo tais miscigenadas, era e está interagida pelos genes por linhas na razão do tempo a bem, na ligação entre gerações, todas miscigenadas afim de que a finalidade no principio de vida passava pela verdade do caminho é a vida, encontrando assim, a disposição de fé pelo juízo.
        Não ainda havendo uma participação direta do exercício, em que a razão na vida é sempre a finalidade disposta, curar qualquer possibilidade de seqüelas traumáticas, o domínio estava a mercê do acaso, quando tal fosse definir em qualquer tempo a finalidade do principio na vida de cada ser humano, além do tempo ser a estrada para que no caminho fosse colocadas pedras, pois em todas elas a face da razão será sempre a verdade do caminho é a vida, encontramos em tempo outro parâmetro, preciso pela relatividade de energias, além do caminho numa transição corpo cooperativista.
        A bem desse estado uma republica federativa, será sempre a razão para negar o ócio, encontrando pelo caminho a verdade de quem tem direitos de cidadão, compreendendo desde algum tempo o caminho na verdade é a vida, numa participação obvia de natureza racional, porque é somente através do raciocínio que o ser humano compreende o que significa a verdade, qual é somente uma, aquela que sempre o ser humano compensará o juízo, e porque não agora neste tempo, poderíamos nos entender através do fundamento da critica, participando ao efeito da onda, assim temos o realismo pelo humanismo.
                                                                13/10/2010.   Marcio palafi.
                                                                M1380.205.   297.899.316-20.









Uma lacuna entre a realidade e a ilusão, desilusão.



        A tendência para mais se aprofundar, haja instrumentação, quanto mais eficiente mais adequada à primeira, quando for ênfase no  estado próprio de uma propriedade consciente, por menos que um fragmento temporário tenha incidência sobre o fato, causando uma solução para margear qualquer outra, ainda que intermitente, pode se usar a relatividade do circuito encontrado à circunstancia da realidade, pois todas as etnias por estarem bem miscigenadas já passaram por tantos outros olhares, quantos foram observados à razões diversificadas em tempos não específicos sem conclusão formalizada.
        Bem informando além da primeira, visões para o pensamento, encontraria a idéia fértil de se libertar antes do dilúvio consumir dentro de reações, a evidência da vida, porque não houve razão de tempo, em definir uma verdade concreta e exata, ou então, se tão exata que não mais existiu, seria por não haver uma ligação ate mais distante entre a ação e a deflagração dela.
        Além disso buscaríamos encontrar o quanto se deteve por reações, de síndromes por induções em um campo magnetizado do circuito socializado da civilização, onde essa carga se consome entre desilusões, não mais criadas ilusões por existir realidades coerentes ao raciocínio, nas intensidades de reações definidas como principio da finalidade de cada etnia, que se encontra em contato ao nível diversificado entre as camadas, todas com determinante propósito de ser uma parte pungente em ligações mais neutralizadas, porém com conhecimento relativo, para obter êxito de compreensão na busca do aprofundamento que se deu pelo tempo não especifico, não sendo importante por estar fora da razão de tempo real.
        Ate mesmo pela sintonia do tempo, quando não foi especifico, as relatividades se concretizam nos efeitos sócio politizados das defesas envolvidas pela movimentação, em realidades das diversas opiniões, formando dialetos nos espaços de intervalos entre uma ação, quando entra em reação e essa intensidade possui na neutralidade ou mais perto do neutralizado, ligações entre o pensamento e a realidade na vida em qualquer das tendências étnicas, completando uma busca fica por infusão mais obvia, além da neutralidade uma compensação dada em tempo de se realizar, em primeiro plano a extinção de qualquer trauma relacionado por carma, e a possibilidade de um transtorno no movimento da mente, passa a ser compensado ainda mais por outra busca mais centralizada, ainda que possível em movimento real, isso trata se tão somente do encontro entre a realidade da matéria relativa, em tempo, à realidade em qualquer ilusão, afim em uma desilusão depressiva.
                                                                                 Marcio palafi. 16/10/2010.
                                                                                M1380.205.  297.899.316-20








O meio em que se vive, sofre variáveis de tensões apropriadas.
       
        Uma qualidade não considerada, por um feixe, quantifica a matéria pois adiante, em todo circuito, pela incompreensão ate ao mais profundo, a circunstância inteiramente abismada, traz de toda uma sociedade já miscigenada, para tentar adquirir razões dentre étnicas; formalizam entre artifícios para a oportunidade, quando já o artigo aberto devolve a passividade em romper circuitos, ate onde esse estado de compreensão não possa a atingir em tempo, qualquer finalidade para afirmar qual principio de pensamento gerou tal reação porque o que se vê além dessa reação, poderia ser uma nova atividade, quando novamente o entendimento, esse será capaz, atingindo o consumismo não oculto na freqüência de qualquer razão que não seja própria.
        Além da propriedade ser um ponto, para uma realidade manter relativo o pensamento, em que a vida significaria através do desejo, a tensão de valor a compensar na profundidade de quem apenas traz de encontros subjetivos, a característica que faz a qualidade no  individuo com objetivos, dentro da quantidade em qualquer ética, porque são variáveis ordenadas por tensões toleráveis quando a civilidade compete a comunidade como tão somente um feixe quântico, de qualidade variadas não tão neutralizadas, ainda em tempo para que a matéria possa significar algo assim compatível ao humanismo.
        A habilidade quanto se especificou, naturalmente se compôs, a bem do próprio circuito tanto diversificado, para dele a variação da compreensão apesar de ser somente uma verdadeira, estaria dentro de tolerância porque a circunstância em que se deu consistência, passaria por uma tangência, isso levaria ao tempo não especifico pela razão que é natural.
        Assim tantas outras quando há quantidade em qualidades variadas, iriam terminar para um novo começo, formando ciclos em forma de facções de variáveis indefinidas por uma verdadeira razão étnica, variada por princípios diversificados com centralidades semelhantes na sociedade civilizada, completando; na evidência de um circuito mais centralizado, obtendo dele razões que participariam por trajetória, compreenderíamos tais variáveis por formas de resistividades, ate chegar à circunstância para ser a finalidade em tempos de tensões semelhantes, quando admite se; os espaços vazios não provocam resistividade, não fazendo de variações as possíveis relatividades, para que o gene tenha ascendência dentro da própria resistência de um circuito desconhecido ate chegar a visão sensitiva de pensamento, quando a finalidade entende se por outra variável para que o tempo novamente não se especifique em tempo de encontrar o centro da reação, para formalizar o principio em que a razão da verdade sofreu  tempo de se variar a bem, para conduzir tal ou tais etnias.
        Poderíamos contabilizar a abstinência para ser uma etapa de relatividade, dentro da variação ate encontrar a variável e a descendência possuir ascendência de tensão também em tensões de intensidades de energia em movimento constante, por todo o universo das coisas animadas por energias semelhantes de níveis, que passam por desníveis quais sem forma de definição centralizada, indo ate encontrar subniveis para daí, que seriam provocas as resistividades em toda é qualquer etnia, voltando a estabilidade centralizada, da razão que é uma só, conta se pela mais justa ou que não tenha condição de trauma ou proporção de culpa, não sofrendo contaminação no meio social.    Marcio palafi. 18/10/2010.   M1380.205. 297.899.316-20.          
      

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